Sbras.Blog - O Jornalismo do Cidadão contra a Ditadura do pensamento único............................Publicação esporádica e ocasional que procura levar aos leitores informação sobre assuntos sociais, culturais, religiosos, políticos, desportivos, escolares, de saúde, de segurança, do património, do ambiente e outros, sobre o concelho de S. Brás de Alportel..................................Independente do poder politico e económico, aqui lê-se nos acontecimentos os sinais do tempo e presta-se atenção aos recantos mais ignorados.................................. Aqui ouve-se os anseios, aspirações ou queixas da população para a divulgação de informações e noticias de carácter não especializado........................................ Pseudo-jornalismo de Intervenção, de Proximidade e de Conveniência na defensa do interesse comum e o prestigio e desenvolvimento do concelho........................................Talvez por isso este seja único blog que a Câmara Municipal de S. Brás de Alportel não permite o acesso!...............................................

30 abril 2006

UDR Sambrasense

Sambrasense perde a primeira Final

Na luta pela permanência na I Divisão, o UDR Sambrasense perdeu esta tarde a primeira das 4 “finais” que tem que disputar.

Numa fase crucial do campeonato distrital da I Divisão (restam três jornadas) esta ronda ficou marcada por três goleadas às quais se juntaram ainda duas vitórias por três golos.

O líder Quarteirense venceu facilmente o Culatrense por 4-0 e o segundo classificado, Campinense, venceu pela margem mínima o Sambrazense (2-1).

Na luta pela manutenção, o Guia quebrou a séria negativa de oito jogos a perder goleando o Parchalense por 6-0, garantindo assim a permanência. Passo importante rumo ao mesmo objectivo deu o Armacenense ao ir vencer a Lagos o Esperança por 3-1. O Faro e Benfica infligiu a derrota mais pesada da temporada ao Serrano ao ganhar por 4-0.

Num jogo equilibrado, Monchiquense e Castromarinense empataram a dois tentos, ponto que serviu as pretensões das duas equipas. O Castromarinense continua na parte superior da tabela e o Monchiquense respira agora ares de tranquilidade.

O já despromovido Machados perdeu em casa com o vizinho Salir por 0-3 numa jornada em que o Algarve United descansou. Na cauda, Culatrense e Sambrazense perderam diante dos dois primeiros mantendo-se a indefinição quanto ao conjunto que terminará a competição no 14º lugar e que também dá direito à descida.

O campeonato pára no próximo sábado, reatando-se no dia 13 para entrar nas últimas três jornadas, contudo, para acerto, cumprir-se-á no dia 6 de Maio às 16H00 o Machados-Campinense, jogo que está em atraso.

Opinião dos Leitores - Instituições Públicas


satisfazendo os pedidos de alguns leitores
Um espaço para falar das instituições públicas são-brasenses

"em São Brás como funcionam as instituições públicas?"

-->REGRAS<-- 1. antes do texto, mencionar a instituição. 2. limitar-se a factos 3. não ofender ninguém 4. sem asneiras por favor! este é um espaço para contribuir na melhoria dos serviço, não tente crucificar aqui ninguém se criticar tente também dar uma sugestão

Curso de Braille

A Associação Tempus, irá realizar, em São Brás de Alportel, diversos Cursos de Braille, dirigidos à população em geral.

O Braille é um sistema de leitura através do tacto para pessoas com deficiência visual.

Os Cursos permitirão aos formandos adquirir as competências necessárias para escrever em Braille e ler em Braille e serão realizados num horário a combinar com os formandos inscritos.

Se está interessado, contacte-nos para obter mais informações ou para efectuar a sua inscrição:


Associação Tempus
Rua 18 de Junho, 96, 1º Dto Olhão
Tel: 289 721 622; Fax: 289 721 622
E-mail: tempus@iol.pt

29 abril 2006

A passo de carangol

No dia 9 de Janeiro começaram obras de renovação na EN2, a partir do Largo de S. Sebastião e a acabar numa rotunda mais a norte, mas para trás ficaram casas em ruínas e várias oficinas, que fazem da via pública parque de estacionamento...

O que está a aparecer no terreno, é uma via central demasiado estreita (será que um carro de incêndios lá passa; e se uma viatura se avariar, quem, e como, de lá se retira?), ladeada por passeios de grandes dimensões (certamente que são esperadas multidões a “passear” nestas avenidas de pedra!) e por locais de estacionamento em fila (o que reduz substancialmente o número de viaturas a estacionar).

Os passeios e os locais de estacionamento, estão a ser empedrados com a chamada “calçada portuguesa”, maioritariamente por trabalhadores africanos, mão-de-obra barata, pouco qualificada, que martela furiosamente a pedra a grande velocidade, já que ganham ao m2, muitas vezes, partindo-a inconvenientemente, mas mesmo assim, colocando as peças partidas que, como é evidente, não irão resistir muito tempo até ficarem soltas.

Já há outras “obras” deste género nos novos acessos à Vila, e também na parte velha do burgo, que deveriam ter servido de padrão do que não se deve fazer, mas como nada se aprendeu, só quem não quer ver, é que não nota que as calçadas estão mal feitas que muitas pedras já foram à vida.

Que é feito da “calçada portuguesa ”produzida por verdadeiros artistas (em Lisboa, o município, há anos, organizava cursos para calceteiros e o resultado foram passeios e ruas de rara beleza, verdadeiras obras de arte) que ficava toda alinhadinha em perfeita esquadria, bem compactada por um processo bem concebido de travejamento das pedras que as não deixavam soltar?.

Dado que a” boa calçada” consome mão-de-obra intensiva e, por isso cara, que, aliás já não existe em qualidade, por os antigos calceteiros terem passado à reforma, a maior parte dos municípios já há muito abandonaram este processo, tendo, em sua substituição, adoptado o método dos pavimentos de placas de cimento ou de granito, que hoje se apresentam no mercado de várias dimensões, cores e feitios (no nosso concelho há uma fábrica destes materiais), possibilitando arranjos e combinações de que resultam trabalhos de grande beleza estética, além de apresentarem um piso mais suave e seguro para quem anda a pé, sobretudo para os mais velhos (é raro o dia em que não caia alguém nos maus empedrados da Vila). Então porque se insiste na “calçada portuguesa”?.

Pessoalmente, julgo que em defesa de uma tradição que hoje, como vimos, é uma mera utopia, uma miragem num deserto de ideias que ainda parecem povoar as mentes de alguns projectistas muito distraídos em relação às novas tecnologias, mantendo-se numa obsessão doentia por velharias fora de uso, e que não foram capazes de se actualizar, quando para isso era só observar a realidade actual por esse mundo fora.

Uma outra hipótese é a da mera teimosia a qual me custa a aceitar, pela razão de que essa eventual obstinação custaria muito dinheiro retirado dos bolsos de nós todos que somos contribuintes. Por isso aqui deixo mais uma pergunta.

Quanto tempo demoraria a colocar um dos novos pavimentos na Rua Dr. Evaristo Gago?

Pelo processo actual, os calceteiros já lá estão desde o dia 9 de Janeiro e não é previsível determinar quando terminarão o seu trabalho, que terá no final, todos os defeitos que se salientaram. E a andar-se assim a esta velocidade de caranguejo/caracol, quanto tempo mais ainda se levará a chegar à rotunda, e quem ressarce os comerciantes e os moradores da zona dos prejuízos causados por obras tão prolongadas?

REPORTER XPTO
S. Brás, 20 de Março de 2006
IN: NOTICIAS S.BRAZ


Parece que em São Brás é mesmo necessário manter-se o anónimato na hora de fazer criticas ao actual executivo!!... o sr. XPTO certamente estará a defender-se de possivel represálias por parte do executivo, não?!.... e se muita gente pensava que a ditadura tinha acabado com o 25 de Abril, esta é mais uma prova que em São Brás ainda funciona... podes falar mas cuidado, senão fazem te a vida negra!

De admirar é o facto de o Noticias de S.Braz (o pasquim da câmara) publicar uma noticia destas!

28 abril 2006

Encontro de Velhos Ciclomotores


Por GIDI , 2006-3-21

Encontro de Velhos Ciclomotores promete superar edições anteriores e juntar três centenas de amigos

Depois do êxito alcançado nas duas edições anteriores, registando mais de 200 velhos ciclomotores no ano passado, a organização do Encontro Anual dos Amigos dos Velhos Ciclomotores, a cargo do Grupo Desportivo e Cultural de Machados, pretende alcançar as três centenas de relíquias de 2 rodas, no III Encontro, no próximo domingo, dia 26 de Março. (VER NOTICIA COMPLETA)

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IN: NOTICIAS S.BRAZ

3º Encontro dos amigos dos ciclomotores antigos juntou 200 nos Machados

Duzentos amigos dos ciclomotores antigos juntaram-se mais uma vez por iniciativa do grupo Desportivo e Cultural de Machados.

Assim no passado dia 26 de Março foram muitos os que se juntaram levando os seus motociclos, antigos, muitos deles tratados como verdadeiras relíquias.

Um passeio até ao centro da vila com paragem na Avenida da Liberdade, e um almoço convívio marcou mais este encontro dos amigos do ciclomotores antigos em que participou o Presidente da Autarquia também ele com o seu motociclo(e que belo motociclo! um exemplar magnifico e bem conservado!) bem como os vereadores Vítor Guerreiro e Judite Neves. (já estes foram... só para o discurso!)
Estão pois de parabéns o Grupo Desportivo e Cultural de Machados por mais este encontro cada vez mais participado(?) e em que foi possível ver verdadeiras relíquias do passado.

27 abril 2006

XIV Aniversário - MC “Os Unidos da Estrada”

Moto Clube de S. Brás “Os Unidos da Estrada” assinalaram o XIV Aniversário
IN NOTICIAS S BRAZ

O Moto Clube de S. Brás “Os Unidos da Estrada” assinalaram mais um aniversário no passado dia 1 de Abril.
Com uma sala praticamente lotada no armazém da D. Catarina na Mesquita foram muitos os moto clubes amigos que vieram dar um abraço aos Motards sambrasenses.

Também as autarquias Câmara Municipal e Junta de Freguesia não faltaram bem como os muitos dos que habitualmente apoiam o Moto Clube nas sua diversas iniciativas e actividades.

Como sempre foram ofertados aos colaboradores, associações e convidados uma lembrança, que visa agradecer o poio recebido ao longo do ano nas mais diversas formas para que as actividades que os Motards sambrasenses desenvolvem tenham êxito.

Cantados os parabéns e distribuído o bolo de aniversário, foi a vez dos agradecimentos e distribuição de lembranças, o banda musical sambrasense musical Joana Caravana e João Pintinhos encerrou este jantar de aniversário.

26 abril 2006

São Brás (mais) solidário

IN: NOTICIAS S.BRAZ

A Rede de Voluntariado que está a ser criada neste concelho vai no bom caminho. Até ao momento 33 pessoas já se disponibilizaram para dar o seu contributo como voluntárias. O núcleo dinamizador da rede está a fazer o levantamento das necessidades sociais do concelho e a traçar propostas de intervenção, as quais foram discutidas no passado dia 11 na Associação In Loco.

Para aderir a este movimento de solidariedade, basta ir aos Bombeiros Voluntários fazer a sua inscrição.

Esta iniciativa insere-se no âmbito do Projecto “São Brás Solidário”, da responsabilidade de uma parceria constituída pela In Loco, Câmara Municipal de São Brás, Associação dos Industriais e Exportadores de Cortiça, Bombeiros Voluntários do concelho e Associação Nacional de Jovens para a Acção Familiar e apoiada pela Iniciativa Comunitária Equal.


24 abril 2006

Algumas raízes do problema autárquico

by: Daniel B. Marques

A Administração Local, qual longa manus da administração central, é um governo com rosto, com proximidade, diria mesmo, com cumplicidade. Em Portugal, a tradição de pequenos governos locais estende as suas fundações, firmes e vetustas, até aos primórdios da nacionalidade. Os pelourinhos, os forais, verdadeiras cartas de alforria para as localidades, as domus municipalis (lato sensu), fazem parte de uma cultura de descentralização, da qual o nosso país – neste aspecto específico - não pede meças a nenhum outro. As edilidades são, pela Lei e sobretudo, pelo Costume, uma instituição fulcral, tendo desenvolvido, até hoje, um papel determinante no desenvolvimento de cada terra e de cada região. E, mais recentemente, com o 25 de Abril, a submissão do poder local ao salutar escrutínio do voto popular, pareceu adicionar-lhe, “et pour cause”, um valor acrescentado.

Mas, curiosamente, ao que hoje assistimos pelos media, no doce remanso dos nossos lares, é ao total aviltamento e enviesamento da administração do poder local.

A democracia trouxe consigo um esgar de esperança, uma promessa de oportunidades, para um país que, letargicamente, parecia querer mudar. Com a devolução do poder ao povo - que é “quem mais ordena”... - a democracia parecia ser a génese de toda a prosperidade.

Foi aqui que se deu o primeiro mal entendido. Houve um fenómeno tipo “lost in translation” em que alguém se esqueceu de avisar que não é o regime em si próprio que oferece as oportunidades. Bem pelo contrário, são as suas sinergias que criam as condições para a criação de uma sociedade civil livre, autónoma, responsável, culta, ambiciosa e voluntariosa.

Donde, e aqui chegados, desgraçadamente, somos obrigados a constatar que esta sociedade civil não existe, e continua a ser aquilo que, ontem como hoje, desejamos alcançar. Porquê? Porque, precisamente, há quem remedeie este mal e faça do próprio regime e das próprias instituições democráticas, o instrumento da sua ambição.

Num país em que as oportunidades não são muitas, em que a mobilidade social era, até há bem pouco tempo, reduzida, em que a iniciativa privada soçobra à sombra de um estado omnisciente e ubíquo, as instituições políticas são vistas não como um meio de promover o bem comum, mas como um fim em si mesmas, pronto a responder à voracidade alpinista de novos e velhos.

De facto, a falta de saídas profissionais, o recurso à emigração e agora a neo-emigração (fenómeno distinto pois inclui nas suas fileiras não só gente sem meios mas os mais qualificados, é a famosa "fuga de cérebros"), as dificuldades em subsistir num interior cada vez mais desertificado, demandou uma cruzada à oportunidade fácil. A resposta foi, inevitavelmente, orbitar à volta do poder institucional dos aparelhos partidários. Como hipótese de ascensão ao Olimpo dos apaniguados do poder, que assim estendem a mão às prebendas dos barões.

Ora o aprofundamento da cultura democrática não acarretou - longe disso - um amadurecimento da consciência cívica. Do objectivo de uma democracia participada criou-se uma “democracia de carreira”.

Tal falta de denodo por banda dos cidadãos, só se compreende e poderá justificar por uma “iliteracia cívica” endémica. Num país pobre, não há sobras para um aprofundamento cultural, no sentido mais amplo do termo. A baixa taxa de alfabetização, o baixo grau cultural da população, não cria só problemas de produtividade. Arrasta, inexoravelmente, uma inconsciência ético-política complacente, não incentivando a socialização da polis. Ou será que ainda alguém acredita na ideia rousseauniana do “bon sauvage”? Neste campo, quem leva vantagem é Hobbes.

Daí que o exercício do direito de voto, como garante do funcionamento normal das instituições, ao permitir a putativa escolha dos melhores, não seja uma escrutínio real dos mandatários, por banda dos mandantes. Metamorfoseou-se num instrumento, perfeito e inatacável, de legitimação formal de cliques aparelhísticas. Criando a perversão ideal do sistema: então o voto não é universal? Na verdade, contra este facto, que é argumento bastante, não há réplica.

Por isso, é ver os “Jotinhas” essa incubadora do caciquismo militante, os barões partidários, as distritais e as concelhias, prenhes de gente ávida e trabalhadora, que realmente se esforça por conseguir um lugar ou um posto que lhe dê um título, que lhe permita exercer um pequeno poder, quase sempre de forma despótica e discricionária.

O ciclo fecha-se com a actual desistência daqueles que mais deveriam estar alerta, beneficiando do beneplácito e incentivo de uma sociedade cada vez mais individualista e egocêntrica.
Felizmente, ainda, que assistimos a fenómenos inconcebíveis. É sinal que se vão descobrindo. Porque, miseravelmente, o real problema são os milhares que todos os dias, meses e anos, e em todas as eleições vão levando ou tentam levar a água ao seu moinho, por esse país fora…!

23 abril 2006

São Brás comemora 25 de Abril

Na Biblioteca Municipal de São Brás de Alportel, estará patente de 22 a 30 de Abril, a exposição «A Construção do Poder Autárquico Democrático no Algarve» com a organização da Associação 25 de Abril. A exposição apresenta textos e cartazes lançados por ocasião do 30º aniversário da Revolução dos Cravos

No dia 25 de Abril, às 10 horas, haverá uma cerimónia de hastear da bandeira nos Paços do Município.

No mesmo dia, o campo de futebol António Coelho será palco do tradicional desafio entre solteiros e casados, seguindo-se um almoço na sede do clube organizador do evento, o Grupo Desportivo e Cultural de Machados.

21 abril 2006

watchdog !

watchdog ou pura desinformação?

sbras.blog está a causar mau estar junto dos responsáveis camarários, porque tem servido para a divulgação e discussão do caso da demolição do armazém na Rua Serpa Pinto.


Chegou via e-mail o link para o Sbras, não é um weblog mansinho é polémico q.b..
Não conheço S. Brás o suficiente para perceber as polémicas, mas que não há fumo sem fogo. E as nossas câmaras,…

in: Zone_41 - Olhão

...Já nos chamaram tudo! cão de guarda!?... era só o que faltava!!!

20 abril 2006

Forúm São Brás

Fórum São Brás abre para testes dia 25 Abril

A partir de hoje, está aberto para testes o forúm são brás.

Um espaço que se destina a discussão de ideias tendo como pano de fundo a nossa terra "São Brás de Alportel".

http://sbras.forumvila.com

Os temas a debate são abertos pelos utilizadores do forúm
a identificação dos mesmos é obrigatória.

Director Centro de Saúde recebe Medalha

O Dr. José Gomes Cabral, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel, foi agraciado com a Medalha de Serviços Distintos do Ministério da Saúde «Grau Prata», no passado dia 7 de Abril pelo Ministro da Saúde.

Na impossibilidade de a ter recebido das mãos de Sua Excelência o Ministro da Saúde, Prof. Dr. António Correia de Campos, na sessão comemorativa do Dia Mundial da Saúde, por ordem familiar, esta foi-lhe entregue pelo Conselho de Administração da ARS Algarve no dia 17 de Abril, em cerimónia pública ocorrida no Centro de Saúde de São Brás de Alportel.

Exemplo de dedicação ao serviço público, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel desde 1982, cuja imagem de excelência e de qualidade tem vindo a projectar ao longo dos anos, o Dr. José Gomes Cabral, Licenciado em Medicina, especialista em medicina geral e familiar com o grau de consultor em clínica geral, a trabalhar no Algarve desde 1979 onde também tem exercido funções como Adjunto do Delegado de Saúde Concelhio, revelou ao longo dos seus 32 anos de carreira, qualidades de trabalho, de organização, de humanidade, de liderança, que permitiram projectar o Centro de Saúde de São Brás de Alportel como um local de excelência, quer pela qualidade de trabalho aí prestado por todos os seus profissionais, quer pelo seu entrosamento na comunidade.

Nesta ocasião a Administração Regional de Saúde do Algarve e todos os seus profissionais, não podem deixar de se sentir orgulhosos por esta distinção, agradecendo publicamente ao Dr. José Gomes Cabral como cidadão e como profissional de saúde, o exemplo de dedicação ao serviço público.

In: planetaalgarve.net

19 abril 2006

Espectáculo de Beneficência - Bombeiros

O Cine-Teatro São Brás é o local escolhido para acolher um espectáculo de beneficência, em prol da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de São de Alportel, que irá decorrer, no dia 22 de Abril a partir das 21h30.

Música, dança, multimédia e arte, são as diferentes componentes que dão forma a este espectáculo, que tem por objectivo a angariação de fundos para ajudar a Associação nas obras de melhoria do Quartel dos Bombeiros Voluntários. Os soldados da paz são-brasenses promovem um espectáculo diversificado, que é resultado de um conjunto de gestos solidários, sendo que todos os momentos artísticos são gentis ofertas dos artistas intervenientes no programa.

Ao adquirir o seu bilhete, estará a contribuir para as obras de melhoramento do Quartel dos Bombeiros de São Brás de Alportel e a habilitar-se ao sorteio de um bonito quadro de Eduardo Dias, gentilmente cedido pelo autor.



Grupo Musical Luangraal apresenta-se pela 1ª vez em São Brás de Alportel

Fundado em Agosto de 2004, o grupo musical Luangraal é composto por 4 membros: Lia Graça, na voz; Albertino Monteiro, na guitarra clássica, Rui Almeida, no contrabaixo e Ricardo Marques, na guitarra portuguesa.
São “Quatro personalidades. Uma paixão ao primeiro ouvido. Três pares de mãos que se dão... bem - na Guitarra Portuguesa, na Viola, no Contrabaixo”, como gostam de apresentar-se, levando a alma da música portuguesa, na voz do Fado, nos acordes da Guitarra Portuguesa e na melodia da Música Ligeira.

in: www.cm-sbras.pt


18 abril 2006

Associativismo São-Brasense - Apoios

Câmara Municipal assinou protocolos plano de apoio ao associativismo
GIDI CM SBA

Por considerar que as associações desempenham um papel fundamental no desenvolvimento cultural, desportivo e social do concelho, a Câmara municipal apoia a dinamização das suas actividades e iniciativas, assim como a prossecução dos seus objectivos e a melhoria das suas infra-estruturas. Assim a Câmara, a semelhança de anos anteriores, deliberou atribuir para ano de 2006 os seguintes subsídios:


Associação Cultural Sambrasense – 11 040 €uros
Associação Cultural Veredas da Memória – 1 000 €uros
Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça – 4 200 €uros
Associação Jovem Sambrasense – 15 000 €uros
Casa da Cultura António Bentes – 18 000 €uros
CCD Trabalhadores Câmara – 21 000 €uros
GDC Machados – 31 500 €uros
Paróquia de São Brás – 2 400 €uros
Rancho Típico Sambrasense – 2 400 €uros
Sociedade 1º Janeiro – 21 060 €uros
UDR Sambrasense – 36 000 €uros

Associação Al-portel - ?
Associação do Alportel - ?
Associação Amigos de São Brás - ?
Associação In-Loco - ?
Bike Clube - ?
Clube Caça e Pesca de São Brás - ?
etc. etc. etc. etc. - ?????????

No passado mês de Fevereiro foram assinados os protocolos respeitantes ao ano de 2006 numa cerimónia realizada na Biblioteca Municial


(… nesse mesmo mês, foram também assinados “à pressa” procolos plano de apoio ao associativismo relativos aos anos de 2005, 2004, e em alguns casos 2003 que se encontravam por assinar.)

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Associação São-Brasense doa 60 000 €uros
in:Barlavento

Os Amigos de São Brás - instituição algarvia que doou à Unidade de Radioterapia de Faro 60 mil euros - consideram absurdo que os pacientes algarvios tenham de viajar até Lisboa para as sessões de radioterapia, e «permanecer cerca de cinco semanas na capital para receberem 10 minutos diários de tratamento». (ver noticia completa)

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Só em 2005 os “AMIGOS DE SÃO BRÁS” doaram:
osambrasense -n.253

Unidade de Radioterapia do HDF – 13 000 €uros
Bombeiros Voluntários São Brás – 3 700 €uros + 1000 €uros em equipamento
Famílias Carenciadas do concelho - 1 000 €uros
Centro de Saúde São Brás - 1000 €uros em equipamento


(…para quem não sabe os Amigos são o grupo de uma senhoras inglesas que iniciaram a “feira da velharias” em São Brás que se fazia no domingo uma vez por mês e que a câmara "retirou" às senhoras para nunca mais a realizar!)

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Noticia Última Hora
26/04/2006

A Associação Amigos de S. Brás começou a vender os seus produtos no mercado semanal no passado dia 18 de Março junto do Lagar do Féria com periodicidade quinzenal, em virtude da Feira das Velharias ainda não ter recomeçado.
De salientar que como de costume os lucros revertem a favor dos Bombeiros de S. Brás, dos carenciados do concelho e do Novo centro de Radioterapia de Faro

in: NOTICIAS S.BRAZ

17 abril 2006

U. D. R. Sambrasense - Opinião dos leitores

Tem nos chegado alguns e-mails (3) sugerindo abertura de um espaço próprio de opinião sobre o Sambrasense. Dado a quantidade e qualidade dos comentários que acabam de uma maneira ou outra por envolver a União, resolvemos aceder ao pedido dos nossos leitores e abrir uma postagem para que todos os são-brasenses, que queiram, possam expressar a sua opinião acerca da U.D.R.Sambrasense.


falem do campo relvado, desta direcção, da anterior,
falem do que quiserem,
mas por favor,
expressem as suas opiniões sem asneiras.

dá-nos muito trabalho apagar comentários.

...e não se esqueçam, a Direcção da União
está atenta as v/ criticas, sugestões ou elogios.
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O Sambrazense empatou no derby de S. Brás (0-0 com o Machados) e comprometeu seriamente as suas pretensões de manutenção na I Divisão Distrital. A equipa de Avelino Condinho está a seis pontos do Culatrense que descansou nesta jornada e mercê dos pontos em disputa (quinze) e dos dez somados, o Machados viu confirmada, matematicamente, a despromoção à II Distrital.

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22/04/2006

Na luta pela manutenção, do Monchiquense (sexto) para baixo, ninguém está descansado. É verdade que o Machados já desceu, assim como o desclassificado Ginásio de Tavira, mas essas são outras contas. Senão vejamos: O Sambrazense tem um jogo a menos (com o Salir) e em caso de vitória reaproximar-se-á do Culatrense e voltará a aspirar à permanência, até porque ainda estão em disputa doze pontos.

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Noticia de Última Hora

O Sambrazense ganhou ao Salir por 3-2, jogo que estava em atraso do campeonato distrital da 1ª Divisão. Com esta vitória, a equipa de S. Brás de Alportel passou a somar 24 pontos mas continua no 14º lugar.

in: Algarve Desporto

opiniões aqui nos,

16 abril 2006

São Brás volta a florir no Domingo de Páscoa

As principais ruas da vila vão voltar a ser embelezadas por milhares de rosas e flores campestres, dando forma a uma extensa passadeira florida.

No Domingo de Páscoa, tapetes de flores vão descrever o percurso da Procissão da Aleluia, em mais uma Festa das Tochas Floridas, em São Brás de Alportel.

As principais ruas da vila vão voltar a ser embelezadas por milhares de rosas e flores campestres, dando forma a uma extensa passadeira florida, sendo já considerada uma das mais genuínas manifestações culturais de cariz religioso do país.

Este trabalho é feito por muitos dos habitantes da vila, que se dedicam durante as semanas anteriores e toda a noite e madrugada de domingo, para que, na manhã de Páscoa, tudo esteja perfeito.

Os homens levam nas mãos tochas floridas e formam duas alas a abrir a procissão.

A explicação religiosa para o facto de serem só homens a erguer as tochas na frente da procissão, assenta na ideia de que as confrarias, o grupo que vai à frente do pálio, serem compostas apenas por homens. As irmandades, onde estavam as mulheres, seguiam atrás.

Ao longo da procissão, que começa às 11h30, os homens reúnem-se em pequenos grupos para se levantar o grito do «Aleluia». Pelas ruas, ouve-se uma voz forte a dizer «ressuscitou como disse» e em seguida os homens erguem bem alto as tochas e respondem «aleluia, aleluia, aleluia».

Actualmente, as tochas são ornamentadas com flores naturais da região ao critério de cada participante na procissão. Cada tocha será depois sujeita a um concurso que irá eleger as que se destacarem pela sua criatividade e originalidade.

As varandas que estejam no percurso da procissão são também embelezadas com colchas coloridas e flores campestres e que serão também premiadas pela sua beleza.

Além da procissão, a vila do sotavento algarvio brinda o visitante com iguarias típicas da Serra do Caldeirão, durante o «Encontro de Sons e Sabores», no Adro da Igreja Matriz, com a participação de vários grupos musicais.


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Actualização 27/04/2006

As gentes de S. Brás de Alportel voltaram a sair à rua e cantar Ressuscitou como disse!Aléluia, Aléluia, Aléluia. No passado dia 16 de Abril foram milhares os visitantes e centenas os participantes na procissão de Aléluia em que os homens empunhando tochas floridas em procissão cantam em uníssono Aléluia.

Perde-se na voragem dos tempos o inicio desta procissão única no país e que traz até S. Brás de Alportel os seus filhos que daqui se ausentaram e que nesse dia regressam bem como muitos visitantes encantados com o brilho e a cor de tão original maneira de celebrar a ressurreição do Senhor.

No últimos anos o tapete florido nas ruas de passagem da procissão, que dá mais colorido a esta tradição é uma mais valia para a atracção dos numerosos visitantes, e a festa que se prolonga pela tarde fora intitulada “Encontro de Sons e Sabores” também ajuda a preencher o dia, e serve de pretexto para a entrega dos prémios do diversos concursos, dos jogos florais e das janelas e tochas floridas.

Assim mais uma vez as gentes de S. Brás de Alportel sairam á rua engalanaram as janelas, atapetaram as ruas de flores, empunharam as tochas e cantaram Aléluia, para manter a tradição.

Inicio da procissão com alguns problemas.

A procissão estava marcada para a 11,30, ao contrário de outros anos que se costuma atrazar, às 11,20 ainda não tinha chegado sequer a Banda é dada ordem para que começam os homens a fazer alas e se inicie a procissão. O Sr Prior Cunha nitidamente irritado manda seguir o Pálio com o Santíssimo que chega ao meio da rua Gago Coutinho praticamente à frente da procissão.

É certo que muitas vezes se critica o Prior pelo atraso na procissão, mas este ano não percebemos a pressa que o Prior Cunha tinha de tal modo que até ao largo de S. Sebastião a procissão andou um pouco desorganizada.

Todos estavam à espera da música e de repente é dada ordem para se iniciar a procissão. Como se costuma dizer nem tudo ao mar nem tudo á terra.

Acalmaram os ânimos e tudo se recompôs, mas não havia necessidade do pálio prosseguir só na frente de procissão. Enfim parece que o prior Cunha se irrita por pouco e na nossa opinião deveria ser quem mais deveria manter a calma e ser mais tolerante.


13 abril 2006

Repórter EspAcial - artigo#1

texto elaborado/enviado por leitor
NÃO SE TRATA DE UMA NOTICIA REAL, é o nosso reporter espAcial!!!

Chefe Gabinete Vs Imprensa Local
Chefe do gabinete do Presidente quer acabar com imprensa local


João Costa, chefe de gabinete de António Eusébio, chocado com as noticias que tem vindo a público no Jornal “O Sambrasense”, quer fechar o mais antigo jornal do concelho.
O chefe de gabinete, considera que a falta de rigor jornalístico, o afastamento constante ao interesse comum e a evidente perseguição ao trabalho da Autarquia na pessoa do seu presidente são mais que suficientes para determinar o fecho do “pasquim”.
Na base desta contestação está a edição deste mês de “o sambrasense” onde se podem ler títulos como, “RISCO DE MORTE”, PRÉDIO VEM ABAIXO”, “DEMOLIÇÂO ABSURDA” E “NO MELHOR PANO CAI A NÓDOA”, onde tratam algumas questões controversas e pouco abonatórias para a edilidade.Não poupando criticas a direcção editorial do jornal, João Costa mostrou-se contudo satisfeito com a noticia da saída do editor Severino.Ainda no café, João Costa tratou de solicitar a Vítor Guerreiro, vereador do Desporto, a pronta suspensão dos apoios que a autarquia concede ao UDRS. Ficando a saber na altura que isso não iria ser possível dado haver protocolos de apoio ao associativismo assinados e a decorrer.
Conformado com a impossibilidade de penalizar o “pasquim” Costa dirigiu-se à igreja matriz, acendendo duas velas que viria a depositar no altar de nossa senhora.

10 de Abril de 20o6 /O enviado espAcial:A.H. Livre/para o s.bras.blog


Amigo Livre você tem o espirito jornalistico dentro de si!... fantástico!... lol
Construiu um texto ficticio (supomos?!) engraçado!
teremos o maior prazer em publicar as suas reportagens espAciais,
Se necessário criaremos um espaço só para si

Obrigada pela colaboração.

Guitarra Vs Bandolim

texto elaborado/enviado por leitor.

boas pessoal da nossa terra. não sei se já repararam mas a foto que esta no cinema em relação ao concerto de fado do proximo dia 15, não tem lá o intrumento correcto. se o que vai acontecer é fado deveria estar lá uma guitarra portuguesa e não um bandolim :D hehe..

--RM--



(Amigo RM , é uma boa observação a sua!... temos que confessar que, como a grande maioria dos são-brasenses não entendemos nada disso, bem podiam ter posto um banjo no cartaz que não davamos conta... aqui fica o seu reparo, certamente irá ser tido em conta por quem de direito. lol. Obrigada pela contribuição!... )

11 abril 2006

ZONA INDUSTRIAL - Eusébio em entrevista

Entrevista feita por Henrique Dias com Helga Simão, in postal 06.04.06

Desde 1995, com a aprovação do PDM de São Brás,existem 34 hectares disponiveis para loteamento industrial.

Porque é que passados 10 anos os pequenos industriais e outros continuam em situações irregulares por não terem uma resposta?
António Eusébio - Estão previstos esses 34 hectares e uma outra zona na área dos Barrabés. A zona dos barrabés acabou por ir sendo ocupada por algumas empresas e neste momento está ocupada em mais de 50%. Está ainda previsto nessa zona um loteamento industrial privado que vai dispobilizar alguns armazéns para serviços e comércios. Isso levou 10 anos a aparecer. A zona dos 34 hectares, que é uma zona mais abaixo, perto do cruzamento de "Alfarrobeira da Tumba" tem ocupados apenas 2 hectares. Quando estes terrenos foram marcados no PDM não foram acompanhados por um investimento por parte da autarquia. não houve um compromisso no sentido de se adquirir previamente esses terrenos. Isso originou despeculação imobiliária que não possibilita a quem precisa de adquirir os terrenos e deslocar-se para estas zonas.

Como é que o problema pode ser resolvido?

António Eusébio - Deveria ser feito aquilo que se faz no país vizinho, ou seja, temos 10 anos para executar estes loteamentos e se tal não for possivel, voltamos a marcar as zonas como agrícolas e de valorização e desenvolvemos novas áreas. Isto seria o ideal, permitindo mudar estes investimentos para outras áreas nas proximidades. Tudo isto para que os donos dos terrenos sentissem a necessidade de investir ou de ceder a sua parte a outros investidores.

É esse o caminho que vai ser seguido?
António Eusébio -Tudo vai depender da CCDR e da gestão que se fizer na revisão do PDM. Os proprietários acham que os terrenos são muito valiosos, mas assim que a área for desclassificada esses terrenos vão perder muito valor. Devemos aprender com os erros do passado e criar soluções de futuro viáveis e concretizáveis.

Quer dizer que os terrenos onde actualmente estão fixadas as Zonas Industriais poderão baixar significativamente de preço?
António Eusébio -Poderão, se houver alternativas. Se não houver, terão de continuar onde estão.

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Ora bem, deixe lá ver se entendemos isto!

10 anos depois da aprovação do PDM ainda não há Zona Industrial...
A culpa é da autarquia, que não fez a aquisição dos terrenos...
Os preços são altos, a autarquia como não pertende investir na zona, deixa para privados!
E agora a autarquia defende a reclassificação da zona!?...
e para isso temos que esperar mais 10 anos?
E no caso de não haver alternativa fica tudo como está?...

Estamos baralhados...
Acho que a autarquia quer mesmo baralhar os sambrasense...
o sr.presidente fala, fala, mas não diz nada!!!


Afinal Zona Industrial é para QUANDO e para ONDE?
(estes é que tem razão, continuamos à espera!)

10 abril 2006

São Brás oferece autocarro a Ouezzane

Municípios algarvio e marroquino assinam Protocolo de Cooperação

in: região-sul
O executivo de São Brás de Alportel entrega hoje um autocarro de passageiros ao município de Ouezzane (Marrocos). A oferta decorreu no âmbito da Assinatura do Protocolo de Cooperação entre os dois municípios.

Celebrado no âmbito do Protocolo de Intercâmbio com a região do Gharb-Chrarda (província de Sidi-Kacem) este é mais um documento que pretende o estabelecimento e o reforço de várias parcerias, especialmente nas áreas da Educação e da Cultura.

A comitiva algarvia procede ainda à entrega de um conjunto de camisolas e bolas à Association Jeunesse Olyimpic Ouezzane – Section de Footbal, de modo a equipar toda a equipa de futebol, no âmbito dos objectivos de intercâmbio desportivo e juvenil.

As cerimónias deste dia terminam em festa com a inauguração da exposição de Fotografia “Olhares vizinhos”, da autoria de António Alegria, que consiste num conjunto de retratos fotográficos de um português sobre a Medina de Ouezzane. A inauguração vai ser animada pelos Grupo de Acordeonistas de São Brás de Alportel que levam aquele país um pouco da cultura musical do Algarve.

A comitiva são-brasense é constituída pelo presidente da câmara, António Eusébio, por dois professores da Escola EB 2,3 Poeta Bernardo de Passos, dois representantes da Associação Cultural Sambrasense, e o director do Museu do Trajo do Algarve, Emanuel Sancho.

Ainda acompanham esta delegação dois técnicos da ALGAR, os quais farão uma apresentação sobre os modelos e sistemas de tratamento de resíduos em Portugal, uma vez que em Marrocos, os municípios estão neste momento a tentar implementar novas políticas de administração pública, gestão e planeamento territorial.

08 abril 2006

DISCUSSÃO PÚBLICA? - Rua Serpa Pinto

REABILITAÇÃO URBANA
RUA SERPA PINTO

A obra consta da renovação urbana da entrada norte de São Brás de Alportel, desde a Rotunda do troço B da Circular Norte (na EN2) até ao Largo S. Sebastião.

Contemplando a renovação e ampliação dos passeios existentes, a construção de novos passeios e de zonas de estacionamento, a pavimentação das ruas, instalação de mobiliário urbano e plantação de árvores, a relocalização de sumidouros e o enterramento de redes eléctricas de baixa tensão e iluminação de pública.


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A PEDIDO DE ALGUNS LEITORES
AQUI FICA UM ESPAÇO PARA A DISCUSSÃO PÚBLICA
SOBRE O QUE ACONTECE EM SÃO BRÁS
TEMA É: REABILITAÇÃO ENTRADA NORTE - RUA SERPA PINTO

Dá a tua opinião
aqui em baixo
nos comentários

07 abril 2006

Adeus João Severino

João Eduardo Severino deixa "O Sambrasense" , 4 mese depois.


Desde Janeiro deste ano que Severino era o responsável pela edição do jornal local "O sambrasense", quatro meses depois diz adeus.

Severino deixa-nos a ultima edição deste jornal marcada por duas noticias bombasticas. A primeira cumprindo a tradição de 1.º de Abril, levando os leitores menos atentos a equacionarem a demolição do "mamarracho" de 10 andares. A segunda rompendo com a tradição de proteccionismo ao executivo câmarário, Severino noticia a demolição, revela negociatas entre a câmara e construtores e publicita este blog que tanto "mau estar" tem dado à edilidade.

Num editorial a jeitos de despedida, Severino dá a conhecer a sua decisão, deixando a todos os sambrasenses um até sempre.


Pois é... ninguém nos tira da ideia que este adeus, mais do que pelas razões apresentadas, tenha sido por algo mais.
Está é uma terra onde os jornais locais não podem falar mal do executivo camarário, por muita porcaria que façam...


06 abril 2006

Demolição Absurda – A História

In: O SAMBRASENSE – n.º 254 - Abril 06

O inacreditável aconteceu em plena vila quando máquinas demolidoras não entenderam à realidade existente na Rua Serpa Pinto.

Naquela artéria decorrem obras de reclassificação e beneficiação urbanística a cargo da empresa Soporcil, no âmbito de um contrato com a Câmara Municipal, e a dada altura com o consentimento da edilidade, duas parcelas imóveis, uma ruína e um armazém, foram simplesmente arrasadas pelas máquinas ali presentes.

Naquele momento iniciara-se um grande conflito e um caso que mereceu a atenção de jornais e televisão. E isto, porque o arrendatário do armazém não tivera conhecimento que a demolição iria ter lugar e nesse sentido todos os seus objectos e valores que se encontravam no interior do armazém passaram a fazer parte de um monte de entulho.

“Nem queria acreditar cheguei ao local e tinham rebentado com um portão fechado a cadeado” disse Pedro Machado, arrendatário da parcela-armazém que foi demolida “com imensos objectos de valor que nós tínhamos guardado, nomeadamente mobílias antigas, um cofre muito antigo, roupas das nossas lojas, um espólios de livros, objectos pessoais, e uma garrafeira, tudo com um valor monetário e sentimental incalculável” acrescentou.

Segundo o mesmo a responsabilidade cabe naturalmente à Câmara Municipal e por isso deu entrada no Ministério Publico uma queixa contra a edilidade, a Soporcil e contra a GNR por esta se ter negado a tomar registo da queixa.

A edilidade sambrasense não aceita as responsabilidades inerentes aos prejuízos resultantes da demolição alegando que a acção teve o consentimento da proprietária das parcelas em causa.

(versão integral da noticia na edição em papel – “o sambrasense” n.º 254

Demolição Absurda – actualidade

O Ministério Público já deu inicio ao processo.
A Câmara pondera pagar indenização pelos danos causados.
Voltar a erguer o armazém é hipótese posta de parte.

Segundo conseguimos apurar junto do ministério Público, o processo está em andamento, tendo sido já escutados alguns dos intervenientes no mesmo.

Como factos essenciais protegidos pelo segredo de justiça não nos foi possivel confirmar algumas noticias que vieram a público.

No entanto fonte anónima, garantiu nos que a hipotese que o jornal sambrasense descreve faz parte do processo, sendo agora da responsabilidade dos Tribunais averiguar a verdade.

Soubemos também que por ordem do Ministério, está a ser feita a recolha e etiquetagem do "monte de entulho" que se tranformaram os haveres da familia Machado para possivel determinação do valor a indeminizar.

Tendo a Câmara Municipal sido obrigada a recolher, etiquetar e armazenar os haveres da familia que se encontram no meio do "entulho", fez deslocar para a "obra" uma dezena de funcionarios por forma a proceder aos trabalhos. Os trabalhos que ainda decorrem, já permitiram descobrir e resgatar o "famoso" cofre que se encontrava no meio dos destroços.

Ainda na Câmara Municipal estão abertos processos disciplinares a pelo menos dois funcionários, fruto desta situação. Pelo que apuramos são dois funcionários com algumas responsabilidades nos serviços câmarários e que a hipotética pena a atribuir a estes funcionários se apurada a sua participação nos factos, não passará de uma repreensão escrita simples, sem outros agravamentos.

António Eusébio, apanhado de surpresa nestes factos, pondera já o pagamento da indeminização a pagar à familia Machado, faltado apenas saber quanto a familia pretende, qual o valor que o Ministério Público atribuirá aos destroços e quanto estará a edilidade disposta a pagar.

A rapida resolução do problema de modo, a acabar com as especulações de jornais e sitios como osbras.blog, bem como dar dar continuidade as obras da rua serpa pinto e reabilitar o parque de estacionamento entre esta e a avenida da liberdade, é fundamental para o executivo camarário.

Até porque neste momento todos tentam fugir às suas reponsabilidades, como é o caso da proprietária do armazém, senhoria da familia Machado a qual a Câmara atribuia a responsabilidade da demolição do armazém por omissão, vem agora dizer que pretende que o armazém seja de novo construido. Esta é uma hipotese que a Câmara já pôs de parte.


Demolição Absurda – A Teoria da Conspiração

In: O SAMBRASENSE – n.º 254 - Abril 06

sbras.blog está a causar mau estar junto dos responsáveis camarários, porque tem servido para a divulgação e discussão do caso da demolição do armazém na Rua Serpa Pinto.

Este caso está a causar um imenso mau estar junto dos responsáveis camarários atendendo que na Internet existe um blogue (www.sbras.blogspot.com) que tem servido de discussão sobre este caso e onde se apontam aspectos de certo modo graves, se se provar serem verdadeiros.

Nomeadamente, a alegação que esta acção demolidora estaria relacionada com um contrato promessa de compra e venda que alegadamente a proprietária das parcelas teria feito com a Câmara Municipal e a empresa de Pedro Cavaco para loteamento daquele espaço na Rua Serpa Pinto, e que alegadamente a Empresa de Cavaco teria cedido à Câmara Municipal uma loja nos prédios que a empresa mantêm em construção na Avenida da Liberdade.

(versão integral da noticia na edição em papel – “o sambrasense” n.º 254)

Nem estamos a acreditar! Somos notícia no jornal da terra?!...

Ficamos contentes pela publicidade e por saber que causamos mal estar ao executivo! Especialmente porque este assunto, que nos congratulamos por o ter conseguido trazer para a praça pública, é um evidente abuso de poder com o qual não podemos concordar.

Só é pena que nos atribuam alegações que nunca aqui foram publicadas.

Das duas uma, ou o jornalista que escreveu este artigo do sambrasense nunca visitou o nosso blogue, por isso escreveu o que aqui não leu. Ou a necessidade de desvendar algumas verdades impõem a necessidade de atribuir as afirmações a um conjunto de anónimos (nós) que pelo seu anonimato são perfeitos para arcar com as culpas!? Se calhar foi isso!... não nos importamos, desde que seja a bem da verdade! até porque também nós ouvimos esta teoría da conspiração, mas como ainda não nos tinha sido possivel confirmar a veracidade destas alegações resolvemos não as reproduzir.

05 abril 2006

PSD/S.Brás tem novo líder

Gonçalo Mesquita é o novo líder do PSD/S.Brás

Gonçalo Mesquita é o novo presidente da Comissão Política de Secção do PSD de São Brás de Alportel. Raul Conceição e Joaquim Mendoza assumem os cargos de vice-presidentes.

Os militantes aderiram em massa para votar na única lista que se apresentou a sufrágio no passado dia 10 de Março.

Em nota enviada à imprensa, a equipa eleita diz estar “consciente das dificuldades políticas que irão enfrentar no deserto eleitoral dos próximos três anos e meio”, apresentando-se como uma “alternativa a curto/médio prazo não só para o PSD local bem como para a população são-brasense em próximas batalhas eleitorais”.

Desta votação resultou ainda a eleição de Paulo Santos para a liderança da Mesa do Plenário e Estela Mendoza para o cargo de vice-presidente da mesa.


(epá! este é politico de carreira... lol ... vamos lá ver se é desta que aparece a oposição em são brás. bem precisamos! nota-se bem que o PSD e a CDU foram abafados nestas eleições, deles tem se ouvido muito pouco!)

02 abril 2006

Residências habituais em minoria no Algarve

O número de residências habituais nos concelhos do Algarve fica quase reduzido a metade quando comparado com as residências sazonais e o número de camas turísticas na região.

Nos 16 concelhos do Algarve o número de residências habituais é de 144.040, enquanto as de uso sazonal ou secundário foram contabilizadas em 106.195. Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), existem 25.858 fogos devolutos. Feitas as contas são 276.093 fogos no total da região.

As camas turísticas classificadas, segundo a Direcção Geral de Turismo (DGT), chegam às 106.192. Só no concelho de Albufeira, este número ultrapassa largamente as residências habituais, 39.379 para 11.207 respectivamente. As residências para uso sazonal também estão à frente das habituais com 15.816 fogos. Neste concelho existem 2.057 casas devolutas.

S.Brás de Alportel tem 3.656 residências para uso regular, 1.262 para uso sazonal e 463 casas devolutas. As camas turísticas não chegam à centena, ficam pelas 92.


.

01 abril 2006

3.a Edição - Prémios da Juventude - 2006

Pelo terceiro ano consecutivo, a Câmara Municipal de São Brás vai atribuir os Prémios da Juventude. Está iniciativa, à semelhança da decorrida em Novembro de 2004, visa distinguir jovens são-brasenses e ao mesmo tempo que serve de preparação para eleições vindouras.

os Prémios Juventude vão ser distribuídos por 11 distintas categorias: desporto, música, moda, artes, letras, ciência/investigação, comunicação, jovem empresário, inovação, solidariedade/voluntariado e iniciativa.

Os previsiveis vencedores serão:
Desporto - António Eusébio pelas fintas aos são-brasenses ao serviço do PS;
Música - Vitor Alves (3.º ano consecutivo) pela criação do hino PS/SBA;
Moda - João Costa, pela arte no corte e costura;
Artes - Vitor Guerreiro, pelo seu desempenho como DJ nas festas do CCD;
Letras - Marlene Guerreiro, pela edição dos comunicados de imprensa da CM;
Ciência/investigação - Angelina Pereira(3.º ano consecutivo) pelo trabalho efectuado na calçadinha romana em 2004;
Comunicação - Nelson Assunção, pelo livro "Agenda Municipal Janeiro 2006";
Inovação - A Equipa do sbras.blog, Cócó, Ranheta e Facada pelo seu site na internet;
Jovem Empresário - João Dias (3.º ano consecutivo) pelas tascas onde a malta se diverte;
Solidariedade - Filipe Pires (3.º ano consecutivo) porque sim e chega!;
Cidadania - Dora Barradas, porque também merece um prémio.

Para além destes Prémios da Juventude, a autarquia atribuirá ainda os Prémios Município a uma série de amigos e simpatizantes, os mesmos de sempre, onde por razões obvias não estarão incluidos o Tomás, o César, o Renato, o Octavio, o Fabiano, o Rui e muitos outros que de qualquer forma também não mereciam ser premiados.

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