30 abril 2006
UDR Sambrasense
Sambrasense perde a primeira Final
Na luta pela permanência na I Divisão, o UDR Sambrasense perdeu esta tarde a primeira das 4 “finais” que tem que disputar.
Numa fase crucial do campeonato distrital da I Divisão (restam três jornadas) esta ronda ficou marcada por três goleadas às quais se juntaram ainda duas vitórias por três golos.
O líder Quarteirense venceu facilmente o Culatrense por 4-0 e o segundo classificado, Campinense, venceu pela margem mínima o Sambrazense (2-1).
Na luta pela manutenção, o Guia quebrou a séria negativa de oito jogos a perder goleando o Parchalense por 6-0, garantindo assim a permanência. Passo importante rumo ao mesmo objectivo deu o Armacenense ao ir vencer a Lagos o Esperança por 3-1. O Faro e Benfica infligiu a derrota mais pesada da temporada ao Serrano ao ganhar por 4-0.
Num jogo equilibrado, Monchiquense e Castromarinense empataram a dois tentos, ponto que serviu as pretensões das duas equipas. O Castromarinense continua na parte superior da tabela e o Monchiquense respira agora ares de tranquilidade.
O já despromovido Machados perdeu em casa com o vizinho Salir por 0-3 numa jornada em que o Algarve United descansou. Na cauda, Culatrense e Sambrazense perderam diante dos dois primeiros mantendo-se a indefinição quanto ao conjunto que terminará a competição no 14º lugar e que também dá direito à descida.
O campeonato pára no próximo sábado, reatando-se no dia 13 para entrar nas últimas três jornadas, contudo, para acerto, cumprir-se-á no dia 6 de Maio às 16H00 o Machados-Campinense, jogo que está em atraso.
Opinião dos Leitores - Instituições Públicas

satisfazendo os pedidos de alguns leitores
Um espaço para falar das instituições públicas são-brasenses
"em São Brás como funcionam as instituições públicas?"
Curso de Braille
A Associação Tempus, irá realizar, em São Brás de Alportel, diversos Cursos de Braille, dirigidos à população em geral.O Braille é um sistema de leitura através do tacto para pessoas com deficiência visual.
Os Cursos permitirão aos formandos adquirir as competências necessárias para escrever em Braille e ler em Braille e serão realizados num horário a combinar com os formandos inscritos.
Se está interessado, contacte-nos para obter mais informações ou para efectuar a sua inscrição:
Rua 18 de Junho, 96, 1º Dto Olhão
Tel: 289 721 622; Fax: 289 721 622
E-mail: tempus@iol.pt
29 abril 2006
A passo de carangol
No dia 9 de Janeiro começaram obras de renovação na EN2, a partir do Largo de S. Sebastião e a acabar numa rotunda mais a norte, mas para trás ficaram casas em ruínas e várias oficinas, que fazem da via pública parque de estacionamento...
O que está a aparecer no terreno, é uma via central demasiado estreita (será que um carro de incêndios lá passa; e se uma viatura se avariar, quem, e como, de lá se retira?), ladeada por passeios de grandes dimensões (certamente que são esperadas multidões a “passear” nestas avenidas de pedra!) e por locais de estacionamento em fila (o que reduz substancialmente o número de viaturas a estacionar).
Os passeios e os locais de estacionamento, estão a ser empedrados com a chamada “calçada portuguesa”, maioritariamente por trabalhadores africanos, mão-de-obra barata, pouco qualificada, que martela furiosamente a pedra a grande velocidade, já que ganham ao m2, muitas vezes, partindo-a inconvenientemente, mas mesmo assim, colocando as peças partidas que, como é evidente, não irão resistir muito tempo até ficarem soltas.
Já há outras “obras” deste género nos novos acessos à Vila, e também na parte velha do burgo, que deveriam ter servido de padrão do que não se deve fazer, mas como nada se aprendeu, só quem não quer ver, é que não nota que as calçadas estão mal feitas que muitas pedras já foram à vida.
Que é feito da “calçada portuguesa ”produzida por verdadeiros artistas (em Lisboa, o município, há anos, organizava cursos para calceteiros e o resultado foram passeios e ruas de rara beleza, verdadeiras obras de arte) que ficava toda alinhadinha em perfeita esquadria, bem compactada por um processo bem concebido de travejamento das pedras que as não deixavam soltar?.
Dado que a” boa calçada” consome mão-de-obra intensiva e, por isso cara, que, aliás já não existe em qualidade, por os antigos calceteiros terem passado à reforma, a maior parte dos municípios já há muito abandonaram este processo, tendo, em sua substituição, adoptado o método dos pavimentos de placas de cimento ou de granito, que hoje se apresentam no mercado de várias dimensões, cores e feitios (no nosso concelho há uma fábrica destes materiais), possibilitando arranjos e combinações de que resultam trabalhos de grande beleza estética, além de apresentarem um piso mais suave e seguro para quem anda a pé, sobretudo para os mais velhos (é raro o dia em que não caia alguém nos maus empedrados da Vila). Então porque se insiste na “calçada portuguesa”?.
Pessoalmente, julgo que em defesa de uma tradição que hoje, como vimos, é uma mera utopia, uma miragem num deserto de ideias que ainda parecem povoar as mentes de alguns projectistas muito distraídos em relação às novas tecnologias, mantendo-se numa obsessão doentia por velharias fora de uso, e que não foram capazes de se actualizar, quando para isso era só observar a realidade actual por esse mundo fora.
Uma outra hipótese é a da mera teimosia a qual me custa a aceitar, pela razão de que essa eventual obstinação custaria muito dinheiro retirado dos bolsos de nós todos que somos contribuintes. Por isso aqui deixo mais uma pergunta.
Quanto tempo demoraria a colocar um dos novos pavimentos na Rua Dr. Evaristo Gago?
Pelo processo actual, os calceteiros já lá estão desde o dia 9 de Janeiro e não é previsível determinar quando terminarão o seu trabalho, que terá no final, todos os defeitos que se salientaram. E a andar-se assim a esta velocidade de caranguejo/caracol, quanto tempo mais ainda se levará a chegar à rotunda, e quem ressarce os comerciantes e os moradores da zona dos prejuízos causados por obras tão prolongadas?
REPORTER XPTO
S. Brás, 20 de Março de 2006
IN: NOTICIAS S.BRAZ
Parece que em São Brás é mesmo necessário manter-se o anónimato na hora de fazer criticas ao actual executivo!!... o sr. XPTO certamente estará a defender-se de possivel represálias por parte do executivo, não?!.... e se muita gente pensava que a ditadura tinha acabado com o 25 de Abril, esta é mais uma prova que em São Brás ainda funciona... podes falar mas cuidado, senão fazem te a vida negra!
De admirar é o facto de o Noticias de S.Braz (o pasquim da câmara) publicar uma noticia destas!
28 abril 2006
Encontro de Velhos Ciclomotores

Por GIDI ,
Encontro de Velhos Ciclomotores promete superar edições anteriores e juntar três centenas de amigos
Depois do êxito alcançado nas duas edições anteriores, registando mais de 200 velhos ciclomotores no ano passado, a organização do Encontro Anual dos Amigos dos Velhos Ciclomotores, a cargo do Grupo Desportivo e Cultural de Machados, pretende alcançar as três centenas de relíquias de 2 rodas, no III Encontro, no próximo domingo, dia 26 de Março. (VER NOTICIA COMPLETA)
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IN: NOTICIAS S.BRAZ
3º Encontro dos amigos dos ciclomotores antigos juntou 200 nos Machados
Duzentos amigos dos ciclomotores antigos juntaram-se mais uma vez por iniciativa do grupo Desportivo e Cultural de Machados.
Assim no passado dia 26 de Março foram muitos os que se juntaram levando os seus motociclos, antigos, muitos deles tratados como verdadeiras relíquias.
Um passeio até ao centro da vila com paragem na Avenida da Liberdade, e um almoço convívio marcou mais este encontro dos amigos do ciclomotores antigos em que participou o Presidente da Autarquia também ele com o seu motociclo(e que belo motociclo! um exemplar magnifico e bem conservado!) bem como os vereadores Vítor Guerreiro e Judite Neves. (já estes foram... só para o discurso!)
Estão pois de parabéns o Grupo Desportivo e Cultural de Machados por mais este encontro cada vez mais participado(?) e em que foi possível ver verdadeiras relíquias do passado.
27 abril 2006
XIV Aniversário - MC “Os Unidos da Estrada”
IN NOTICIAS S BRAZ
O Moto Clube de S. Brás “Os Unidos da Estrada” assinalaram mais um aniversário no passado dia 1 de Abril.
Com uma sala praticamente lotada no armazém da D. Catarina na Mesquita foram muitos os moto clubes amigos que vieram dar um abraço aos Motards sambrasenses.
Também as autarquias Câmara Municipal e Junta de Freguesia não faltaram bem como os muitos dos que habitualmente apoiam o Moto Clube nas sua diversas iniciativas e actividades.
Como sempre foram ofertados aos colaboradores, associações e convidados uma lembrança, que visa agradecer o poio recebido ao longo do ano nas mais diversas formas para que as actividades que os Motards sambrasenses desenvolvem tenham êxito.
Cantados os parabéns e distribuído o bolo de aniversário, foi a vez dos agradecimentos e distribuição de lembranças, o banda musical sambrasense musical Joana Caravana e João Pintinhos encerrou este jantar de aniversário.
26 abril 2006
São Brás (mais) solidário
A Rede de Voluntariado que está a ser criada neste concelho vai no bom caminho. Até ao momento 33 pessoas já se disponibilizaram para dar o seu contributo como voluntárias. O núcleo dinamizador da rede está a fazer o levantamento das necessidades sociais do concelho e a traçar propostas de intervenção, as quais foram discutidas no passado dia 11 na Associação In Loco.
Para aderir a este movimento de solidariedade, basta ir aos Bombeiros Voluntários fazer a sua inscrição.
Esta iniciativa insere-se no âmbito do Projecto “São Brás Solidário”, da responsabilidade de uma parceria constituída pela In Loco, Câmara Municipal de São Brás, Associação dos Industriais e Exportadores de Cortiça, Bombeiros Voluntários do concelho e Associação Nacional de Jovens para a Acção Familiar e apoiada pela Iniciativa Comunitária Equal.
24 abril 2006
Algumas raízes do problema autárquico
A Administração Local, qual longa manus da administração central, é um governo com rosto, com proximidade, diria mesmo, com cumplicidade. Em Portugal, a tradição de pequenos governos locais estende as suas fundações, firmes e vetustas, até aos primórdios da nacionalidade. Os pelourinhos, os forais, verdadeiras cartas de alforria para as localidades, as domus municipalis (lato sensu), fazem parte de uma cultura de descentralização, da qual o nosso país – neste aspecto específico - não pede meças a nenhum outro. As edilidades são, pela Lei e sobretudo, pelo Costume, uma instituição fulcral, tendo desenvolvido, até hoje, um papel determinante no desenvolvimento de cada terra e de cada região. E, mais recentemente, com o 25 de Abril, a submissão do poder local ao salutar escrutínio do voto popular, pareceu adicionar-lhe, “et pour cause”, um valor acrescentado.
Mas, curiosamente, ao que hoje assistimos pelos media, no doce remanso dos nossos lares, é ao total aviltamento e enviesamento da administração do poder local.
A democracia trouxe consigo um esgar de esperança, uma promessa de oportunidades, para um país que, letargicamente, parecia querer mudar. Com a devolução do poder ao povo - que é “quem mais ordena”... - a democracia parecia ser a génese de toda a prosperidade.
Foi aqui que se deu o primeiro mal entendido. Houve um fenómeno tipo “lost in translation” em que alguém se esqueceu de avisar que não é o regime em si próprio que oferece as oportunidades. Bem pelo contrário, são as suas sinergias que criam as condições para a criação de uma sociedade civil livre, autónoma, responsável, culta, ambiciosa e voluntariosa.
Donde, e aqui chegados, desgraçadamente, somos obrigados a constatar que esta sociedade civil não existe, e continua a ser aquilo que, ontem como hoje, desejamos alcançar. Porquê? Porque, precisamente, há quem remedeie este mal e faça do próprio regime e das próprias instituições democráticas, o instrumento da sua ambição.
Num país em que as oportunidades não são muitas, em que a mobilidade social era, até há bem pouco tempo, reduzida, em que a iniciativa privada soçobra à sombra de um estado omnisciente e ubíquo, as instituições políticas são vistas não como um meio de promover o bem comum, mas como um fim em si mesmas, pronto a responder à voracidade alpinista de novos e velhos.
De facto, a falta de saídas profissionais, o recurso à emigração e agora a neo-emigração (fenómeno distinto pois inclui nas suas fileiras não só gente sem meios mas os mais qualificados, é a famosa "fuga de cérebros"), as dificuldades em subsistir num interior cada vez mais desertificado, demandou uma cruzada à oportunidade fácil. A resposta foi, inevitavelmente, orbitar à volta do poder institucional dos aparelhos partidários. Como hipótese de ascensão ao Olimpo dos apaniguados do poder, que assim estendem a mão às prebendas dos barões.
Ora o aprofundamento da cultura democrática não acarretou - longe disso - um amadurecimento da consciência cívica. Do objectivo de uma democracia participada criou-se uma “democracia de carreira”.
Tal falta de denodo por banda dos cidadãos, só se compreende e poderá justificar por uma “iliteracia cívica” endémica. Num país pobre, não há sobras para um aprofundamento cultural, no sentido mais amplo do termo. A baixa taxa de alfabetização, o baixo grau cultural da população, não cria só problemas de produtividade. Arrasta, inexoravelmente, uma inconsciência ético-política complacente, não incentivando a socialização da polis. Ou será que ainda alguém acredita na ideia rousseauniana do “bon sauvage”? Neste campo, quem leva vantagem é Hobbes.
Daí que o exercício do direito de voto, como garante do funcionamento normal das instituições, ao permitir a putativa escolha dos melhores, não seja uma escrutínio real dos mandatários, por banda dos mandantes. Metamorfoseou-se num instrumento, perfeito e inatacável, de legitimação formal de cliques aparelhísticas. Criando a perversão ideal do sistema: então o voto não é universal? Na verdade, contra este facto, que é argumento bastante, não há réplica.
Por isso, é ver os “Jotinhas” essa incubadora do caciquismo militante, os barões partidários, as distritais e as concelhias, prenhes de gente ávida e trabalhadora, que realmente se esforça por conseguir um lugar ou um posto que lhe dê um título, que lhe permita exercer um pequeno poder, quase sempre de forma despótica e discricionária.
O ciclo fecha-se com a actual desistência daqueles que mais deveriam estar alerta, beneficiando do beneplácito e incentivo de uma sociedade cada vez mais individualista e egocêntrica.
Felizmente, ainda, que assistimos a fenómenos inconcebíveis. É sinal que se vão descobrindo. Porque, miseravelmente, o real problema são os milhares que todos os dias, meses e anos, e em todas as eleições vão levando ou tentam levar a água ao seu moinho, por esse país fora…!
23 abril 2006
São Brás comemora 25 de Abril
Na Biblioteca Municipal de São Brás de Alportel, estará patente de 22 a 30 de Abril, a exposição «A Construção do Poder Autárquico Democrático no Algarve» com a organização da Associação 25 de Abril. A exposição apresenta textos e cartazes lançados por ocasião do 30º aniversário da Revolução dos CravosNo dia 25 de Abril, às 10 horas, haverá uma cerimónia de hastear da bandeira nos Paços do Município.
No mesmo dia, o campo de futebol António Coelho será palco do tradicional desafio entre solteiros e casados, seguindo-se um almoço na sede do clube organizador do evento, o Grupo Desportivo e Cultural de Machados.
21 abril 2006
watchdog !
sbras.blog está a causar mau estar junto dos responsáveis camarários, porque tem servido para a divulgação e discussão do caso da demolição do armazém na Rua Serpa Pinto. Chegou via e-mail o link para o Sbras, não é um weblog mansinho é polémico q.b..
Não conheço S. Brás o suficiente para perceber as polémicas, mas que não há fumo sem fogo. E as nossas câmaras,…
...Já nos chamaram tudo! cão de guarda!?... era só o que faltava!!!
20 abril 2006
Forúm São Brás
A partir de hoje, está aberto para testes o forúm são brás.Um espaço que se destina a discussão de ideias tendo como pano de fundo a nossa terra "São Brás de Alportel".
http://sbras.forumvila.com
Os temas a debate são abertos pelos utilizadores do forúm
a identificação dos mesmos é obrigatória.
Director Centro de Saúde recebe Medalha
Na impossibilidade de a ter recebido das mãos de Sua Excelência o Ministro da Saúde, Prof. Dr. António Correia de Campos, na sessão comemorativa do Dia Mundial da Saúde, por ordem familiar, esta foi-lhe entregue pelo Conselho de Administração da ARS Algarve no dia 17 de Abril, em cerimónia pública ocorrida no Centro de Saúde de São Brás de Alportel.
Exemplo de dedicação ao serviço público, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel desde 1982, cuja imagem de excelência e de qualidade tem vindo a projectar ao longo dos anos, o Dr. José Gomes Cabral, Licenciado em Medicina, especialista em medicina geral e familiar com o grau de consultor em clínica geral, a trabalhar no Algarve desde 1979 onde também tem exercido funções como Adjunto do Delegado de Saúde Concelhio, revelou ao longo dos seus 32 anos de carreira, qualidades de trabalho, de organização, de humanidade, de liderança, que permitiram projectar o Centro de Saúde de São Brás de Alportel como um local de excelência, quer pela qualidade de trabalho aí prestado por todos os seus profissionais, quer pelo seu entrosamento na comunidade.
Nesta ocasião a Administração Regional de Saúde do Algarve e todos os seus profissionais, não podem deixar de se sentir orgulhosos por esta distinção, agradecendo publicamente ao Dr. José Gomes Cabral como cidadão e como profissional de saúde, o exemplo de dedicação ao serviço público.
19 abril 2006
Espectáculo de Beneficência - Bombeiros
Música, dança, multimédia e arte, são as diferentes componentes que dão forma a este espectáculo, que tem por objectivo a angariação de fundos para ajudar a Associação nas obras de melhoria do Quartel dos Bombeiros Voluntários. Os soldados da paz são-brasenses promovem um espectáculo diversificado, que é resultado de um conjunto de gestos solidários, sendo que todos os momentos artísticos são gentis ofertas dos artistas intervenientes no programa.
Ao adquirir o seu bilhete, estará a contribuir para as obras de melhoramento do Quartel dos Bombeiros de São Brás de Alportel e a habilitar-se ao sorteio de um bonito quadro de Eduardo Dias, gentilmente cedido pelo autor.

Grupo Musical Luangraal apresenta-se pela 1ª vez em São Brás de Alportel
Fundado em Agosto de 2004, o grupo musical Luangraal é composto por 4 membros: Lia Graça, na voz; Albertino Monteiro, na guitarra clássica, Rui Almeida, no contrabaixo e Ricardo Marques, na guitarra portuguesa.
São “Quatro personalidades. Uma paixão ao primeiro ouvido. Três pares de mãos que se dão... bem - na Guitarra Portuguesa, na Viola, no Contrabaixo”, como gostam de apresentar-se, levando a alma da música portuguesa, na voz do Fado, nos acordes da Guitarra Portuguesa e na melodia da Música Ligeira.
in: www.cm-sbras.pt
18 abril 2006
Associativismo São-Brasense - Apoios
GIDI CM SBA
Por considerar que as associações desempenham um papel fundamental no desenvolvimento cultural, desportivo e social do concelho, a Câmara municipal apoia a dinamização das suas actividades e iniciativas, assim como a prossecução dos seus objectivos e a melhoria das suas infra-estruturas. Assim a Câmara, a semelhança de anos anteriores, deliberou atribuir para ano de 2006 os seguintes subsídios:
Associação Cultural Sambrasense – 11 040 €uros
Associação Cultural Veredas da Memória – 1 000 €uros
Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça – 4 200 €uros
Associação Jovem Sambrasense – 15 000 €uros
Casa da Cultura António Bentes – 18 000 €uros
CCD Trabalhadores Câmara – 21 000 €uros
GDC Machados – 31 500 €uros
Paróquia de São Brás – 2 400 €uros
Rancho Típico Sambrasense – 2 400 €uros
Sociedade 1º Janeiro – 21 060 €uros
UDR Sambrasense – 36 000 €uros
Associação do Alportel - ?
Associação Amigos de São Brás - ?
Associação In-Loco - ?
Bike Clube - ?
Clube Caça e Pesca de São Brás - ?
etc. etc. etc. etc. - ?????????
(… nesse mesmo mês, foram também assinados “à pressa” procolos plano de apoio ao associativismo relativos aos anos de 2005, 2004, e em alguns casos 2003 que se encontravam por assinar.)
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Associação São-Brasense doa 60 000 €uros
in:Barlavento
Os Amigos de São Brás - instituição algarvia que doou à Unidade de Radioterapia de Faro 60 mil euros - consideram absurdo que os pacientes algarvios tenham de viajar até Lisboa para as sessões de radioterapia, e «permanecer cerca de cinco semanas na capital para receberem 10 minutos diários de tratamento». (ver noticia completa)
Só em 2005 os “AMIGOS DE SÃO BRÁS” doaram:
osambrasense -n.253
Bombeiros Voluntários São Brás – 3 700 €uros + 1000 €uros em equipamento
Famílias Carenciadas do concelho - 1 000 €uros
Centro de Saúde São Brás - 1000 €uros em equipamento
(…para quem não sabe os Amigos são o grupo de uma senhoras inglesas que iniciaram a “feira da velharias”
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Noticia Última Hora
26/04/2006
De salientar que como de costume os lucros revertem a favor dos Bombeiros de S. Brás, dos carenciados do concelho e do Novo centro de Radioterapia de Faro
in: NOTICIAS S.BRAZ
17 abril 2006
U. D. R. Sambrasense - Opinião dos leitores

falem do que quiserem, mas por favor,
expressem as suas opiniões sem asneiras.
dá-nos muito trabalho apagar comentários.
...e não se esqueçam, a Direcção da União
está atenta as v/ criticas, sugestões ou elogios.
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O Sambrazense empatou no derby de S. Brás (0-0 com o Machados) e comprometeu seriamente as suas pretensões de manutenção na I Divisão Distrital. A equipa de Avelino Condinho está a seis pontos do Culatrense que descansou nesta jornada e mercê dos pontos em disputa (quinze) e dos dez somados, o Machados viu confirmada, matematicamente, a despromoção à II Distrital.
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22/04/2006
Noticia de Última Hora
16 abril 2006
São Brás volta a florir no Domingo de Páscoa
As principais ruas da vila vão voltar a ser embelezadas por milhares de rosas e flores campestres, dando forma a uma extensa passadeira florida. No Domingo de Páscoa, tapetes de flores vão descrever o percurso da Procissão da Aleluia, em mais uma Festa das Tochas Floridas, em São Brás de Alportel.
As principais ruas da vila vão voltar a ser embelezadas por milhares de rosas e flores campestres, dando forma a uma extensa passadeira florida, sendo já considerada uma das mais genuínas manifestações culturais de cariz religioso do país.Este trabalho é feito por muitos dos habitantes da vila, que se dedicam durante as semanas anteriores e toda a noite e madrugada de domingo, para que, na manhã de Páscoa, tudo esteja perfeito.
Os homens levam nas mãos tochas floridas e formam duas alas a abrir a procissão.
A explicação religiosa para o facto de serem só homens a erguer as tochas na frente da procissão, assenta na ideia de que as confrarias, o grupo que vai à frente do pálio, serem compostas apenas por homens. As irmandades, onde estavam as mulheres, seguiam atrás.
Ao longo da procissão, que começa às 11h30, os homens reúnem-se em pequenos grupos para se levantar o grito do «Aleluia». Pelas ruas, ouve-se uma voz forte a dizer «ressuscitou como disse» e em seguida os homens erguem bem alto as tochas e respondem «aleluia, aleluia, aleluia».Actualmente, as tochas são ornamentadas com flores naturais da região ao critério de cada participante na procissão. Cada tocha será depois sujeita a um concurso que irá eleger as que se destacarem pela sua criatividade e originalidade.
As varandas que estejam no percurso da procissão são também embelezadas com colchas coloridas e flores campestres e que serão também premiadas pela sua beleza.
Além da procissão, a vila do sotavento algarvio brinda o visitante com iguarias típicas da Serra do Caldeirão, durante o «Encontro de Sons e Sabores», no Adro da Igreja Matriz, com a participação de vários grupos musicais.
Actualização 27/04/2006
As gentes de S. Brás de Alportel voltaram a sair à rua e cantar Ressuscitou como disse!Aléluia, Aléluia, Aléluia. No passado dia 16 de Abril foram milhares os visitantes e centenas os participantes na procissão de Aléluia em que os homens empunhando tochas floridas em procissão cantam
Perde-se na voragem dos tempos o inicio desta procissão única no país e que traz até S. Brás de Alportel os seus filhos que daqui se ausentaram e que nesse dia regressam bem como muitos visitantes encantados com o brilho e a cor de tão original maneira de celebrar a ressurreição do Senhor.
No últimos anos o tapete florido nas ruas de passagem da procissão, que dá mais colorido a esta tradição é uma mais valia para a atracção dos numerosos visitantes, e a festa que se prolonga pela tarde fora intitulada “Encontro de Sons e Sabores” também ajuda a preencher o dia, e serve de pretexto para a entrega dos prémios do diversos concursos, dos jogos florais e das janelas e tochas floridas.
Assim mais uma vez as gentes de S. Brás de Alportel sairam á rua engalanaram as janelas, atapetaram as ruas de flores, empunharam as tochas e cantaram Aléluia, para manter a tradição.
Inicio da procissão com alguns problemas.
A procissão estava marcada para a 11,30, ao contrário de outros anos que se costuma atrazar, às 11,20 ainda não tinha chegado sequer a Banda é dada ordem para que começam os homens a fazer alas e se inicie a procissão. O Sr Prior Cunha nitidamente irritado manda seguir o Pálio com o Santíssimo que chega ao meio da rua Gago Coutinho praticamente à frente da procissão.
É certo que muitas vezes se critica o Prior pelo atraso na procissão, mas este ano não percebemos a pressa que o Prior Cunha tinha de tal modo que até ao largo de S. Sebastião a procissão andou um pouco desorganizada.
Todos estavam à espera da música e de repente é dada ordem para se iniciar a procissão. Como se costuma dizer nem tudo ao mar nem tudo á terra.
Acalmaram os ânimos e tudo se recompôs, mas não havia necessidade do pálio prosseguir só na frente de procissão. Enfim parece que o prior Cunha se irrita por pouco e na nossa opinião deveria ser quem mais deveria manter a calma e ser mais tolerante.
13 abril 2006
Repórter EspAcial - artigo#1
NÃO SE TRATA DE UMA NOTICIA REAL, é o nosso reporter espAcial!!!
Chefe Gabinete Vs Imprensa Local
Chefe do gabinete do Presidente quer acabar com imprensa local
O chefe de gabinete, considera que a falta de rigor jornalístico, o afastamento constante ao interesse comum e a evidente perseguição ao trabalho da Autarquia na pessoa do seu presidente são mais que suficientes para determinar o fecho do “pasquim”.Na base desta contestação está a edição deste mês de “o sambrasense” onde se podem ler títulos como, “RISCO DE MORTE”, PRÉDIO VEM ABAIXO”, “DEMOLIÇÂO ABSURDA” E “NO MELHOR PANO CAI A NÓDOA”, onde tratam algumas questões controversas e pouco abonatórias para a edilidade.Não poupando criticas a direcção editorial do jornal, João Costa mostrou-se contudo satisfeito com a noticia da saída do editor Severino.Ainda no café, João Costa tratou de solicitar a Vítor Guerreiro, vereador do Desporto, a pronta suspensão dos apoios que a autarquia concede ao UDRS. Ficando a saber na altura que isso não iria ser possível dado haver protocolos de apoio ao associativismo assinados e a decorrer.
Conformado com a impossibilidade de penalizar o “pasquim” Costa dirigiu-se à igreja matriz, acendendo duas velas que viria a depositar no altar de nossa senhora.
10 de Abril de 20o6 /O enviado espAcial:A.H. Livre/para o s.bras.blog
Amigo Livre você tem o espirito jornalistico dentro de si!... fantástico!... lol
Construiu um texto ficticio (supomos?!) engraçado!
teremos o maior prazer em publicar as suas reportagens espAciais,
Se necessário criaremos um espaço só para si
Obrigada pela colaboração.
Guitarra Vs Bandolim

boas pessoal da nossa terra. não sei se já repararam mas a foto que esta no cinema em relação ao concerto de fado do proximo dia 15, não tem lá o intrumento correcto. se o que vai acontecer é fado deveria estar lá uma guitarra portuguesa e não um bandolim hehe..
--RM--
11 abril 2006
ZONA INDUSTRIAL - Eusébio em entrevista
Desde 1995, com a aprovação do PDM de São Brás,existem 34 hectares disponiveis para loteamento industrial.
Porque é que passados 10 anos os pequenos industriais e outros continuam em situações irregulares por não terem uma resposta?António Eusébio - Estão previstos esses 34 hectares e uma outra zona na área dos Barrabés. A zona dos barrabés acabou por ir sendo ocupada por algumas empresas e neste momento está ocupada em mais de 50%. Está ainda previsto nessa zona um loteamento industrial privado que vai dispobilizar alguns armazéns para serviços e comércios. Isso levou 10 anos a aparecer. A zona dos 34 hectares, que é uma zona mais abaixo, perto do cruzamento de "Alfarrobeira da Tumba" tem ocupados apenas 2 hectares. Quando estes terrenos foram marcados no PDM não foram acompanhados por um investimento por parte da autarquia. não houve um compromisso no sentido de se adquirir previamente esses terrenos. Isso originou despeculação imobiliária que não possibilita a quem precisa de adquirir os terrenos e deslocar-se para estas zonas.
Como é que o problema pode ser resolvido?
António Eusébio - Deveria ser feito aquilo que se faz no país vizinho, ou seja, temos 10 anos para executar estes loteamentos e se tal não for possivel, voltamos a marcar as zonas como agrícolas e de valorização e desenvolvemos novas áreas. Isto seria o ideal, permitindo mudar estes investimentos para outras áreas nas proximidades. Tudo isto para que os donos dos terrenos sentissem a necessidade de investir ou de ceder a sua parte a outros investidores.
É esse o caminho que vai ser seguido?
António Eusébio -Tudo vai depender da CCDR e da gestão que se fizer na revisão do PDM. Os proprietários acham que os terrenos são muito valiosos, mas assim que a área for desclassificada esses terrenos vão perder muito valor. Devemos aprender com os erros do passado e criar soluções de futuro viáveis e concretizáveis.
Quer dizer que os terrenos onde actualmente estão fixadas as Zonas Industriais poderão baixar significativamente de preço?
António Eusébio -Poderão, se houver alternativas. Se não houver, terão de continuar onde estão.
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Ora bem, deixe lá ver se entendemos isto!
10 anos depois da aprovação do PDM ainda não há Zona Industrial...A culpa é da autarquia, que não fez a aquisição dos terrenos...
Os preços são altos, a autarquia como não pertende investir na zona, deixa para privados!
E agora a autarquia defende a reclassificação da zona!?...
e para isso temos que esperar mais 10 anos?
E no caso de não haver alternativa fica tudo como está?...
Estamos baralhados...
Acho que a autarquia quer mesmo baralhar os sambrasense...
o sr.presidente fala, fala, mas não diz nada!!!
Afinal Zona Industrial é para QUANDO e para ONDE?
(estes é que tem razão, continuamos à espera!)
