21 março 2006
Dia Mundial da Árvore
De 21 a 25 | de 3ª feira a sábado | 08h30 – 12h30 | Mercado Municipal
> Oferta de Árvores para plantar
Plantar uma árvore é lançar uma semente de esperança!
Comemore o Dia Mundial da Árvore, da melhor forma.
Dirija-se ao Mercado Municipal e leve, gratuitamente, 1 ou 2 árvores para plantar.
Ciprestes / Medronheiros / Mélias / Pinheiros / Piricantas / Casuarinas / Sobreiros.
Org.: Câmara Municipal de São Brás de Alportel
21 março 2007
«Tree Parade 2007»
A Escola Poeta Bernardo Passos, em São Brás de Alportel, vai receber o lançamento do concurso «Tree Parade 2007» e a apresentação do «Guia de Educação Ambiental: conhecer e preservar as florestas», hoje, às 10h30, data em que se comemora o Dia Mundial da Árvore. O «Tree Parade 2007» é um concurso inédito que se desenvolve no âmbito da Defesa da Floresta Contra Incêndios.
Tem como objectivo incutir nas crianças e nos jovens a sensibilidade para a floresta e seus recursos e alertar a população escolar para a problemática dos incêndios florestais.
Neste projecto vão participar centenas de alunos de 77 escolas de todo o país, que terão que dar uso à imaginação e criatividade para adornar uma árvore.
Os trabalhos finais serão expostos, avaliados, sujeitos a uma votação e os três mais originais receberão os respectivos prémios, aprovados pelo júri nacional.
O «Guia de Educação Ambiental» é um auxiliar didáctico para professores e educadores no apoio à preparação de aulas e a projectos educativos desenvolvidos no meio escolar e por eles orientados e dinamizados, no âmbito dos espaços e recursos florestais.
Levar a floresta aos jovens para levar os jovens à floresta, formando-os no respeito pelos recursos naturais e florestais, sensibilizando-os para a prevenção dos incêndios florestais e desafiando-os a conhecerem melhor este importantíssimo recurso natural renovável são alguns dos desafios para os quais este Guião pretende contribuir.
Rui Nobre Gonçalves, secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, e Valter Lemos, secretário de Estado da Educação, estarão presentes.
Estas duas iniciativas, promovidas pela Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), estão integradas nas comemorações da Semana Florestal e contam, por isso, com a presença do Sub-Director Geral dos Recursos Florestais Paulo Mateus, a quem caberá a abertura da cerimónia e a apresentação do «Tree Parade».
Teresa Evaristo, sub-directora Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular, fará a apresentação do «Guia de Educação Ambiental», enquanto parceira da DGRF na edição do manual.
17 agosto 2006
Cortiça: sector ameaçado e em decadência
António Eusébio clarifica-nos acerca do futuro
do sector corticeiro na serra algarvia.
A Feira da Serra apresentou este ano o Sítio da Cortiça. Na apresentação do evento, falou em “homenagem” ao sector, e em sensibilização do poder central para os problemas que o sector enfrenta. Qual é o ponto da situação?
AE – Já tive a oportunidade de sensibilizar alguns membros do Governo para a grande importância do sector corticeiro.
É um sector que sempre contribuiu imenso para Produto Interno Bruto, e que noutros tempos deu emprego a muitas centenas – se não milhares de pessoas. Recordo que chegámos a ter
Em cima disso tudo temos os fogos florestais, que a politica de ordenamento florestal não tem conseguido combater. Penso que as medidas que têm sido tomadas este ano têm minimizado os fogos, mas se não houver uma mudança radical na política de ordenamento florestal, o abandono da serra do Algarve continuará a dar-se, originando cada vez mais fogos florestais de grande dimensão. A serra tem de ser vista nos planos de ordenamento como um potencial de residência para o Homem, porque o Homem sempre esteve ligado à serra. E essa permanência na serra pode contrariar a existência de áreas tão densamente povoadas com espécies arbóreas que facilitam os fogos florestais. Tem de haver uma ligação entre os planos de ordenamento, motivando as gentes rurais a viverem na serra, contrariando a actual desertificação que se verifica. Só desta forma a serra pode ter vida, contribuindo para que o sobreiro não desapareça, e mantendo a indústria corticeira no nosso país.
E o que é se pode fazer para contrariar a doença do sobreiro? Requer investimento na investigação?
AE – Têm sido já feitos alguns estudos, nomeadamente pela Universidade do Algarve e por vários produtores florestais no nosso país, mas também na vizinha Espanha, porém ainda não são totalmente conclusivos. Ainda não foi encontrado um remédio. Há apenas indicações para minimizar os efeitos da decadência do sobreiro. E o que é certo é que a cada dia que passa há árvores que iniciam o seu processo de secagem. Temos de olhar o problema tão séria como rapidamente, tentando descobrir uma solução para regenerar esta espécie, para que, pelo menos os novos sobreiros consigam sobreviver, chegar a adultos e dar boa cortiça, o que actualmente não acontece: morrem antes de chegar a adultos. (...então não se pode fazer nada?... olhar o problema de forma séria, toda a gente olha, mas daí não passamos!... parece um problema sem solução a médio prazo.)
AE – É uma questão técnica complicada. São apontadas várias possíveis origens. Uma delas é a questão das chuvas com um período de seca maior nos últimos anos. Outras apontam mesmo para o natural envelhecimento da espécie. Outras apontam para a origem de fungos que contaminam de árvore para árvore. Enfim, são vários factores associados que acabam por originar o fenómeno. (... e não há solução à vista!)
… Confessamos que depois de ler-mos as respostas do Sr. Presidente ficamos com a ideia que o sobreiro é espécie em vias de extinção… Entre a doença, os fogos florestais, a politica de ordenamento florestal e a ineficácia dos nossos autarcas a cortiça desaparecerá nos próximas centenas de anos!... Esperemos que não!... mas com certeza é necessário que autarcas como António Eusébio façam mais que “sensibilizar alguns membros do Governo”.
31 outubro 2007
BERNARDO DE PASSOS

Nasceu
Desde muito jovem começou a colaborar em jornais locais muitas vezes utilizando pseudónimos como Bráz Brazil ou Passos Junior. Era um dos colaboradores regulares de O Povo Algarvio [semanário republicano de Loulé] e desde jovem se afirmou em defesa do Partido Republicano. Colaborou ainda na Província do Algarve, de Tavira; no Correio do Sul, de Faro, entre outros.
Destinado à vida comercial exerceu ainda funções de caixeiro no estabelecimento de João Manuel Rodrigues de Passos e de José Dias Sancho [importantes casas comerciais no Algarve]. Dedicou-se ainda à farmácia, chegando mesmo a ir a Lisboa para a farmácia de António Augusto da Silva Pratas, na rua de S. Bento, para aprender a profissão.
Regressa a S. Brás como ajudante de escrivão do Juízo de Paz e como solicitador, cargos que exerceu até ao amanhecer do regime republicano. Depois da implantação do novo regime foi Administrador do Concelho de Faro e Comissário de Polícia no Algarve. Anos depois é nomeado Chefe da Secretaria da Câmara Municipal de Faro, cargo que desempenhou até ao fim dos seus dias.
Escreveu algumas obras de poesia que estava muito impregnada da ideologia política que defendia. Publicou um panfleto anticlerical A Reacção no Algarve, em 1909. É considerado um dos principais dinamizadores do republicanismo na região algarvia, em particular na sua freguesia, S. Brás de Alportel que foi elevada à categoria de concelho após a implantação da República.
Entre as suas obras destacam-se: Adeus (1902), Grão de Trigo (1908), Portugal na Cruz (1909), Árvore e Ninho, Bandeira da República (1913) e Aldeia em Festa entre outras obras.
Morreu em Faro a 2 de Junho de 1930.
09 outubro 2007
Menos Verde, Mais Vermelho

Existem diversas árvores em Faro e no Algarve, que pelo seu porte, longevidade ou simples beleza merecem um carinho especial e uma protecção exemplar. São seres vivos indefesos, que conferem à cidade um ar humano e respirável e que pela sua precariedade face às investidas dos senhores do betão necessitam de toda a ajuda possível.
Identificar, reconhecer as suas diferenças e singularidades, e fazê-las crescer em segurança na nossa região deveria ser um imperativo moral para com os nossos filhos e netos. Que poderia ser ensinado nas escolas ou nas televisões. Fiz em criança e enquanto estudante do antigo Liceu, diversas visitas de estudo ao cais comercial, à Foia e até a Lisboa para visitar o Jardim Zoológico. Mas nunca me ensinaram a maior magnólia do País em frente ao Convento de Nossa Senhora do Desterro em Monchique, ou a azinheira de Alportel, considerada árvore de interesse público desde 1942, ou ainda, as oliveiras do tempo de Cristo para os lados de Santa Luzia em pleno aldeamento turístico de Pedras d’El Rei. Hoje já não as recupero. E é todo um analfabetismo botânico regional que se instala. Que se estende dos pais e professores aos mais novos que viajando pelo nosso Algarve fora não distinguem a diferença na paisagem que por eles passa. Cegos ou alheios à espantosa lição de vida e sobrevivência da flora mediterrânea. E a toda uma variedade de cores e aromas meridionais, que se avolumam a cada pôr do sol. Entretanto, a cada dia que passa, nasce mais uma Casa do Benfica em cada aldeola algarvia. SLB, SLB, SLB….
27 junho 2007
Pelcor: cortiça é novo ouro português
Para os criativos portugueses da região do Algarve, a cortiça é matéria-prima farta não somente para abastecer a indústria vinícola de rolhas de ótima qualidade.
Em São Brás de Alportel - maior produtor nacional, o Sobreiro (como é chamada a árvore da qual é extraída a casca) ganhou destaque e chegou às passarelas. Através de um projeto desenvolvido pela Apcor (Associação Portuguesa de Cortiça) de reposicionamento de mercado e conscientização ecológica, roupas, calçados, artigos para decoração e pisos de ótimo acabamento se tornaram febre entre designers e estilistas.
A Pelcor desenvolve produtos sofisticados tendo como grande estrela das linhas a cortiça. Bolsas, malas, guarda-chuvas, poufs e conjuntos para escritório estão entre alguns dos artigos oferecidos pela empresa.
A partir de um evento patrocinado pela Pelcor em São Brás, a estilista Cláudia Sousa ganhou projeção, apresentando um desfile inovandor com roupas elaboradas a partir da pele de cortiça - que ela garante ser super confortável. A moça já havia ganho o 1º lugar no Cirac Fashion, um concurso para revelar jovens criadores em Portugal. Ela integra também o seleto grupo de nomes que apresentam suas coleções no Moda Norte, atuando para sua própria grife desde 2001.
Pelcor: www.pelcor.pt
Cláudia Sousa: www.claudiasousa.com
30 março 2007
Dia Mundial das Florestas
São Brás de Alportel promoveu no Dia Mundial das Florestas, a 21 de Março, a plantação de árvores nas escolas do 1º ciclo do concelho, no sentido de sensibilizar professores e alunos para a importância deste pequeno gesto.
“Plante uma árvore, cultive um sonho” foi o desafio lançado aos são-brasenses. Durante três dias, de 21 a 23 de Março, foram disponibilizadas à população, gratuitamente, no Mercado Municipal, 500 árvores: sobreiros, azinheiras, pinheiros mansos e pinheiros do alerpo, para que todos pudessem juntar-se à iniciativa e plantar árvores.
GIDI CM SBA
07 agosto 2006
O fundo dos fundos
Dos mil milhões que a região teve disponíveis (embora até à data tenha investido cerca de 700 milhões) até ao fim deste ano, o novo quadro comunitário de apoio “fecha a torneira” para uns míseros 250 milhões de euros, cerca de um quarto do valor anterior. A justificação é de que o Algarve, a par com Lisboa e a Região Autónoma da Madeira, deixaram de ser “pobrezinhos”.
Como é bem de ver, muitos dos projectos que os decisores – fundamentalmente autarcas – perspectivavam concretizar ainda nos próximos 6 anos, parecem destinados a ficar eternamente na gaveta, pese embora a contestação que já começou, exigindo ao Governo uma compensação para o Algarve.
Do lado do Governo, e segundo palavras do Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional, Rui Baleiras, chegam “sinais” políticos de preocupação, e promessas de atenção ao caso “especial” do Algarve. Lembra no entanto o Governo – para aqueles que já estão esquecidos -, que já em 2000 as verbas destinadas pelo Quadro Comunitário de Apoio (QCA) ao Algarve eram não de mil milhões, mas sim de 500 milhões, e que foi o Executivo, antecipando já na altura que isto iria acontecer com o Algarve, que decidiu afectar os restantes 500 para que a região se preparasse para o “corte”.
Pois é. A avaliar pelas queixas agora existentes, o Algarve não se preparou. Transformado numa “ilha rica”, rodeado pela Andaluzia e Alentejo – ambos objectivo 1, ou seja, pobres – o Algarve sofre agora com o seu próprio desenvolvimento.
Queixam-se os autarcas - e com alguma razão - de que Alcoutim, Aljezur, Monchique ou mesmo S. Brás de Alportel, só por anedota poderiam ser considerados ricos. É certo. Mas e que culpa tem a União Europeia disso, se o dinheiro veio entretanto? E que culpa cabe aos autarcas, e ao Governo? E a todos nós, portugueses?
O Governo, ou pelo menos, alguns dos seus representantes que estiveram em Faro na apresentação das estratégias para o futuro, reconheceram o “fracasso estrutural”: que estivemos 20 anos a receber dinheirinho, mas que o país pouco andou para a frente, ficou a ver os outros passar…
Permitam-me discordar. Basta olhar um pouco à volta para ver que, com os fundos comunitários, muita coisa mudou. Os automóveis passaram de latas velhas a carros topo de gama, as casas simples transformaram-se em condomínios fechados, os botes de pesca passaram a barcos de recreio, os óculos de massa passaram a custar dez vezes mais, mas são do Armani!
E nesse aspecto, os fundos fizeram milagres, o chamado “milagre da visão”. Da visão não só dos políticos, mas da grande maioria dos portugueses. No Alentejo, enquanto a Europa via barragens, nós víamos jipes. No Norte, enquanto a EU via indústria, nós víamos Ferraris, no Algarve enquanto os comissários viam desenvolvimento regional, nós víamos só praia e golfe.
Na realidade, e quase 500 anos volvidos, voltámos a ser aquilo que sempre fomos, os maiores, os Campeões! Somos campeões do Mundo no futebol, apesar de só termos o 4º lugar. A maior ponte é nossa, a maior Expo também, o maior aeroporto que ainda vai ser, o maior lago da Europa, a maior árvore de Natal, o maior bolo-rei, nisto de sermos os maiores há alguém maior que nós??
O que nos trama mesmo são as estatísticas do crescimento… só aí é que, vá-se lá saber porquê, somos sempre pequeninos.
26 julho 2006
Bombeiro continua internado
Um dos cinco bombeiros de São Brás de Alportel feridos domingo no despiste de um veículo continua internado no Hospital de Faro com traumatismo crânio-encefálico, mas está estável, disse ontem o comandante da corporação. “Está estável, passou bem a noite, mas vai continuar em observação”, explicou o comandante João Meira.
O responsável referiu também que segundo a informação do director clínico do hospital o bombeiro “não corre perigo de vida, mas poderá ainda ter de ser submetido a uma pequena cirurgia para extracção de um coágulo”. “Infelizmente essa hipótese existe, mas tudo depende da evolução clínica”, disse.
Os outros quatro bombeiros vítimas do acidente, que sofreram pequenos traumatismos e ferimentos ligeiros, tiveram alta na segunda-feira.
O subchefe Pedro Dias, de 35 anos, foi o que sofreu ferimentos de maior gravidade, na sequência do despiste da viatura pesada em que seguiam, quando se dirigiam para o combate a um fogo, no passado domingo, em Tavira.
O despiste do carro de combate a incêndios registou-se após o rebentamento de um dos pneus traseiros, tendo a viatura embatido numa árvore que evitou a queda para uma ravina com mais de dez metros de altura.
A viatura acidentada “ficou irrecuperável”, adiantou João Meira.
Lusa, in: Correio da Manhã
Bombeiros com menos homens
Está livre de perigo o bombeiro ferido com gravidade anteontem na sequência de um despiste com uma viatura de combate a incêndios. O acidente deixou desfalcado o corpo de voluntários de São Brás de Alportel a que pertencia o bombeiro e os outros quatro que também ficaram feridos, embora sem gravidade.Em plena época de fogos, os cinco «fazem muita falta, até porque são homens muito válidos, da linha da frente», disse, ao JN, o comandante da corporação, João Meira. Os quatro que sofreram ferimentos ligeiros estão de baixa (tinham apenas pequenas escoriações) e desconhece-se quando terá alta o ferido mais grave, de 35 anos. «Está internado na unidade de neurologia e não corre risco de vida», segundo o director clínico do Hospital de Faro, Larguito Claro. Por outro lado, menos uma viatura «faz mossa, mas os bombeiros algarvios estão bem organizados e se precisarmos de ajuda estará disponível um carro de uma outra corporação», acrescentou o comandante.
O despiste ocorreu cerca das 16 horas quando os homens seguiam para um incêndio no concelho vizinho de Tavira. Segundo João Meira, «próximo de uma curva rebentou um pneu e o condutor perdeu o controlo da viatura». Logo após o primeiro embate do veículo na protecção lateral da estrada, três dos bombeiros foram projectados para o exterior. Pedro Dias, 35 anos, chefe da guarnição da viatura, seguia ao lado do condutor. Foi o ferido mais grave por ter sido atingido por um tronco de uma árvore, quebrada com a violência do embate. O veículo tinha sido inspeccionado uma semana antes do acidente.
Marisa Rodrigues in: JN
10 junho 2006
Família Cabeçadas reuniu-se no Algarve

A Família Cabeçadas realizou no passado dia 27 de Maio um almoço no Vilamoura Marinotel. Esta reunião familiar juntou cerca de 250 pessoas de um total de 900 membros perfeitamente identificados na “árvore genealógica” desta família São-brasense que remonta ao ano de 1782 e ao sitio de São Romão – São Brás de Alportel.
Durante esta gala da família algarvia foram homenageadas algumas das figuras de relevo, nomeadamente o almirante Mendes Cabeçadas e o médico Manuel Cabeçadas
05 fevereiro 2006
Onde estão os passeios?...
Trata-se da Urbanização Fonte da Pedra , onde as vivendas "comeram" o espaço aos passeios.

De referir que as arvores aqui existentes são muito anteriores a qualquer uma das vivendas ai construidas. Neste caso, parece-nos que a fiscalização camarária foi inexistente, pois não compreendemos como foi possivel edificar muros das vivendas a apenas 1 metro da estrada, ficando os peões com apenas 30 centimetros de passeios por causa das árvores e se repararmos na imagem no sitio onde se juntam o muro a árvore e o poste da luz simplesmente não há mais que uma mão cheia de centimetros para os transeuntes... Coisas do progresso!
Esperamos que este comentário não obrigue a Câmara Municipal a tomar uma posição acerca do assunto e na impossibilidade de fazer recuar os muros das vivendas dos distintos São-Brasenses que ai vivem, CORTE AS ARVORES. ( o melhor ainda será deixar como está! até porque a malta dessa zona não anda a pé... lol)
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