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15 outubro 2006

Vende-se Parque de Serviços Municipais


Câmara vai pôr venda Parque de Serviços Municipais.

“Fabrica dos Cogumelos” vale 1 milhão e 800 mil euros.

A Câmara Municipal, sob proposta do seu presidente Eng.º António Eusébio, quer pôr à venda o Parque de Serviços Municipais também conhecido por “fábrica dos cogumelos”.

Segundo o edil, para que o actual Parque de Serviços venha algum dia a tornar-se operativo para todas as necessidades e valências da Câmara Municipal necessita de obras profundas, não havendo dinheiro para isso. No entanto, avaliada em 1 milhão e 800 mil a “fabrica dos cogumelos” se for transaccionada a preços de mercado, irá possibilitar que parte do produto da venda seja canalizada para arranjos num dos prédios rústicos do município para instalação de alguns serviços municipais.

A proposta do presidente da edilidade foi aprovada por unanimidade em reunião de câmara, no entanto esta alienação carece ainda da aprovação da Assembleia Municipal, o que não se prevê que seja um problema para a maioria PS.

Fonte junto à edilidade confidencia que a instalação de uma grande superfície comercial em S. Brás é desejo do presidente, existem varias empresas interessadas na aquisição da antiga fábrica dos cogumelos, uma delas pretende instalar no local um empreendimento turistico . Segundo a mesma fonte a entrada de 1.800 mil euros nos cofres da autarquia também permitiriam ao Eng.º António Eusébio algum “espaço de manobra” pois os gastos para requalificar o prédio rústico onde pretende instalar alguns serviços municipais não ascenderá a mais de 100 mil euros.

22 novembro 2006

Orçamento Participativo

Resultados apresentados em Sessão Pública

No passado dia 17 de Novembro, a Câmara Municipal de São Brás de Alportel apresentou os resultados da experiência de Orçamento Participativo para 2007, numa sessão pública que teve lugar no Cine-Teatro São Brás.

O edil são-brasense, Eng.º António Eusébio, apresentou muito sucintamente o balanço deste primeiro Orçamento Participativo no município:

Em 5 Sessões Públicas realizadas, foram apresentadas 46 propostas de acções e obras a realizar pelo município. A par das sessões, um questionário foi outra das formas de participação disponibilizadas para que os munícipes pudessem indicar as as suas propostas. No total, foram preenchidos 98 questionários e apresentadas 65 propostas e sugestões.

Na globalidade , foram apresentadas 111 propostas: 71 (64%) foram aprovadas, enquanto que as outras 40 (36%) estão sob análise para futuros investimentos. Das propostas aprovadas, 04,2% foram de imediato resolvidas, 15% correspondem a serviços a executar pelos serviços municipais, 32% já se encontravam incluídas na proposta de investimentos e 42% foram integradas na Proposta Final de investimentos.
Feito o balanço, entendido como muito positivo pelo autarca, António Eusébio, apresentou a Proposta Final de Investimentos, agora enriquecida com os contributos de muitos são-brasenses.

A Proposta de Orçamento Municipal de São Brás de Alportel para 2007 apresenta um valor global de 13.412.861 euros. Constituem áreas prioritárias de investimento:

a Solidariedade, com um valor de 138.100 euros, o Desporto, que ascende a 3.035.500 euros, a Cultura e Património, com 801.150 euros, o Ordenamento e a Renovação Urbana, bem como as Vias de Comunicação e os Transportes, com 388.320 euros e 430.320euros, respectivamente; e ainda, o Ambiente e os Espaços Verdes, com 518.110 euros, o Abastecimento de Água e Saneamento, com 264.200 euros e o Desenvolvimento Económico, no valor de 139.765 euros.
A construção das Piscinas Cobertas Municipais, a continuação da Circular Norte, com a construção da 2ª fase, a execução da I Fase do Plano de Pormenor do Terminal Rodoviário, com a reabilitação da entrada Sul (desde a Circular até ao Largo de S. Sebastião), a requalificação e infraestruturação do Parque, junto à futura Casa das Artes (edifício do antigo Lagar de Azeite), para parque de estacionamento e zona de mercados e Feiras, a conclusão do Centro Explicativo e de Acolhimento da Calçadinha, a execução da 2ª fase do projecto do Centro de Artes e Ofícios, a 3ª fase da Obra de Requalificação e Pavimentação do Centro Histórico e o arranque do Plano de Alargamento do Saneamento a todo concelho constituem as principais apostas de 2007.

Acrescente-se ainda um conjunto de projectos: nas áreas da valorização dos espaços públicos do concelho, e do desenvolvimento turístico, assim como as obras de pavimentações de caminhos, num valor que ultrapassa os 110.000 euros, num concelho que aposta na qualidade da sua rede viária.

Continua a assumir grande importância neste orçamento o investimento, ao nível da Prevenção de Fogos Florestais e os trabalhos, que ascende aos 160.000 euros, e um conjunto de investimentos necessários à abertura de novos espaços e serviços, como o Centro de Educação e Interpretação Ambiental, a Casa da Juventude – Espaço Internet, o Centro Museológico do Alportel e o Centro de Apoio do Parque da Fonte Férrea.

“O Orçamento Participativo possibilitou uma maior proximidade com os munícipes, durante um processo de enorme importância para o futuro do município. Esperemos que nos próximos anos, registemos cada vez mais participação, porque com a colaboração de todos, poderemos planear melhor, decidir melhor e seguramente construir um futuro melhor para São Brás de Alportel”, afirma o Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel.

Um Orçamento Participativo é um instrumento de democracia participativa. Trata-se de uma nova forma de governação, gestão e planeamento dos territórios, que tem por base a participação activa dos cidadãos. Através desta experiência de gestão pública participada, o município pretendeu aproximar eleitos e eleitores e promover a participação activa dos munícipes nos processos de planeamento e gestão municipal.

Em São Brás de Alportel, a experiência de Orçamento Participativo foi implementada, através de um amplo processo de consulta e participação dos cidadãos, sobre a afectação de investimentos públicos para o concelho, nomeadamente: equipamentos públicos, infra-estruturas, obras e projectos, nas diversas áreas da sua competência, numa experiência integrada no Projecto “São Brás Solidário” – no âmbito da Iniciativa Comunitária EQUAL – que está a ser desenvolvido no concelho, por uma parceria constituída pela Câmara Municipal, Associação IN LOCO, Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça, Bombeiros Voluntários de S. Brás e Associação Nacional de Jovens para a Acção Familiar.

GABINETE IMAGEM CAMARA MUNICIPAL S. BRAS DE ALPORTEL

26 junho 2007

Parque de Serviços Municipais - Vendido

“Fabrica dos Cogumelos” nas mãos de empresários locais.

Finalmente a Câmara Municipal, sob proposta do seu presidente Eng.º António Eusébio, conseguiu vender o Parque de Serviços Municipais também conhecido por “fábrica dos cogumelos”. Um milhão e cento e cinquenta mil euros, base mínima para a licitação, foi o valor oferecido pelos únicos interessados que compareceram na hasta pública.

A “fabrica dos cogumelos” fica agora nas mãos de duas empresas são-brasenses, Moita (construção) e Guido (madeiras), que se juntaram para adquirir o imóvel e respectivos terrenos, que agora serão transformados em estaleiros, devido às restrições impostas pela Câmara na utilização dos terrenos.

25 maio 2007

Parque de Serviços Municipais


Hasta pública
para verder a
“Fabrica dos Cogumelos”
não teve participação.


A Câmara Municipal, sob proposta do seu presidente Eng.º António Eusébio, pôs à venda o Parque de Serviços Municipais também conhecido por “fábrica dos cogumelos”. Um milhão e oitocentos mil euros, era a base da licitação.

A abertura das propostas dos interessados era para ser feita no passado dia 20 de Janeiro, no entanto não se apresentou nenhum interessado na aquisição do imóvel. O preço base de licitação (1.800.000 euros) terá afastado possíveis compradores.

Saldos de Primavera

A falta de interessados e a necessidade urgente fazer entrar dinheiro nos cofres da autarquia, para fazer face às despesas contraídas, levou a edilidade são-brasense a promover nova hasta pública. (ver aqui)

Agora com base de licitação estipulada em 1.150.000 (um milhão cento e cinquenta mil euros), menos 650 mil euros (130 mil contos) do que o preço de mercado, António Eusébio assegura um preço de Saldos, ao qual possíveis interessados não poderão ficar indiferentes.

As propostas de aquisição poderão ser entregues na autarquia até dia 18 de Junho. A abertura das propostas está agendada para o dia seguinte 19 de Junho.

07 novembro 2005

Parques Estacionamento, para quando?....

Em Julho, a Câmara Municipal anunciava a Criação de Parques de Estacionamento num comunicado que rezava assim:


De modo a colmatar a escassez de estacionamento na zona histórica da vila, o executivo da Câmara Municipal tem vindo a desenvolver esforço para a criação de um Parque de estacionamento a poente do edifício da Câmara Municipal, para servir os munícipes e demais utentes dos serviços municipais e de outros serviços localizados naquela zona da vila, bem como todos os turistas que se dirigem ao coração histórico da vila.

Neste sentido, a Câmara Municipal tem vindo a proceder à aquisição dos necessários terrenos para a implantação do Parque, que deverá ser uma realidade a curto prazo, para responder às necessidades dos munícipes.

"Gabinete de Informação, Documentação e Imagem da CM de SBA, Julho 2005"




NOTA DA REDACÇÃO


Usando uma frase que ouvimos durante as passadas eleições:

" CONTINUAMOS Á ESPERA!..."


E enquanto esperamos fica aqui uma sugestão:
Estacionamento RE-Partido...


U
ns por cima outros por baixo e os restantes ficam no meio...
A solução para a falta de estacionamento :)


23 junho 2005

Para Mais Tarde Recordar

Piscinas cobertas aquecidas e estádio relvado no próximo mandato

António Eusébio recandidata-se pelo PS à Câmara de São Brás de Alportel

António Eusébio, que se recandidata, pelo Partido Socialista, à presidência da Câmara de São Brás de Alportel, revelou-se como um dos melhores gestores autárquicos do Algarve, conseguindo, ao mesmo tempo, dar uma maior visibilidade ao seu município, mercê de uma programação cultural atractiva e de um trabalho rigoroso de planeamento. Duas obras importantes serão realidade - a abertura do Centro de Reabilitação de Medicina do Sul e o lançamento da ligação à Via do Infante, obra esta que o autarca faz questão de lutar para que se transforme num objectivo do próprio Governo. Solidariedade para com a população são-brasense, principalmente, para os mais carecidos, é uma das suas promessas eleitorais.
barlavento - Que balanço faz à gestão autárquica deste mandato?
António Eusébio - Olhando para São Brás de Alportel de há quatro anos e vendo agora uma terra com uma nova imagem, só por isso, valeu a pena ser presidente. Nunca se tinha lançado tanta obra como neste mandato, desde as acessibilidades, às pavimentações de estradas, até à renovação urbana. A educação foi o principal objectivo. Reabilitámos o parque escolar, estamos a construir mais uma escola para colmatar todos os problemas a nível do pré-escolar e primeiro ciclo.
b. - O acesso à Via do Infante é uma velha aspiração. Em que ponto é que se encontra esta obra?
A.E. - Este acesso é uma das obras que faltam a São Brás. Sempre me bati para que fosse construído, mas o faseamento das obras do Estado tem os seus timings. É fundamental, hoje em dia, fazermos a ligação de São Brás à Via do Infante e desta a Faro. O projecto está concluído, já voltei a colocar ao ministro das Obras Públicas este problema, que ficou de averiguar. Continuarei a fazer todos os esforços para que esta seja uma das obras dos próximos anos.
b. - A oposição refere que se «fazem inaugurações de chafarizes, mas as obras de vulto não existem». Quer comentar?
A.E. - Isso é completamente infundado. Nunca se fizeram tantas obras grandes como neste mandato. Obras do Estado: a Variante a Sul, o Centro de Reabilitação, o Parque de Manobras. Obras do município: a Circular Poente/Norte está acabada, uma nova escola, pavimentação da estrada da Serra e investimentos no tratamento de águas residuais e de esgotos, a despoluição da Ribeira de Alportel e dos Machados, uma obra gerida pela Águas do Algarve, em que ninguém acreditou e está em marcha, com a ligação do esgoto de São Brás de Alportel à Estação a Poente de Faro. Lancei mais de 60 concursos de grandes obras.
b. - A Câmara de São Brás não se pode dizer que seja rica. Como é possível fazer esta gestão?
A.E. - É isso que toca aos nossos camaradas da oposição. Se calhar, a grande dor deles é termos conseguido fazer esta gestão. Venho da área das obras públicas de privados e estava habituado a um planeamento rigoroso. Foi isso que fiz aqui. Acabei por planear exactamente o Orçamento face às verbas que tínhamos. Este planeamento rigoroso dá-nos a possibilidade de saber as datas exactas do início e finalização de cada projecto. Esta metodologia consegue fazer com que São Brás seja das poucas Câmaras do Algarve e do país que paga a uma semana ou quinze dias, o que permite obter uma redução de 30 a 40 por cento nos orçamentos. Muitos empreiteiros estão interessados em ganhar obras neste concelho, por saberem que recebem e podem contar com este dinheiro para manter as empresas.
b. - O Centro de Reabilitação e Medicina do Sul é uma mais valia para São Brás de Alportel? Quando é que está prevista a sua abertura ao público?
A.E. - Sem dúvida. O ex-Sanatório estava a ser um piso a mais do Hospital de Faro e termos conseguido mudar essa estrutura e transformá-lo num Centro de Medicina. Foi uma grande vitória. É importante ao nível do desenvolvimento económico e do emprego. É necessário criar mais áreas urbanas, pois São Brás tem um PDM muito condicionador, para dar resposta às futuras necessidades de habitação, não só para os funcionários, como para quem acompanha os doentes. Melhor do que eu, a Administração Regional de Saúde poderá dizer, mas percebi nas palavras do ministro que, no início do segundo semestre de 2006, esta seria uma obra que já estaria em funcionamento.
b. - São Brás de Alportel é um dormitório de Faro e Loulé?
A.E. - Neste momento ainda não. Teve um crescimento populacional superior a 32 por cento, a nossa resposta de emprego não tem sido muito grande, não se têm localizado novas empresas, o comércio e os serviços têm aumentado. Continuo a dizer que não somos dormitório, porque, a qualquer hora do dia, as vias de comunicação para Faro, Loulé ou Tavira têm sempre trânsito, não é só às horas de ponta, o que significa que São Brás é uma terra viva. Ao fim-de-semana, continuamos a ter muita gente cá, pessoas que permanecem e acompanham os eventos culturais. Neste sentido, e com toda a vivência que este concelho consegue ter, continuo a dizer que não é um dormitório, mas temos que ter cuidado e cativar mais empresas e indústria. O caminho está traçado, há neste momento contactos que levam a que possam aparecer investimentos nesse sentido, vamos aguardar mais alguns meses.
b. - São Brás de Alportel sofreu com o último incêndio do Verão passado. A Câmara tem-se empenhado para dar a volta à Serra. Que passos têm sido dados?
A.E. - É um grave problema que temos no interior do nosso Algarve, não só para São Brás de Alportel, mas também para todos os concelhos que têm Serra. Qual é o problema que se põe? Neste momento, o PIDRA, o plano de investimentos para estas zonas, acabou por não ser efectivo, e pouco ou nada se fez desde os incêndios. São Brás era uma das poucas Câmaras no Sul do país que tinha um plano de salvaguarda dos fogos florestais. Temos continuado a fazer a limpeza de bermas, abertura de novos caminhos, construção de novos pontos de água, limpeza dos montes na Serra e no perímetro urbano. Os fogos florestais não são um problema só das autarquias e do Estado, mas de todos, e só em conjunto é que os podemos minimizar. Enquanto houver mato e terra abandonada, dificilmente, por mais meios que tenhamos, conseguiremos parar incêndios como o do ano passado.
b. - O Turismo Rural pode ser um apoio aos agricultores. A Câmara pode encontrar caminhos para desenvolver esta vertente?
A.E. - Em termos de Protal, propus várias zonas à CCDR, não só de Turismo Rural, mas de Natureza. Este tipo de investimento pode ser realizado nas áreas florestais. O mal da Serra é que muitas das suas zonas estão classificadas como reserva ecológica e Rede Natura, onde não se pode construir um metro quadrado. Na Rede Natura têm que ser feitos planos de pormenor ou estudos muito bem concretizados, para poder levar a efeito estes investimentos. Infelizmente, São Brás de Alportel tem as suas áreas de aptidão turística marcadas com Rede Natura e isso tem inviabilizado investimentos que podiam ser uma mais valia para a manutenção da nossa floresta. Como o meu colega de Aljezur diz, é melhor deixar o mato crescer e arder, do que fazermos alguma coisa, porque assim o ICN fica mais satisfeito…
b. - As próprias aldeias sofrem com estas limitações e não podem crescer?
A.E. - Não se podem desenvolver. Temos montes marcados em reserva ecológica, onde as pessoas querem construir uma casa de banho no exterior e não o podem fazer. Isto é impensável, temos que mudar, não só na revisão do Protal, mas do PDM, dando condições efectivas para a fixação das pessoas, que era um dos objectivos que os Planos Directores tinham quando foram realizados entre 91 e 95. Não conseguiram seguir a estratégia definida, precisamente porque as condicionantes são de tal ordem fortes, que impediram o ordenamento. Enquanto a Serra teve a presença do homem e a sua coabitação com toda a fauna e flora, não havia incêndios e continuava a haver caça. Neste momento, praticamente não existe nada, nem a cortiça, nem as árvores subsistem devido ao abandono a que a Serra foi votada.
b. - Quais as obras mais emblemáticas que vai anunciar ao eleitorado?
A.E. - A solidariedade é uma das principais áreas a investir. Temos que continuar a dar mais a quem precisa, temos que criar mais condições de habitação social e a nível de custos controlados: Associada à solidariedade temos já em funcionamento a nossa rede social e estamos a acabar uma obra que é o Centro de Apoio à Comunidade. É necessário apostarmos mais na zona desportiva e na construção faseada do parque desportivo, começando pelas piscinas cobertas aquecidas e terminando pelo estádio municipal relvado para todos. O turismo, como terceira opção, tem que ter uma resposta mais concreta.
b. - Mostrou-se um presidente revelação, com todo o incremento que deu a São Brás de Alportel. Se o Partido Socialista for maioritário no Algarve, aceita ser presidente da AMAL?
A.E. - É um desafio interessante. Temos que ver dentro dos presidentes de Câmara quem está disponível e, após essa análise, estaria aberto a dar uma resposta. Atendendo à dimensão do concelho e com o conhecimento que tenho do município, teria algum tempo para me dedicar, também, à região. Caso isso aconteça, seria mais um desafio a enfrentar.
b. - Que mensagem vai transmitir aos são-breasenses para que votem em si?
A.E. - Nestes momentos que atravessamos, difíceis para todos, só em conjunto é que podemos construir um futuro melhor. E é em conjunto que quero trabalhar com todos e para todos os são-brasenses. Sou um presidente aberto a receber todas as opiniões e ideias, numa perspectiva de melhorar a qualidade de vida e bem estar das populações.

In Barlavento on-line - 22/06/2005

11 maio 2006

Tempo de Balanço

Passados mais de 6 meses após a reeleição de António Eusébio, é tempo para fazer-se um balanço deste início do segundo mandato.

António Eusébio iniciou o ano de 2006 sem a habitual “Presidência Aberta” que servia, segundo a edilidade, para sentir, ver e ouvir "in loco" os problemas e as necessidades dos munícipes. Durante este período o presidente aproveitava para visitar algumas das obras em curso, inaugurar obras concluídas, visitar as escolas e acompanhar a digressão das tradicionais “Charolas” pelo concelho.

O “mau estar” causado por noticias como a demolição do armazém na Rua Serpa Pinto cuja reabilitação tem sido alvo de alguma contestação, bem como as polémicas acerca do possível encerramento de alguns serviços que a câmara prestava por falta de dinheiro para colocação de funcionários e o impedimento de colocar funcionários na nova escola primária/jardim de infancia pelo mesmo motivo, as nomeações de familiares para cargos políticos de confiança, e as contestações à politica desenvolvida pela autarquia em questões importantes para o concelho como o Parque Industrial, o Terminal Rodoviário, o Parque Desportivo, entre muitas das promessas que teimam em não ser cumpridas podem ser a causa da decisão de António Eusébio, não efectuar este ano a Presidência Aberta 2006.

Por tudo isto e muito mais, achamos que esta é a altura para os nossos leitores fazerem o balanço destes primeiros seis meses do 2.º mandato de António Eusébio.



deixa a tua opinião
aqui em baixo nos comentários!
(Aproveita e faz-te ouvir, a autarquia está atenta aos teus problemas!)

01 março 2005

Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul

António Eusébio preocupado com a conclusão da maior obra no sector da saúde em curso no Algarve

Neste momento decorrem as obras de construção do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, no Município de São Brás de Alportel, obra estruturante para o desenvolvimento do concelho e do Algarve, que certamente recolocará este concelho algarvio no mapa da saúde do país. Projectada e lançada pelo anterior Governo, a obra está a ser erguida no antigo Sanatório Vasconcellos Porto.

Para o Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, a entrada em funcionamento deste Centro representa uma mais valia para o concelho, não apenas do ponto de vista da oferta de serviços de saúde, mas também ao nível do desenvolvimento económico, sendo sinónimo de um acréscimo de actividade económica e de emprego ao nível local, e nesse sentido entende necessário tomar algumas medidas para que a sua concretização vá ao encontro das legítimas expectativas dos são-brasenses.

O dono da obra - Hospital Distrital de Faro - não deu conhecimento até ao momento à Câmara Municipal do projecto em curso, desconhecendo a edilidade alguns pormenores relevantes que preocupam o autarca. Com o propósito de obter resposta a algumas questões que considera pertinentes, António Eusébio expôs ao Conselho de Administração do Hospital Distrital de Faro as suas preocupações, no dia 26 de Fevereiro, em ofício do qual deu conhecimento à Assembleia Municipal (na sua sessão ordinária de 26 de Fevereiro), aguardando os necessários esclarecimentos.

Os acessos, o emprego e o ambiente são preocupações expressas pelo autarca
Sendo a criação de emprego um objectivo central da autarquia, a preocupação principal de António Eusébio prende-se com a necessidade de garantir que a entrada em funcionamento do Centro signifique criação de emprego a nível local e que, mediante programas de formação profissional ou outro método, se promova a reconversão e inserção profissional de muitos activos no Município, combatendo o desemprego e a desocupação.

Uma outra preocupação está relacionada com os acessos, circulação interna e estacionamento de apoio ao Centro, condições que o edil considera necessárias para garantir que o previsível aumento de tráfego automóvel provoque as mínimas disfunções ao nível da circulação e segurança rodoviária de São Brás de Alportel, área na qual a autarquia tem investido avultados montantes na melhoria das acessibilidades.

É certo que ao acréscimo de actividade corresponderá um acréscimo de circulação e de estacionamento automóvel, prevendo-se uma circulação diária que deve rondar algumas centenas de veículos, na sua maioria veículos ligeiros, mas também alguns pesados, o que leva o autarca a prever que poderá ser necessária a implementação de um parque de estacionamento na proximidade do Centro, assim como garantir que a fluência de tráfego seja feita em condições de normal fluência e segurança, uma vez que o actual corredor de acesso da estrada municipal ao Centro é de reduzida largura e está ladeado de arvoredo de uma riqueza natural que interessa preservar.

As dúvidas relacionadas com o volume, tratamento e destino das águas residuais do futuro Centro foram também manifestadas pelo autarca, numa altura em que, devido à demora do projecto regional de criação do Sistema Intermunicipal de Tratamento de Águas residuais, as estações de tratamento do concelho atingem níveis muito próximos dos seus limites.

António Eusébio quer prevenir situações menos confortáveis para os seus munícipes e garantir que a construção do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul seja integrada com as necessidades de emprego e desenvolvimento local e mostra-se disponível para colaborar com os Serviços do Hospital de Faro na prossecução destes objectivos..

By:
Marlene Guerreiro - CM/S. Brás de Alportel - 2004-03-05 22:40:38
In: Jornal A Voz de Quarteira

12 abril 2008

São Brás recusa-se a ser dormitório de Faro


São Brás de Alportel não quer ser um dormitório de Faro e quer criar emprego para os seus munícipes. Para isso, vai apostar na criação de um parque empresarial e industrial, uma medida que vai ao encontro da política que já vem sendo seguida de criar condições favoráveis para a fixação de empresas neste concelho algarvio.

in: "Barlavento- online" texto:Hugo Rodrigues; Foto: Carlos Sousa

O presidente da autarquia sambrasense António Eusébio foi o convidado da semana passada do programa CRIA FM, realizado em parceria pelo «barlavento» e pela Rádio Universitária do Algarve. Como explicou então o autarca, São Brás pretende criar «uma área empresarial, comercial e de serviços». «A maior parte das pessoas não imagina, mas hoje em dia, uma empresa que precise de 20 mil metros quadrados, cerca de dois hectares, é muito complicado. Há poucas áreas onde se pode ter essa localização e os terrenos são muito caros», disse António Eusébio. A criação desta zona vai ser consagrada num Plano de Pormenor, a ser aprovado «dentro de quatro ou cinco meses».Ao mesmo tempo, a autarquia sambrasense tem implementado uma política de atracção de negócios para o concelho. «Baixámos as taxas para as novas empresas que se quisessem fixar no concelho em 75 por cento, já há dois ou três anos. Também não temos derrama. Se olharmos às contas deste ano, começa a ser notória a preferência de algumas empresas por São Brás de Alportel», contou o autarca.Ainda no que toca a taxas, também se perspectiva haver diminuições nas do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI). «A redução desta taxa é um dos grandes objectivos que temos. Tem vindo a ser atrasada porque não sabíamos bem quais seriam as repercussões da nova lei na economia local. Estou convencido que, durante o próximo ano, será possível reduzir as taxas de IMI, tanto para os prédios novos, como para os mais antigos, mas também para os rústicos», anunciou.Por ser pequeno e pouco populoso, São Brás de Alportel é dos concelhos que menos dinheiro recebe do Orçamento de Estado. Ainda assim, são muitas as obras que têm sido executadas naquele concelho serrano e muitas outras estão em cursos ou para começar.Como explicou António Eusébio, aquilo que parece quase um milagre da «multiplicação dos pães», não passa de gestão autárquica cuidada e planificada. «É preciso um grande planeamento. Temos de ter o projecto executado na altura certa, para nos podermos candidatar a determinado fundo assim que seja possível, e conseguir conjugar este trabalho com as necessidades do município», contou. Algo que «não é fácil e é trabalhoso». «No 3º Quadro Comunitário de Apoio, esgotámos todos os fundos ao nosso alcance», frisou. No que toca às obras propriamente ditas, o executivo liderado por António Eusébio contou, nos últimos anos, com a ajuda da população do concelho. O município lançou os Orçamentos Participativos e já fez algumas obras sugeridas por munícipes. Mas, mais do que isso, conseguiu «democratizar» as escolhas estratégicas que são feitas para o concelho. «O Orçamento Participativo dá a responsabilidade a quem faz a contraproposta de pensar: retiro este investimento para fazer aquele. Deixa de haver o comentário depreciativo do não se faz isto ou aquilo para se começar a pensar não se faz isto para fazer aquilo», resumiu.Uma medida que tem tido bons resultados e que, garantiu António Eusébio, «facilita o trabalho do executivo».

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23 janeiro 2007

Sotavento Algarvio

Apresenta vídeo promocional na BTL

O Sotavento Algarvio volta a marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa – BTL, o mais importante certame da indústria turística nacional que este ano decorre entre os dias 24 e 28 de Janeiro, no recinto da Feira Internacional de Lisboa – FIL, no Parque das Nações.

Este ano a Associação Sotavento Algarvio apresenta duas novidades na BTL, um stand totalmente renovado e um novo vídeo promocional.

Este stand não só apresenta uma oferta claramente definida, transmitindo a imagem de uma sub-região detentora de recursos atractivos para o visitante, como também promove o Sotavento como o novo destino turístico de férias no Algarve.

A imagem do stand apela às emoções que podem ser vividas no Sotavento Algarvio, fazer praia, jogar golfe, conhecer as tradições, fechar negócios, estar no campo e ir à aventura, funcionando como uma espécie de roteiro dos sentidos, que atravessa todo o Sotavento, de forma natural e espontânea.

Para além do novo stand a ASA vai também apresentar o seu novo vídeo promocional que abrange os seis concelhos do Sotavento – São Brás de Alportel, Olhão, Tavira, Vila Real de Sto. António, Castro Marim e Alcoutim -, mostrando de igual forma as valências que este destino oferece ao nível das infra-estruturas turísticas, produtos, serviços, entre outros.

O novo vídeo promocional será apresentado no próximo dia 24 de Janeiro, no stand do Sotavento Algarvio (1D09), localizado no Pavilhão 1 da FIL (junto ao stand da Região de Turismo do Algarve), imediatamente após a inauguração da feira.
Durante o certame os visitantes que passarem pelo stand da ASA terão oportunidade de degustar a doçaria regional do Sotavento.

02 janeiro 2007

Grande Entrevista - António Eusébio

Precisamente na data em que António Eusébio celebra um ano, no segundo mandato, à frente dos destinos de S. Brás de Alportel, o edil fala-nos do seu concelho, do crescimento, e dos projectos futuros porque “S. Brás está na moda e dá gosto viver aqui”.

A trabalhar já no segundo mandato, na Câmara Municipal, e um ano após as eleições que o colocaram, com maioria absoluta, à frente dos destinos de S. Brás de Alportel, António Eusébio apresenta-se motivado para os restantes três que tem pela frente: “É um desafio interessante ter começado há cinco anos atrás a trabalhar num concelho que tem vindo a crescer, demograficamente, sempre na ordem dos 3,5 aos 3,9 por cento ao ano, o que implica uma atenção especial para os nossos munícipes sobretudo nas áreas da solidariedade, da educação, das vias de comunicação e do ambiente, para responder às necessidades de uma população crescente e assegurar a qualidade de vida que desejamos”.


Já no segundo mandato de trabalho, o presidente da Câmara mostra-se satisfeito: “A maioria absoluta nas últimas eleições foi a melhor resposta que a população nos podia dar, demonstrativa da confiança no trabalho que realizamos. Todos os dias trabalhamos, lutando contra dificuldades e barreiras difíceis de transpor, em prol da sustentabilidade deste crescimento. Com muito trabalho e esforço, os resultados têm sido muito positivos para São Brás de Alportel, o que nos dá muita satisfação”.


S. Brás de Alportel é um concelho pequeno, localizado entre o barrocal e a serra, composto por uma única freguesia, e “embora não tenhamos recursos para realizar todas as obras e todos os projectos que desejaríamos, e para responder a todos os anseios dos nossos munícipes, com um planeamento rigoroso, com uma gestão cuidada e atenta, vamos realizando um trabalho que pensamos ser do agrado das pessoas e que nos vai dando esta vontade de continuar a trabalhar pelo concelho”.


Em pleno interior algarvio, “entre o mar e a serra”, António Eusébio realça a necessidade de “ser inovador, para responder a um desenvolvimento diferente de um desenvolvimento do Litoral e fazer com que as pessoas que vêm viver para S. Brás de Alportel tenham mais qualidade de vida, numa aposta no ambiente, na educação, no ordenamento urbano”. Daí, por exemplo, a aposta na educação: “Temos um parque escolar lindíssimo, que é um dos melhores do Algarve e seguramente do país, onde conseguimos integrar este ano, todos os alunos não só do 1º ciclo mas também do pré-escolar”.

O turismo e a Capital Histórica da Cortiça

S. Brás de Alportel é a Capital Histórica da Cortiça precisamente porque nasceu, cresceu e desenvolveu-se devido à cortiça: “Em 1914 era das freguesias mais ricas do concelho de Faro e precisamente pela sua dimensão económica, destaca-se e forma um concelho autónomo”. Nesta altura, existiam no concelho mais de duas centenas de empresas corticeiras de pequena dimensão, familiares, e quase todo o concelho vivia desta actividade. “Hoje a situação alterou-se, mas mesmo assim, o sector corticeiro é o segundo maior empregador do concelho, há empresas que se desenvolveram e que têm já uma dimensão razoável”. Neste momento, existem cerca de dez empresas tecnologicamente bem equipadas e que fazem preparação da cortiça e também transformação.


Dois terços do concelho são serra, onde existem os sobreiros, local de onde provém “a melhor cortiça do mundo, dadas as suas condições naturais”. Daí a valorização do concelho de S. Brás à volta da cortiça e a criação do projecto «Rota da Cortiça». “É um projecto turístico ambicioso, que está a ser dinamizado pela Associação Rota da Cortiça, no qual participam a Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, a Delegação do Algarve e Baixo Alentejo da Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça, a Associação de Agricultores do Concelho de S. Brás, a Santa Casa da Misericórdia de S. Brás de Alportel – Museu do Trajo do Algarve, a Associação de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, a Associação IN LOCO e a Região do Turismo do Algarve. O objectivo é promover o desenvolvimento turístico, económico e social dos territórios produtores e ou transformadores de cortiça”.

Desta forma, as pessoas vão poder ver a origem da cortiça - o montado de sobro - no interior da serra algarvia, e depois visitar as indústrias, para acompanhar, através de várias etapas, o seu percurso industrial “desde a cozedura até à transformação, passando pela produção da rolha de cortiça, um dos seus produtos. Poderão também conhecer um pouco da história desta cortiça, no pólo museológico que ficará sedeado no Museu do Trajo ”. Neste momento, a «Rota da Cortiça» aguarda apenas financiamento e aprovação por parte dos fundos comunitários ainda do III Quadro Comunitário de Apoio.


Por outro lado, explica o edil, “depois da ida à serra e do conhecimento da indústria, há também toda uma vertente turística e cultural, em torno desta Rota da Cortiça, que passa pela restauração, não só no centro urbano, mas também no interior, para que haja cada vez mais gente a saborear a nossa gastronomia serrana, um dos tesouros que temos para oferecer no concelho e a doçaria, que hoje vai sendo cada vez mais reconhecida, em certames que a levam à região e ao país. Esta vertente passará também pela visita a outros locais de interesse, como o futuro Centro Explicativo e de Acolhimento da Calçadinha, em torno do ex-libris arqueológico do concelho”.


É pensando na história do concelho e no desenvolvimento do turismo que surge este projecto, e António Eusébio reforça a ideia de que “o turismo de um concelho do interior, como S. Brás de Alportel, tem que ser visto de forma diferente do turismo de sol e praia, sobretudo tem que ser visto de uma forma integrada, englobando várias áreas de oferta turística. Começando, desde logo, pela porta de entrada do turista, com qualidade ambiental e urbana: espaços verdes, zonas pedonais, zonas de estacionamento, sinalética organizada. E por este caminho temos seguido, com muito investimento nestas áreas.

Numa segunda fase, tivemos a preocupação em defender e valorizar o património: a “Calçadinha de S. Brás de Alportel”, antiga via que parece ter origem na época romana, assume-se como o elemento mais valioso e por isso é objecto de todo um projecto de valorização que culmina dentro de poucos meses com a abertura do novo Centro Explicativo. Mas também são alvo de valorização um conjunto de outros elementos do património, desde logo o Centro Histórico, que está ser requalificado, e alguns edifícios de maior interesse. E não nos ficámos pela vila, estamos a valorizar o património rural: as fontes, os poços, com projectos de valorização que requalificam os espaços públicos e ajudam a preservar a memória dos poetas do concelho. Ao mesmo tempo, criámos novos locais de interesse: Miradouros, em locais de vista privilegiada, geopontos, novos parques de merendas e percursos pedestres, que recuperam caminhos antigos e são uma excelente aposta num turismo diferente, assente sobre os valores da história e da natureza”.


Ao nível turístico destaque ainda para o Parque da Fonte Férrea, que foi reabilitada e que é um espaço de grandes potencialidades, à entrada da serra algarvia (a norte de São Brás de Alportel, junto à EN2, Estrada Património) e para os desportos de aventura, sendo o BTT uma aposta importante do município, que pretende acolher em breve um “Bike Park”, devido às condições privilegiadas do concelho para a prática deste desporto.


O presidente da Câmara acredita que só desta forma, “conjugando diversas áreas e promovendo diferentes potencialidades, será possível diferenciar o turismo no interior, fazer com que as pessoas se sintam bem em São Brás de Alportel e recomendem a região a mais visitantes”.

Ascensão do sector corticeiro e futuro


Analisando o sector corticeiro, que está em declínio, o presidente da Câmara sublinha que, para além da seca, dos fogos e da doença dos sobreiros, falta “alguma dinâmica económica, um problema mais vasto, que só pode ser entendido ao nível nacional. Uma das soluções, para revigorar este sector, poderá ser a criação do Pólo Tecnológico da Cortiça, um dos projectos estruturantes, apontado pelo município, aquando da revisão do Plano Regional do Território do Algarve (que está a decorrer), A dinamização das zonas industriais é outra das apostas e a inovação é também essencial, temos até um exemplo no concelho, que é a Pelcor, uma empresa que deu à cortiça um novo horizonte, comercializando produtos em “pele de cortiça”, tendo valorizado a matéria-prima. E é precisa também uma aposta na formação de novos trabalhadores, dando-lhes assim competência para trabalhar num sector que não está nos seus melhores dias”.


Um projecto novo que poderá trazer grandes investimentos para o concelho, mas que tem suscitado algumas dúvidas, por parte da população, e no sector corticeiro, é a implantação de uma unidade de digestão anaeróbia. António Eusébio desvaloriza a questão, afirmando que as dúvidas se devem certamente ao facto de se tratar de uma indústria na área da valorização de resíduos, temática que conduz facilmente a incorrectas interpretações.

Apesar de considerar pertinentes todas as questões que podem ser levantadas, António Eusébio mostra-se convicto que, “depois de esclarecidas as dúvidas, as pessoas compreenderão o que está a ser tratado”. O projecto em causa, de implantação de uma Unidade de Digestão Anaeróbia, fará a transformação de resíduos orgânicos, sobretudo verdes, em composto, com a produção de biogás, “em ambiente fechado (e por isso a designação anaeróbia), o que evita a libertação de odores para o exterior”. Uma outra vantagem que o nosso entrevistado sublinha é o investimento “de mais de três milhões de contos e a criação de mais emprego no concelho, para além da criação de infraestruturas, nos loteamentos industriais, que será mais um factor gerador de dinâmica empresarial”.


Sobre o projecto, a Câmara Municipal apenas se pronunciou sobre a localização e aguarda o evoluir do processo, mas António Eusébio garante que “se existissem algumas dúvidas de que a tecnologia aplicada pudesse criar algum tipo de perigo para o concelho ou para a população, eu era, o primeiro, como presidente de Câmara e munícipe, a não aceitar este investimento no concelho”.


Nos próximo três anos de mandato, António Eusébio pretende “criar novas infraestruturas desportivas, que não existem no concelho, sendo prioritária a construção das Piscinas municipais cobertas”. A Câmara Municipal está neste sentido a desenvolver todos os esforços para que esta obra, de grande valia para o desporto, a qualidade de vida e o desenvolvimento social do município possa ser uma realidade a curto prazo.


Ao nível de acessibilidades viárias, o futuro passa pelo “prolongamento da Circular Norte, para que se feche o anel circundante a S. Brás de Alportel”. Ao nível ambiental, destaque para “uma das maiores obras feitas em S. Brás nesta área e que está a ser concluída, que é a ligação das águas residuais ao Sistema Multimunicipal de Saneamento do Algarve, o que vai permitir desde já encerrar as Estações de Tratamento e eliminar a poluição nas Ribeiras do Alportel e dos Machados”.


Existem também inúmeros projectos ao nível da educação, como “o desenvolvimento de um centro de interpretação ambiental / quinta pedagógica, um centro explicativo da Serra do Caldeirão, a casa da juventude, o centro museológico do Alportel… Todos estes projectos, com obras já concluídas, ou em fase de conclusão, estão à espera de permissão legal para se proceder à contratação de mais pessoal, uma vez que a Lei do Orçamento do Estado para 2006, num dos seus artigos, vem proibir que as autarquias realizem neste ano mais despesa em pessoal do que no ano anterior”. Uma lei que ao que parece não atende à realidade dos municípios e que prejudicou São Brás de Alportel, um município, onde o valor da despesa com pessoal está muito aquém dos limites que são impostos pelo Estado, onde também não se coloca a questão do limite ao endividamento e onde novos serviços e espaços foram criados, para responder às necessidades de uma população em crescimento.

“Isto deve-se ao crescimento do concelho: se estivéssemos a perder população tínhamos menos necessidade de efectuar despesas com pessoal necessariamente. Mas como estamos em franco crescimento, temos inúmeros projectos, em fase de concretização e sem pessoas não podemos pôr os equipamentos em funcionamento”.

in: O Primeiro de Janeiro

13 dezembro 2006

Parques Industriais

As autarquias giram ao som de modas.

Nos anos 70-80, a coqueluche era uma autarquia fazer um parque industrial. Com empresas ou sem empresas, compraram-se terrenos e fizeram-se algumas infra-estruturas básicas. Mas nunca tiveram estratégias nem serviços de apoio e nunca souberam muito bem o que lá queriam meter dentro daqueles terrenos. O tema foi assunto para campanhas autárquicas inflamadas e rendeu votos. Depois veio a febre psicadélica das rotundas e dos parques empresariais. Para todos gostos e bolsas. É orgulho municipal ter uma rotunda “à maneira”. Agora, a nova “wave”dirige-se para os parques de ciência e tecnologia e, em breve teremos um em qualquer aldeola. O mais difícil é sacar uns euros antes que a fonte europeia seque.


Padre Cunha
Em: VilAdentro, Dezembro 2006

23 agosto 2006

“São Brás precisa de investimento e emprego local”

ENTREVISTA A ANTÓNIO EUSÉBIO – PARTE 3
In: Região Sul

“São Brás precisa de investimento e emprego local”

Continuamos a transcrever a ultima “grande entrevista” do edil António Eusébio. E se dúvidas houvessem acerca da “encomenda” desta entrevista por parte da edilidade para responder ao “Cházinho do Costume” dado por um tal “bloco” auto-intitulado são-brasense, depressa se dissiparam.


São Brás tem sofrido profundas melhorias na malha urbana, mas continua a não atrair o investimento comercial e a consequente criação de emprego, mantendo o rótulo de terra “dormitório”. Porquê? E qual é a estratégia para modificar a situação?

AE – A estratégia para contrariar a situação não é nada fácil. Mas de alguma forma têm vindo a ser aplicadas algumas medidas, e penso que farão com que São Brás continue a ser uma terra interessante para viver não só como dormitório. (… isto é novidade!... é a primeira vez que vê-mos António Eusébio admitir que S. Brás está tornada uma Vila dormitório!... Muito bem, admitir é o primeiro passo para a cura!).

Uma delas passa por motivar o sector industrial, comércio e serviços a se implementarem no concelho. E para isso temos tentado cativar investimento da Administração Central para que empresas regionais sejam aqui localizadas, e dessa forma poder também motivar os locais a investirem na zona industrial existente. (Desculpe!... está a dizer-nos que captou a vinda da Central de Resíduos Verdes por forma a motivar os são-brasenses a investirem na zona industrial?... Estávamos nós a pensar que a culpa na questão da zona industrial existente era dos presidentes que pela câmara passaram, ou seja sua e dos seus camaradas, somos mesmo mauzinhos!... Afinal os srs. Até sabem o que estão a fazer!)

Eu penso que neste momento, São Brás precisa de investimento e emprego local, (e pensa muito bem!...) e o PROT pode ser uma boa alternativa a esta situação. (Como?... dando a possibilidade dos construtores construírem serra a cima, com as habituais permutas e concessões para amigos e conhecidos?... Mais construção, mais moldavos nas obras, menos desemprego. Mais Construção, mais permutas, mais apartamentos para a câmara, tá certo! Concordamos consigo, venha também uma incineradora para a gente queimar os resíduos tóxicos recolhidos no Algarve, é preciso empregos!...)

Poderemos depois, com a alteração do PDM, tentar encontrar novos espaços perto das actuais zonas industriais, e que nos permitam evitar a especulação, ajudando a quem se quer implementar, ganhando dessa forma dois grandes objectivos: garantir a implementação de empresas locais, e conseguir ordenar melhor as zonas urbanas onde existem pequenas oficinas, carpintarias, serralharias, que devem sair para outras zonas mais periféricas, dando lugar ao comércio.(…Projecto bonito!... bonito e ambicioso…)

Isso é um projecto de muitos anos.

AE – Leva alguns anos. Mas neste momento já temos o Parque de Manobras cá implementado, ( a onde?... dão empregos?... dinamizam o comércio?... Nãaa!!!) vamos ter o Centro de Reabilitação Física do Sul a iniciar em Janeiro, e se Deus quiser, para 2007/2008 vamos conseguir implementar outro tipo de indústria nas zonas industriais. (Deus queira que o Centro de Reabilitação dê empregos, isso sim!… sem contar com o do Correia Martins, claro!... Quando ao Centro de Resíduos Verdes, só depende da Algar, Lda e dos Fundos do Governo!... vamos esperar!)

Qual é o ponto da situação e quão importante poderá vir a ser a ligação de São Brás à Via do Infante?

AE – É uma ligação fundamental, porque São Brás tem crescido muito nos últimos anos, e continua a crescer entre 3,5 e 3,9% ao ano. ( ALTO!!!!... Paga Zé!... tens que pagar o jantar a toda a gerência, nós avisamos que António Eusébio era incapaz de dar uma entrevista sem falar nos 3,5% de crescimento… é o “cházinho do costume!" )

E essa ligação poderá ser vista como o transformar São Brás ainda mais num dormitório porque facilita a entrada e saída de veículos. No entanto eu estou convencido que atendendo à capacidade de resposta que São Brás poderá ter, essa ligação pode ser uma mais valia, não só como saída mas como entrada para que mais pessoas queiram cá investir. (A capacidade de resposta que São Brás poderá ter é que é preocupante!...)

De resto, quanto ao ponto da situação, se tudo correr como está previsto, a obra será lançada no último trimestre deste ano, certamente para se iniciar em 2007. (…Se correr como previsto?... então será verdade que nem tudo estará acertado?.. o traçado talvez? expropriações, não? Provavelmente ainda não há a certeza se há dinheiro, querem lá ver!?).

Como está a questão do fim da freguesia. Desaparece ou vai existir uma outra?

AE – Das reuniões que tive com Sr. Secretário de Estado Eduardo Cabrita, o que está agora em cima da mesa é uma alteração da legislação que contempla a criação, extinção e junção de freguesias. Neste âmbito estou a aguardar que o diploma saia para depois podermos propor a criação de mais uma freguesia e dessa forma continuarmos a manter a existente. (…Isso!... vamos aguardar que seja extinta a freguesia, depois propomos a criação de uma nova para ficarmos com a existente!... é um golpe de génio, não tem como falhar! S. Brás vai mesmo ter 2 freguesias?!. Será?...)

Qual é o próximo grande investimento para São Brás?

AE – Estamos neste momento empenhados a levar adiante umas piscinas municipais cobertas. É um investimento que todos os são-brazenses anseiam, dado que procuram noutros concelhos. (…Muitos mais são os são-brasenses que procuram fora do concelho um emprego e não vemos maneira de se resolver a questão da Zona Industrial!!!! O que os são-brasenses anseiam é que sejam cumpridas TODAS as promessas e a piscina é uma delas!… não são certamente o investimento que todos anseiam, talvez o que o PS mais anseia que seja feito, isso sim!.)

É muito importante embora se trate de um investimento muito avultado. ( avultado?!... 2.500 Mil para começar, o suficiente para construir por exemplo: 1 Lar 3.a Idade com capacidade para 80 camas e um bérçario social com capacidade para 30 crianças e segundo projectos do GAT ainda sobrava dinheiro… Mas prioridades são prioridades e como a solidariedade é o sol que ilumina a sua acção vamos construir umas piscinas!...); Esse é o próximo passo, dando respostas não só ao nível do desporto, mas que contrariam também a exclusão social. (... Ora aqui está a confirmação! as piscinas serão do tipo escolar com o nome de municipal, à semelhança do pavilhão coberto!... falta agora esperar a saída de Eusébio da edilidade para se lhe atribuir o nome às piscinas: "PISCINAS MUNICIPAIS ANTÓNIO EUSÉBIO"... fica bem, não fica?... e contraria a exclusão social!) O projecto está acabado. O concurso está a decorrer. A candidatura deverá estar aprovada até ao final do ano, para iniciar a obra em Março de 2007 e conclui-la em Abril de 2008


Não há dúvidas, este executivo já dúvida de si próprio, longe vão os dias em que dar entrevistas era uma constante, não havia fonte que não merecesse discurso. Agora a fonte dos fundos secou, entrevistas só de encomenda e ainda por cima para são criticadas por tudo e por nada!

Vida de presidente não é facil, não admira que este já pondere não continuar!

25 julho 2006

Centro de Medicina Física e Reabilitação

O que se poderá esperar do Centro de Reabilitação Física do Sul.
IN: NOTICIAS S.BRAZ,

O Centro de Reabilitação Física do Sul já pronto e que vai acolher a primeira Parceria Público Privada na Prestação de Cuidados de Saúde com abertura já marcada o final do ano poderá vir a ser uma das maiores obras existentes no nosso concelho.

A propósito vamos dar uma olhadela sobre o célebre Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão estrutura similar à agora implantada em S. Brás de Alportel.

Este Centro de Medicina Física de Alcoitão foi inaugurado em 1966 e reabilita anualmente 400 pessoas com a ajuda de técnicos e médicos especializados, e no ano de 2005 prestaram cerca de 3000 tratamentos a doentes em ambulatório e registaram a saída de cerca de 500 doentes reabilitados. Este Hospital que conta com cerca de 144 camas reduziu recentemente a sua lista de espera de 6 meses para 15 dias.

Com doentes de todas as idades tem nos seus serviços de vertebro-mendular e reabilitação de adultos (AVC e traumatismos) os que mais doentes recebem.

Com uma infra-estrutura deste tipo ansiosamente esperada por muitos doentes do sul do país, e os sambrasenses esperançados que esta seja uma mais valia para o desenvolvimento do concelho com a criação de 126 novos postos de trabalho a abertura do Centro de Medicina Física do Sul em S. Brás de Alportel nas antigas instalações do Sanatório Carlos Vasconcelos Porto remodelas e ampliadas é um factor de esperança para todos.

Joaquim M. Dias


... é, vamos ficar à espera ansiosamente pelos tais 10% de empregos para são-brasenses... serão cerca de 12,6 postos de trabalho!... mas ao ritmo que os tachos preenchem as quotas mais dificil vai ficando arranjar um trabalho!... enfim!... o melhor é a malta filiar-se no PS Local!...

Quanto ao desenvolvimento do concelho, esperamos que o Centro de Medicina e Reabilitação do Sul não traga tantas pessoas como o "famoso" Parque de Manobras da Direcção Geral de Viação, pois o comercio local, restaurantes e hoteis não teriam capacidade para servir tanto desenvolvimento. he he he!

06 abril 2006

Demolição Absurda – actualidade

O Ministério Público já deu inicio ao processo.
A Câmara pondera pagar indenização pelos danos causados.
Voltar a erguer o armazém é hipótese posta de parte.

Segundo conseguimos apurar junto do ministério Público, o processo está em andamento, tendo sido já escutados alguns dos intervenientes no mesmo.

Como factos essenciais protegidos pelo segredo de justiça não nos foi possivel confirmar algumas noticias que vieram a público.

No entanto fonte anónima, garantiu nos que a hipotese que o jornal sambrasense descreve faz parte do processo, sendo agora da responsabilidade dos Tribunais averiguar a verdade.

Soubemos também que por ordem do Ministério, está a ser feita a recolha e etiquetagem do "monte de entulho" que se tranformaram os haveres da familia Machado para possivel determinação do valor a indeminizar.

Tendo a Câmara Municipal sido obrigada a recolher, etiquetar e armazenar os haveres da familia que se encontram no meio do "entulho", fez deslocar para a "obra" uma dezena de funcionarios por forma a proceder aos trabalhos. Os trabalhos que ainda decorrem, já permitiram descobrir e resgatar o "famoso" cofre que se encontrava no meio dos destroços.

Ainda na Câmara Municipal estão abertos processos disciplinares a pelo menos dois funcionários, fruto desta situação. Pelo que apuramos são dois funcionários com algumas responsabilidades nos serviços câmarários e que a hipotética pena a atribuir a estes funcionários se apurada a sua participação nos factos, não passará de uma repreensão escrita simples, sem outros agravamentos.

António Eusébio, apanhado de surpresa nestes factos, pondera já o pagamento da indeminização a pagar à familia Machado, faltado apenas saber quanto a familia pretende, qual o valor que o Ministério Público atribuirá aos destroços e quanto estará a edilidade disposta a pagar.

A rapida resolução do problema de modo, a acabar com as especulações de jornais e sitios como osbras.blog, bem como dar dar continuidade as obras da rua serpa pinto e reabilitar o parque de estacionamento entre esta e a avenida da liberdade, é fundamental para o executivo camarário.

Até porque neste momento todos tentam fugir às suas reponsabilidades, como é o caso da proprietária do armazém, senhoria da familia Machado a qual a Câmara atribuia a responsabilidade da demolição do armazém por omissão, vem agora dizer que pretende que o armazém seja de novo construido. Esta é uma hipotese que a Câmara já pôs de parte.


28 dezembro 2005

Mais de 10 milhões de euros no orçamento de São Brás


Os 10.816.256 euros, em termos exactos, correspondem "a um valor ligeiramente menos elevado do que o valor orçamentado para 2005", dado ser "elaborado numa fase particularmente delicada da conjuntura comunitária e nacional, em fase final do III Quadro Comunitário de Apoio, cujas verbas se encontram quase esgotadas".

A solidariedade é "a linha de acção prioritária no projecto preconizado pelo executivo de maioria socialista". Para 2006, os investimentos centram-se no objectivo de dotar o município "de mais e melhores respostas sociais": o pleno funcionamento do Centro de Apoio à Comunidade; a adaptação de edifícios para centros comunitários; a aquisição de terrenos e imóveis para habitação social; a concretização de obras de reparação no Bairro Social João Rosa Beatriz; e a construção a custos controlados, são as principais medidas.

No projecto "Novos Desafios", o desporto é a segunda área mais beneficiada, com o propósito de dar início à implementação do Parque Desportivo Municipal, que na sua 1.ª fase contempla a construção das Piscinas Cobertas. Para 2006, outro "investimento importante" nesta área é a construção de um Polidesportivo no Bairro Social João Rosa Beatriz.

A educação "continua a assumir-se como uma área de intervenção prioritária", detendo cerca de 17% das verbas do orçamento, valor que contempla, para além de todos os serviços decorrentes do normal funcionamento do 1º ciclo e pré-escolar, competências do município, o apetrechamento informático da nova escola, a melhoria de equipamentos nos vários estabelecimentos educativos, e uma aposta clara na qualidade de ensino, com a diversificação de áreas de formação, ao dispor das crianças.

Ao nível da saúde, e para além da continuidade do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido, através da Unidade Móvel de Saúde, em 2006 a autarquia pretende incrementar respostas na área da acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, no âmbito do Projecto "Caminhos para todos" e ao nível de edifícios municipais e o arranque de projectos na área da prevenção, desenvolvidos em parcerias, que envolvem a comunidade.

A segurança e ordem pública contam com um acréscimo de investimentos na ordem dos 80%, relativamente ao ano de 2005. Ao nível da protecção civil e da luta contra incêndios, assume relevância a prossecução do Plano de Prevenção Contra Fogos Florestais, numa área que sofre um incremente de investimento de 7,5%.

O ordenamento do território e a renovação urbana assumem a terceira linha de força do orçamento, apostando "na melhoria das vias de comunicação e nas acessibilidades ao município". São o caso das verbas para construir a 2.ª fase da Circular Norte e para desenvolver projectos de renovação das entradas, com a reabilitação da Entrada Norte de São Brás de Alportel, pela EN 2, o arranque da execução do Plano de Pormenor do Terminal Rodoviário, com a renovação da entrada sul, desde a rotunda da Calçada ao Largo S. Sebastião.

O saneamento e abastecimento de água são áreas que assumem especial relevância neste quadro financeiro, com investimentos avultados, como a conclusão da ligação de São Brás ao Sistema Multimunicipal de Saneamento do Algarve.

Entre muitas outras áreas, destaque-se, ao nível do desenvolvimento económico, a "importante obra de modernização do Mercado Municipal e aposta no desenvolvimento da indústria e comércio, mediante a aquisição de terrenos e a elaboração de projectos de execução para loteamentos industriais".

Nota da Redacção:

Sinceramente não acreditamos que António Eusébio consiga realizar tudo o que promete aos São-Brasenses.
... O tempo o dirá.