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14 novembro 2007

Lixo transformado em Solidariedade


No passado dia 24 de Outubro, o Salão Nobre da Câmara Municipal de São Brás de Alportel acolheu a Sessão Oficial de Entrega de Donativos, pela Federação de Caçadores do Algarve, em resultado da Jornada de Limpeza 2007.

No passado mês de Maio, a Federação de Caçadores do Algarve realizou mais uma Jornadas de Limpeza da região, sob o tema “Dia Nacional dos Caçadores pelo Ambiente”, juntando cerca de 5.000 caçadores algarvios.

O Concelho de São Brás de Alportel integrou esta iniciativa, mediante a colaboração de muitos caçadores que “arregaçaram” as mangas e juntaram-se a esta missão cívica, pela preservação do meio ambiente. Todos os clubes de caça estiveram envolvidos nesta iniciativa, nomeadamente O Clube de caça e Pesca de S.Brás de Alportel, Clube de Caçadores da Mesquita, Clube de Caça e Pesca dos Parizes, Associação de Caçadores da Cabeça do Velho, Clube de caça e Pesca Britadeira, Associação de caçadores da Cova da Muda, Associação de Caçadores dos Vilarinhos, Associação Caçadores Pescadores dos Besteiros, Clube de caça e Pesca Vizinhos de Machados e Associação de Caçadores do Alportel.

Em resultado desta iniciativa foram recolhidas 700 de toneladas de lixo. Esta recolha que possibilitou desde logo um importante contributo para a limpeza dos habitats, serviu também fins de solidariedade, pois tal como em anteriores edições, o produto da venda dos metais recolhidos reverteu a favor de causas sociais na região.

Neste sentido, ao município de São Brás de Alportel foram atribuídos equipamentos domésticos (electrodomésticos) que a Câmara Municipal distribuiu a famílias carenciadas; bem como uma tenda destinada ao recém-criado grupamento de Escuteiros de São Brás de Alportel.

28 maio 2005

Caçadores em acção de limpeza

Caçadores são-brasenses juntaram-se a acção de limpeza no Algarve

São Brás de Alportel juntou-se à acção de limpeza de terrenos, lançada pela Federação de Caçadores do Algarve, sob o lema “Transformar uma jornada de caçada num dia do Ambiente”. Assim, no domingo, dia 8 de Maio, perto de dez dezenas de associações de caçadores do concelho lançaram mãos à obra, num dia de muito trabalho, por um nobre causa: a limpeza da natureza.

A nível regional, foram recolhidas 800 toneladas de resíduos, que se encontravam abandonados, em pleno espaço natural e só no concelho de São Brás de Alportel, foram recolhidas 35 toneladas !

Grande parte destes resíduos são “monos” – resíduos muito volumosos que deveriam ser colocados junto aos contentores, para serem recolhidos, no dia em que periodicamente, os serviços da autarquia efectuam este serviço. Infelizmente, estes comportamentos lesivos do ambiente ainda continuam a ser uma realidade, como ficou comprovado por esta mega acção de limpeza, protagonizada pelos caçadores algarvios.

Em São Brás de Alportel, participaram na acção a Associação de Caçadores da Mesquita, o Clube de Caça e Pesca dos Parises, a Associação de Caçadores da Cabeça-do-Velho, o Clube de Caça e Pesca da Britadeira de S. Romão, o Clube de Caçadores da Cova da Muda, a Associação de Caçadores dos Vilarinhos, a Associação de Caçadores e Pescadores dos Besteiros e o Clube de Caça e Pesca dos Machados.

Os caçadores são-brasenses quiseram mostrar a sua preocupação com a preservação da natureza e com o equilíbrio dos ecossistemas, deixando o apelo de uma maior consciência cívica e ambiental.

CM - S BRÁS / Marlene Guerreiro - 2005-05-26 19:29:24
"In A Voz de Quarteira"

20 maio 2007

"Caçadores pelo Ambiente"

Caçadores realizam "acção cívica" - afirma o governador civil

Nas próximas horas saber-se-á a quantidade de lixo recolhida na região algarvia

Mais de 5.000 caçadores algarvios envolveram-se hoje numa jornada de limpeza da região, promovida pela Federação de Caçadores do Algarve, intitulada "Caçadores pelo Ambiente", desenvolvida em toda a região e ainda um pouco por todo o país, graças ao empenhamento da Confederação Nacional dos Caçadores Portugueses que o ano passado aderiu à iniciativa lançada no Algarve.

De acordo com o governador civil de Faro, que esteve a participar, activamente, nesta acção "esta é uma atitude que deveria ser seguida por todos os cidadãos", pois, não se pede que façam no espaço público mais do que aquilo que fazem em suas casas". Esta é "uma atitude cívica", sublinhou António Pina hoje no concelho de S. Brás de Alportel, primeiro em Vilarinhos e depois no sítio dos Machados, onde se encontravam algumas dezenas de caçadores amigos do Ambiente, à semelhança do que à mesma hora estava a acontecer em todo o Algarve e nalgumas zonas do país.

Segundo o presidente da Federação de Caçadores do Algarve, Vitor Palmilha, esta jornada, que este ano se repetiu pelo terceiro ano consecutivo, "permitiu colocar no terreno mais de 5000 caçadores em todo o Algarve", para de seguida recordar: "No primeiro ano recolhemos cerca de 800 toneladas de lixo, o ano passado foram recolhidas 600 toneladas de monos, lixo e outros produtos que as pessoas abandonam nos espaços verdes". Este ano, "só na segunda-feira à tarde, saberemos, ao certo, as quantidades de lixo recolhidas", mas, pelo que já se viu, os números serão idênticos aos dos anos anteriores.

Presentes nesta acção da FCA, no concelho de S. Brás de Alportel, para além de ter estado presente António Eusébio, o presidente da Câmara Municipal, estiveram ainda presentes outras entidades, nomeadamente, ligadas à Direcção Regional de Agricultura do Algarve, todos ajudaram na recolha de lixo.

JMM / RS

21 novembro 2007

CAÇADORES E AMBIENTE DE MÃO DADAS


No passado dia 24 de Outubro, o Salão Nobre da Câmara Municipal de São Brás de Alportel acolheu a Sessão Oficial de Entrega de Donativos, pela Federação de Caçadores do Algarve, em resultado da Jornada de Limpeza 2007.

No passado mês de Maio, a Federação de Caçadores do Algarve realizou mais uma Jornadas de Limpeza da região, sob o tema “Dia Nacional dos Caçadores pelo Ambiente”, juntando cerca de 5.000 caçadores algarvios.

O Concelho de São Brás de Alportel integrou esta iniciativa, mediante a colaboração de muitos caçadores que “arregaçaram” as mangas e juntaram-se a esta missão cívica, pela preservação do meio ambiente. Todos os clubes de caça estiveram envolvidos nesta iniciativa.

Em resultado desta iniciativa foram recolhidas 700 de toneladas de lixo. Esta recolha que possibilitou desde logo um importante contributo para a limpeza dos habitats, serviu também fins de solidariedade, pois tal como em anteriores edições, o produto da venda dos metais recolhidos reverteu a favor de causas sociais na região.

Neste sentido, ao município de São Brás de Alportel foram atribuídos equipamentos domésticos (electrodomésticos) que a Câmara Municipal distribuiu a famílias carenciadas; bem como uma tenda destinada ao recém-criado agrupamento de Escuteiros de São Brás de Alportel.

A sessão contou com a presença do Presidente da Federação de Caçadores do Algarve, vereadores da autarquia e elementos dos clubes de caçadores do concelho.

Noticia e Foto em: http://cacipesca.blogs.sapo.pt/160232.html

22 maio 2007

Caçadores recolheram 320 toneladas

de lixo dos campos Algarvios

Mais de 320 toneladas de material abandonado na floresta, na sua maioria ferro, metais e alumínios, foram recolhidas pelos caçadores algarvios ao longo da 3ª Jornada Nacional de Limpeza do Ambiente.

Centenas de caçadores desde Vila Real de Santo António a Aljezur, com o apoio de todas as Câmaras Municipais e algumas Juntas de Freguesias do Algarve, recolheram essas largas toneladas de detritos abandonados e atirados para a floresta.

Em comunicado, a Federação de Caçadores do Algarve, que promoveu a iniciativa, salienta que esse lixo, além dos efeitos nefastos na natureza, são também «materiais combustíveis explosivos, que podem ser determinantes para os incêndios da nossa floresta».

A abertura oficial das jornadas, que teve lugar em S. Brás de Alportel, na Zona de Caça Associativa de Vilarinhos, com a presença do Governador Civil, que acompanhando por Vítor Palmilha, presidente da Federação de Caçadores do Algarve e de outros directores da Federação, deram início aos trabalhos.

A campanha prosseguiu pouco depois, ainda no concelho de S. Brás de Alportel, na Zona de Caça Associativa dos Machados.



O encerramento culminou com um almoço-convívio na Fonte Férrea em S. Brás de Alportel oferecido pela Câmara Municipal, com todos os caçadores envolvidos na Jornada de Limpeza e ainda Bombeiros e GNR.




12 dezembro 2007

Zonas de Caça associativa na mira da Justiça

Tráfico de influências e ilegalidades denunciadas
Há proprietários que não podem caçar nos seus próprios terrenos, anexados a zonas associativas sem o seu consentimento

A Federação Nacional de Caçadores e Proprietários (FNCP) entregou na Procuradoria-Geral da República um pedido de investigação à constituição das zonas de caça associativa aprovadas sob a jurisdição do Núcleo Florestal do Algarve (NFA). A FNCP queixa-se de tráfico de influências, incompatibilidades e vício de documentos sobre área concessionada e das cartografias que dão origem às portarias.

O pedido foi entregue no passado dia 20 de Novembro. “Todos os factos vão ser investigados”, garantiu ao jornal “Correio da Manhã” o secretário-geral da FNCP, Eduardo Biscaia. A Federação alega que “existe um número indeterminado de propriedades incluídas no regime de caça privado [no Algarve] sem que para tal os proprietários dessem o seu expresso acordo”.

A FNCP denuncia em particular zonas associativas em Olhão, Tavira e São Brás de Alportel, que “executam a anexação de propriedades sem o consentimento dos proprietários”. Sublinha que todas as concessões referidas tiveram origem em processos executados pela Federação de Caçadores do Algarve (FCA) e que “nunca foram alvo de qualquer fiscalização técnica”.

“Há chapas pregadas nas árvores e até o Cemitério de St. Estevão (Luz de Tavira) está metido numa reserva”, desabafa Eufémio Graça. Um outro caçador, Carlos Graça viu um terreno de um irmão emigrado ser incluído numa zona associativa em Moncarapacho. “Nunca falaram comigo”, disse ao CM.

ZONA DE CAÇA DOS MACHADOS

No dia 15 de Janeiro, a FNCP apresentou uma queixa no Ministério Público em Faro relativa à constituição da zona de caça dos Machados (S. B. Alportel e Estoi). Artur Dias ficou sem um hectare de terreno e diz que há 200 proprietários lesados neste processo. Alguns já foram ouvidos pela Polícia Judiciária. Este Verão, o responsável pelo Núcleo Florestal do Algarve não quis prestar esclarecimentos ao CM, alegando que o processo estava em segredo de justiça, por haver uma contra-ordenação. O responsável pela zona de caça garantiu, na mesma altura, não ter recebido qualquer multa. Também fugiu ao comentário: “São assuntos da Federação.”

A FNCP denuncia que “a maioria dos processos foram executados pela Federação do Algarve, onde o seu presidente também era funcionário do Ministério da Agricultura”. A mesma denúncia já havia sido feita, em Julho ao ministro da Agricultura. O gabinete de Jaime Silva esclareceu: “O senhor Vítor Palmilha foi funcionário da Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Algarve até 22.06.2007.” Trabalhava na Divisão de Estudos e Programação. Passou à situação de mobilidade especial a seu pedido. Estava autorizado desde 2004 a acumular funções públicas com a presidência da FCA.

Vítor Palmilha diz que não há um problema generalizado, mas admite questões pontuais por falta de cadastro das propriedades. Nega haver tráfico de influências, sublinhando que a DRAPAlg não é a Direcção-Geral das Florestas. “Tudo isto é por causa dos Machados. Parece que houve uma guerra entre irmãos”, comenta o presidente da FCA.

PORMENORES

PORTARIAS

A FNCP alega que “se os serviços da Direcção-Geral dos Recursos Florestais não possuem a identificação das parcelas a excluir é falsa toda e qualquer publicação de portaria” criadora de uma zona de caça associativa.

NÚCLEO FLORESTAL

Em Agosto, o Núcleo Florestal do Algarve pediu à FNCP “uma listagem dos prédios e os respectivos titulares, sob os quais possam recair suspeitas de falta de acordo de cessão de direitos de caça”. No mesmo ofício admitia que “foram detectados alguns casos”.

MACHADOS

A zona de caça dos Machados, com 1071 hectares, foi atribuída em Agosto de 2005 ao Clube de Caça e Pesca Vizinhos de Machados, sócio n.º 189 da Federação dos Caçadores do Algarve. Há 163 clubes com zonas de caça na região.

Paulo Marcelino – Correio da Manhã