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16 novembro 2007

DOENÇA DE PARKINSON

CONFERÊNCIA EM SÃO BRÁS DE ALPORTEL

O Cine-Teatro de S. Brás recebe no dia 17 de Novembro pelas 14:30 horas a conferência “Funcionalidade na doença de Parkinson – Intervenção da Equipa de Reabilitação”.

Esta conferência tem como oradores a fisiatra Margarida Sizenando, o psicólogo Marco Lopes, o fisioterapeuta Hélio Gonçalves, a terapeuta da fala Irina Ramires, a terapeuta ocupacional Clarisse Oliveira e Francisco Palaré, doente de Parkinson que expõe a sua experiência pessoal.

A doença de Parkinson é uma doença do foro neurológico, com uma evolução lenta e progressiva que provoca a perda de controlo dos movimentos do corpo. A sessão destina-se aos doentes, famílias e profissionais de saúde e da área social e ao público em geral.

Esta conferência é organizada pela Associação Portuguesa dos Doentes de Parkinson e da Delegação do Sotavento Algarvio que conta com a colaboração do Centro de Medicina de Reabilitação do Sul.

20 junho 2007

Centro de Medicina de Reabilitação do Sul

Jantar de recepção a funcionários

A Câmara Municipal de São Brás de Alportel, organizou na passada quinta-feira dia 14 de Junho, um jantar de “Boas vindas” aos funcionários do Centro de Medicina e Reabilitação do Sul.

O jantar decorreu no Restaurante “Rocha da Gralheira” e contou com a presença de cerca de uma centena de pessoas. Além dos funcionários do CMRS (médicos enfermeiros, recepcionistas e auxiliares) estiveram também presentes alguns familiares e convidados. A autarquia fez-se representar pelo presidente e todos os vereadores eleitos, O presidente da Assembleia Municipal e o Presidente da Junta de Freguesia.

Este jantar de recepção a funcionários da empresa privada CMRS, terá custado aos cofres da autarquia cerca 1500 euros. Fonte junto da Autarquia escusou-se a fazer comentários.

08 junho 2007

Sanatório Vasconcelos Porto

Publicação reúne história do antigo Sanatório São-Brasense


“Um trabalho fulcral para reforçar a identidade de São Brás de Alportel” disse António Rosa Mendes, docente da Universidade do Algarve, sobre o livro “Sanatório Vasconcelos Porto São Brás de Alportel”, na sessão de apresentação desta obra.



Na sessão, decorrida no Salão Nobre desta autarquia, estiveram presentes, para além de António Rosa Mendes, a autora do livro, Cristina Fé Santos, o director-geral do Centro de Medicina de Reabilitação do Sul, Jorge Varanda, o presidente da Assembleia Municipal, José Correia Martins, Nogueira da Rocha, da Sociedade Portuguesa da História dos Hospitais, a presidente da administração do Hospital Distrital de Faro, Ana Paula Gonçalves, e o edil São-Brasense, António Eusébio.

A obra retrata a história de 70 anos do Sanatório São-Bransense, onde a autora, Cristina Fé Santos, faz um enquadramento da história do estado de saúde em Portugal, uma visão globalizante dos últimos dois séculos.

Para o director-geral do Centro de Medicina de Reabilitação do Sul, a obra “é das melhores” em termos gráficos, da história dos hospitais. E apesar de estar mais ligado ao presente, Jorge Varanda considera que o recente Centro de Medicina “é um património precioso” e “uma oportunidade extraordinária” de começar “uma nova história”.

Recorde-se, o sanatório funcionou como tal até 1991, sendo então integrado no Hospital Distrital de Faro. Posteriormente, foram realizadas obras de manutenção com vista a colocar aí o Serviço de Pneumologia, tendo continuado a funcionar com doentes do foro respiratório, na sua maioria. Só a 30 de Junho de 2002 é encerrado e a 1 de Junho desse ano, são iniciadas obras que o transformam no Centro de Medicina de Reabilitação do Sul.

Para além da apresentação da obra, foi também inaugurada uma exposição sobre o antigo sanatório, bem como realizada uma visita ao Centro de Medicina de Reabilitação do Sul.


Cristina Elói - Região-Sul - (ver noticia completa aqui)

06 junho 2007

Jorge Sampaio em S. Brás

para apresentação de livro sobre antigo Sanatório

Jorge Sampaio, o enviado especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Luta contra a Tuberculose, vem a São Brás de Alportel no dia 6 de Junho para a apresentação de livro sobre o antigo Sanatório.

A cerimónia de apresentação do livro da autoria de Cristina Fé Santos está marcada para as 18 horas no salão nobre da Câmara de S. Brás, e deverá contar com a presença do ex-Presidente da República, é antecedida por uma visita ao Centro de Medicina de Reabilitação, marcada para as 16 horas.

21 abril 2007

Jorge Varanda em Entrevista


Jorge Varanda, director geral do Centro de Medicina e Reabilitação do Sul



“Já poderíamos ter este tipo de centros há 30 anos”

Situado em São Brás de Alportel, o Centro de Medicina e Reabilitação do Sul recebeu esta semana o primeiro paciente. O director-geral, Jorge Varanda, garante que será impressa uma nova dinâmica à gestão das camas, através de um treino intensivo dos doentes

Na sua opinião, a reabilitação foi esquecida pelos sucessivos governos em Portugal?

Jorge Varanda (JV) – Sim. Há medida que se avança na construção destes centros, aprendemos como poderemos fazer as coisas. Faltou a sua estruturação. Depois de Alcoitão, só se realizou o Centro da Tocha. Desde os anos 60 que existiam instrumentos de planeamento. Alguns hospitais foram criando os seus serviços e colmatando as falhas. Ninguém viu os custos sociais e económicos de ter pessoas que poderiam ter atingido um nível de recuperação funcional mais elevado e que não o atingiram. Se se tivesse seguido um modelo de documento que já vi há alguns anos, já poderíamos ter este tipo de centros há uns 30 anos.

Iniciaram a vossa actividade a 6 de Abril. Como está a correr esta fase inicial?

JV – Este é um centro especial, uma vez que os pacientes não são enviados a um ritmo de um hospital de agudos, mas a um ritmo de um centro especializado em reabilitação. Felizmente, não temos muitos doentes e os casos indicados para aqui são os mais graves. No início desta semana entrou o primeiro doente, que foi encaminhado pelo Centro Hospitalar do Baixo Alentejo.

Este foi um processo iniciado em 1999. Foi difícil chegar até este ponto?

JV – Houve muito esforço e muitas pessoas a trabalhar até chegar a este ponto, quer do lado do Ministério, quer do lado do Grupo Português de Saúde. Este era um «sonho» do Algarve e conseguiu-se levar a bom porto este projecto inovador. No mês do Julho estaremos a meio do preenchimento das camas, sendo que abriremos a segunda parte do internamento. Nessa altura, já estaremos numa velocidade cruzeiro.

Qual a importância deste centro na zona Sul do País?

JV – Até há pouco tempo existia apenas um centro desta natureza no País, em Alcoitão, como centro especializado para este tipo de tratamento. Seguiu-se o Centro da Tocha, para a região Centro, agora o de S. Brás de Alportel para o Baixo Alentejo e Algarve, e prevê-se no futuro um centro para a Região Norte, que é a única zona que falta cobrir. Esta evolução constitui a efectivação, ao nível dos centros especializados, da Rede de Medicina de Reabilitação. São Brás foi o local escolhido tendo em conta a existência das instalações do antigo Sanatório Vasconcelos Porto, o qual deixou uma marca histórica indelével na região, pela proximidade de Faro e futuro acesso à A22. De acordo com a Direcção-geral de Saúde, a existência de camas de internamento especializadas em cuidados intensos de reabilitação é imprescindível. O Centro de Reabilitação de S. Brás (CMRS) é uma unidade hospitalar especializada, de 54 camas de internamento, hospital de dia e ambulatório, gerida em regime de parceria público-privada pelo Grupo Português de Saúde – o segundo maior grupo privado do País – através de um contrato com o Estado português.

Quais os objectivos do CMRS?

JV – A missão do centro é prestar, na sua área de influência, cuidados diferenciados de reabilitação a pessoas portadoras de grande limitação funcional em regime de internamento com carácter intensivo, cumprindo padrões de excelência com vista à maximização do potencial de reabilitação de cada doente e ao pleno exercício da cidadania. O centro tem funções apropriadas de ensino e de investigação. A curto prazo pretendemos dar resposta completa à procura pública do Serviço Nacional de Saúde e aos 15 por cento que nos é atribuído para a rede privada. Um segundo objectivo é a inovação e melhoria contínua dos processos de trabalho e da tecnologia.

Que tipos de tratamentos vão efectuar?

JV – O novo CMRS destina- se prioritariamente ao tratamento de doentes em regime de internamento em três grandes áreas prioritárias: lesões medulares, traumatismos crânio-encefálicos e acidentes vasculares cerebrais. Há outro tipo de situações, nomeadamente na área neurológica, que só serão tratadas se houver lugar para isso. A organização e gestão do centro vai focar toda a sua actividade nas pessoas que vai servir e nas suas necessidades específicas, proporcionando as melhores condições para desenvolver o seu potencial de reabilitação, com vista à obtenção do maior grau de autonomia, independência e funcionalidade. Cada pessoa tratada será acompanhada desde a sua admissão à transição para o domicílio, vida familiar e profissional, fazendo o seguimento posterior necessário à situação clínica de cada um.

Esse tratamento será efectuado de uma forma intensiva, tal como acontece na Tocha?

JV – O regime de tratamento será intensivo, baseado em equipas interdisciplinares, com disponibilidade terapêutica das 9 às 20 horas em ginásio e com serviços médicos e de enfermagem em permanência. A organização terapêutica inclui a fisioterapia, a hidroterapia, a terapia ocupacional, a terapia da fala e apoios especializados de neurofisiologia, urodinâmica, provas respiratória, imagiologia, psicologia e serviço social. Além dos médicos fisiatras, a equipa inclui um médico internista permanente e médicos especialistas consultores de urologia, psiquiatria, neurologia, ortopedia e outras especialidades que forem necessárias. O planeamento do centro não inclui nesta fase um sector pediátrico.

“É preciso muito treino para atingir resultados”

Na sua opinião, a capacidade instalada é suficiente para dar resposta a todos os casos existentes na região?

JV – Não posso dar-lhe uma resposta peremptória sobre isso, porque de acordo com um número de camas previsto para este centro há uma pequena diferença. Em termos de necessidade foram calculadas 80 camas, mas o centro vai dispor de 54 camas de internamento. Há alguns elementos novos que se prendem com a capacidade da nossa acção, uma vez que devemos ter em atenção a dinâmica que vamos colocar na gestão das camas e, também, porque através do contrato estamos obrigados a fazer um estudo da procura deste tipo de casos.

Que dinâmica pretende imprimir na gestão de camas?

JV – Esse é um aspecto que respeita à área clínica, mas o modelo consiste num treino intensivo dos doentes, para poder atingir o máximo de capacidade de reabilitação. Uma imagem que pode ser utilizada para perceber o que se vai fazer é o treino dos atletas de alta competição. É com muito treino que se chega aos resultados. Podemos chegar mais longe e mais cedo do que desejaríamos, podendo a capacidade das camas ser assim aumentada. Em média, um doente é pressuposto passar 90 dias em internamento.

Como se vai processar a articulação entre o público e o privado?

JV – Este é um centro público, embora seja gerido por uma entidade privada. O CMRS tem protocolos estabelecidos com o Hospital Distrital de Faro, Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e Centro Hospitalar do Baixo Alentejo, onde estão estabelecidas regras de referenciação de doentes para este centro. Essas regras estabelecem a forma como os doentes são encaminhados para este centro e as condições que têm de preencher.

Nesta fase inicial, quantos técnicos estão a trabalhar no CMRS?

JV – Neste momento, já temos os sectores da área administrativa a funcionar em pleno. Temos um quadro de 60 pessoas na fase inicial, mas mais tarde teremos 116 pessoas a trabalhar.


in: Algarve

12 abril 2007

Abriu em Abril


Centro de Medicina de Reabilitação do Sul
rende oito postos de trabalho para são-brasenses

«O Centro de Medicina e Reabilitação é um projecto estruturante para o concelho são-brasense e vai contribuir para a dinamização e desenvolvimento económico de São Brás, porque garantirá emprego a mais de 200 pessoas. Essas pessoas vão gerar e acarretar outra dinâmica.» Palavras de António Eusébio no dia 11 de Setembro 2003, durante a visita realizada por diversos membros da Concelhia do PS/S. Brás ao “Sanatório”, por forma a assinalar a sua rentrée política com uma jornada de trabalho dedicada às obras em construção neste concelho, assim rematadas: «Em Março ou Abril de 2004 estará pronta e, todo o próximo ano será para equipá-la, esperando que em 2005 já tenhamos doentes aqui».

Mais de 3 anos depois, mais precisamente durante o mês de Março começou a receber os funcionários que irão ocupar os 116 postos de trabalho criados, e no início de Abril de 2007, o Centro de Medicina e Reabilitação do Sul é finalmente inaugurado e começa a receber os primeiros doentes.

É agora tempo de se fazerem contas. António Eusébio apostava «trazer mais desenvolvimento económico e mais emprego ao concelho», no entanto ficou muito aquém da promessa feita. Se relativamente ao desenvolvimento económico que o Centro de Reabilitação poderá imprimir ao concelho continua a ser uma incógnita, já o mesmo não podemos dizer da criação de postos de trabalho para pessoas. Se por um lado foram criados 116 postos de trabalho por outro apenas 8 pessoas oriundas do concelho conseguiram emprego.

De realçar aqui é o facto da maioria dos trabalhadores do Centro de Medicina e Reabilitação do Sul serem dos concelhos de Faro e Loulé, o que em termos de desenvolvimento económico pouco ou nada de relevante trazem ao concelho.

E dos 116 Postos de trabalho apenas 8 São-brasenses garantiram emprego, não se conseguiu sequer chegar à prometida na quota dos 10 por cento que António Eusébio queria preenchida por pessoal oriundo do concelho. Ficando-se apenas pelos 7%.... A montanha pariu um rato!...

01 novembro 2006

Centro Medicina Física e Reabilitação

Única unidade de reabilitação a Sul de Alcoitão
é inaugurada em Abril

A única unidade de medicina física e reabilitação localizada a Sul de Alcoitão (Lisboa), prevista para São Brás de Alportel, deve rá entrar em funcionamento em meados de Abril, anunciou hoje em comunicado o Grupo Português de Saúde.

A gestão do Centro de Medicina Física e de Reabilitação (CMFR) do Sul foi adjudicada àquele grupo em Junho passado e previa-se que a estrutura, project ada desde 2002, entrasse em funcionamento em Novembro deste ano.

Em comunicado divulgado hoje, o Grupo Português de Saúde refere que o Tribunal de Contas já concedeu o visto ao Centro de Medicina, cuja construção deverá estar concluída num prazo de seis meses, representando um investimento que r ondou os 3,5 milhões de euros.

O CMFR do Sul vai evitar que os pacientes do Algarve e Alentejo a recup erar de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC), a sua principal especialização, ou de traumatismos e lesões várias, se desloquem ao centro de reabilitação de Alco itão, junto a Lisboa.

Com uma lotação de internamento de 54 camas e uma média anual prevista de 3.200 consultas externas e 44.000 sessões de hospital de dia, a nova unidade, fruto de uma parceria público-privada, irá criar cerca de 116 postos de trabalh o.

O Grupo Português de Saúde é o segundo maior operador nacional privado de saúde, gerindo vários hospitais e mais de uma dezena de unidades ambulatórias e especializadas.

O grupo irá gerir o CMFR do Sul até 2013.

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29 julho 2006

“Cházinho do Costume”

Já há algum tempo que a comunicação social não tinha a regalia de assistir aos habituais discursos políticos de António Eusébio no início e/ou no fim de eventos culturais, desportivos ou sociais que decorrem no concelho.

No entanto o presidente da câmara são-brasense não deixou passar a oportunidade que a apresentação da Feira da Serra 2006, que trouxe ao nosso concelho quase meia centena de jornalistas dos mais diversos órgãos da comunicação social nacional, para fazer o seu conhecido discurso das obras feitas e dos projectos para o futuro.

Apesar de ultimamente ser constante no seu discurso alusões às críticas que lhe têm sido feitas, sem nunca especificar, António Eusébio apresentou desta feita um discurso cheio de confiança e segurança, coisa que lhe tem faltado ultimamente. Talvez já suspeitasse que nós, os principais críticos, estivéssemos presentes na conferência de imprensa.

Contudo nenhum dos órgãos imprensa presentes deu qualquer importância às últimas declarações de António Eusébio, muito por culpa destas já começarem a parecer uma “cassete” com “cházinho do costume”.

Aqui fica a intervenção do Presidente da Câmara Municipal na íntegra:

“Quero agradecer a presença de todos os representantes da comunicação social nesta conferência de imprensa, estendendo este agradecimento a toda a colaboração que tem vindo a ser prestada pela imprensa e pela rádio, quer a nível local, como regional e mesmo nacional, de importância determinante para o êxito deste evento.

Depois de uma tão completa abordagem ao certame, depois de mostrarmos quais as novidades desta edição e de vos convidarmos a uma visita guiada à Feira da Serra, que espero que vos tenha aberto o apetite… pouco me resta acrescentar.

Devo dizer, porém, que é para mim, como Presidente desta Câmara Municipal, uma grande satisfação estar aqui hoje a apresentar mais uma edição da Feira da Serra, um evento que é o maior exemplo da estratégia de desenvolvimento que defendemos para São Brás de Alportel: valorizar o património, legado pelos nossos antepassados e com orgulho transmiti-lo às gerações vindouras; apostar na construção de um futuro sustentável.

A Feira da Serra nasceu no início da década de 90, com objectivo de valorizar o que há de melhor no Algarve Interior: as tradições das gentes do barrocal e da serra, as suas danças e cantares, os seus costumes, as actividades ligadas à agricultura, ao artesanato, à produção mais tradicional; promover a gastronomia, a doçaria. Enfim, como gostamos de dizer, um verdadeiro festival de sons, saberes e sabores da Serra do Caldeirão.

Pretende-se promover o interior algarvio e contribuir para o desenvolvimento de um turismo diferente, de qualidade, assente na valorização do património e na defesa do ambiente.

Esta é uma aposta estruturante para São Brás de Alportel, um concelho que cresceu muito na última década e que continua a crescer… E que para acompanhar este crescimento demográfico precisa de responder às necessidades da população.
(pronto! ligou a "cassete" ... são brás cresceu muito e o dinheiro é pouco!...)

Investimos na educação e nas vias de comunicação, com obras estruturantes para o desenvolvimento como a Variante Sul, a 1ª fase da Circular Norte, a Requalificação do Parque Escolar Municipal e a construção da maior escola do concelho.(... e o desenvolvimento económico que obras estruturantes como o Parque de Manobras da Direcção Geral de Viação ou o Centro de Medicina Fisica e de Reabilitação trazem para o concelho?!... mais desenvolvimento e mais empregos?!...)

Apostámos na valorização do património: na valorização das fontes, na construção de miradouros, na recuperação de moinhos, na sinalização de percursos pedestres e de BTT; investimos na melhoria do ambiente. Melhorámos o cartaz cultural e desportivo do concelho. (sem duvida uma das grandes inovações desta câmara, obras feitas com fundos comunitários organizados e pedidos pela associação in-loco nas quais a câmara apresentou-se como parceiro nos projectos e o presidente como corta-fitas, foi lindo!)

Mas agora precisamos continuar.
E continuar a crescer e a desenvolver o concelho é responder aos desafios de futuro:

> A Solidariedade, o sol que ilumina toda a nossa acção;

> O Desporto, que deve ser para todos, porque é sinónimo de melhor qualidade de vida e de melhor saúde.

A grande aposta é a construção das Piscinas Municipais Cobertas, obra que já se encontra a concurso. (... agora confundiu-nos por uns segundos!... a solidariedade é o sol que ilumina a sua acção e a grande aposta é a construção das piscinas aquecidas?!... o.k. !...)

Não posso deixar de referir que em Janeiro de 2007, ao nível de saúde, teremos uma das mais importantes obra a iniciar o seu funcionamento, que é o Centro de Reabilitação Física do Sul.(...importante obra para o concelho?... deve ser porque vai dar emprego ao dr. correia martins!... até prova em contrário a importância está ao mesmo nível do Parque de Manobras)

> As Vias de Comunicação, onde precisamos de continuar com a 2ª fase da Circular Norte e com a aposta importantíssima da Ligação à Via do Infante. (precisamos?... então não é certo que a vai fazer neste mandato, sr presidente?!... precisar, precisar, precisamos de muitas outras coisas também!)

> A qualidade ambiental. Dentro de poucos meses, poderemos dar início à despoluição das nossas ribeiras, com a entrada em funcionamento do Sistema Intermunicipal de Saneamento. (depois de a Algar pôr a funcionar o sistema intermunicipal, a câmara vai ficar sem desculpas para não proceder a despoluição das ribeiras. Promessa essa que foi feita pessoalmente pelo sr. presidente no ano de 2001 quando se apresentou aos são-brasenses pedindo-lhes que confiassem em si!)

Sabemos que as grandes obras são importantes, mas não pudemos deixar de dar atenção às pequenas obras, e à proximidade dos nossos munícipes, para pudermos cada vez mais, e de forma mais célere, responder aos anseios e preocupações dos nossos munícipes. (... os munícipes continuam à espera de uma explicação cabal acerca da demolição do armazém na rua serpa pinto, e o sr. presidente vem com esta conversa?!... os munícipes querem respostas e não conversa fiada!)

Continuando a valorizar o património, os lugares, continuando a aposta na Cultura, na Educação, combatendo a Exclusão Social e tornando esta terra, não só mais bonita, mais acolhedora, com mais emprego, mais segura onde realmente onde viver sabe bem…

Também a pensar nos são-brasenses e para construir com todos um futuro melhor, vamos no próximo ano implementar uma experiência de orçamento participativo. (o orçamento onde a malta amiga pode dar umas dicas para receberem mais uns trocados em troca de projectos sem qualquer utilidade ou eventos sem qualidade!... esperamos estar enganados!)

Uma das grandes mais valias desta edição da Feira consiste em congregar o envolvimento de agentes económicos que diariamente contribuem para o desenvolvimento do concelho, desenvolvimento pleno, não apenas económico, mas também social, gerando emprego e mais riqueza local.(voltamos ao tema: feira da serra, agora gera emprego?!... confessamos que ficamos curiosos?... quantos empregos criou a feira da serra?... para quantos são-brasenses?... por quanto tempo?!...)

Parceiros na realização deste grande invento, onde não posso deixar de destacar o patrocinador oficial – Intermarché, cujo gerente nos honra com a sua presença.

Antes de terminar, gostaria ainda de vos chamar a atenção para o novo Sítio da Cortiça, a justa e tão merecida homenagem ao sector industrial mais representativo do nosso concelho, onde nasce a melhor cortiça do mundo.

Neste espaço poderemos observar a forma tradicional de trabalhar a cortiça, trabalhando a prancha, recortando-a, e procedendo à sua escolha de qualidade, e por outro lado, observando os produtos de inovação deste sector, a aplicação ao mundo da moda, a forma mais actual e inovadora de trabalhar a cortiça na moda nacional e internacional….

É também neste Âmbito que estará patente a exposição sobre Desertificação e Desenvolvimento Rural, que queremos que sensibilize quem nos visita para a problemática da erosão dos solos, do abandono da serra, da problemática dos fogos florestais, da necessidade de invertermos o passado recente e congregarmos esforços para defender a nossa floresta, riqueza de todos nós."

Terminou assim a conferência de impressa e todos aproveitamos e dê-mos mais uma voltinha à mesa dos canapés... sem dúvida o melhor da apresentação!

25 julho 2006

Uma Réstia

IN: BARLAVENTO, POR: GRAMOFONE - (versão integral aqui)

Passarão
O novo homem forte do Hospital de Faro chama-se Severino Carreira, e não é só «forte» porque pesa 102 quilos, mas porque foi eleito para o Conselho Consultivo arrasando os adversários... é claro, com os votos dos socialistas e afins.
Com esta embalagem, quem é capaz de parar o enfermeiro-chefe, agora que até já colocaram Correia Martins na prateleira? O antigo apoiante de Mendes Bota, desde que acertou o namoro com o Bloco de Esquerda, já nem quer a Concelhia de Faro do PSD, porque isso é comida para canários e periquitos e prepara-se para voos mais altos.
Ah passarão!!!

Radiografias
Depois da unidade de radioterapia ter aberto, os deputados socialistas resolveram fazer radiografias no exterior.
Em nome das tais radiografias, andaram a ver o estado do ambiente e visitaram os locais para onde vai o lixo. O aterro da Cortelha, misteriosamente, não foi incluído no programa porque lhes cheirou que qualquer coisa não iria correr bem. Se lá fossem, teriam o pessoal do Caldeirão a preparar-lhes uma grande caldeirada. A lixeira cresce a olhos vistos, cheira mal que tresanda e Seruca Emídio já fez saber que um dia destes salta a tampa do frasco, exigindo que se comece a pensar num novo aterro sanitário, num concelho socialista perto da Via do Infante.

Está na quota
Mandaram Correia Martins para a reforma, mas querem calá-lo oferecendo-lhe um lugar de consultor da administração hospitalar. A presidência do Centro de Medicina de São Brás de Alportel vai para outras mãos, mas há movimentações para que Correia Martins possa ficar por ali colocado. Passou a estar incluído na quota dos 10 por cento de António Eusébio, a preencher por pessoal oriundo do concelho. Ele vai fazer a festa de despedida do Hospital de Faro em Setembro e no mês seguinte, a convite de Dias Loureiro, vai ver como funciona a saúde no Centro de Reabilitação de Reformados de São Paulo (julga-se que no Brasil).


IN: BARLAVENTO, POR: GRAMOFONE - (versão integral aqui)

... António Eusébio põe o dr. Correia Martins na lista dos tachitos a arranjar no Centro de Medicina de São Brás de Alportel???... porque será que não ficamos surpreendidos!!!

Centro de Medicina Física e Reabilitação

O que se poderá esperar do Centro de Reabilitação Física do Sul.
IN: NOTICIAS S.BRAZ,

O Centro de Reabilitação Física do Sul já pronto e que vai acolher a primeira Parceria Público Privada na Prestação de Cuidados de Saúde com abertura já marcada o final do ano poderá vir a ser uma das maiores obras existentes no nosso concelho.

A propósito vamos dar uma olhadela sobre o célebre Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão estrutura similar à agora implantada em S. Brás de Alportel.

Este Centro de Medicina Física de Alcoitão foi inaugurado em 1966 e reabilita anualmente 400 pessoas com a ajuda de técnicos e médicos especializados, e no ano de 2005 prestaram cerca de 3000 tratamentos a doentes em ambulatório e registaram a saída de cerca de 500 doentes reabilitados. Este Hospital que conta com cerca de 144 camas reduziu recentemente a sua lista de espera de 6 meses para 15 dias.

Com doentes de todas as idades tem nos seus serviços de vertebro-mendular e reabilitação de adultos (AVC e traumatismos) os que mais doentes recebem.

Com uma infra-estrutura deste tipo ansiosamente esperada por muitos doentes do sul do país, e os sambrasenses esperançados que esta seja uma mais valia para o desenvolvimento do concelho com a criação de 126 novos postos de trabalho a abertura do Centro de Medicina Física do Sul em S. Brás de Alportel nas antigas instalações do Sanatório Carlos Vasconcelos Porto remodelas e ampliadas é um factor de esperança para todos.

Joaquim M. Dias


... é, vamos ficar à espera ansiosamente pelos tais 10% de empregos para são-brasenses... serão cerca de 12,6 postos de trabalho!... mas ao ritmo que os tachos preenchem as quotas mais dificil vai ficando arranjar um trabalho!... enfim!... o melhor é a malta filiar-se no PS Local!...

Quanto ao desenvolvimento do concelho, esperamos que o Centro de Medicina e Reabilitação do Sul não traga tantas pessoas como o "famoso" Parque de Manobras da Direcção Geral de Viação, pois o comercio local, restaurantes e hoteis não teriam capacidade para servir tanto desenvolvimento. he he he!

20 junho 2006

Centro de Medicina Física e Reabilitação

Contrato de gestão do Centro de Medicina Física de São Brás de Alportel assinado quarta-feira

O ministro da Saúde, António Correia de Campos, assina esta quarta-feira, dia 21, um contrato de gestão, por sete anos, do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, situado em São Brás de Alportel, em regime de Parceria Público-Privada (PPP).

Integrado na Rede de Referenciação de Medicina Física e Reabilitação, o novo Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul nasceu por decisão política do Ministério da Saúde em 1999, tendo sido objecto de um concurso público internacional em 25 de Setembro de 2001, e adjudicado por despacho do actual e então ministro da Saúde de António Guterres, António Correia de Campos.

Com 54 camas de internamento, consulta externa e unidades de terapia, o centro constitui uma nova unidade no contexto do Serviço Nacional de Saúde (SNS), tendo como objectivo promover “a reabilitação multidisciplinar em situações que exijam intervenções prolongadas e complexas, destinando-se a doentes com lesões medulares, traumatismos crâneo-encefálicos, acidentes vasculares cerebrais, e a outras patologias do foro neurológico, reumatológico, ortopédico, cardiovascular e pneumológico”.

Este serviço destinado prioritariamente aos doentes dos distritos de Faro e de Beja cobrirá doentes do resto do país em caso de inexistência de lista de espera daqueles distritos e articular-se-á com os hospitais de referência da rede nacional de medicina física e reabilitação.

O contrato que será firmado, na quarta-feira, envolve um parceiro privado, seleccionado após a realização de um concurso público. O contrato de gestão compreende, para além da gestão daquela unidade por sete anos, as obras de adaptação necessárias à instalação de equipamento, a manutenção e a conservação do edifício bem como dos equipamentos aí instalados.

O parceiro privado terá igualmente de adquirir bens e recrutar pessoal de acordo com as qualificações estabelecidas no contrato, nomeadamente médicos, enfermeiros, e terapeutas.

O Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, situado em São Brás de Alportel, Algarve, tem previsto um período de cinco meses para a sua implementação, perspectivando-se que entre em funcionamento no final do ano de 2006, início de 2007.

A assinatura do contrato terá lugar às 11.00 horas, na Câmara Municipal de São Brás de Alportel.


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Está garantido, Centro de Medicina Fisica e Reabilitação do Sul não vai trazer emprego aos são-brasenses, nem sequer nos sectores da limpeza e manutenção... infelizmente.
Quanto ao desenvolvimento local espera-se que o Centro de Medicina Fisica e Reabilitação tenha tanto impacto no desenvolvimento social e económico no concelho quanto teve a implementação do Parque de Manobras!...

São as grandes obras estruturantes de António Eusébio e o PS local ao serviço da população!



OUTRAS NOTICIAS SOBRE CMFRS:
SET 2003 - CMFRS ABRE EM INICIO 2OO5
OUT 2003 - PRESIDENTE PROMETE EMPREGOS E DESENVOLVIMENTO LOCAL
JAN 2005- PRESIDENTE PREOCUPADO COM ATRASOS
JUN 2005 - BANCO PRIVADO VAI GERIR CMFRS
NOV 2005 - CMFRS ABRE EM 2006, SEM EMPREGOS PARA SÃO-BRASENSES

20 abril 2006

Director Centro de Saúde recebe Medalha

O Dr. José Gomes Cabral, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel, foi agraciado com a Medalha de Serviços Distintos do Ministério da Saúde «Grau Prata», no passado dia 7 de Abril pelo Ministro da Saúde.

Na impossibilidade de a ter recebido das mãos de Sua Excelência o Ministro da Saúde, Prof. Dr. António Correia de Campos, na sessão comemorativa do Dia Mundial da Saúde, por ordem familiar, esta foi-lhe entregue pelo Conselho de Administração da ARS Algarve no dia 17 de Abril, em cerimónia pública ocorrida no Centro de Saúde de São Brás de Alportel.

Exemplo de dedicação ao serviço público, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel desde 1982, cuja imagem de excelência e de qualidade tem vindo a projectar ao longo dos anos, o Dr. José Gomes Cabral, Licenciado em Medicina, especialista em medicina geral e familiar com o grau de consultor em clínica geral, a trabalhar no Algarve desde 1979 onde também tem exercido funções como Adjunto do Delegado de Saúde Concelhio, revelou ao longo dos seus 32 anos de carreira, qualidades de trabalho, de organização, de humanidade, de liderança, que permitiram projectar o Centro de Saúde de São Brás de Alportel como um local de excelência, quer pela qualidade de trabalho aí prestado por todos os seus profissionais, quer pelo seu entrosamento na comunidade.

Nesta ocasião a Administração Regional de Saúde do Algarve e todos os seus profissionais, não podem deixar de se sentir orgulhosos por esta distinção, agradecendo publicamente ao Dr. José Gomes Cabral como cidadão e como profissional de saúde, o exemplo de dedicação ao serviço público.

In: planetaalgarve.net

31 dezembro 2005

As Utopias de António Eusébio

Em entrevista ao Jornal Região-Sul, António Eusébio fala sobre as "grandes obras" do Concelho.

RS - Quando se prevê estar concluído o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul? Como obra transversal e de âmbito regional, que benefícios pode trazer para São Brás de Alportel?

AE - Pelas informações de que a Câmara Municipal dispõe, o projecto continua a avançar a ritmo normal. A previsão será de que a obra estará concluída no início do segundo semestre de 2006.
Trata-se de um projecto estruturante para o concelho são-brasense e para o Algarve. É um centro que, mesmo para a região sul do País, vai dar resposta a uma necessidade que não existe. De alguma forma, pode contribuir para a dinamização e desenvolvimento económico de São Brás, porque garantirá emprego a mais de 200 pessoas. Essas pessoas vão gerar e acarretar outra dinâmica.

SBABLOG - Sendo esta uma obra onde a Câmara Municipal não teve ou virá a ter participação não vemos como poderá o Sr. Presidente prever a sua conclusão!... Está é uma pergunta que deveria ser feita ao Ex. Sr. Presidente do C.A. da Administração Regional de Saúde do Algarve. (Clique Aqui)
Quanto a contribuição que esta obra poderá trazer para a dinamização e desenvolvimento económico do Concelho certamenta será parecida, senão igual, à instalação em S. Brás do Parque de Manobras da DGV, ou seja NENHUMA (pelo menos até agora, varios anos depois).
Empregos só para pessoal qualificado. O numero de postos de trabalho criados e que possam ser ocupados por São-Brasenses não vai superar a dezena.

RS - Em relação à ligação de São Brás à Via do Infante, em que passo segue esse projecto?

AE -
Está na fase de execução. O estudo-base já foi aprovado. Neste momento, encontra-se a decorrer a caracterização dos solos, para que a equipa técnica tenha dados para proceder à execução das pontes e viadutos necessários.

Segundo o Instituto de Estradas de Portugal, até final do ano de 2006, deverá estar pronto o lançamento do concurso.

SBABLOG - Até a data António Eusébio tem se esquecido de dizer que este Projecto é da Câmara Municipal de Faro, principal interessado nesta obra e dinamizador do Projecto.
(Estudo de Impacto Ambiental aqui) (Ministro anuncia obra, aqui)
Como vem sendo hábito, ultimamente, António Eusébio apenas diz o que lhe interessa e vai fazendo campanha com as obras dos outros!... Esperavamos mais de si, Sr. Presidente.

RS - Faro, Loulé e Olhão têm estado envolvido em projectos inter-municipais. Qual o papel de São Brás nesta zona central do Algarve.

AE -
Actualmente, São Brás já começa a fazer parte do quadrilátero central da região algarvia. Há projectos estruturantes, que fazem parte dos vários concelhos, nomeadamente o saneamento básico.

Neste município, o projecto está em execução, devendo ficar concluído a meio de 2006. A nível ambiental, é um dos mais importantes feitos no concelho.

O abastecimento de água já tinha sido outro exemplo desse envolvimento, tal como o tratamento dos resíduos sólidos.

Por isso, para aproveitarmos melhor os fundos comunitários que vêm do IV Quadro Comunitário de Apoio, poderão vir a surgir outras estruturas que aproximem os quatro concelhos

SBABLOG - O verdadeiro papel de S.Brás nestes projectos é o de parceiro espectador e silencioso, aproveitando tudo o que lhe apresentam. O que já é muito bom!
Não dá trabalho e apresenta Obra, o que serve perfeitamente os interesses do Executivo São-Brasense. (Leia aqui)

In "Região Sul" excepto os nossos comentários.

18 novembro 2005

Centro de Medicina Física abre as portas em 2006

Centro de Medicina pode criar poucos postos de trabalho para sambrasenses...

O Centro de Medicina Física e Reabilitação do Algarve, em São Brás de Alportel, deverá abrir as portas em Setembro de 2006, disse Rui Lourenço, presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, adiantando que o único grupo privado interessado em fazer a parceria é o Grupo Português de Saúde.

O concurso público para os candidatos apresentarem as propostas de gestão do centro de reabilitação do Algarve durante sete anos foi aberto em Maio passado.

O Centro de Reabilitação de São Brás de Alportel, que ocupa as antigas instalações do sanatório, é uma das cinco unidades hospitalares cuja prioridade o actual Ministério da Saúde nunca pós em causa, como aconteceu com o Hospital Central do Algarve.

A nova unidade hospitalar, que não receberá urgências, fará parte de uma rede de centros de medicina física do País, terá 54 camas para adultos e estará preparado para fazer internamentos, em média, de três meses.

A empresa que fique a gerir o centro de reabilitação algarvio, pelo custo estimado em 38.755 milhares de euros, será também responsável pela instalação de equipamento e contratação de médicos, enfermeiros e técnicos.

Os recursos humanos recomendados para os centros de reabilitação são oito fisiatras, 32 enfermeiros, 18 fisioterapeutas, cinco terapeutas ocupacionais, dois terapeutas da fala, um dietista e um ortocromático, dois psicólogos e dois assistentes sociais.

"In Observatório do Algarve.com - 16/11/2005"

NOTA REDACÇÃO:

Perante esta noticia parece-nos claro que, a criação de uma centana de postos de trabalho "prometidos" por António Eusébio não será para os desempregados São-brasenses... infelizmente.

Poucos serão os que, com sorte, arranjaram trabalho no Centro de Medicina nas áreas da limpeza e manutenção. Vamos aguardar para ver...

Também o desenvolvimento económico e a melhoria da actividade para a restauração, e sectores comercial e até imobiliário, com a vinda do Centro de Reabilitação poderá não passar de promessas politicas, pois na prática poderá não ser assim, veja-se o exemplo do PARQUE MANOBRAS!...

08 novembro 2005

PIDDAC 2006 - SÃO BRÁS DE ALPORTEL


PIDDAC INICIAL 2006 - REGIONALIZAÇÃO

SÃO BRÁS DE ALPORTEL -
TOTAL = 481 611 €uros





PROJECTOS/SUBPROJECTOS:

CÂMARA MUNICIPAL - (MIN. CULTURA - IPLB - 2001 - 2006)
REDES CULTURAIS = 2 443 €.

CENTRO REGIONAL DE MEDICINA FÍSICA E DE REABILITAÇÃO DO SUL - (MIN. SAUDE - ARSALG - 1999 -2006)
REDES DE REFERENCIAÇÃO HOSPITALAR = 10 000 €.


EB 2,3 POETA BERNARDO PASSOS - (MIN. EDUCAÇÃO - DREALG - 2006 -2006)
APETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DA REGIÃO ALGARVE = 123 190 €.

EB 2,3 POETA BERNARDO PASSOS (AMPLIAÇÃO) - (MIN. EDUCAÇÃO - DREALG - 2006 -2006)
INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DA REGIÃO ALGARVE = 205 478 €.

ES JOSÉ BELCHIOR VIEGAS -(MIN. EDUCAÇÃO - DREALG - 2006 -2006)
APETRECHAMENTO DAS INSTALAÇÕES PARA OS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO DA REGIÃO ALGARVE = 24 500 €.

INTERVENÇÕES NO CONCELHO DE S. BRÁS DE ALPORTEL
- (MIN. EDUCAÇÃO - DREALG - 1998 - 2006)
CONSERVAÇÃO E REMODELAÇÃO DO PARQUE ESCOLAR DA REGIÃO ALGARVE = 116 000 €.


NOTA DA REDAÇÃO:


Confirma-se a escassez de verbas provenientes da PIDDAC para 2006, este ano é de 481 000 €uros (aproximadamente 96.5oo contos nos saudosos escudos).

A Câmara apenas vai receber 2.443 €uros (cerca 490 contos), enquanto a maior fatia é destinada ás escolas do concelho. Para as obras e ampliação e apetrechamento da Escola Basica 2,3 são no total 328.688 €uros (quase 66 mil contos) e para a Escola Secundária, 24.500 €uros (quase 5 mil contos), ainda dentro do Projecto de Conservação e Remodelação do Parque Escolar Algarvio, São Brás vai receber mais 116.000 €uros (cerca de 23.500 contos).

Quando acabar estes projectos (final de 2006) São Brás de Alportel estará dotado do melhor parque escolar do PAÍS... esperamos!...

23 junho 2005

Para Mais Tarde Recordar

Piscinas cobertas aquecidas e estádio relvado no próximo mandato

António Eusébio recandidata-se pelo PS à Câmara de São Brás de Alportel

António Eusébio, que se recandidata, pelo Partido Socialista, à presidência da Câmara de São Brás de Alportel, revelou-se como um dos melhores gestores autárquicos do Algarve, conseguindo, ao mesmo tempo, dar uma maior visibilidade ao seu município, mercê de uma programação cultural atractiva e de um trabalho rigoroso de planeamento. Duas obras importantes serão realidade - a abertura do Centro de Reabilitação de Medicina do Sul e o lançamento da ligação à Via do Infante, obra esta que o autarca faz questão de lutar para que se transforme num objectivo do próprio Governo. Solidariedade para com a população são-brasense, principalmente, para os mais carecidos, é uma das suas promessas eleitorais.
barlavento - Que balanço faz à gestão autárquica deste mandato?
António Eusébio - Olhando para São Brás de Alportel de há quatro anos e vendo agora uma terra com uma nova imagem, só por isso, valeu a pena ser presidente. Nunca se tinha lançado tanta obra como neste mandato, desde as acessibilidades, às pavimentações de estradas, até à renovação urbana. A educação foi o principal objectivo. Reabilitámos o parque escolar, estamos a construir mais uma escola para colmatar todos os problemas a nível do pré-escolar e primeiro ciclo.
b. - O acesso à Via do Infante é uma velha aspiração. Em que ponto é que se encontra esta obra?
A.E. - Este acesso é uma das obras que faltam a São Brás. Sempre me bati para que fosse construído, mas o faseamento das obras do Estado tem os seus timings. É fundamental, hoje em dia, fazermos a ligação de São Brás à Via do Infante e desta a Faro. O projecto está concluído, já voltei a colocar ao ministro das Obras Públicas este problema, que ficou de averiguar. Continuarei a fazer todos os esforços para que esta seja uma das obras dos próximos anos.
b. - A oposição refere que se «fazem inaugurações de chafarizes, mas as obras de vulto não existem». Quer comentar?
A.E. - Isso é completamente infundado. Nunca se fizeram tantas obras grandes como neste mandato. Obras do Estado: a Variante a Sul, o Centro de Reabilitação, o Parque de Manobras. Obras do município: a Circular Poente/Norte está acabada, uma nova escola, pavimentação da estrada da Serra e investimentos no tratamento de águas residuais e de esgotos, a despoluição da Ribeira de Alportel e dos Machados, uma obra gerida pela Águas do Algarve, em que ninguém acreditou e está em marcha, com a ligação do esgoto de São Brás de Alportel à Estação a Poente de Faro. Lancei mais de 60 concursos de grandes obras.
b. - A Câmara de São Brás não se pode dizer que seja rica. Como é possível fazer esta gestão?
A.E. - É isso que toca aos nossos camaradas da oposição. Se calhar, a grande dor deles é termos conseguido fazer esta gestão. Venho da área das obras públicas de privados e estava habituado a um planeamento rigoroso. Foi isso que fiz aqui. Acabei por planear exactamente o Orçamento face às verbas que tínhamos. Este planeamento rigoroso dá-nos a possibilidade de saber as datas exactas do início e finalização de cada projecto. Esta metodologia consegue fazer com que São Brás seja das poucas Câmaras do Algarve e do país que paga a uma semana ou quinze dias, o que permite obter uma redução de 30 a 40 por cento nos orçamentos. Muitos empreiteiros estão interessados em ganhar obras neste concelho, por saberem que recebem e podem contar com este dinheiro para manter as empresas.
b. - O Centro de Reabilitação e Medicina do Sul é uma mais valia para São Brás de Alportel? Quando é que está prevista a sua abertura ao público?
A.E. - Sem dúvida. O ex-Sanatório estava a ser um piso a mais do Hospital de Faro e termos conseguido mudar essa estrutura e transformá-lo num Centro de Medicina. Foi uma grande vitória. É importante ao nível do desenvolvimento económico e do emprego. É necessário criar mais áreas urbanas, pois São Brás tem um PDM muito condicionador, para dar resposta às futuras necessidades de habitação, não só para os funcionários, como para quem acompanha os doentes. Melhor do que eu, a Administração Regional de Saúde poderá dizer, mas percebi nas palavras do ministro que, no início do segundo semestre de 2006, esta seria uma obra que já estaria em funcionamento.
b. - São Brás de Alportel é um dormitório de Faro e Loulé?
A.E. - Neste momento ainda não. Teve um crescimento populacional superior a 32 por cento, a nossa resposta de emprego não tem sido muito grande, não se têm localizado novas empresas, o comércio e os serviços têm aumentado. Continuo a dizer que não somos dormitório, porque, a qualquer hora do dia, as vias de comunicação para Faro, Loulé ou Tavira têm sempre trânsito, não é só às horas de ponta, o que significa que São Brás é uma terra viva. Ao fim-de-semana, continuamos a ter muita gente cá, pessoas que permanecem e acompanham os eventos culturais. Neste sentido, e com toda a vivência que este concelho consegue ter, continuo a dizer que não é um dormitório, mas temos que ter cuidado e cativar mais empresas e indústria. O caminho está traçado, há neste momento contactos que levam a que possam aparecer investimentos nesse sentido, vamos aguardar mais alguns meses.
b. - São Brás de Alportel sofreu com o último incêndio do Verão passado. A Câmara tem-se empenhado para dar a volta à Serra. Que passos têm sido dados?
A.E. - É um grave problema que temos no interior do nosso Algarve, não só para São Brás de Alportel, mas também para todos os concelhos que têm Serra. Qual é o problema que se põe? Neste momento, o PIDRA, o plano de investimentos para estas zonas, acabou por não ser efectivo, e pouco ou nada se fez desde os incêndios. São Brás era uma das poucas Câmaras no Sul do país que tinha um plano de salvaguarda dos fogos florestais. Temos continuado a fazer a limpeza de bermas, abertura de novos caminhos, construção de novos pontos de água, limpeza dos montes na Serra e no perímetro urbano. Os fogos florestais não são um problema só das autarquias e do Estado, mas de todos, e só em conjunto é que os podemos minimizar. Enquanto houver mato e terra abandonada, dificilmente, por mais meios que tenhamos, conseguiremos parar incêndios como o do ano passado.
b. - O Turismo Rural pode ser um apoio aos agricultores. A Câmara pode encontrar caminhos para desenvolver esta vertente?
A.E. - Em termos de Protal, propus várias zonas à CCDR, não só de Turismo Rural, mas de Natureza. Este tipo de investimento pode ser realizado nas áreas florestais. O mal da Serra é que muitas das suas zonas estão classificadas como reserva ecológica e Rede Natura, onde não se pode construir um metro quadrado. Na Rede Natura têm que ser feitos planos de pormenor ou estudos muito bem concretizados, para poder levar a efeito estes investimentos. Infelizmente, São Brás de Alportel tem as suas áreas de aptidão turística marcadas com Rede Natura e isso tem inviabilizado investimentos que podiam ser uma mais valia para a manutenção da nossa floresta. Como o meu colega de Aljezur diz, é melhor deixar o mato crescer e arder, do que fazermos alguma coisa, porque assim o ICN fica mais satisfeito…
b. - As próprias aldeias sofrem com estas limitações e não podem crescer?
A.E. - Não se podem desenvolver. Temos montes marcados em reserva ecológica, onde as pessoas querem construir uma casa de banho no exterior e não o podem fazer. Isto é impensável, temos que mudar, não só na revisão do Protal, mas do PDM, dando condições efectivas para a fixação das pessoas, que era um dos objectivos que os Planos Directores tinham quando foram realizados entre 91 e 95. Não conseguiram seguir a estratégia definida, precisamente porque as condicionantes são de tal ordem fortes, que impediram o ordenamento. Enquanto a Serra teve a presença do homem e a sua coabitação com toda a fauna e flora, não havia incêndios e continuava a haver caça. Neste momento, praticamente não existe nada, nem a cortiça, nem as árvores subsistem devido ao abandono a que a Serra foi votada.
b. - Quais as obras mais emblemáticas que vai anunciar ao eleitorado?
A.E. - A solidariedade é uma das principais áreas a investir. Temos que continuar a dar mais a quem precisa, temos que criar mais condições de habitação social e a nível de custos controlados: Associada à solidariedade temos já em funcionamento a nossa rede social e estamos a acabar uma obra que é o Centro de Apoio à Comunidade. É necessário apostarmos mais na zona desportiva e na construção faseada do parque desportivo, começando pelas piscinas cobertas aquecidas e terminando pelo estádio municipal relvado para todos. O turismo, como terceira opção, tem que ter uma resposta mais concreta.
b. - Mostrou-se um presidente revelação, com todo o incremento que deu a São Brás de Alportel. Se o Partido Socialista for maioritário no Algarve, aceita ser presidente da AMAL?
A.E. - É um desafio interessante. Temos que ver dentro dos presidentes de Câmara quem está disponível e, após essa análise, estaria aberto a dar uma resposta. Atendendo à dimensão do concelho e com o conhecimento que tenho do município, teria algum tempo para me dedicar, também, à região. Caso isso aconteça, seria mais um desafio a enfrentar.
b. - Que mensagem vai transmitir aos são-breasenses para que votem em si?
A.E. - Nestes momentos que atravessamos, difíceis para todos, só em conjunto é que podemos construir um futuro melhor. E é em conjunto que quero trabalhar com todos e para todos os são-brasenses. Sou um presidente aberto a receber todas as opiniões e ideias, numa perspectiva de melhorar a qualidade de vida e bem estar das populações.

In Barlavento on-line - 22/06/2005

16 junho 2005

Banco na corrida à gestão do Centro de Reabilitação de São Brás

Concurso para a concessão da unidade de saúde já terminou, mas só apareceu um concorrente, ligado ao Banco Português de Negócios. Abertura só para Junho de 2006.

O Ministério da Saúde só recebeu uma proposta para a gestão e instalação dos equipamentos que vão pôr a funcionar o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, em São Brás de Alportel.

O concurso público internacional para a concessão desta unidade de saúde já terminou, mas só apareceu um concorrente, ligado ao Banco Português de Negócios.

Esta estrutura é uma das cinco que vai seguir o modelo de parcerias público/privadas (PPP), na área da saúde, e espera agora pela posição da Comissão de Avaliação, que vai analisar se a proposta está de acordo com o caderno de encargos.

Seguindo os procedimentos normais neste tipo de processos, o presidente da Administração Regional de Saúde do Algarve Rui Lourenço lembra que «só será conhecida a posição final em Setembro». Nesta altura, se a proposta for aceite, a entidade que assumir a concessão vai ter «o período de Outubro até Junho do próximo ano para instalar os equipamentos e criar condições para pôr a funcionar os serviços do Centro de Reabilitação».

A entidade que assumir a gestão da unidade de saúde, que vai servir o Baixo Alentejo e Algarve, terá um período de concessão de sete anos, ficando sempre o Estado detentor da propriedade física da estrutura. Durante estes anos, o governo vai pagar todo o trabalho desenvolvido pela empresa que assumir a gestão, podendo, após este tempo, decidir se quer continuar com este tipo de sistema ou se está em condições de gerir directamente a unidade de saúde.

O Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul continuará sempre a pertencer ao Serviço Nacional de Saúde e estará acessível a toda a gente.

Após algumas dúvidas sobre este modelo de gestão, o actual responsável pela saúde no Algarve, e que, antes de assumir o cargo, era bastante crítico em relação a este modelo, garante agora que «esta não é nenhuma situação de privatização», já que o Estado pode decidir se quer continuar com o modelo PPP ou não. «Os privados têm que se comprometer a fazer o mesmo que o Estado iria fazer, com menos dinheiro e mais qualidade», apresenta como garantia Rui Lourenço.

16 de Junho de 2005 in "barlavento. on-line"

01 março 2005

Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul

António Eusébio preocupado com a conclusão da maior obra no sector da saúde em curso no Algarve

Neste momento decorrem as obras de construção do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, no Município de São Brás de Alportel, obra estruturante para o desenvolvimento do concelho e do Algarve, que certamente recolocará este concelho algarvio no mapa da saúde do país. Projectada e lançada pelo anterior Governo, a obra está a ser erguida no antigo Sanatório Vasconcellos Porto.

Para o Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, a entrada em funcionamento deste Centro representa uma mais valia para o concelho, não apenas do ponto de vista da oferta de serviços de saúde, mas também ao nível do desenvolvimento económico, sendo sinónimo de um acréscimo de actividade económica e de emprego ao nível local, e nesse sentido entende necessário tomar algumas medidas para que a sua concretização vá ao encontro das legítimas expectativas dos são-brasenses.

O dono da obra - Hospital Distrital de Faro - não deu conhecimento até ao momento à Câmara Municipal do projecto em curso, desconhecendo a edilidade alguns pormenores relevantes que preocupam o autarca. Com o propósito de obter resposta a algumas questões que considera pertinentes, António Eusébio expôs ao Conselho de Administração do Hospital Distrital de Faro as suas preocupações, no dia 26 de Fevereiro, em ofício do qual deu conhecimento à Assembleia Municipal (na sua sessão ordinária de 26 de Fevereiro), aguardando os necessários esclarecimentos.

Os acessos, o emprego e o ambiente são preocupações expressas pelo autarca
Sendo a criação de emprego um objectivo central da autarquia, a preocupação principal de António Eusébio prende-se com a necessidade de garantir que a entrada em funcionamento do Centro signifique criação de emprego a nível local e que, mediante programas de formação profissional ou outro método, se promova a reconversão e inserção profissional de muitos activos no Município, combatendo o desemprego e a desocupação.

Uma outra preocupação está relacionada com os acessos, circulação interna e estacionamento de apoio ao Centro, condições que o edil considera necessárias para garantir que o previsível aumento de tráfego automóvel provoque as mínimas disfunções ao nível da circulação e segurança rodoviária de São Brás de Alportel, área na qual a autarquia tem investido avultados montantes na melhoria das acessibilidades.

É certo que ao acréscimo de actividade corresponderá um acréscimo de circulação e de estacionamento automóvel, prevendo-se uma circulação diária que deve rondar algumas centenas de veículos, na sua maioria veículos ligeiros, mas também alguns pesados, o que leva o autarca a prever que poderá ser necessária a implementação de um parque de estacionamento na proximidade do Centro, assim como garantir que a fluência de tráfego seja feita em condições de normal fluência e segurança, uma vez que o actual corredor de acesso da estrada municipal ao Centro é de reduzida largura e está ladeado de arvoredo de uma riqueza natural que interessa preservar.

As dúvidas relacionadas com o volume, tratamento e destino das águas residuais do futuro Centro foram também manifestadas pelo autarca, numa altura em que, devido à demora do projecto regional de criação do Sistema Intermunicipal de Tratamento de Águas residuais, as estações de tratamento do concelho atingem níveis muito próximos dos seus limites.

António Eusébio quer prevenir situações menos confortáveis para os seus munícipes e garantir que a construção do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul seja integrada com as necessidades de emprego e desenvolvimento local e mostra-se disponível para colaborar com os Serviços do Hospital de Faro na prossecução destes objectivos..

By:
Marlene Guerreiro - CM/S. Brás de Alportel - 2004-03-05 22:40:38
In: Jornal A Voz de Quarteira

16 setembro 2003

Centro de Medicina Física

PS/S. Brás de Alportel satisfeito com avanço das obras.
Centro de Medicina Física ficará pronto antes do prazo.

O Centro de Medicina Física e de Reabilitação do Sul, em S. Brás de Alportel, deverá ficar pronto antes do prazo previsto, ou seja, em Abril de 2004. Esta foi uma das principais novidades avançadas, na passada quinta-feira, 11 de Setembro, durante a visita realizada por diversos membros da Concelhia do PS/S. Brás, que decidiram assinalar a sua rentrée política com uma jornada de trabalho dedicada às obras em construção neste concelho.

De acordo com Severino Carreira, membro do Conselho de Administração do Hospital Distrital de Faro (HDF), as obras estão “correndo bem”, com quatro meses de antecipação. Recorde-se que o centro está a ser construído no edifício do antigo Sanatório Vasconcelos Porto, tendo começado a empreitada em Agosto de 2002 (o prazo de execução era de dois anos). “Em Março ou Abril de 2004 estará pronta e, todo o próximo ano será para equipá-la, esperando que em 2005 já tenhamos doentes aqui”.

É com grande satisfação que vimos, neste momento, as grandes obras de S. Brás de Alportel já em execução e outras praticamente acabadas”, declarou ao Região Sul o presidente da Câmara Municipal, António Eusébio. Segundo o edil, o centro de medicina física é uma obra fundamental, “na qual sempre apostamos e que vem trazer mais desenvolvimento económico ao concelho, bem como mais emprego”.

Este centro pretende dar resposta aos utentes com algum tipo de paralisia. Haverá 2 unidades de internamento, 56 camas, 1 piscina ampla, gabinetes para a terapia da fala e, algo muito importante, um laboratório para a construção de próteses. “Toda a população do Algarve e de alguns concelhos do Baixo Alentejo, bem como turistas idosos podem vir até aqui para ser tratados”, acrescentou o representante do CA do HDF. Ao todo, o centro deverá dar assistência a cerca de 400.000 pessoas.

Em relação aos recursos humanos, Severino Carreira admitiu ao Região Sul que ainda não foram feitos os “cálculos” para saber quantos especialistas o centro terá. A expectativa é que o local conte com cerca de 300 pessoas (pessoal técnico), enquanto que o quadro de pessoal indiferenciado (enfermeiros, médicos, técnicos especialistas, auxiliares, etc) andará à volta de 400.

"in Região-Sul on-line; Barlavento.com; O Sambrasense; Noticias de S.Braz; etc, etc."