17 maio 2006

Solidariedade com os Bombeiros

in Notícias de S. Braz

Solidariedade com os Bombeiros de S. Brás rendeu 1.530,00 Euros

O espectáculo realizado no passado dia 22 de Abril no Cine S.Brás de beneficência em prol da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de S.Brás de Alportel "arranjo do quartel" rendeu cerca de 1.530,00 euros.
Iniciou com um Porto de honra no hal de entrada do Cine Teatro, tendo prosseguido na sala de espectáculos, com um momento de música e multimédia, no concerto pela “Banda Luangraal”, seguindo-se um momento de dança, pelo Grupo de Danças da Escola Secundária João de Deus. À arte e á dança, juntaram-se as artes plásticas com a generosa oferta de um quadro , do pintor sambrasense Eduardo Dias que se associou assim da melhor forma ao evento e cuja obra de arte foi sorteada pelos presentes.
Este espectáculo memorável foi assim uma boa oportunidade para ajudar as obras no Quartel dos Bombeiros Voluntários outras iniciativas se esperam.

Bailes da Primavera e da Espiga

IN:NOTICIAS S.BRAZ

O Baile da Primavera organizado pela Junta de Freguesia no sitio da Cabeça do Velho na nova Sede do Futebol Clube no Campo de Futebol daquele sítio no passado dia 23 de Abril saldou-se por mais um êxito.

Para todas as idades e com entradas gratuitas este Baile da Primavera à semelhança dos Chás Dançantes organizados pela Junta de Freguesia juntou muitos habitantes daqueles sítios mas também muitos idos da Vila e de outros sítios dando assim um colorido e animação a mais esta iniciativa da Junta de Freguesia.

No próximo dia 25de Maio também organizado pela Junta de Freguesia realiza-se o tradicional Baile da Espiga desta vez no recinto da escola das Mealhas a partir das 18 horas com entrada gratuita

16 maio 2006

Serra do Caldeirão pode tornar-se um deserto

IN:OBSERVATÓRIODO ALGARVE

A reflorestação da serra do Caldeirão está atrasada. Os projectos lançados para combater a desertificação, desde os grandes incêndios de 2003, ainda não passaram do papel e a cortiça é o sector mais atingido.

A criação da “Capital Histórica da Cortiça”, um projecto que pretende revitalizar o desenvolvimento económico de S. Brás de Alportel, pode “cair por terra” caso a reflorestação da Serra do Caldeirão continue por se concretizar.

A denúncia é feita ao Observatório do Algarve pelo presidente da Delegação Regional do Baixo Alentejo e Algarve da Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça (AIEC), Carlos Jacinto, que se mostra inquieto pelas “dificuldades que os produtores florestais estão a encontrar no acesso aos fundos comunitários para reflorestar as suas propriedades”.

“A carga burocrática exigida está a desmoralizar os produtores florestais (cortiça) em se agruparem”, lamenta Carlos Jacinto, quando essa é uma prioridade para se constituírem as Zonas de Intervenção Florestal, ainda por concretizar no Algarve e “sem elas não há reflorestação”, acentua.

O presidente regional da AIEC cita o “bom exemplo” que se verifica em Espanha, também atingida pelos incêndios florestais: “A burocracia é menor e já estão a intervir na reflorestação para evitarem a desertificação dos solos”.

“Segundo especialistas nessa área e que se reuniram recentemente no Algarve, ao não se fazer nada no espaço de uma década, o Caldeirão não passa de um deserto. Pois se não intervirmos já, ficamos sem solo, porque foi destruído pelas sucessivas chuvas”, revela Carlos Jacinto.

No Algarve, os incêndios que devastaram a maior área de floresta de sempre (18 mil hectares), com acentuada predominância de sobreiro na Serra do Caldeirão, já se registaram há três anos e “nada foi feito no terreno, não se passa dos projectos”, queixa-se o mesmo dirigente associativo.

Os planos de reflorestação são elaborados, mas “dificilmente chegam a ser financiados por causa de barreiras burocráticas”, denuncia.

A AIEC sai assim em defesa dos produtores florestais, porque “sem uvas não se faz vinho e sem sobreiros nada de faz em cortiça”. Um sector que também carece de uma profunda reestruturação, e anseia por apoios comunitários no âmbito do programa Prime.

Todavia, “esta agro-indústria sobrevive no Algarve em pequenas e médias empresas corticeiras e os fundos só estão adaptados aos grandes projectos, quando os pequenos é que dinamizam a economia”, frisa Carlos Jacinto.

Fogo, seca e declínio atingem o Caldeirão

Dificuldade que se estão a acentuar na floresta algarvia, resultado de três factores: os fogos, a seca e o declínio (doença que está a atingir os sobreiros e ainda sem cura).

O sector corticeiro representa no distrito de Faro importante fonte económica, sendo S. Brás de Alportel o concelho que se distinguiu durante décadas como o maior centro fabril do sector.

Localidade que conta, apesar de todas as dificuldades registadas, tornar-se também na “Capital Histórica da Cortiça”, onde espera a implantação de uma unidade associativa de cosedura e uma unidade de aproveitamento dos derivados da cortiça (os queimados inclusive).

Em 2003, arderam na Serra do Caldeirão 18 mil hectares de floresta com predominância de sobreiros, situada numa região onde se produzem anualmente 3 750 mil toneladas de cortiça, o que representa cerca de 12,5 milhões de euros, sendo também a mais valorizada por ser de superior qualidade.

Portugal é ainda o maior produtor do mundo de cortiça com 8 milhões de arrobas anos

A AIEC foi criada em 28 de Maio de 1993, tem a sua sede em S. Brás de Alportel e desenvolve a sua actividade em todo o Algarve e Baixo Alentejo, com 23 associados, que empregam 450 pessoas e têm um volume de facturação aproximado de 50 milhões de euros, tendo como objectivo principal a defesa da fileira nos seus aspectos agricola, florestal e agroindustrial.

A associação está a procurar agregar as cerca de 50 empresas existentes actualmente nesta zona, com as quais contam representar mil postos de trabalho directos e um volume de negócios de 80 milhões de euros.

A riqueza suberícola destas duas regiões, criam pelo menos 50% dos sobreiros Portugueses que produzem 5 milhões de arrobas (75 000 toneladas) com um valor aproximado de 250 milhões de euros.

Segundo dados de comércio externo recolhidos e publicados pela FAO em 1995, a cortiça e os produtos de cortiça ocupavam a sexta posição entre os grupos de produtos florestais não lenhosos transaccionados nos mercados internacionais, a seguir à borracha, ao bambu, ao vime e produtos similares, às plantas com uso farmacêutico, aos frutos secos e à raiz de giseng.

14 maio 2006

Furtos em S. Brás de Alportel

Homem nu põe em fuga ladrões de restaurante

IN: CORREIODAMANHÃ - 13/05/2006

Um trio de assaltantes semeou a confusão na madrugada de ontem, em São Brás de Alportel. Os três meliantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos, furtaram três viaturas e assaltaram três restaurantes na vila.

Surpreendidos por um homem completamente nu, proprietário do restaurante Pérola, o último a ser assaltado, largaram o produto dos roubos na rua. A GNR recuperou as três viaturas furtadas, mas o trio pôs-se em fuga a pé.

António Luís, dono do Pérola, estava, pelas 03h00, a dormir numa arrecadação do restaurante. Acordou com a luz de uma lanterna nos olhos. “Saltei da cama e fui-me a eles”, afirma António, que só quando chegou à rua reparou que estava nu. “Ainda os vi meterem-se numa viatura e acelerarem rua abaixo”, conta o homem, que afiança que os assaltantes “tiveram mais medo do que eu”.

O trio iniciou os assaltos à 01h30, no restaurante Cantinho da Serra. Furtaram uma máquina, 20 euros e o Fiat Tipo do dono. Seguiram para o Beira Serra onde, pelas 02h30, furtaram um plasma, 20 euros e o Fiat Uno do dono. Depois do assalto ao Pérola, o trio ainda furtou um Ford Fiesta.

Teixeira Marques

Nu assustador

IN: OCARVALHADAS

"Um trio de assaltantes semeou a confusão na madrugada de ontem (12/05/2006), em São Brás de Alportel. Os três meliantes, com idades compreendidas entre os 18 e os 25 anos, furtaram três viaturas e assaltaram três restaurantes na vila. Surpreendidos por um homem completamente nu, proprietário do restaurante Pérola, o último a ser assaltado, largaram o produto dos roubos na rua. A GNR recuperou as três viaturas furtadas, mas o trio pôs-se em fuga a pé."

Estão a brincar? Se aparecesse um tipo nu à nossa frente, também fugiamos. Agora se fosse uma gaja ... Foi pena aparecer o tipo porque os putos, com aquele andamento, ainda cpnseguiam assaltar os restaurantes todos da vila e habilitarem-se ao guiness. Deviam arranjar um bom advogado e pedir indemnização.

13 maio 2006

O Poder ganhou outra vez…


“O Sambrasense” volta o pico ao prego!

Depois da controversa edição de Abril, que fomentou a contestação à edilidade são-brasense com as noticias da demolição do edifício da Rua Serpa, do perigo na escola nova e da existência, a publicidade a este espaço na Internet e a brincadeira de 1º de Abril que anunciava a demolição do prédio de 10 andares, eis que surge a edição de Maio.

Recheada de pedidos de desculpa, direitos à resposta e explicações mal explicadas, o Jornal “O Sambrasense” apresenta-se de novo na sua forma original. São fotos da edilidade quanto baste, são em textos cuidados onde se procura promover os mesmos de sempre, é o pouco rigor e alguma distracção na informação, é o que se diz e o que se faz, e para terminar são 7 paginas só para divulgação das actividades da Câmara Municipal nos últimos 4 meses.

Enfim, Só lendo é que se pode avaliar se a mudança vale a pena…

Uma coisa ficou clara, o poder ganhou outra vez!...

a gerencia

Para terminar relembramos que o nosso "colaborador" - Reporter espAcial - advinhava/sabia o que ia acontecer... a sua reportagem quase se transformou em realidade. (ver artigo)

O Direito à resposta…

Em Maio de “O Sambrasense” destaca-se pelo Direito à Resposta.

Ao abrigo do art. 26 da Lei de Imprensa, são quatro, os “ofendidos”, que reclamam o cabal esclarecimento das referências a sua pessoa ou ao seu trabalho ou simplesmente porque acham que tem que contar a sua versão das peças publicadas na passada edição do jornal local.

1… De Quim João

O treinador da equipa de juniores da UDR Sambrazense, em virtude da peça escrita pelo ex-director a quando do anúncio da sua saída do jornal, quer deixar claro que nunca faltou ao respeito ao ex-director do Jornal, sr. Severino, apresentando a sua versão dos factos. Diz quem assistiu à conversa entre os dois que não foi bem assim, nunca saberemos realmente.

A verdade é que o Sr. Severino já foi, e Quim continua por cá!

2… De Pedro Cavaco

O empresário, dono da empresa Infrabarra, Lda. com quem a edilidade fez um negócio (lícito) na qual a Câmara ganhou uma loja situada na Avenida da Liberdade a titulo de área de cedência, vem refutar o “alegado” negócio referido na noticia “Demolição Absurda”. Dado o teor da peça pouco cuidada e difamatória, segundo Pedro Cavaco, a promessa de levar o Jornal para a barra do tribunal ficou no ar.

Se por um lado ficou agora claro é que a Infrabarra, Lda cedeu a loja à Câmara municipal, por outro lado os são-brasenses ainda não ficaram esclarecidos sobre o que a Câmara deu em troca.

3… De GAT – Gabinete de Apoio Técnico

O director do GAT, Eng.º Brito sai em defesa da obra (Escola Nova EB n.º 3 e Jardim de Infância) apresentando argumentos técnicos e decretos de lei, demonstra que está tudo dentro da lei não havendo qualquer razão de ser a noticia “No melhor pano Cai a Nódoa” pois não existe perigo de morte nas arestas ou no próprio “tanque ou o que é que é aquilo”.

Na verdade a única coisa ao certo que os são-brasenses ficaram a saber foi o “que é aquilo” chama-se de espelho de água com 10 cm de altura que serve para as crianças brincarem e deve ser esvaziado depois de cada utilização! Coisas de Engenheiro, não serve para nada mas… é bonito!

4… De Câmara Municipal

O presidente, Eng.º António Eusébio desagradado com as “insinuações” referidas na peça “Demolição Absurda” exige publicação dos seus esclarecimentos sobre a matéria. Assim, dois meses, muita polémica, algum mau estar e muito pensar depois a câmara municipal faz saber o seguinte:

Ponto1 – “A demolição do edifício n.º 16 da Rua Serpa Pinto teve única e exclusivamente a ver com razões técnicas, pois ameaçava ruir, facto que significava um rico para a segurança de pessoas e bens no local.”

Todos temos presente que a casa era constituída por 3 partes (a casa n.14, o armazém n.16 e a ruína n.18), foi próprio António Eusébio que afirmou isso em directo na televisão, admitindo a ruína poderia cair, isso não explica a destruição por completo do armazém, especialmente depois de reconhecer que estava a ser usado!...o sr. presidente continua a esconder-nos algo?!)

Ponto 2“A CM repudia as insinuações que a demolição esteja de algum modo ligada a quaisquer negócios com pessoas colectivas ou individuais, e mais esclarece que:

a) A loja situada na Avenida da Liberdade Lote 8, foi cedida à autarquia pela firma Infrabarra, Lda. a título de área de cedência, conforme o previsto na Lei, resultado da edificação pela empresa do Lote 8, e que nada tem haver com a demolição em causa.”

(deixe lá ver se o entendemos bem sr. Presidente, a câmara em troca da edificação do Lote 8 recebeu uma loja?... a modos de quê?... então e o apartamento?... e a Câmara não deu nada em troca é isso?... não entendemos, desculpe!)

b) Também não corresponde à verdade que a demolição tenha a ver com qualquer negócio com alegados proprietários de parcelas onde se situava o edifício demolido, uma vez que o mesmo se situava em terrenos municipais mais concretamente:

i. Uma parte do edifício situava-se no Lote 1 junto à Rua Serpa Pinto pertencente ao domínio privado municipal desde 1996 livre que qualquer ónus ou encargos, como área de cedência resultante do Alvará de Loteamente n.º 2/92”

ii. A outra parte do edifício, situava-se na área circundante ao referido Lote 1 pertencente ao domínio público municipal também como área de cedência resultante do mesmo Alvará”

Isto é mesmo para ninguém entender! Quando foi que António Eusébio descobriu que afinal os edifícios demolidos eram seus?... Porque não disse isto na televisão e ao Jornal de Noticias quando lhe pediram explicações, em vez de lamentar o lapso primeiro, e depois garantir que tinha autorização da senhoria?... Aqui está muita coisa mal contada, dois meses depois ao que parece o edifício demolido afinal estava em terrenos da câmara e mesmo não tendo que o fazer, ainda teve a gentileza de escrever a senhoria (?) para pedir a demolição do mesmo… e a senhoria deu autorização para demolir um armazém que sabia arrendado?... sem nada em troca?... Definitivamente esta Câmara é uma simpatia. Tão simpática que cada vez que emite um Alvará recebe, a titulo de cedência, uma loja, um apartamento ou uma casa!...

Mas vamos realmente ao que interessa, e o que interessa não foi esclarecido pelo sr. Presidente:

Que realmente se passou com a demolição do armazém? O sr. Presidente, afirmou na comunicação social que a firma encarregue da obra de reabilitação na Rua Serpa Pinto, o alertou para existência da a ruína e sugeriu a sua demolição, que veio a acontecer após ter sido solicitado autorização às pressas via fax à senhoria, proprietária da ruína e armazém. Esta, segundo António Eusébio respondeu positivamente (à demolição do armazém que sabia arrendado?). Disse também que lamentava o sucedido com armazém, pois desconhecia a existência dele e do seu arrendamento a terceiros, mas nunca nos explicou porque ordenou que a demolição continuasse após ter sido informado sua existência, o que aconteceu ainda o armazém tinha as quatro paredes. Agora que está demolido nem a camara nem a senhoria falam da possibilidade de erguerem um novo e seguro armazém. (a senhora fica sem armazém, perde o terreno para a câmara e não quer ou não lhe foi dado nada em troca?!... a titulo de cedência por exemplo)

Entretanto, por iniciativa do arrendatário do armazém, dá entrada no ministério público queixa crime contra, entre vários, a câmara municipal, e de pronto é dada ordem à câmara municipal para recolher o entulho resultante da demolição do armazém por forma ao tribunal apurar os danos causados pela câmara municipal. António Eusébio reconhece os danos causados (ou não reconhece?!) e em conjunto com o arrendatário tentam apurar o valor da mais que certa indemnização a pagar (que por certo não serão mais que 10% dos tais 5oo mil euros que se falava) a decidir pelo tribunal.

Agora dois meses depois, António Eusébio exige a publicação de esclarecimento, onde confirma a prática da cedência de lojas e/ou terrenos por parte das firmas e/ou particulares em troca de alvarás de loteamento, tudo estritamente dentro da lei.

A revelação destas praticas deixam a possibilidade de se especular sobre a existência de mais destes negócios legítimos. E se não se confirma que o “negócio” da loja do Lote 8 na Avenida tenha alguma coisa a ver com a demolição, fica a possibilidade legitima e legal de haver outro destes “negócios” de cedência para o loteamento do Lote 1 da Rua Serpa Pinto com quem quer que seja que o vá fazer. Com possibilidade, mais uma vez legitima e legal da senhoria também poder ter parte nestes negócios de cedência!... Tanta especulação leva-nos a considerar que a demolição possa ter promovido um "despejo forçado"....Está tudo por esclarecer!

Mas a revelação mais surpreendente deste esclarecimento camarário acaba por ser a “descoberta” que afinal que os terrenos onde se situavam o armazém e a ruína são da câmara municipal, tendo sido cedidas sem encargos em um daqueles “negócios” lícitos em troca de um alvará de loteamento. O que faltou mesmo saber quem era o titular do Alvará de Licenciamento 2/92 que cedeu o terreno (lote 1 da Rua Serpa Pinto e zonas circundantes) e onde se vai situar o loteamento licenciado com o alvará 2/92?... não será a firma Infrabarra ou outra ligada ao empresário Pedro Cavaco, perguntamo-nos?... também gostariamos de saber qual era a area do lote 1, pois fala-se que este englobava toda a ruina (n.18 da Rua Serpa Pinto) e cerca de dois metros do armazém (n.16 da Rua serpa Pinto), a ser verdade fica ainda outra pergunta no ar... como é isto possivel?...

Enfim, este esclarecimento revela bem o desconcerto que reina na câmara municipal em relação ao assunto da demolição, pouco habituados a pressões, este é o produto de mais uma das impulsivas necessidades para arranjar explicações demagogas e populistas na tentativa de controlar a opinião pública são-brasense… Simplesmente vergonhoso!… e depois ainda admiram-se que se façam “insinuações” a sua actuação... francamente!

Vai ser necessário muito mais que isto para a Câmara Municipal fazer desaparecer o maior desacerto dos 5 anos que António Eusébio assumiu a presidência

Chamem a Policia, os são-brasenses exigem o cabal esclarecimento desta história!


NOTICIAS ANTERIORES:
DEMOLIÇÃO ABSURDA - ACTUALIDADE
DEMOLIÇÃO ABSURDA - EM "O SAMBRASENSE"

DEMOLIÇÃO AS ACUSAÇÕES - EM "O SAMBRASENSE"
DEMOLIÇÃO NA RUA SERPA PINTO
DEMOLIÇÃO POR LAPSO ENGOLE MEMÓRIAS DE UMA FAMÍLIA

11 maio 2006

Tempo de Balanço

Passados mais de 6 meses após a reeleição de António Eusébio, é tempo para fazer-se um balanço deste início do segundo mandato.

António Eusébio iniciou o ano de 2006 sem a habitual “Presidência Aberta” que servia, segundo a edilidade, para sentir, ver e ouvir "in loco" os problemas e as necessidades dos munícipes. Durante este período o presidente aproveitava para visitar algumas das obras em curso, inaugurar obras concluídas, visitar as escolas e acompanhar a digressão das tradicionais “Charolas” pelo concelho.

O “mau estar” causado por noticias como a demolição do armazém na Rua Serpa Pinto cuja reabilitação tem sido alvo de alguma contestação, bem como as polémicas acerca do possível encerramento de alguns serviços que a câmara prestava por falta de dinheiro para colocação de funcionários e o impedimento de colocar funcionários na nova escola primária/jardim de infancia pelo mesmo motivo, as nomeações de familiares para cargos políticos de confiança, e as contestações à politica desenvolvida pela autarquia em questões importantes para o concelho como o Parque Industrial, o Terminal Rodoviário, o Parque Desportivo, entre muitas das promessas que teimam em não ser cumpridas podem ser a causa da decisão de António Eusébio, não efectuar este ano a Presidência Aberta 2006.

Por tudo isto e muito mais, achamos que esta é a altura para os nossos leitores fazerem o balanço destes primeiros seis meses do 2.º mandato de António Eusébio.



deixa a tua opinião
aqui em baixo nos comentários!
(Aproveita e faz-te ouvir, a autarquia está atenta aos teus problemas!)

10 maio 2006

“Mês do Coração” em São Brás de Alportel

IN:REGIAOSUL

Rastreios, acções de sensibilização sobre doenças cardiovasculares e muito exercício físico são as para esta edição dedicada ao combate à Obesidade.

O município de São Brás de Alportel promove durante o mês de Maio mais uma edição do programa de sensibilização para a prevenção das doenças cardiovasculares - “Mês do Coração”. O objectivo é informar e sensibilizar os munícipes para esta temática apelando à adopção de hábitos de vida mais saudáveis, de modo a prevenir as doenças do coração, a maior causa de mortalidade na sociedade portuguesa.

No manhã de sábado decorreu, junto ao Mercado Municipal, uma sessão de sensibilização sobre os problemas cardiovasculares na qual se realizaram um conjunto de rastreios relacionados com os principais factores de risco, nomeadamente a hipertensão artéria, os níveis elevados de glicemia e colesterol, o índice de massa corporal e a medida do perímetro abdominal. A iniciativa foi acompanhada pelos enfermeiros do Centro de Saúde de São Brás e do Serviço de Cardiologia do Hospital Distrital de Faro.

(Os enfermeiros e técnicos trabalham e a câmara promove... a sua imagem! sim senhora, boa iniciativa para um problema que cada vez afecta mais sambrasenses. )

09 maio 2006

Guerra à gordura nas cantinas escolares


O Patrick, do 8.º ano da Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo Passos, em São Brás de Alportel, prefere o bar à cantina. Porque "sempre é mais fixe comer uns cachorros e beber Coca-Cola do que sopa e aquelas comidas chatas que a minha mãe me obriga a comer em casa".

Na sua independência, Patrick é uma excepção à regra a maioria dos alunos do estabelecimento algarvio - 300 num universo de 550 estudantes - procura diariamente a comida da dona Maria Otília Neto, a cozinheira que desde a inauguração da escola, há 12 anos, confecciona as refeições para os seus "meninos".

"Face a tão elevada procura, só podemos concluir que a comida é saborosa e de boa qualidade", afirma, com inusitado orgulho, Maria João Carvalho, a vice-presidente do conselho executivo, que nos últimos sete anos tem vindo a desenvolver práticas para garantir a qualidade, higiene e segurança alimentar das refeições servidas na escola.

Uma empresa especializada na área faz auditorias trimestrais aos procedimentos e qualidade das instalações da cozinha, passando depois pela própria formação da equipa que ali trabalha. O objectivo, explica a docente, é "identificar e corrigir os pontos críticos do processo, desde que o alimento chega à escola até que é servido no prato".

A elaboração das ementas é outro aspecto que merece "toda a atenção" . Arroz de polvo e massada de tamboril, regada apenas a azeite, são pratos que constam do menu. "Todos os pratos são servidos com salada de alface, tomate ou cenoura e a sobremesa é sempre fruta", salienta. A miudagem gosta, até porque, conforme frisa Maria Otília Neto, "os pratos de peixe, que não agradam à maioria, não têm espinhas. Eu encarrego-me de tirá-las, para eles comerem como deve ser".

A preocupação da escola com as refeições que serve é indiscutível, mas o actual cenário ainda não é o "ideal". É que este estabelecimento já foi analisado pela equipa do Gabinete de Nutrição do Centro Regional de Saúde Pública do Algarve, no âmbito de um projecto pioneiro a nível nacional, que visa melhorar, em quatro anos, a qualidade nutricional das refeições nas escolas da região.

O programa arrancou no ano lectivo passado e os resultados das amostras recolhidas nas escolas não são animadores. "A maior parte das cantinas não cumpre o critério que aponta para que 60% das confecções sejam pobres em gordura e à base de estufados, cozidos e grelhados", revela Teresa Sancho, coordenadora do Gabinete de Nutrição. Pelo contrário, aposta-se demasiado em "fritos, assados no forno e refogados".

Finalizada a fase de recolha e análise das ementas, far-se-á o diagnóstico da situação, elaborando-se relatórios por escola e município. Segue-se depois a formação de quem faz as ementas e trabalha na cozinhas das escolas. Assim se espera inverter a actual situação - e convencecer jovens como Patrick a trocar os cachorros e a Coca-Cola pelos cozinhados da dona Otília.

Fogos Florestais - Prevenção

Nos últimos anos o nosso País foi fustigado por um elevado número de fogos florestais que tiveram graves consequências no património ambiental e económico.

A defesa da floresta é hoje um desígnio nacional e, à Guarda Nacional Republicana foram atribuídas novas missões em matéria de protecção e socorro e no âmbito da vigilância e prevenção dos fogos florestais.

Ao longo da próxima semana e cumprindo o plano já definido uma Companhia do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) irá instalar-se no Algarve, ficando o seu comando sedeado no Quartel do Grupo Territorial de Faro.

O GIPS tem como principal missão evitar e controlar os incêndios nascentes, facilitando o papel tradicional de combate, que continua a ser uma competência dos bombeiros.


08 maio 2006

Desemprego aumenta entre licenciados

O Algarve registou uma descida ténue, menos 671 desempregados em Março de 2006, quando comparado com o período homólogo. A tendência inverte-se na classe dos licenciados, já que em vez de diminuir os 873 desempregados, o número evoluiu para 944, segundo dados revelados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Albufeira, Loulé, Olhão e Vila Real de Santo António foram os concelhos onde se registou um crescimento de desempregados com ensino superior. Quase 950 licenciados inscreveram-se nos centros de emprego do Algarve, mais 71 do que em Março de 2005.

O panorama nacional acompanha o crescimento regional uma vez que em Março de 2005 o número de desempregados com ensino superior era de 36574, um ano depois o valor aumentou para 41808, segundo o IEFP.

O concelho com maior número absoluto de desempregados no Algarve foi o de Portimão com 2741, mais 12 do que em período homólogo. Faro também viu aumentar a lista com 2094, mais 71 que no ano passado. Loulé diminuiu ligeiramente de 1882 em Março de 2005 para 1854 em 2006.

Albufeira tem mais 73 desempregados, somando 1526. Olhão reduziu o número de inscritos no centro de emprego de 1450 para 1373. Em Silves o valor passou de 1254 para 1289 em Março de 2006. Em Lagoa o desemprego também aumentou totalizando 1054 inscritos.

No concelho de Lagos a tendência foi outra com 960 desempregados contra os 1158 do ano anterior. Em Vila Real de Santo António a redução ultrapassou as duas dezenas, de 1020 em 2005 para 808 em 2006. Tavira também contribuiu para a descida global com 685 inscritos, menos 123 do que em período homólogo.

Castro Marim reduziu a lista de pessoas à procura de emprego de 263 para 209. Vila do Bispo passou de 194 para 177 inscritos. São Brás de Alportel mantém a descida com menos 39 desempregados do que em Março de 2005, contabilizando 168. Aljezur contabilizou mais seis do que no ano anterior, totalizando 166 desempregados.

Monchique e Alcoutim também reduziram o número absoluto de desempregados, com 164 e 57, respectivamente.

A nível nacional o desemprego registou uma descida, comparativamente com igual período do ano anterior, atingindo os 468470 contra 472711 em 2005.


Bilhetes à venda, na Tesouraria da Câmara Municipal de São Brás de Alportel.
Lotação Limitada!!!
Desculpem... Lotação Esgotada!!!

A Câmara Municipal escreveu-nos...
últimos 50 bilhetes vão ser postos à venda amanhã (10/5)

07 maio 2006

O Nuclear - Conferência


caros amigos da al-portel aqui terão sempre publicidade de borla!... he! he! he!
podem mandar que nós divulgamos!

06 maio 2006

Ecovias do Algarve

No dia 4 de Março, por feliz coincidência dia do nascimento do Infante D. Henrique, foi celebrado o evento para o lançamento da primeira pedra da Ecovia do Litoral no lugar a partir de onde, por definição, se entendeu iniciar a contagem dos 214 km desta infra-estrutura - o Cabo de S. Vicente - parte de um projecto ainda maior, a Rota n.1 do Plano Eurovelo.

Aproveitada a ocasião, foi igualmente dado inicio à campanha de "Promoção das Ecovias do Algarve", resultado de um protocolo assinado entre os representantes da AMAL, CCDR-Algarve, Direcção Regional de Educação do Algarve e Governo Civil do Distrito de Faro a 21 de Dezembro de 2005 e homologado pelo Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional. O objectivo daquela é de estender o âmbito regional do projecto e alargá-lo ao envolvimento e sensibilização de toda a população, em particular de todos os utentes da via pública, motorizados e não-motorizados. Decorrente do facto de parte significativa da Ecovia se desenvolver sobre estradas e caminhos com tráfego misto, procura-se apelar ao harmonioso convívio dos diferentes meios de transporte no estrito respeito pelas regras do Código da Estrada.

05 maio 2006

Abílio Barros abandona PS/São Brás

Abílio Barros renunciou o seu lugar como membro da Assembleia de Freguesia de São Brás de Alportel.

Em carta dirigida à Assembleia de Freguesia apresentou como razões para a sua renúncia, em primeiro lugar motivos pessoais relacionados com a sua idade e o seu estatuto de aposentado e em segundo por não estar de acordo com a actual constituição da Junta e Assembleia de Freguesia, que nada têm haver com as listas apresentadas ao eleitores São-Brasenses, uma vez que o seu nome tinha sido apresentado como o numero três da lista do PS para a Freguesia e após a constituição dos órgãos acabou relegado para posições que não são representativas das listas apresentadas.

Recordamos quer na Lista do PS para a Freguesia, quer na campanha eleitoral, Abílio Barros foi apresentado aos São-Brasenses como um reforço de peso para a Junta de Freguesia pela sua experiência e conhecimentos.

Quem é Abílio Barros.

Abílio Barros é figura incontornável no PS/São Brás, Bancário Aposentado, Provedor da Santa Casa de Misericórdia de São Brás há já alguns anos, Presidente da Assembleia da ACREMS (Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense), Vereador da Câmara Municipal durante 11 anos (de 1990 a 2001) onde desempenhou o cargo de Vice-Presidente tendo inclusive assumido o cargo de Presidente da Câmara Municipal entre Junho e Dezembro de 2001 após o falecimento do Dr. José Pires.

Porquê o abandono.

Além das razões apresentadas em carta dirigida à Assembleia de Freguesia, a sua relação com o actual elenco camarário há muito que vinha a degradar-se, nomeadamente com o vereador Vítor Guerreiro, com quem teve acesas discussões nas reuniões do Observatório para a Cultura e Desporto. Diz quem assistiu a estas reuniões que a prepotência e a falta de respeito demonstrada pelo Vereador da Cultura para com Abílio Barros na altura como representante da Sta. Casa de Misericórdia nessas reuniões ditaram o seu afastamento do Partido que durante anos ajudou a crescer e a cimentar a representação que hoje ocupa na sociedade São-Brasense.

3º aniversário do Clube de leitura

Clube de leitura de São Brás comemorou 3º aniversário

A Biblioteca Municipal de São Brás comemorou o Dia do Livro, com a passagem do 3º aniversário do Clube de Leitura “Ler para Viver”, fundado por João Belchior Viegas, em 23 de Abril de 2003.

A responsável pela Biblioteca, Teresa Oliveira, referiu que “nesta data as bibliotecas desafiam a novas descobertas e os encontros inesperados através dos livros”, reafirmando assim a importância da leitura no quotidiano, onde concorre com as novas tecnologias da informação e da comunicação.

O Clube de leitura, que conta com um número cada vez maior de “amigos dos livros”, pretende ser um fórum de discussão, de partilha de ideias, opiniões e criticas relativas às obras seleccionadas pelos membros do Clube, no intuito de contribuir para uma leitura critica e exigente.

04 maio 2006

“São Brás para todos” ?


Câmara Municipal investe na criação de um circuito acessível


No passado dia 30 de Março 2004, António Eusébio informou, em reunião de Câmara, que tendo como objectivo iniciar o processo de definição e criação de um circuito acessível em São Brás de Alportel, foi já realizado o levantamento das barreiras arquitectónicas dos edifícios, estabelecimentos que recebem público e via pública dos aglomerados urbanos do Município de São Brás de Alportel.

Os trabalhos iniciaram-se em 2003 e estão agora disponíveis para consulta e constituem a base dos trabalhos seguintes.

A realização deste levantamento, primeiro passo para criar este circuito acessível, complementou o trabalho desenvolvido no âmbito do Projecto Bombordo, promovido pela Segurança Social de Faro, do qual a autarquia são-brasense foi parceiro activo e constituiu uma forma digna do Município assinalar as comemorações do Ano Europeu das Pessoas com Deficiência.


“São Brás para todos”


O levantamento teve em consideração que as pessoas com deficiência são os principais cidadãos afectados pela existência de barreiras arquitectónicas, bem como a competência da autarquia, na fiscalização do cumprimento das normas técnicas, enquanto entidade licenciadora; e permite perspectivar uma intervenção concertada, em termos da acessibilidade do meio edificado, tendo como objectivo dar início ao processo de definição e criação de um circuito acessível em São Brás de Alportel.

Na mesma ocasião, o autarca acrescentou que o esforço e empenho da autarquia, no âmbito desta matéria vai prosseguir e que outros trabalhos estão a ser preparados e serão realizados até estar cumprido o objectivo de tornar São Brás de Alportel um Município acessível a todas as pessoas com mobilidade reduzida.


Marlene Guerreiro - CM/S. Brás de Alportel - 2004-04-22


Passaram-se 2 anos e quê?... onde ficou o São Brás para todos?... passeios, acessibilidades aos edifícios públicos, telefones, Multibanco, as barreiras arquitectónicas teimam em manter-se. Já para não falar nas rampas “assassinas” construídas há dois anos para transpor passeios!... atão os engenheiros na câmara não sabe o ângulo que deveriam ter?... não andam de cadeira de rodas, não é!

Tá visto… “São Brás para todos” não passou de mais conversa fiada do engenheiro!!!

03 maio 2006

Câmara sem plano contra incêndios

Câmaras algarvias sem planos contra incêndios.

Metade das 16 câmaras do Algarve ainda não deram um passo para elaborar os obrigatórios Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Documentos que pretendem dar a conhecer o terreno, para melhor evitar ou combater os incêndios.

Metade das câmaras municipais do Algarve ainda não iniciaram o seu Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), uma autarquia já concluiu (Loulé) e sete estão em curso (Aljezur, Vila do Bispo, Lagos, Monchique S. Brás de Alportel, Silves, Tavira ), soube o Observatório do Algarve de fonte ligada ao processo.

O PMDFCI tem como objectivo definir as medidas necessárias à defesa da floresta contra incêndios, no âmbito da prevenção, planeamento integrado, na previsão das intervenções das diferentes entidades envolvidas perante a eventual ocorrência de fogos.

O seu enquadramento legal surgiu com o Decreto-Lei nº 156/2004, de 30 de Junho, e as suas linhas orientadoras, segundo o Governo, estão definidas no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra os Incêndios (PNFCI), o qual é considerado “um instrumento operacional de planeamento, programação, organização execução de um conjunto de acções de prevenção, pré supressão e reabilitação das áreas ardidas”.

O governo pretende com os vários planos municipais e nacional “aumentar a resistência do território aos incêndios florestais, reduzir a sua incidência, através de uma melhor eficácia e eficiência do ataque e gestão dos mesmos”.