27 outubro 2005

Algarve com cada vez mais crianças - S.Brás menos!?...

Portugal é actualmente um país de baixa fecundidade, registando valores inferiores ao nível necessário para assegurar a substituição das gerações. Os valores decresceram de 3,2 em 1960 para os actuais 1,4 crianças por mulher, quando o recomendado é de 2,1 por cada mulher.

A nível regional, o Algarve contraria esta tendência decrescente e é mesmo a região do país onde ocorreu um maior aumento de nascimentos nos últimos cinco anos (21,1 por cento), seguida, de longe, por Lisboa (8,2 por cento), Madeira (3,3 por cento) e Alentejo (1,0 por cento). Todas as outras regiões do país registaram uma diminuição de nascimentos no mesmo período de tempo, destacando-se as quebras mais acentuadas nos Açores e no Norte, com valores negativos de 9,9 e 8,2 por cento, respectivamente.

Desta forma, se no âmbito nacional nascem cada vez menos crianças, as estatísticas do INE provam que a taxa de fecundidade no Algarve está a recuperar, apresentando valores de 2,1 filhos por mulher (o índice sintético desejado para manter-se a substituição de gerações). Refira-se que, em termos nacionais, esse valor não é alcançado desde 1982.


Albufeira e Alcoutim em extremos opostos Dentro da região, também existem grandes disparidades entre os 16 concelhos. Analisando os dados demográficos, verifica-se que o município de Albufeira apresenta o maior acréscimo da taxa de fecundidade de Portugal, com 2,4 filhos por mulher. Na última década, apenas Albufeira (5,4 por cento), Lagoa (1,0), Portimão (0,7) e Faro (0,1) têm mantido o saldo natural (diferença entre nascimentos e óbitos) positivo no Algarve. Por outro lado, os concelhos de Alcoutim (-14,3 por cento), Monchique (-11,1), Aljezur (-9,2), Castro Marim (-7,7) e São Brás de Alportel (-6,8) apresentam o maior decréscimo do saldo natural.

Isto significa que, à semelhança do que se verifica no resto do país, estes municípios vão continuar a ter menos crianças e mais velhos, tendo, por isso, uma população cada vez mais envelhecida.

In "Jornal do Algarve"

ULTIMA HORA:
Segundo apuramos, a autarquia reuniu em segredo (no Ervilha) para discutir a possibilidade de vir a subsidiar os jovens casais que decidam ter filhos, 200 €uros por criança, 500 se forem gêmeos.
A Junta de Freguesia também estuda essa possibilidade.

Para Recordar - Foi há 2 anos

António Eusébio faz o balanço do segundo ano à frente da Autarquia São-Brasense...

Jornal do Algarve - S. Brás de Alportel é uma das câmaras, se não a câmara algarvia, que neste PIDDAC (plano de investimentos do Estado) é mais beneficiada, o que se deve em grande parte à construção do novo Centro de Reabilitação Física do Sul. Não tem razões de queixa...? António Eusébio – No PIDDAC para 2004 esta obra representa um investimento de 4 milhões de euros, que serão utilizados, por um lado, para a finalização da obra civil e, por outro, para começar a instalar os equipamentos. Para já, prevê-se que a obra civil acabe durante o segundo trimestre de 2004. Quanto ao equipamento, não sei qual é o prazo de execução, até porque a gestão da obra está a cargo da Administração Regional de Saúde. Prevê-se que a obra esteja totalmente concluída em 2005.
J.A. - Foi necessário fazer algum tipo de "lobbying" junto do actual Governo para que esta obra estivesse tão consolidada em termos de PIDDAC? A.E. - Estou convencido que o "lobby" para a concretização desta obra foi feito antes deste Governo e este executivo não pôde, de forma alguma, pará-la. Contudo, o actual Governo também agarrou este projecto e ao fazê-lo acabou por consolidá-la em termos financeiros, em relação ao que estava previsto no projecto inicial. O que nos dá grande satisfação, pois esta é a maior obra de saúde do último século em S. Brás de Alportel.
J.A. - O novo centro vai ser uma espécie de Centro de Reabilitação de Alcoitão em versão. Algarve? A.E. - Segundo a informação que temos, será do género de Alcoitão para reabilitação física.
J.A. - Considera que o concelho passa a ter, por via desta obra, uma vocação regional, uma vez que vão aqui afluir uma série de pessoas com necessidades especiais de todo o Algarve? A.E. - Esta é a segunda obra estruturante em S. Brás de Alportel. A primeira foi o parque de manobras, que traz cá todas as pessoas que vão fazer os exames teóricos de condução. Sem dúvida que será muito positiva do ponto de vista do desenvolvimento económico, pois dará emprego a mais de uma centena de pessoas e dará também outra vida à restauração, ao sector comercial e até imobiliário. Eu sempre disse que esta não era apenas uma obra de fisiatria. Esta nova infra-estrutura engrandece o próprio concelho e trará muitos benefícios.
J.A. - S. Brás de Alportel ainda se enquadra naquele interior algarvio que está a de-sertificar-se ou é um concelho que está em crescimento? A.E. - Segundo os últimos censos, foi o segundo concelho que mais cresceu, a seguir a Albufeira, com um aumento populacional de cerca de 33 por cento. Isso quer dizer que S. Brás é muito procurado pelos casais mais jovens para a sua primeira habitação, num concelho que lhes proporciona segurança e qualidade de vida. E há um segundo estrato da população que procura essencialmente a qualidade de vida e a calma do barrocal algarvio, que já não encontra no litoral. Neste momento, o nosso grande problema foca-se no ensino pré-escolar e o primeiro ciclo, pois os casais mais jovens vão rapidamente ter filhos.
J.A. – Mas o concelho está a tornar-se no dormitório de Faro, pelo facto da habitação aqui ser extremamente barata... A.E. - Não, isso é um engano. Pode ser mais barata, mas já não existe uma grande diferença comparativamente a Faro. Dormitório também não é, porque S. Brás tem movimento a qualquer hora do dia, o que significa que tem vida própria. Estamos bastante confiantes, apresentámos ao nível do plano de ordenamento do território projectos que consideramos que vêm potenciar o desenvolvimento de S. Brás. S. Brás está progressivamente a começar a fazer parte do triângulo Faro/Loulé/Olhão, que se está a transformar num quadrilátero.
J.A. - Sendo um concelho cada vez menos exterior a esse centro do Algarve, qual é a relação de S. Brás com a nova realidade do Parque das Cidades, tida como uma estrutura que representa essa centralidade? A.E. - Dada a proximidade do Parque das Cidades, podemos vir a tirar alguns benefícios. A vila certamente poderá vir a usufruir dessa mais-valia. Em termos de utilização, temos duas equipas séniores na distrital, espero bem que não seja S. Brás a utilizar o estádio. (risos) Mal irá o Algarve quando nos convidarem para fazer jogos de futebol naquele estádio.
J.A. - O facto da via rápida que devia ser feita entre Faro e a Via do Infante não estar a ser construída, nem sequer estar contemplada em PIDDAC, representa um óbice às acessibilidades a S. Brás? A.E. - Sim, e devo dizer que a ligação S.Brás/Via do Infante/Faro é das obras mais importantes para S. Brás ao nível das vias de comunicação. Falta-nos a ligação à Via do Infante e mesmo a ligação da Via do Infante a Faro. Hoje em dia, há centenas de são-brasenses que se deslocam diariamente para Faro e formam filas de mais de um quilómetro junto ao Coiro da Burra. Temos feito pressão junto do Instituto de Estradas para resolver o problema e já solicitámos uma reunião ao ministro das Obras Públicas para chamar a atenção para a importância dessa nova estrada. A resposta que nos foi dada é que vai ser adjudicado o projecto de execução, portanto talvez lá para 2008 ou 2009 a ligação possa ser assegurada.
J.A. - Se grande parte da população activa de S. Brás trabalha efectivamente em Faro, a restante fatia, que fica na vila, dedica-se a que tipo de trabalho? Comércio, Indústria, Agricultura? A.E. - Só ao nível da cortiça é que a agricultura continua a ser desenvolvida, porque de resto a exploração de frutos secos, como a alfarroba, o figo e mesmo as azeitonas acabou por se revelar não economicamente viável. Temos cerca de uma dezena de fábricas de cortiça no concelho, a produzir o mesmo que se produzia no início do século, mas através de novas tecnologias e com novos equipamento de transformação consegue-se ter uma rentabilidade muito grande actualmente. É um dos sectores que mais emprego dá aqui no concelho, trabalham no sector cerca de duas centenas de pessoas.
J.A. - Explique-nos no que consiste a iniciativa da Rota da Cortiça. A.E. - O turismo não é uma actividade que se resume a visitar museus, a igreja matriz ou a Calçadinha de S. Brás. O turismo tem de ser visto num contexto global, além de termos de nos preocupar com a imagem que os turistas têm, melhorando toda a renovação urbana, temos de apostar também em novos produtos. A rota da cortiça é um produto que permite ao visitante saber de onde se extrai a melhor cortiça do mundo, levando-o ao local e permitindo que saboreie a gastronomia local. Por outro lado, permite que o visitante visualize o corte das aparas, a execução das rolhas, a execução das tapadeiras, que se fazem com alta tecnologia nas nossas fábricas da cortiça.
J.A. - A cortiça de S. Brás é mesmo a melhor do mundo? A.E. - Se Portugal tem a melhor cortiça do mundo e está provado que sim, e se é a Serra do Caldeirão que tem a melhor cortiça de Portugal, então esta é, sem dúvida, a melhor do mundo.
J.A. - A indústria da cortiça está então longe de ser uma indústria moribunda? A.E. - Em S. Brás essa hipótese cada vez estará mais longe.
J.A. - Mas há muitas fábricas que fecharam? A.E. - Houve, no início do século XX tínhamos cerca de duas centenas de fábricas. Só que eram fábricas familiares, em que só trabalhavam, por exemplo, o pai e o filho. Hoje em dia temos uma dezena, mas com muitos trabalhadores, daí a produção ser a mesma que há um século.
J.A. - No que respeita concretamente ao turismo, S. Brás e cada vez mais procurado por pessoas que estão cansadas de ir todos os dias para a praia? A.E. - S. Brás está a começar a mostrar o que tem de bom para o exterior e a rota da cortiça vai ser uma mais-valia nesse sentido. O nosso património, a Calçadinha de S. Brás, os percursos pedonais que temos ladeados de valados antigos, a luminosidade única que o barrocal tem, diferente de todo o país. A paisagem, a gastronomia são áreas em que devemos apostar e divulgar, para que o turista venha cá e não fique apenas uma manhã ou uma tarde. Queremos que passe cá vários dias, que goste de ficar e que traga novos amigos.
J.A. - E neste momento, esses turistas já existem? A.E. - Sim, já começamos a ver turistas a passear acompanhados por guias, na Calçadinha, na igreja matriz, na própria serra e em alguns restaurantes. Eles vêm usufruir do silêncio que a serra lhes transmite, de uma natureza que não se encontra junto ao litoral. Embora este seja um turista diferente, não é o turista de sol e praia que veio procurar o interior. É um turista de outro estrato social, com outras perspectivas.
J.A. – Sei que tem havido problemas em S. Brás em relação aos correios. Têm razões de queixa graves? A.E. - Temos, tenho um abaixo-assinado com mais de 500 assinaturas a reclamar a acção dos correios, principalmente pelo atraso na entrega de correspondência e devolução de cartas. Já tive uma reunião com os Correios e o que me parece que está a acontecer é que os contratos que os CTT têm com os trabalhadores são contratos a termo, em que as pessoas trabalham alguns meses e depois mudam de serviço. Temos muitos novos carteiros que não conhecem as moradas, principalmente no campo, porque as caixas não estão numeradas e só com o nome da pessoa é que se chegava lá. O certo é que mitos reformados deixaram de receber a suas pensões nestes dois últimos meses, o que é muito complicado, pois a maior parte vive das pequenas reformas que tem. A câmara está aberta a colaborar com os Correios numa tentativa de sensibilizar a população para que escreva a sua direcção o mais correcto possível, mas fora isso não podemos adiantar muito mais porque não é competência da Câmara.
J.A. - Quando é que S. Brás de Alportel terá condições para se tornar uma cidade? A.E. - Não temos grande ambição em ser cidade, preferimos ser uma vila com qualidade de vida do que uma cidade, com todos os problemas que as cidades têm. Preferimos ter um crescimento contido, um ordenamento correcto e em que os problemas se vão resolvendo diariamente.
J.A. - Habitualmente não aparece muito. É um silêncio gerido ou faz parte da sua natureza? A.E. - Temos conseguido aparecer muito, até porque eu criei um Gabinete de Informação e Documentação com o objectivo de divulgar as nossas actividades. Se pudermos comparar a visibilidade que S. Brás tem hoje com a visibilidade de há dois anos, se calhar tem dez vezes mais. Todos os dias saem notas de Imprensa e informações para os munícipes.
J.A. - Tem outras ambições políticas além de ser o presidente da câmara de S. Brás e cumprir o seu mandato até 2005? A.E. - Para já, a Câmara é o nosso objectivo e continuará a ser por mais um mandato, se tudo correr como nós estamos a pensar. Depois logo se vê.
J.A. – Tem ambições políticas? Gostaria de ser deputado da nação? A.E. - Ser presidente de câmara é muito mais interessante que ser deputado. Estamos muito mais próximo das populações, ouvimo-las directamente, conseguimos resolver problemas reais que sentimos e isso em minha opinião dá-nos muito mais motivação do que ir para Lisboa. Ser presidente de câmara é um grande desafio. Mas cansa! Mais que dois mandatos também é muito cansativo.
J.A. - Já está cansado?! A.E. - Com certeza que não. Em dois anos dá para colocar a engrenagem em velocidade de cruzeiro e, daqui para a frente, a uma velocidade que é tanta que não sentimos o tempo passar. Um mandato acaba por ser pouco, não conseguimos num mandato mostrar obra. Daí eu dizer que no segundo mandato estaremos cá para concretizar esses projectos.

In "Jornal do Algarve"

25 outubro 2005

Idosos são-brasenses de visita ao Oceanário

Programa Seniores em Movimento O mês de Novembro vai ser dedicado às viagens. O Programa Seniores em Movimento preparou para os idosos do concelho de Loulé e São Brás de Alportel um vasto programas de visitas, a começar já no início do próximo mês com a passagem pelo Oceanário de Lisboa. No final de Novembro os idosos irão passear pelo Alto Alentejo, nomeadamente por Évora. Da responsabilidade de Lisa Soeiro, este programa de apoio à terceira idade envolve já cerca de 400 idosos de 18 classes distribuídas pelas freguesias de Loulé e de São Brás de Alportel. Apostando nas actividades para os mais idoso, o programa desenvolve todos os meses actividades recreativas, sociais e culturais, para além de terem as aulas de exercício físico duas vezes por semana e uma ida à piscina uma vez por mês. O programa conta com o apoio das câmaras municipais de Loulé e de São Brás de Alportel, das juntas de freguesia de São Sebastião, São Clemente, Quarteira, Salir, Tôr, Almancil, Boliqueime e São Brás de Alportel, bem como da Associação Social e Cultural de Almancil, da Fundação António Aleixo, do Centro Social e Cultural do Parragil, da Sociedade de Vale Judeu e do Centro Comunitário da Tôr, locais onde se desenvolvem as aulas.

"in regiao-sul.pt - 24 de Outubro de 2005 17:03

18 outubro 2005

Propostas "col turais" de Outubro em São Brás

O mês de Outubro em São Brás de Alportel é dedicado ao mundo das artes.

Foi inaugurada no passado sábado "A Cama", uma escultura de Alexandra Ferreira que pode ser vista durante este mês no Jardim Municipal Carrera Viegas.

Ainda no campo da escultura há para ver na Galeria da Associação in Loco "O Ressurgir da Pedra e da Madeira", uma exposição onde algarvio Francisco Silva mostra a sua arte de transformar troncos de oliveira, de alfarrobeira e de amendoeira, bem pedras sedimentares em obras de arte. A exposição vai estar patente entre 20 de Outubro a 25 de Novembro.

A pintura é outra das manifestações artísticas que marca forte presença neste mês dedicado às artes no concelho. A Galeria Municipal apresenta desde o dia 3 e até ao final do mês a exposição "Natureza Fantástica", de Paula Rodrigues e Cristina Pereira, duas jovens pintoras que procuram ilustrar um olhar sobre a vida, repleto de intensidade, magia e cor.


A partir de 23 de Outubro, o Antigo Lagar de Azeite vai ser invadido pela arte da pintora Marinela Fazendeiro.

"IV Batida Fotográfica - Serra de Silves" é o nome da exposição fotográfica que vai preencher a Sala Polivalente da Biblioteca Municipal Dr. Estanco Louro durante o mês de Outubro. A simplicidade da beleza natural, a par da fragilidade da serra, perante os fogos e a seca são apenas alguns dos motivos que foram captados pela objectiva fotográfica.

Na Galeria o Museu do Trajo do Algarve encontra-se patente até ao dia 19 de Novembro, a exposição de fotografia de Duarte Belo "Território em Espera II - Algarve - Cortiça em São Brás de Alportel", inserida no evento Faro, Capital Nacional da Cultura 2005, em parceria com a Câmara Municipal de São Brás e a Casa da Cultura António Bentes.

A Biblioteca Municipal Dr. Estanco Louro acolhe ainda durante o mês de Outubro a exposição documental "Voluntariado Jovem para as Florestas - Missão Possível, Verão 2005", uma mostra ilustrativa do projecto de voluntariado jovem, desenvolvido no concelho para a prevenção ao fogos florestais.

"in região-sul.pt" - 18 de Outubro de 2005 09:53


Cá para nós, que ninguém nos ouve, isto é "COL TURA" a mais para mim...
Chamar a um pedaço de pedra, cama!... vai lá, vai...
Já o ANTIGO LAGAR DE AZEITE onde decorria a exposição de Marinela Fazendeiro, acreditamos que tenha sido alvo de assalto pois encontramos severamente vandalizado e da exposição nem sinal... é pena!

14 outubro 2005

Encontro para debater o Ambiente

Depois de Albufeira e Faro, é a vez de São Brás de Alportel acolher, entre 3 a 5 de Novembro (no Cineteatro local), o Encontro Regional de Educação Ambiental do Algarve, numa organização da Associação Almargem.

A iniciativa já vai na terceira edição e, este ano, abrange o tema “Paisagens Interiores, Cenários e Sustentabilidade no Algarve”.

No primeiro dia do Encontro, realiza-se um conjunto de intervenções, dividido em três painéis: cenários de sustentabilidade; perspectivas educativas; e década das Nações Unidas da Educação para o desenvolvimento sustentável.

O segundo dia, sexta-feira, é composto por vários itinerários e workshops, além de um fórum de projectos. O sábado é dedicado a diversas oficinas e, no final do dia, são apresentados os trabalhos anteriores, assim como as conclusões tiradas do 3º Encontro.

"in regiao-sul.pt" - 14 de Outubro de 2005 09:41

10 outubro 2005

AUTARQUICAS 2005

António Eusébio bate recorde de votação no Algarve

António Eusébio conseguiu a mais expressiva vitória de sempre para o Partido Socialista em São Brás de Alportel (68,27%) e mesmo em todo o Algarve. O jovem autarca deu provas durante quatro anos à frente dos destinos da autarquia e os são-brasenses recompensaram-no com 3244 votos, o que permitiu a sua reeleição como presidente da Câmara.

Relativamente à Assembleia Municipal o cenário foi "rosa". Com uma percentagem de 58,40% os socialistas conseguiram 10 mandatos na Assembleia Municipal, ficando o PSD com 4 e a CDU com apenas 1.

Quanto à Junta de Freguesia de São Brás de Alportel também não escapou ao PS que conseguiu 2807 votos (59,07%). O PSD alcançou apenas 1289 votos (27,13), a CDU ficou-se pelos 359 (7,55) e CDS-PP registou 81 votos (1,70%).

Falando ao Região Sul/DiáriOnline Algarve António Eusébio sublinhou que "esta vitória tem um sabor especial. É o reconhecimento que os são-brasenses deram ao desempenho do trabalho do executivo durante estes quatro anos". O autarca referiu ainda esta "vitória histórica funciona como um maior estímulo para levar a bom porto os projectos preconizados nos Novos Desafios".








O GIDI da Câmara Municipal de São Brás de Alportel está de parabéns.

Sem duvida muito deste resultado é devido ao excelente trabalho realizado pela Dra. Marlene Guerreiro, no Gabinete de Informação criado por Antonio Eusébio. O cargo de vereação agora obtido é justo prémio ao trabalho desenvolvido. Parabéns Dra. Marlene...

27 setembro 2005

São Brás de Alportel valoriza património

O município de São Brás de Alportel dá continuidade ao seu plano de valorização de fontes, poços e espaços públicos do concelho.

Neste momento prosseguem as obras de valorização na zona nascente do concelho, mediante adjudicação as empreitadas no sítio do Peral e Mesquita e recuperação de espaços públicos na rua Padre Sena Neto, no Sitio das Mealhas e no Cruzamento da Alfarrobeira da Tumba.

Cada uma destas empreitadas é composta por um conjunto de obras de valorização e arranjo urbanístico de espaços públicos, visando o ordenamento e embelezamento do local e a melhoria da qualidade de vida para residentes e visitantes no concelho.

Serão criados novos espaços públicos condignos na Rua Padre Sena Neto, no núcleo urbano e nos sítios de Mealhas, Peral e Mesquita. Serão objecto de intervenção urbanística o Cruzamento da Alfarrobeira da Tumba, no sítio do Peral; e serão valorizados os Poços do Peral e do Desbarato. As Bicas dos Vilarinhos também vão ser alvo de projecto de valorização.

A obra consta na requalificação das bicas e do lavadouro, colocação de mobiliário urbano, iluminação, melhoria do acesso e criação de estacionamento.

"in regiao-sul.pt" - 26 de Setembro de 2005 16:39

21 setembro 2005

ANJAF com delegação em S. Brás de Alportel

No próximo dia 28 de Julho, a vila de S. Brás de Alportel recebe a inauguração das instalações da Delegação-Sul da Associação Nacional de Jovens para a Acção Familiar (ANJAF), presidida pelo presidente da Câmara, e com a presençade outras personalidades do concelho e do distrito.

A Associação sem fins lucrativos tem como objectivo de intervenção a realização de actividades que contribuam para promover a integração sócio-profissional e o desenvolvimento sócio-cultural dos jovens em particular.

A delegação vai ficar situada na Rua Dr. Silva Nobre.

"in região-sul.pt" - 21 de Julho de 2005 11:42

28 agosto 2005

Secretário de Estado anuncia ligação de São Brás à Via do Infante

50 milhões para estradas algarvias.

50 milhões de euros em 20 quilómetros de estradas novas e na beneficiação de outras vias foi o montante anunciado, em Monchique, pelo secretário de Estado das Obras Públicas.

A maior novidade anunciada por Paulo Campos diz respeito à beneficiação da EN 125, entre Cacela e Vila Real de Santo António. Trata-se de uma obra que vai custar 2,5 a 3 milhões de euros.

Outras obras anunciadas pelo secretário de Estado Paulo Campos foram a Variante Norte a Loulé, a ligação entre a Via do Infante e as Quatro Estradas, também em Loulé, bem como as ligações de Faro, São Brás de Alportel e Albufeira à Via do Infante.

27 de Agosto de 2005 in "Barlavento online"

06 julho 2005

São Brás vai ter ligação à Via do Infante

Paulo Jorge Correia Ribeiro de Campos, secretário de Estado das Obras Públicas, garantiu o acesso de São Brás à Via do Infante. O governante falava à margem da cerimónia de inauguração da Circular Norte de São Brás de Alportel - 1ª fase, que teve lugar na passada segunda-feira.

Paulo Campos garantiu publicamente, que o Governo vai levantar a suspensão existente e colocar em marcha o projecto de execução da via de ligação de São Brás à Via do Infante, para que esta obra seja uma realidade o mais rápido possível.

1ª fase da Circular Norte
Nesta primeira fase foi construído um troço entre a rotunda da variante a Sul à EN 270 (no Sítio das Hortas e Moinhos) e a rotunda junto à Escola Secundária, numa extensão de 980 metros. A circular tem duas faixas de rodagem com 4 metros de largura, passeios de 1,5 m a 3,5 m e separador central com 1 metro de largura revestido a tijolo cerâmico colorido.

Para além disso foi ainda construído um troço poente na Rua João Louro e a construção de um arruamento perpendicular à Rua do Colégio, numa extensão de 340 metros, bem como duas rotundas, com cerca de 20 metros de diâmetro, ajardinadas e decoradas. A obra contemplou ainda remodelação das redes de abastecimento de água e de drenagem de águas residuais e pluviais; instalação de nova rede de iluminação pública e enterramento da rede de distribuição domiciliária de energia. Foram ainda criados 152 lugares de estacionamento; plantadas cerca de 210 árvores e instalado mobiliário urbano (40 bancos, 30 papeleiras e 4 abrigos de paragem de autocarros.

Troço B
A obra constou da construção do troço que liga a rotunda junto à Escola Secundária José Belchior Viegas e a nova rotunda na EN 2, numa extensão de 660 m, com duas vias em cada sentido, separador central, vias para ciclistas, passeios laterais e estacionamentos.

2ª fase da Circular Norte
Para complementar esta obra, a Câmara Municipal pretende arrancar com a construção da 2ª fase, fazendo a ligação entre a rotunda recentemente construída na EN 2 e a EN 270, completando o círculo e permitindo em definitivo criar uma via alternativa ao trânsito no centro da vila.

O projecto encontra-se concluído e aprovado mas aguarda verba.

"in região-sul.pt" - 6 de Julho de 2005 15:35

23 junho 2005

Para Mais Tarde Recordar

Piscinas cobertas aquecidas e estádio relvado no próximo mandato

António Eusébio recandidata-se pelo PS à Câmara de São Brás de Alportel

António Eusébio, que se recandidata, pelo Partido Socialista, à presidência da Câmara de São Brás de Alportel, revelou-se como um dos melhores gestores autárquicos do Algarve, conseguindo, ao mesmo tempo, dar uma maior visibilidade ao seu município, mercê de uma programação cultural atractiva e de um trabalho rigoroso de planeamento. Duas obras importantes serão realidade - a abertura do Centro de Reabilitação de Medicina do Sul e o lançamento da ligação à Via do Infante, obra esta que o autarca faz questão de lutar para que se transforme num objectivo do próprio Governo. Solidariedade para com a população são-brasense, principalmente, para os mais carecidos, é uma das suas promessas eleitorais.
barlavento - Que balanço faz à gestão autárquica deste mandato?
António Eusébio - Olhando para São Brás de Alportel de há quatro anos e vendo agora uma terra com uma nova imagem, só por isso, valeu a pena ser presidente. Nunca se tinha lançado tanta obra como neste mandato, desde as acessibilidades, às pavimentações de estradas, até à renovação urbana. A educação foi o principal objectivo. Reabilitámos o parque escolar, estamos a construir mais uma escola para colmatar todos os problemas a nível do pré-escolar e primeiro ciclo.
b. - O acesso à Via do Infante é uma velha aspiração. Em que ponto é que se encontra esta obra?
A.E. - Este acesso é uma das obras que faltam a São Brás. Sempre me bati para que fosse construído, mas o faseamento das obras do Estado tem os seus timings. É fundamental, hoje em dia, fazermos a ligação de São Brás à Via do Infante e desta a Faro. O projecto está concluído, já voltei a colocar ao ministro das Obras Públicas este problema, que ficou de averiguar. Continuarei a fazer todos os esforços para que esta seja uma das obras dos próximos anos.
b. - A oposição refere que se «fazem inaugurações de chafarizes, mas as obras de vulto não existem». Quer comentar?
A.E. - Isso é completamente infundado. Nunca se fizeram tantas obras grandes como neste mandato. Obras do Estado: a Variante a Sul, o Centro de Reabilitação, o Parque de Manobras. Obras do município: a Circular Poente/Norte está acabada, uma nova escola, pavimentação da estrada da Serra e investimentos no tratamento de águas residuais e de esgotos, a despoluição da Ribeira de Alportel e dos Machados, uma obra gerida pela Águas do Algarve, em que ninguém acreditou e está em marcha, com a ligação do esgoto de São Brás de Alportel à Estação a Poente de Faro. Lancei mais de 60 concursos de grandes obras.
b. - A Câmara de São Brás não se pode dizer que seja rica. Como é possível fazer esta gestão?
A.E. - É isso que toca aos nossos camaradas da oposição. Se calhar, a grande dor deles é termos conseguido fazer esta gestão. Venho da área das obras públicas de privados e estava habituado a um planeamento rigoroso. Foi isso que fiz aqui. Acabei por planear exactamente o Orçamento face às verbas que tínhamos. Este planeamento rigoroso dá-nos a possibilidade de saber as datas exactas do início e finalização de cada projecto. Esta metodologia consegue fazer com que São Brás seja das poucas Câmaras do Algarve e do país que paga a uma semana ou quinze dias, o que permite obter uma redução de 30 a 40 por cento nos orçamentos. Muitos empreiteiros estão interessados em ganhar obras neste concelho, por saberem que recebem e podem contar com este dinheiro para manter as empresas.
b. - O Centro de Reabilitação e Medicina do Sul é uma mais valia para São Brás de Alportel? Quando é que está prevista a sua abertura ao público?
A.E. - Sem dúvida. O ex-Sanatório estava a ser um piso a mais do Hospital de Faro e termos conseguido mudar essa estrutura e transformá-lo num Centro de Medicina. Foi uma grande vitória. É importante ao nível do desenvolvimento económico e do emprego. É necessário criar mais áreas urbanas, pois São Brás tem um PDM muito condicionador, para dar resposta às futuras necessidades de habitação, não só para os funcionários, como para quem acompanha os doentes. Melhor do que eu, a Administração Regional de Saúde poderá dizer, mas percebi nas palavras do ministro que, no início do segundo semestre de 2006, esta seria uma obra que já estaria em funcionamento.
b. - São Brás de Alportel é um dormitório de Faro e Loulé?
A.E. - Neste momento ainda não. Teve um crescimento populacional superior a 32 por cento, a nossa resposta de emprego não tem sido muito grande, não se têm localizado novas empresas, o comércio e os serviços têm aumentado. Continuo a dizer que não somos dormitório, porque, a qualquer hora do dia, as vias de comunicação para Faro, Loulé ou Tavira têm sempre trânsito, não é só às horas de ponta, o que significa que São Brás é uma terra viva. Ao fim-de-semana, continuamos a ter muita gente cá, pessoas que permanecem e acompanham os eventos culturais. Neste sentido, e com toda a vivência que este concelho consegue ter, continuo a dizer que não é um dormitório, mas temos que ter cuidado e cativar mais empresas e indústria. O caminho está traçado, há neste momento contactos que levam a que possam aparecer investimentos nesse sentido, vamos aguardar mais alguns meses.
b. - São Brás de Alportel sofreu com o último incêndio do Verão passado. A Câmara tem-se empenhado para dar a volta à Serra. Que passos têm sido dados?
A.E. - É um grave problema que temos no interior do nosso Algarve, não só para São Brás de Alportel, mas também para todos os concelhos que têm Serra. Qual é o problema que se põe? Neste momento, o PIDRA, o plano de investimentos para estas zonas, acabou por não ser efectivo, e pouco ou nada se fez desde os incêndios. São Brás era uma das poucas Câmaras no Sul do país que tinha um plano de salvaguarda dos fogos florestais. Temos continuado a fazer a limpeza de bermas, abertura de novos caminhos, construção de novos pontos de água, limpeza dos montes na Serra e no perímetro urbano. Os fogos florestais não são um problema só das autarquias e do Estado, mas de todos, e só em conjunto é que os podemos minimizar. Enquanto houver mato e terra abandonada, dificilmente, por mais meios que tenhamos, conseguiremos parar incêndios como o do ano passado.
b. - O Turismo Rural pode ser um apoio aos agricultores. A Câmara pode encontrar caminhos para desenvolver esta vertente?
A.E. - Em termos de Protal, propus várias zonas à CCDR, não só de Turismo Rural, mas de Natureza. Este tipo de investimento pode ser realizado nas áreas florestais. O mal da Serra é que muitas das suas zonas estão classificadas como reserva ecológica e Rede Natura, onde não se pode construir um metro quadrado. Na Rede Natura têm que ser feitos planos de pormenor ou estudos muito bem concretizados, para poder levar a efeito estes investimentos. Infelizmente, São Brás de Alportel tem as suas áreas de aptidão turística marcadas com Rede Natura e isso tem inviabilizado investimentos que podiam ser uma mais valia para a manutenção da nossa floresta. Como o meu colega de Aljezur diz, é melhor deixar o mato crescer e arder, do que fazermos alguma coisa, porque assim o ICN fica mais satisfeito…
b. - As próprias aldeias sofrem com estas limitações e não podem crescer?
A.E. - Não se podem desenvolver. Temos montes marcados em reserva ecológica, onde as pessoas querem construir uma casa de banho no exterior e não o podem fazer. Isto é impensável, temos que mudar, não só na revisão do Protal, mas do PDM, dando condições efectivas para a fixação das pessoas, que era um dos objectivos que os Planos Directores tinham quando foram realizados entre 91 e 95. Não conseguiram seguir a estratégia definida, precisamente porque as condicionantes são de tal ordem fortes, que impediram o ordenamento. Enquanto a Serra teve a presença do homem e a sua coabitação com toda a fauna e flora, não havia incêndios e continuava a haver caça. Neste momento, praticamente não existe nada, nem a cortiça, nem as árvores subsistem devido ao abandono a que a Serra foi votada.
b. - Quais as obras mais emblemáticas que vai anunciar ao eleitorado?
A.E. - A solidariedade é uma das principais áreas a investir. Temos que continuar a dar mais a quem precisa, temos que criar mais condições de habitação social e a nível de custos controlados: Associada à solidariedade temos já em funcionamento a nossa rede social e estamos a acabar uma obra que é o Centro de Apoio à Comunidade. É necessário apostarmos mais na zona desportiva e na construção faseada do parque desportivo, começando pelas piscinas cobertas aquecidas e terminando pelo estádio municipal relvado para todos. O turismo, como terceira opção, tem que ter uma resposta mais concreta.
b. - Mostrou-se um presidente revelação, com todo o incremento que deu a São Brás de Alportel. Se o Partido Socialista for maioritário no Algarve, aceita ser presidente da AMAL?
A.E. - É um desafio interessante. Temos que ver dentro dos presidentes de Câmara quem está disponível e, após essa análise, estaria aberto a dar uma resposta. Atendendo à dimensão do concelho e com o conhecimento que tenho do município, teria algum tempo para me dedicar, também, à região. Caso isso aconteça, seria mais um desafio a enfrentar.
b. - Que mensagem vai transmitir aos são-breasenses para que votem em si?
A.E. - Nestes momentos que atravessamos, difíceis para todos, só em conjunto é que podemos construir um futuro melhor. E é em conjunto que quero trabalhar com todos e para todos os são-brasenses. Sou um presidente aberto a receber todas as opiniões e ideias, numa perspectiva de melhorar a qualidade de vida e bem estar das populações.

In Barlavento on-line - 22/06/2005

16 junho 2005

Banco na corrida à gestão do Centro de Reabilitação de São Brás

Concurso para a concessão da unidade de saúde já terminou, mas só apareceu um concorrente, ligado ao Banco Português de Negócios. Abertura só para Junho de 2006.

O Ministério da Saúde só recebeu uma proposta para a gestão e instalação dos equipamentos que vão pôr a funcionar o Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, em São Brás de Alportel.

O concurso público internacional para a concessão desta unidade de saúde já terminou, mas só apareceu um concorrente, ligado ao Banco Português de Negócios.

Esta estrutura é uma das cinco que vai seguir o modelo de parcerias público/privadas (PPP), na área da saúde, e espera agora pela posição da Comissão de Avaliação, que vai analisar se a proposta está de acordo com o caderno de encargos.

Seguindo os procedimentos normais neste tipo de processos, o presidente da Administração Regional de Saúde do Algarve Rui Lourenço lembra que «só será conhecida a posição final em Setembro». Nesta altura, se a proposta for aceite, a entidade que assumir a concessão vai ter «o período de Outubro até Junho do próximo ano para instalar os equipamentos e criar condições para pôr a funcionar os serviços do Centro de Reabilitação».

A entidade que assumir a gestão da unidade de saúde, que vai servir o Baixo Alentejo e Algarve, terá um período de concessão de sete anos, ficando sempre o Estado detentor da propriedade física da estrutura. Durante estes anos, o governo vai pagar todo o trabalho desenvolvido pela empresa que assumir a gestão, podendo, após este tempo, decidir se quer continuar com este tipo de sistema ou se está em condições de gerir directamente a unidade de saúde.

O Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul continuará sempre a pertencer ao Serviço Nacional de Saúde e estará acessível a toda a gente.

Após algumas dúvidas sobre este modelo de gestão, o actual responsável pela saúde no Algarve, e que, antes de assumir o cargo, era bastante crítico em relação a este modelo, garante agora que «esta não é nenhuma situação de privatização», já que o Estado pode decidir se quer continuar com o modelo PPP ou não. «Os privados têm que se comprometer a fazer o mesmo que o Estado iria fazer, com menos dinheiro e mais qualidade», apresenta como garantia Rui Lourenço.

16 de Junho de 2005 in "barlavento. on-line"

28 maio 2005

Caçadores em acção de limpeza

Caçadores são-brasenses juntaram-se a acção de limpeza no Algarve

São Brás de Alportel juntou-se à acção de limpeza de terrenos, lançada pela Federação de Caçadores do Algarve, sob o lema “Transformar uma jornada de caçada num dia do Ambiente”. Assim, no domingo, dia 8 de Maio, perto de dez dezenas de associações de caçadores do concelho lançaram mãos à obra, num dia de muito trabalho, por um nobre causa: a limpeza da natureza.

A nível regional, foram recolhidas 800 toneladas de resíduos, que se encontravam abandonados, em pleno espaço natural e só no concelho de São Brás de Alportel, foram recolhidas 35 toneladas !

Grande parte destes resíduos são “monos” – resíduos muito volumosos que deveriam ser colocados junto aos contentores, para serem recolhidos, no dia em que periodicamente, os serviços da autarquia efectuam este serviço. Infelizmente, estes comportamentos lesivos do ambiente ainda continuam a ser uma realidade, como ficou comprovado por esta mega acção de limpeza, protagonizada pelos caçadores algarvios.

Em São Brás de Alportel, participaram na acção a Associação de Caçadores da Mesquita, o Clube de Caça e Pesca dos Parises, a Associação de Caçadores da Cabeça-do-Velho, o Clube de Caça e Pesca da Britadeira de S. Romão, o Clube de Caçadores da Cova da Muda, a Associação de Caçadores dos Vilarinhos, a Associação de Caçadores e Pescadores dos Besteiros e o Clube de Caça e Pesca dos Machados.

Os caçadores são-brasenses quiseram mostrar a sua preocupação com a preservação da natureza e com o equilíbrio dos ecossistemas, deixando o apelo de uma maior consciência cívica e ambiental.

CM - S BRÁS / Marlene Guerreiro - 2005-05-26 19:29:24
"In A Voz de Quarteira"

25 maio 2005

Habitação económica avança em S. Brás

Habitação económica avança em S. Brás - II - 2005

A Câmara Municipal de S. Brás de Alportel e a Federação Nacional de Cooperativas de Habitação Económica assinaram um protocolo para a criação de habitação a custos económicos.

A autarquia justifica o acordo dado o facto de "parte do parque habitacional do Município se encontrar envelhecido e degradado e a oferta de habitação por parte do sector privado, quer para a aquisição quer para arrendamento, ter preços inadequados às capacidades económicas de muitas famílias".

A não concretização, na zona da Chibeira, do projecto de construção de 20 fogos de habitação social, foi mais um dos factores que levaram a tomada desta decisão, "de forma a ampliar a oferta de habitação económica e habitação social no concelho".

Segundo a autarquia, "o orçamento municipal de 2005 contempla um significativo esforço, dentro das possibilidades financeiras do município, para a aquisição de imóveis para uso de habitação social, no quadro das necessidades avaliadas pela Rede Social em implementação no terreno, onde uma nova avaliação destas carências e necessidades está a ser efectuada por forma a garantir um maior rigor na atribuição de apoios por parte do município".

Estão igualmente previstos apoios não só para habitação social, mas também para a melhoria das condições de habitabilidade, sobretudo, nos edifícios mais antigos. Nestes casos, os projectos poderão ser objecto de candidaturas a programas comunitários, como por exemplo o PROHABITA.



Habitação económica avança em S. Brás - I - 2002

20 fogos de Habitação Social para São Brás de Alportel

São Brás de Alportel terá, dentro em breve, um bairro social de 20 fogos, para realojamento de algumas famílias carenciadas do concelho. Foi recentemente aprovado um Acordo de Colaboração entre a Câmara Municipal e o Instituto Nacional de Habitação, que tem por objectivo a construção de vinte fogos, destinados ao arrendamento, no regime de renda apoiada, para as populações residentes em barracas ou construções similares.

Após aprovação da candidatura apresentada ao Instituto Nacional de Habitação, para financiamento da construção de um bairro social de 20 fogos, destinado ao realojamento de famílias carenciadas, a Câmara Municipal aprovou, por unanimidade, a minuta de acordo de colaboração a celebrar com aquele Instituto, na qual são definidos os termos da parceria a estabelecer para este investimento, ao abrigo do Programa Especial de Realojamento.

O Programa envolve um investimento total estimado de 932.991,00€ . Segundo este Acordo, o INH comparticipará, a fundo perdido, 50% do custo da construção e, através de empréstimo de longa duração , financiará os restantes 50%. Estando já garantido o financiamento, adquiridos os terrenos e estando o projecto em fase de conclusão, deverá o respectivo concurso público ser aberto, ainda no decorrer deste ano.

M.G.

11 de Junho de 2002 08:42 - "In região-sul.pt"

15 março 2005

Moinho do Bengado voltar a girar


São Brás de Alportel vai dar vida ao Moinho do Bengado.
A requalificação deste espaço histórico está a ser desenvolvida ao abrigo do projecto de valorização dos vários moinhos na área do município e é financiada pelo Programa Comunitário INTERREG IIIA, Projecto ITUR - Integração de Itinerários Turísticos Transfronteiriços.

Para desenvolver este projecto a autarquia procedeu à aquisição do moinho por um valor de cerca de 7 mil euros. Os trabalhos de requalificação orçam num valor que ronda os 53 mil euros.

01 março 2005

Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul

António Eusébio preocupado com a conclusão da maior obra no sector da saúde em curso no Algarve

Neste momento decorrem as obras de construção do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul, no Município de São Brás de Alportel, obra estruturante para o desenvolvimento do concelho e do Algarve, que certamente recolocará este concelho algarvio no mapa da saúde do país. Projectada e lançada pelo anterior Governo, a obra está a ser erguida no antigo Sanatório Vasconcellos Porto.

Para o Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, a entrada em funcionamento deste Centro representa uma mais valia para o concelho, não apenas do ponto de vista da oferta de serviços de saúde, mas também ao nível do desenvolvimento económico, sendo sinónimo de um acréscimo de actividade económica e de emprego ao nível local, e nesse sentido entende necessário tomar algumas medidas para que a sua concretização vá ao encontro das legítimas expectativas dos são-brasenses.

O dono da obra - Hospital Distrital de Faro - não deu conhecimento até ao momento à Câmara Municipal do projecto em curso, desconhecendo a edilidade alguns pormenores relevantes que preocupam o autarca. Com o propósito de obter resposta a algumas questões que considera pertinentes, António Eusébio expôs ao Conselho de Administração do Hospital Distrital de Faro as suas preocupações, no dia 26 de Fevereiro, em ofício do qual deu conhecimento à Assembleia Municipal (na sua sessão ordinária de 26 de Fevereiro), aguardando os necessários esclarecimentos.

Os acessos, o emprego e o ambiente são preocupações expressas pelo autarca
Sendo a criação de emprego um objectivo central da autarquia, a preocupação principal de António Eusébio prende-se com a necessidade de garantir que a entrada em funcionamento do Centro signifique criação de emprego a nível local e que, mediante programas de formação profissional ou outro método, se promova a reconversão e inserção profissional de muitos activos no Município, combatendo o desemprego e a desocupação.

Uma outra preocupação está relacionada com os acessos, circulação interna e estacionamento de apoio ao Centro, condições que o edil considera necessárias para garantir que o previsível aumento de tráfego automóvel provoque as mínimas disfunções ao nível da circulação e segurança rodoviária de São Brás de Alportel, área na qual a autarquia tem investido avultados montantes na melhoria das acessibilidades.

É certo que ao acréscimo de actividade corresponderá um acréscimo de circulação e de estacionamento automóvel, prevendo-se uma circulação diária que deve rondar algumas centenas de veículos, na sua maioria veículos ligeiros, mas também alguns pesados, o que leva o autarca a prever que poderá ser necessária a implementação de um parque de estacionamento na proximidade do Centro, assim como garantir que a fluência de tráfego seja feita em condições de normal fluência e segurança, uma vez que o actual corredor de acesso da estrada municipal ao Centro é de reduzida largura e está ladeado de arvoredo de uma riqueza natural que interessa preservar.

As dúvidas relacionadas com o volume, tratamento e destino das águas residuais do futuro Centro foram também manifestadas pelo autarca, numa altura em que, devido à demora do projecto regional de criação do Sistema Intermunicipal de Tratamento de Águas residuais, as estações de tratamento do concelho atingem níveis muito próximos dos seus limites.

António Eusébio quer prevenir situações menos confortáveis para os seus munícipes e garantir que a construção do Centro de Medicina Física e Reabilitação do Sul seja integrada com as necessidades de emprego e desenvolvimento local e mostra-se disponível para colaborar com os Serviços do Hospital de Faro na prossecução destes objectivos..

By:
Marlene Guerreiro - CM/S. Brás de Alportel - 2004-03-05 22:40:38
In: Jornal A Voz de Quarteira

03 fevereiro 2005

Reciclagem Cortiça

São Brás Alportel lança campanha para reciclar rolhas de cortiça.

Reciclar rolhas de cortiça para as transformar em pavimentos, material de isolamento ou marcadores é o objectivo de uma campanha de sensibilização que arrancará dentro de dias no concelho de São Brás de Alportel, revelou a autarquia.

"Neste momento estamos a recolher rolhas em dez restaurantes do concelho de São Brás e já obtivemos dezenas de sacos", disse o vereador do pelouro do Ambiente, adiantando que o objectivo é alargar a todo o Algarve a colocação de rolhões - recipientes para colocar rolhas de garrafas e garrafões.

Depois de recolhida, a cortiça seguirá para as indústrias transformadoras do Montijo, para a produção de novos produtos à base de casca do sobreiro, como material de isolamento para habitação, bases para copos ou quadros para fixar papéis.

Durante a campanha de divulgação, prevista para arrancar ainda antes do fim do mês, os rolhões, que terão uma dimensão idêntica aos pilhões (pequenos contentores para as pilhas usadas), serão colocados junto aos ecopontos - com recipientes próprios para papel, vidro e embalagens - espalhados pelo concelho.

Contudo, pretende-se que a campanha ecológica de recuperar a cortiça se espalhe por "todo o Algarve e mesmo a todo o país", estando já a preparar-se parcerias com as restantes autarquias da região para participarem na iniciativa.

Preocupado com a quantidade de cortiça produzida na região, que é cada vez menos devido aos inúmeros incêndios e às doenças que atingem e destroem os sobreiros, o vereador do Ambiente explicou que a campanha de reciclagem surge como uma forma de preservar um produto de "imenso valor nacional".

A iniciativa é fruto de sinergias entre a autarquia de São Brás de Alportel, Associação da Rota da Cortiça e a Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça.



In: ecosfera.publico.pt - o3/02/2005

21 dezembro 2004

Obras de Saneamento

Trabalhos orçados em 19 milhões de euros vão contemplar cinco concelhos do Algarve: Faro, Loulé, Lagoa, S. Brás e Tavira.



A Águas do Algarve, S.A, concessionária do Sistema Multimunicipal de Saneamento do Algarve, vai adjudicar três grandes obras em cinco concelhos algarvios, nomeadamente, Faro, Loulé, Lagoa, S. Brás de Alportel e Tavira, num investimento global superior a 19 milhões de euros.

O objectivo é dotar a população com um serviço de drenagem e tratamento das águas residuais integrado, capaz de garantir um tratamento adequado do efluente.

A primeira destas obras é a empreitada de construção de Sistemas Interceptores e Elevatórios nos concelhos de Lagoa, Loulé, S. Brás de Alportel e Faro.

Esta empreitada, dividida em três lotes, inclui a construção do Sistema Elevatório do Carvoeiro, o destino final do efluente da ETAR da Boavista e a regularização da Vala da Lameira.
O segundo lote consiste na construção do Sistema Interceptor e Elevatório de Quarteira e Vilamoura;
enquanto o terceiro lote consiste na ligação de S. Brás de Alportel, por Estoi e Conceição, à ETAR Nascente de Faro.
Com a construção do sistema interceptor, serão desactivadas várias ETAR dos concelhos de S. Brás de Alportel e de Faro, nomeadamente: Alportel, S. Brás de Alportel, Sanatório, Vilarinhos, Conceição e Estoi.

Os efluentes dos municípios de S. Brás de Alportel e de Faro Nascente serão tratados na ETAR Nascente, a qual também será objecto de alterações e melhoramentos.

O segundo grande trabalho é a construção do Interceptor de Vale do Garrão, que permitirá a desactivação de três ETAR actualmente existent

30 novembro 2004

Jovens talentos de São Brás ganham distinções

No passado fim-de-semana (dia 27) os 25 jovens mais talentosos do concelho de São Brás de Alportel foram reconhecidos pela autarquia com os Prémios Juventude que foram distribuídos por 11 distintas categorias: desporto, música, moda, artes, letras, ciência/investigação, comunicação, jovem empresário, inovação, solidariedade/voluntariado e iniciativa.

A cerimónia decorreu no Cine-Teatro Municipal e contou com a presença de membros dos observatórios municipais da Cultura e do Desporto, representantes de várias as associações do concelho, membros da comunicação social local e dos órgãos autárquicos que compuseram o júri.

E os premiados foram:
Desporto (Hugo Faria);
Artes (Octávio Lourenço);
Música Vítor Alves);
Moda (Bruno Vicente);
Letras (Ana Gonçalves e Dora Gago);
Ciência/Investigação (Angelina Pereira);
Comunicação (Nelson Pires e Rui Viegas);
Inovação (Sandra Correia);
Jovem Empresário (João Dias);
Solidariedade (Filipe Pires) ;
Cidadania (Dina Correia).

Para além deste Prémios da Juventude, a autarquia atribuíu ainda os Prémios Município a Mário Cunha (melhor aluno do 12º ano do concelho no ano lectivo 2003/2004), Irina Coelho, Pedro Santos e Renato Pires, ao Grupo Juvenil de Acordeonistas, ao Grupo de Jovens Sem Fronteiras de São Brás de Alportel e aos jovens bombeiros voluntários.

A animação da gala ficou a cargo do grupo musical "Rockestra".

24 outubro 2004


Estas duas edições são o fruto (poucas vezes a expressão terá sido tão adequada) de múltiplas colaborações. · Entre professoras do Agrupamento Escolar de São Brás de Alportel, que coordenaram, · a escritora Glória Marreiros e alunos (muitos!) de vários anos e escolas, que partilharam a escrita das histórias, a Câmara Municipal de São Brás de Alportel, e também a CCDR do Algarve e a Sociedade de Golf da Quinta do Lago, que apoiaram a edição.