13 maio 2006

4… De Câmara Municipal

O presidente, Eng.º António Eusébio desagradado com as “insinuações” referidas na peça “Demolição Absurda” exige publicação dos seus esclarecimentos sobre a matéria. Assim, dois meses, muita polémica, algum mau estar e muito pensar depois a câmara municipal faz saber o seguinte:

Ponto1 – “A demolição do edifício n.º 16 da Rua Serpa Pinto teve única e exclusivamente a ver com razões técnicas, pois ameaçava ruir, facto que significava um rico para a segurança de pessoas e bens no local.”

Todos temos presente que a casa era constituída por 3 partes (a casa n.14, o armazém n.16 e a ruína n.18), foi próprio António Eusébio que afirmou isso em directo na televisão, admitindo a ruína poderia cair, isso não explica a destruição por completo do armazém, especialmente depois de reconhecer que estava a ser usado!...o sr. presidente continua a esconder-nos algo?!)

Ponto 2“A CM repudia as insinuações que a demolição esteja de algum modo ligada a quaisquer negócios com pessoas colectivas ou individuais, e mais esclarece que:

a) A loja situada na Avenida da Liberdade Lote 8, foi cedida à autarquia pela firma Infrabarra, Lda. a título de área de cedência, conforme o previsto na Lei, resultado da edificação pela empresa do Lote 8, e que nada tem haver com a demolição em causa.”

(deixe lá ver se o entendemos bem sr. Presidente, a câmara em troca da edificação do Lote 8 recebeu uma loja?... a modos de quê?... então e o apartamento?... e a Câmara não deu nada em troca é isso?... não entendemos, desculpe!)

b) Também não corresponde à verdade que a demolição tenha a ver com qualquer negócio com alegados proprietários de parcelas onde se situava o edifício demolido, uma vez que o mesmo se situava em terrenos municipais mais concretamente:

i. Uma parte do edifício situava-se no Lote 1 junto à Rua Serpa Pinto pertencente ao domínio privado municipal desde 1996 livre que qualquer ónus ou encargos, como área de cedência resultante do Alvará de Loteamente n.º 2/92”

ii. A outra parte do edifício, situava-se na área circundante ao referido Lote 1 pertencente ao domínio público municipal também como área de cedência resultante do mesmo Alvará”

Isto é mesmo para ninguém entender! Quando foi que António Eusébio descobriu que afinal os edifícios demolidos eram seus?... Porque não disse isto na televisão e ao Jornal de Noticias quando lhe pediram explicações, em vez de lamentar o lapso primeiro, e depois garantir que tinha autorização da senhoria?... Aqui está muita coisa mal contada, dois meses depois ao que parece o edifício demolido afinal estava em terrenos da câmara e mesmo não tendo que o fazer, ainda teve a gentileza de escrever a senhoria (?) para pedir a demolição do mesmo… e a senhoria deu autorização para demolir um armazém que sabia arrendado?... sem nada em troca?... Definitivamente esta Câmara é uma simpatia. Tão simpática que cada vez que emite um Alvará recebe, a titulo de cedência, uma loja, um apartamento ou uma casa!...

Mas vamos realmente ao que interessa, e o que interessa não foi esclarecido pelo sr. Presidente:

Que realmente se passou com a demolição do armazém? O sr. Presidente, afirmou na comunicação social que a firma encarregue da obra de reabilitação na Rua Serpa Pinto, o alertou para existência da a ruína e sugeriu a sua demolição, que veio a acontecer após ter sido solicitado autorização às pressas via fax à senhoria, proprietária da ruína e armazém. Esta, segundo António Eusébio respondeu positivamente (à demolição do armazém que sabia arrendado?). Disse também que lamentava o sucedido com armazém, pois desconhecia a existência dele e do seu arrendamento a terceiros, mas nunca nos explicou porque ordenou que a demolição continuasse após ter sido informado sua existência, o que aconteceu ainda o armazém tinha as quatro paredes. Agora que está demolido nem a camara nem a senhoria falam da possibilidade de erguerem um novo e seguro armazém. (a senhora fica sem armazém, perde o terreno para a câmara e não quer ou não lhe foi dado nada em troca?!... a titulo de cedência por exemplo)

Entretanto, por iniciativa do arrendatário do armazém, dá entrada no ministério público queixa crime contra, entre vários, a câmara municipal, e de pronto é dada ordem à câmara municipal para recolher o entulho resultante da demolição do armazém por forma ao tribunal apurar os danos causados pela câmara municipal. António Eusébio reconhece os danos causados (ou não reconhece?!) e em conjunto com o arrendatário tentam apurar o valor da mais que certa indemnização a pagar (que por certo não serão mais que 10% dos tais 5oo mil euros que se falava) a decidir pelo tribunal.

Agora dois meses depois, António Eusébio exige a publicação de esclarecimento, onde confirma a prática da cedência de lojas e/ou terrenos por parte das firmas e/ou particulares em troca de alvarás de loteamento, tudo estritamente dentro da lei.

A revelação destas praticas deixam a possibilidade de se especular sobre a existência de mais destes negócios legítimos. E se não se confirma que o “negócio” da loja do Lote 8 na Avenida tenha alguma coisa a ver com a demolição, fica a possibilidade legitima e legal de haver outro destes “negócios” de cedência para o loteamento do Lote 1 da Rua Serpa Pinto com quem quer que seja que o vá fazer. Com possibilidade, mais uma vez legitima e legal da senhoria também poder ter parte nestes negócios de cedência!... Tanta especulação leva-nos a considerar que a demolição possa ter promovido um "despejo forçado"....Está tudo por esclarecer!

Mas a revelação mais surpreendente deste esclarecimento camarário acaba por ser a “descoberta” que afinal que os terrenos onde se situavam o armazém e a ruína são da câmara municipal, tendo sido cedidas sem encargos em um daqueles “negócios” lícitos em troca de um alvará de loteamento. O que faltou mesmo saber quem era o titular do Alvará de Licenciamento 2/92 que cedeu o terreno (lote 1 da Rua Serpa Pinto e zonas circundantes) e onde se vai situar o loteamento licenciado com o alvará 2/92?... não será a firma Infrabarra ou outra ligada ao empresário Pedro Cavaco, perguntamo-nos?... também gostariamos de saber qual era a area do lote 1, pois fala-se que este englobava toda a ruina (n.18 da Rua Serpa Pinto) e cerca de dois metros do armazém (n.16 da Rua serpa Pinto), a ser verdade fica ainda outra pergunta no ar... como é isto possivel?...

Enfim, este esclarecimento revela bem o desconcerto que reina na câmara municipal em relação ao assunto da demolição, pouco habituados a pressões, este é o produto de mais uma das impulsivas necessidades para arranjar explicações demagogas e populistas na tentativa de controlar a opinião pública são-brasense… Simplesmente vergonhoso!… e depois ainda admiram-se que se façam “insinuações” a sua actuação... francamente!

Vai ser necessário muito mais que isto para a Câmara Municipal fazer desaparecer o maior desacerto dos 5 anos que António Eusébio assumiu a presidência

Chamem a Policia, os são-brasenses exigem o cabal esclarecimento desta história!


NOTICIAS ANTERIORES:
DEMOLIÇÃO ABSURDA - ACTUALIDADE
DEMOLIÇÃO ABSURDA - EM "O SAMBRASENSE"

DEMOLIÇÃO AS ACUSAÇÕES - EM "O SAMBRASENSE"
DEMOLIÇÃO NA RUA SERPA PINTO
DEMOLIÇÃO POR LAPSO ENGOLE MEMÓRIAS DE UMA FAMÍLIA

11 maio 2006

Tempo de Balanço

Passados mais de 6 meses após a reeleição de António Eusébio, é tempo para fazer-se um balanço deste início do segundo mandato.

António Eusébio iniciou o ano de 2006 sem a habitual “Presidência Aberta” que servia, segundo a edilidade, para sentir, ver e ouvir "in loco" os problemas e as necessidades dos munícipes. Durante este período o presidente aproveitava para visitar algumas das obras em curso, inaugurar obras concluídas, visitar as escolas e acompanhar a digressão das tradicionais “Charolas” pelo concelho.

O “mau estar” causado por noticias como a demolição do armazém na Rua Serpa Pinto cuja reabilitação tem sido alvo de alguma contestação, bem como as polémicas acerca do possível encerramento de alguns serviços que a câmara prestava por falta de dinheiro para colocação de funcionários e o impedimento de colocar funcionários na nova escola primária/jardim de infancia pelo mesmo motivo, as nomeações de familiares para cargos políticos de confiança, e as contestações à politica desenvolvida pela autarquia em questões importantes para o concelho como o Parque Industrial, o Terminal Rodoviário, o Parque Desportivo, entre muitas das promessas que teimam em não ser cumpridas podem ser a causa da decisão de António Eusébio, não efectuar este ano a Presidência Aberta 2006.

Por tudo isto e muito mais, achamos que esta é a altura para os nossos leitores fazerem o balanço destes primeiros seis meses do 2.º mandato de António Eusébio.



deixa a tua opinião
aqui em baixo nos comentários!
(Aproveita e faz-te ouvir, a autarquia está atenta aos teus problemas!)

10 maio 2006

“Mês do Coração” em São Brás de Alportel

IN:REGIAOSUL

Rastreios, acções de sensibilização sobre doenças cardiovasculares e muito exercício físico são as para esta edição dedicada ao combate à Obesidade.

O município de São Brás de Alportel promove durante o mês de Maio mais uma edição do programa de sensibilização para a prevenção das doenças cardiovasculares - “Mês do Coração”. O objectivo é informar e sensibilizar os munícipes para esta temática apelando à adopção de hábitos de vida mais saudáveis, de modo a prevenir as doenças do coração, a maior causa de mortalidade na sociedade portuguesa.

No manhã de sábado decorreu, junto ao Mercado Municipal, uma sessão de sensibilização sobre os problemas cardiovasculares na qual se realizaram um conjunto de rastreios relacionados com os principais factores de risco, nomeadamente a hipertensão artéria, os níveis elevados de glicemia e colesterol, o índice de massa corporal e a medida do perímetro abdominal. A iniciativa foi acompanhada pelos enfermeiros do Centro de Saúde de São Brás e do Serviço de Cardiologia do Hospital Distrital de Faro.

(Os enfermeiros e técnicos trabalham e a câmara promove... a sua imagem! sim senhora, boa iniciativa para um problema que cada vez afecta mais sambrasenses. )

09 maio 2006

Guerra à gordura nas cantinas escolares


O Patrick, do 8.º ano da Escola E.B. 2,3 Poeta Bernardo Passos, em São Brás de Alportel, prefere o bar à cantina. Porque "sempre é mais fixe comer uns cachorros e beber Coca-Cola do que sopa e aquelas comidas chatas que a minha mãe me obriga a comer em casa".

Na sua independência, Patrick é uma excepção à regra a maioria dos alunos do estabelecimento algarvio - 300 num universo de 550 estudantes - procura diariamente a comida da dona Maria Otília Neto, a cozinheira que desde a inauguração da escola, há 12 anos, confecciona as refeições para os seus "meninos".

"Face a tão elevada procura, só podemos concluir que a comida é saborosa e de boa qualidade", afirma, com inusitado orgulho, Maria João Carvalho, a vice-presidente do conselho executivo, que nos últimos sete anos tem vindo a desenvolver práticas para garantir a qualidade, higiene e segurança alimentar das refeições servidas na escola.

Uma empresa especializada na área faz auditorias trimestrais aos procedimentos e qualidade das instalações da cozinha, passando depois pela própria formação da equipa que ali trabalha. O objectivo, explica a docente, é "identificar e corrigir os pontos críticos do processo, desde que o alimento chega à escola até que é servido no prato".

A elaboração das ementas é outro aspecto que merece "toda a atenção" . Arroz de polvo e massada de tamboril, regada apenas a azeite, são pratos que constam do menu. "Todos os pratos são servidos com salada de alface, tomate ou cenoura e a sobremesa é sempre fruta", salienta. A miudagem gosta, até porque, conforme frisa Maria Otília Neto, "os pratos de peixe, que não agradam à maioria, não têm espinhas. Eu encarrego-me de tirá-las, para eles comerem como deve ser".

A preocupação da escola com as refeições que serve é indiscutível, mas o actual cenário ainda não é o "ideal". É que este estabelecimento já foi analisado pela equipa do Gabinete de Nutrição do Centro Regional de Saúde Pública do Algarve, no âmbito de um projecto pioneiro a nível nacional, que visa melhorar, em quatro anos, a qualidade nutricional das refeições nas escolas da região.

O programa arrancou no ano lectivo passado e os resultados das amostras recolhidas nas escolas não são animadores. "A maior parte das cantinas não cumpre o critério que aponta para que 60% das confecções sejam pobres em gordura e à base de estufados, cozidos e grelhados", revela Teresa Sancho, coordenadora do Gabinete de Nutrição. Pelo contrário, aposta-se demasiado em "fritos, assados no forno e refogados".

Finalizada a fase de recolha e análise das ementas, far-se-á o diagnóstico da situação, elaborando-se relatórios por escola e município. Segue-se depois a formação de quem faz as ementas e trabalha na cozinhas das escolas. Assim se espera inverter a actual situação - e convencecer jovens como Patrick a trocar os cachorros e a Coca-Cola pelos cozinhados da dona Otília.

Fogos Florestais - Prevenção

Nos últimos anos o nosso País foi fustigado por um elevado número de fogos florestais que tiveram graves consequências no património ambiental e económico.

A defesa da floresta é hoje um desígnio nacional e, à Guarda Nacional Republicana foram atribuídas novas missões em matéria de protecção e socorro e no âmbito da vigilância e prevenção dos fogos florestais.

Ao longo da próxima semana e cumprindo o plano já definido uma Companhia do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) irá instalar-se no Algarve, ficando o seu comando sedeado no Quartel do Grupo Territorial de Faro.

O GIPS tem como principal missão evitar e controlar os incêndios nascentes, facilitando o papel tradicional de combate, que continua a ser uma competência dos bombeiros.


08 maio 2006

Desemprego aumenta entre licenciados

O Algarve registou uma descida ténue, menos 671 desempregados em Março de 2006, quando comparado com o período homólogo. A tendência inverte-se na classe dos licenciados, já que em vez de diminuir os 873 desempregados, o número evoluiu para 944, segundo dados revelados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Albufeira, Loulé, Olhão e Vila Real de Santo António foram os concelhos onde se registou um crescimento de desempregados com ensino superior. Quase 950 licenciados inscreveram-se nos centros de emprego do Algarve, mais 71 do que em Março de 2005.

O panorama nacional acompanha o crescimento regional uma vez que em Março de 2005 o número de desempregados com ensino superior era de 36574, um ano depois o valor aumentou para 41808, segundo o IEFP.

O concelho com maior número absoluto de desempregados no Algarve foi o de Portimão com 2741, mais 12 do que em período homólogo. Faro também viu aumentar a lista com 2094, mais 71 que no ano passado. Loulé diminuiu ligeiramente de 1882 em Março de 2005 para 1854 em 2006.

Albufeira tem mais 73 desempregados, somando 1526. Olhão reduziu o número de inscritos no centro de emprego de 1450 para 1373. Em Silves o valor passou de 1254 para 1289 em Março de 2006. Em Lagoa o desemprego também aumentou totalizando 1054 inscritos.

No concelho de Lagos a tendência foi outra com 960 desempregados contra os 1158 do ano anterior. Em Vila Real de Santo António a redução ultrapassou as duas dezenas, de 1020 em 2005 para 808 em 2006. Tavira também contribuiu para a descida global com 685 inscritos, menos 123 do que em período homólogo.

Castro Marim reduziu a lista de pessoas à procura de emprego de 263 para 209. Vila do Bispo passou de 194 para 177 inscritos. São Brás de Alportel mantém a descida com menos 39 desempregados do que em Março de 2005, contabilizando 168. Aljezur contabilizou mais seis do que no ano anterior, totalizando 166 desempregados.

Monchique e Alcoutim também reduziram o número absoluto de desempregados, com 164 e 57, respectivamente.

A nível nacional o desemprego registou uma descida, comparativamente com igual período do ano anterior, atingindo os 468470 contra 472711 em 2005.


Bilhetes à venda, na Tesouraria da Câmara Municipal de São Brás de Alportel.
Lotação Limitada!!!
Desculpem... Lotação Esgotada!!!

A Câmara Municipal escreveu-nos...
últimos 50 bilhetes vão ser postos à venda amanhã (10/5)

07 maio 2006

O Nuclear - Conferência


caros amigos da al-portel aqui terão sempre publicidade de borla!... he! he! he!
podem mandar que nós divulgamos!

06 maio 2006

Ecovias do Algarve

No dia 4 de Março, por feliz coincidência dia do nascimento do Infante D. Henrique, foi celebrado o evento para o lançamento da primeira pedra da Ecovia do Litoral no lugar a partir de onde, por definição, se entendeu iniciar a contagem dos 214 km desta infra-estrutura - o Cabo de S. Vicente - parte de um projecto ainda maior, a Rota n.1 do Plano Eurovelo.

Aproveitada a ocasião, foi igualmente dado inicio à campanha de "Promoção das Ecovias do Algarve", resultado de um protocolo assinado entre os representantes da AMAL, CCDR-Algarve, Direcção Regional de Educação do Algarve e Governo Civil do Distrito de Faro a 21 de Dezembro de 2005 e homologado pelo Ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Desenvolvimento Regional. O objectivo daquela é de estender o âmbito regional do projecto e alargá-lo ao envolvimento e sensibilização de toda a população, em particular de todos os utentes da via pública, motorizados e não-motorizados. Decorrente do facto de parte significativa da Ecovia se desenvolver sobre estradas e caminhos com tráfego misto, procura-se apelar ao harmonioso convívio dos diferentes meios de transporte no estrito respeito pelas regras do Código da Estrada.

05 maio 2006

Abílio Barros abandona PS/São Brás

Abílio Barros renunciou o seu lugar como membro da Assembleia de Freguesia de São Brás de Alportel.

Em carta dirigida à Assembleia de Freguesia apresentou como razões para a sua renúncia, em primeiro lugar motivos pessoais relacionados com a sua idade e o seu estatuto de aposentado e em segundo por não estar de acordo com a actual constituição da Junta e Assembleia de Freguesia, que nada têm haver com as listas apresentadas ao eleitores São-Brasenses, uma vez que o seu nome tinha sido apresentado como o numero três da lista do PS para a Freguesia e após a constituição dos órgãos acabou relegado para posições que não são representativas das listas apresentadas.

Recordamos quer na Lista do PS para a Freguesia, quer na campanha eleitoral, Abílio Barros foi apresentado aos São-Brasenses como um reforço de peso para a Junta de Freguesia pela sua experiência e conhecimentos.

Quem é Abílio Barros.

Abílio Barros é figura incontornável no PS/São Brás, Bancário Aposentado, Provedor da Santa Casa de Misericórdia de São Brás há já alguns anos, Presidente da Assembleia da ACREMS (Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense), Vereador da Câmara Municipal durante 11 anos (de 1990 a 2001) onde desempenhou o cargo de Vice-Presidente tendo inclusive assumido o cargo de Presidente da Câmara Municipal entre Junho e Dezembro de 2001 após o falecimento do Dr. José Pires.

Porquê o abandono.

Além das razões apresentadas em carta dirigida à Assembleia de Freguesia, a sua relação com o actual elenco camarário há muito que vinha a degradar-se, nomeadamente com o vereador Vítor Guerreiro, com quem teve acesas discussões nas reuniões do Observatório para a Cultura e Desporto. Diz quem assistiu a estas reuniões que a prepotência e a falta de respeito demonstrada pelo Vereador da Cultura para com Abílio Barros na altura como representante da Sta. Casa de Misericórdia nessas reuniões ditaram o seu afastamento do Partido que durante anos ajudou a crescer e a cimentar a representação que hoje ocupa na sociedade São-Brasense.

3º aniversário do Clube de leitura

Clube de leitura de São Brás comemorou 3º aniversário

A Biblioteca Municipal de São Brás comemorou o Dia do Livro, com a passagem do 3º aniversário do Clube de Leitura “Ler para Viver”, fundado por João Belchior Viegas, em 23 de Abril de 2003.

A responsável pela Biblioteca, Teresa Oliveira, referiu que “nesta data as bibliotecas desafiam a novas descobertas e os encontros inesperados através dos livros”, reafirmando assim a importância da leitura no quotidiano, onde concorre com as novas tecnologias da informação e da comunicação.

O Clube de leitura, que conta com um número cada vez maior de “amigos dos livros”, pretende ser um fórum de discussão, de partilha de ideias, opiniões e criticas relativas às obras seleccionadas pelos membros do Clube, no intuito de contribuir para uma leitura critica e exigente.

04 maio 2006

“São Brás para todos” ?


Câmara Municipal investe na criação de um circuito acessível


No passado dia 30 de Março 2004, António Eusébio informou, em reunião de Câmara, que tendo como objectivo iniciar o processo de definição e criação de um circuito acessível em São Brás de Alportel, foi já realizado o levantamento das barreiras arquitectónicas dos edifícios, estabelecimentos que recebem público e via pública dos aglomerados urbanos do Município de São Brás de Alportel.

Os trabalhos iniciaram-se em 2003 e estão agora disponíveis para consulta e constituem a base dos trabalhos seguintes.

A realização deste levantamento, primeiro passo para criar este circuito acessível, complementou o trabalho desenvolvido no âmbito do Projecto Bombordo, promovido pela Segurança Social de Faro, do qual a autarquia são-brasense foi parceiro activo e constituiu uma forma digna do Município assinalar as comemorações do Ano Europeu das Pessoas com Deficiência.


“São Brás para todos”


O levantamento teve em consideração que as pessoas com deficiência são os principais cidadãos afectados pela existência de barreiras arquitectónicas, bem como a competência da autarquia, na fiscalização do cumprimento das normas técnicas, enquanto entidade licenciadora; e permite perspectivar uma intervenção concertada, em termos da acessibilidade do meio edificado, tendo como objectivo dar início ao processo de definição e criação de um circuito acessível em São Brás de Alportel.

Na mesma ocasião, o autarca acrescentou que o esforço e empenho da autarquia, no âmbito desta matéria vai prosseguir e que outros trabalhos estão a ser preparados e serão realizados até estar cumprido o objectivo de tornar São Brás de Alportel um Município acessível a todas as pessoas com mobilidade reduzida.


Marlene Guerreiro - CM/S. Brás de Alportel - 2004-04-22


Passaram-se 2 anos e quê?... onde ficou o São Brás para todos?... passeios, acessibilidades aos edifícios públicos, telefones, Multibanco, as barreiras arquitectónicas teimam em manter-se. Já para não falar nas rampas “assassinas” construídas há dois anos para transpor passeios!... atão os engenheiros na câmara não sabe o ângulo que deveriam ter?... não andam de cadeira de rodas, não é!

Tá visto… “São Brás para todos” não passou de mais conversa fiada do engenheiro!!!

03 maio 2006

Câmara sem plano contra incêndios

Câmaras algarvias sem planos contra incêndios.

Metade das 16 câmaras do Algarve ainda não deram um passo para elaborar os obrigatórios Planos Municipais de Defesa da Floresta Contra Incêndios. Documentos que pretendem dar a conhecer o terreno, para melhor evitar ou combater os incêndios.

Metade das câmaras municipais do Algarve ainda não iniciaram o seu Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI), uma autarquia já concluiu (Loulé) e sete estão em curso (Aljezur, Vila do Bispo, Lagos, Monchique S. Brás de Alportel, Silves, Tavira ), soube o Observatório do Algarve de fonte ligada ao processo.

O PMDFCI tem como objectivo definir as medidas necessárias à defesa da floresta contra incêndios, no âmbito da prevenção, planeamento integrado, na previsão das intervenções das diferentes entidades envolvidas perante a eventual ocorrência de fogos.

O seu enquadramento legal surgiu com o Decreto-Lei nº 156/2004, de 30 de Junho, e as suas linhas orientadoras, segundo o Governo, estão definidas no Plano Nacional de Defesa da Floresta Contra os Incêndios (PNFCI), o qual é considerado “um instrumento operacional de planeamento, programação, organização execução de um conjunto de acções de prevenção, pré supressão e reabilitação das áreas ardidas”.

O governo pretende com os vários planos municipais e nacional “aumentar a resistência do território aos incêndios florestais, reduzir a sua incidência, através de uma melhor eficácia e eficiência do ataque e gestão dos mesmos”.

02 maio 2006

São-brasenses percorrem caminho da fé

Comemorações da Aparição de Nossa Senhora - 13 de Maio
Peregrinos são-brasenses percorrem caminho da fé até Fátima

Um grupo de 18 peregrinos do concelho de São Brás de Alportel partiu no passado dia 1 de Maio em direcção a Fátima. A caminhada da fé deverá terminar a 12 de Maio, um dia antes dos festejos de mais um aniversário da aparição da Nossa Senhora de Fátima, a 13 de Maio de 1917.

Ainda no âmbito das celebrações do 13 de Maio, em São Brás de Alportel, um grupo de caminhantes está ainda organizar uma romaria à Capela da Nossa Senhora de Fátima, nos Parises.As inscrições encontram-se abertas até dia 12, na secretaria da Câmara Municipal, sendo o local de encontro no largo junto à Rua “Jornal O Sambrasense”, pelas 14:30 horas.

Esta peregrinação vai de encontro à tradicional Festa dos Tabuleiros Floridos, a decorrer no pitoresco sítio dos Parises, que contempla a tradicional “Procissão de velas”, em louvor à Nossa Senhora.

As iniciativas, promovidas por um grupo de peregrinosdo Centro de Cultura e Desporto dos Trabalhadores da Câmara Municipal e Junta de Freguesia, que já haviam percorrido os caminhos da fé em 2004, contam com o apoio da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, da Junta de Freguesia, da Paróquia.

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Ultima Hora
05/05/2006


Desde o primeiro dia, no qual pernoitaram no Ameixial, o grupo de são-brasenses já passou por Rosário, Aljustrel e Ferreira do Alentejo.

Hoje, dia 5 de Maio, os peregrinos acabarão a sua jornada no Torrão. Até ao destino final em Fátima, os caminhantes farão paragens em Santiago do Escoural, Lavre, Coruche, Tapada, Pernes e Minde.

01 maio 2006

1 de Maio: Dia Internacional do Trabalhador


O Dia Internacional do Trabalhador comemora-se a 1 de Maio. Este dia é importante porque é nesta data que lembramos o esforço humano para modificar a natureza, explorá-la para o progresso da humanidade.

No dia 1 de Maio de 1886, em Chicago (EUA), grevistas que lutavam pelo horário de 8 horas diárias de trabalho entraram em confronto com a polícia, sendo vítimas de uma repressão que provocou dezenas de mortos e centenas de detenções. Com provas falsas angariadas pelas autoridades, alguns trabalhadores foram condenados. Em 1888 o processo foi reaberto e proclamada a inocência dos réus. Em 14 de Julho de 1889 o Congresso Operário Internacional, reunido em Paris, decidiu comemorar o Dia Internacional do Trabalhador a 1 de Maio em homenagem às vítimas de Chicago.

Hoje, sob a designação do Dia do Trabalho, são feitas comemorações em quase todos os países do mundo.

Cortiça, vinho e floresta

Cortiça, vinho e floresta motivam dois dias de jornadas em São Brás

A vila de São Brás de Alportel acolhe nos próximos dias 5 e 6 de Maio duas iniciativas relacionadas com os sectores da fileira suberícola (floresta, cortiça e vinho) – as “III Jornada Técnica Cortiça – Vinho” e as “IV Jornada para a Qualidade”.

Em cima da mesa, e em debate, vão estar temas como a gestão sustentável da floresta; os desafios da qualidade e da certificação na Serra do Caldeirão; o papel do vinho na região algarvia, as perspectivas para o futuro; os projectos desenvolvidos na área da reciclagem de rolhas; a Rota da Cortiça; as experiência nesta área da vizinha Espanha; e as recentes investigações científicas que dão conta dos benefícios para a saúde (ao nível da prevenção do cancro) do consumo de vinho em rolhas de cortiça.

No dia 5 de Maio, a sessão de abertura está agendada para as 9:30 horas e vai ter a presença da Confraria dos Enófilos e Gastronómica do Algarve, da Associação dos Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, da Associação Rota da Cortiça, da Delegação Regional do Baixo Alentejo e Algarve da Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça, e pelo director regional de Agricultura do Algarve.

Para o dia 6, está prevista uma visita às caves de produtores de vinhos do Algarve (Quinta Morgado da Torre e Adega do Cantor). (a não perder!!!)

A iniciativa conta com a colaboração de um conjunto de entidades e associações do sector, nomeadamente a Direcção Regional de Agricultura do Algarve; o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, a Associação Rota da Cortiça, a Confraria dos Enófilos e Gastronómica do Algarve, a Associação dos Produtores Florestais da Serra do Caldeirão, Confederação Europeia do Liège e Associação de Industriais do Corcho del Suroeste.

Para participar nas jornadas deve efectuar a sua inscrição, através da Delegação Regional do Baixo Alentejo e Algarve da Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça, através dos seguintes contactos: 289 843 931 / Fax. 289 842 215 / E-mail: aiec.drbaa@mail.telepac.pt.

A organização agradece que no acto de inscrição, indique o seu contacto e informe do seu interesse em participar no almoço, no dia 5 de Maio e ou na visita às Caves dos Vinhos do Algarve, no dia 6.


30 abril 2006

UDR Sambrasense

Sambrasense perde a primeira Final

Na luta pela permanência na I Divisão, o UDR Sambrasense perdeu esta tarde a primeira das 4 “finais” que tem que disputar.

Numa fase crucial do campeonato distrital da I Divisão (restam três jornadas) esta ronda ficou marcada por três goleadas às quais se juntaram ainda duas vitórias por três golos.

O líder Quarteirense venceu facilmente o Culatrense por 4-0 e o segundo classificado, Campinense, venceu pela margem mínima o Sambrazense (2-1).

Na luta pela manutenção, o Guia quebrou a séria negativa de oito jogos a perder goleando o Parchalense por 6-0, garantindo assim a permanência. Passo importante rumo ao mesmo objectivo deu o Armacenense ao ir vencer a Lagos o Esperança por 3-1. O Faro e Benfica infligiu a derrota mais pesada da temporada ao Serrano ao ganhar por 4-0.

Num jogo equilibrado, Monchiquense e Castromarinense empataram a dois tentos, ponto que serviu as pretensões das duas equipas. O Castromarinense continua na parte superior da tabela e o Monchiquense respira agora ares de tranquilidade.

O já despromovido Machados perdeu em casa com o vizinho Salir por 0-3 numa jornada em que o Algarve United descansou. Na cauda, Culatrense e Sambrazense perderam diante dos dois primeiros mantendo-se a indefinição quanto ao conjunto que terminará a competição no 14º lugar e que também dá direito à descida.

O campeonato pára no próximo sábado, reatando-se no dia 13 para entrar nas últimas três jornadas, contudo, para acerto, cumprir-se-á no dia 6 de Maio às 16H00 o Machados-Campinense, jogo que está em atraso.

Opinião dos Leitores - Instituições Públicas


satisfazendo os pedidos de alguns leitores
Um espaço para falar das instituições públicas são-brasenses

"em São Brás como funcionam as instituições públicas?"

-->REGRAS<-- 1. antes do texto, mencionar a instituição. 2. limitar-se a factos 3. não ofender ninguém 4. sem asneiras por favor! este é um espaço para contribuir na melhoria dos serviço, não tente crucificar aqui ninguém se criticar tente também dar uma sugestão

Curso de Braille

A Associação Tempus, irá realizar, em São Brás de Alportel, diversos Cursos de Braille, dirigidos à população em geral.

O Braille é um sistema de leitura através do tacto para pessoas com deficiência visual.

Os Cursos permitirão aos formandos adquirir as competências necessárias para escrever em Braille e ler em Braille e serão realizados num horário a combinar com os formandos inscritos.

Se está interessado, contacte-nos para obter mais informações ou para efectuar a sua inscrição:


Associação Tempus
Rua 18 de Junho, 96, 1º Dto Olhão
Tel: 289 721 622; Fax: 289 721 622
E-mail: tempus@iol.pt

29 abril 2006

A passo de carangol

No dia 9 de Janeiro começaram obras de renovação na EN2, a partir do Largo de S. Sebastião e a acabar numa rotunda mais a norte, mas para trás ficaram casas em ruínas e várias oficinas, que fazem da via pública parque de estacionamento...

O que está a aparecer no terreno, é uma via central demasiado estreita (será que um carro de incêndios lá passa; e se uma viatura se avariar, quem, e como, de lá se retira?), ladeada por passeios de grandes dimensões (certamente que são esperadas multidões a “passear” nestas avenidas de pedra!) e por locais de estacionamento em fila (o que reduz substancialmente o número de viaturas a estacionar).

Os passeios e os locais de estacionamento, estão a ser empedrados com a chamada “calçada portuguesa”, maioritariamente por trabalhadores africanos, mão-de-obra barata, pouco qualificada, que martela furiosamente a pedra a grande velocidade, já que ganham ao m2, muitas vezes, partindo-a inconvenientemente, mas mesmo assim, colocando as peças partidas que, como é evidente, não irão resistir muito tempo até ficarem soltas.

Já há outras “obras” deste género nos novos acessos à Vila, e também na parte velha do burgo, que deveriam ter servido de padrão do que não se deve fazer, mas como nada se aprendeu, só quem não quer ver, é que não nota que as calçadas estão mal feitas que muitas pedras já foram à vida.

Que é feito da “calçada portuguesa ”produzida por verdadeiros artistas (em Lisboa, o município, há anos, organizava cursos para calceteiros e o resultado foram passeios e ruas de rara beleza, verdadeiras obras de arte) que ficava toda alinhadinha em perfeita esquadria, bem compactada por um processo bem concebido de travejamento das pedras que as não deixavam soltar?.

Dado que a” boa calçada” consome mão-de-obra intensiva e, por isso cara, que, aliás já não existe em qualidade, por os antigos calceteiros terem passado à reforma, a maior parte dos municípios já há muito abandonaram este processo, tendo, em sua substituição, adoptado o método dos pavimentos de placas de cimento ou de granito, que hoje se apresentam no mercado de várias dimensões, cores e feitios (no nosso concelho há uma fábrica destes materiais), possibilitando arranjos e combinações de que resultam trabalhos de grande beleza estética, além de apresentarem um piso mais suave e seguro para quem anda a pé, sobretudo para os mais velhos (é raro o dia em que não caia alguém nos maus empedrados da Vila). Então porque se insiste na “calçada portuguesa”?.

Pessoalmente, julgo que em defesa de uma tradição que hoje, como vimos, é uma mera utopia, uma miragem num deserto de ideias que ainda parecem povoar as mentes de alguns projectistas muito distraídos em relação às novas tecnologias, mantendo-se numa obsessão doentia por velharias fora de uso, e que não foram capazes de se actualizar, quando para isso era só observar a realidade actual por esse mundo fora.

Uma outra hipótese é a da mera teimosia a qual me custa a aceitar, pela razão de que essa eventual obstinação custaria muito dinheiro retirado dos bolsos de nós todos que somos contribuintes. Por isso aqui deixo mais uma pergunta.

Quanto tempo demoraria a colocar um dos novos pavimentos na Rua Dr. Evaristo Gago?

Pelo processo actual, os calceteiros já lá estão desde o dia 9 de Janeiro e não é previsível determinar quando terminarão o seu trabalho, que terá no final, todos os defeitos que se salientaram. E a andar-se assim a esta velocidade de caranguejo/caracol, quanto tempo mais ainda se levará a chegar à rotunda, e quem ressarce os comerciantes e os moradores da zona dos prejuízos causados por obras tão prolongadas?

REPORTER XPTO
S. Brás, 20 de Março de 2006
IN: NOTICIAS S.BRAZ


Parece que em São Brás é mesmo necessário manter-se o anónimato na hora de fazer criticas ao actual executivo!!... o sr. XPTO certamente estará a defender-se de possivel represálias por parte do executivo, não?!.... e se muita gente pensava que a ditadura tinha acabado com o 25 de Abril, esta é mais uma prova que em São Brás ainda funciona... podes falar mas cuidado, senão fazem te a vida negra!

De admirar é o facto de o Noticias de S.Braz (o pasquim da câmara) publicar uma noticia destas!

28 abril 2006

Encontro de Velhos Ciclomotores


Por GIDI , 2006-3-21

Encontro de Velhos Ciclomotores promete superar edições anteriores e juntar três centenas de amigos

Depois do êxito alcançado nas duas edições anteriores, registando mais de 200 velhos ciclomotores no ano passado, a organização do Encontro Anual dos Amigos dos Velhos Ciclomotores, a cargo do Grupo Desportivo e Cultural de Machados, pretende alcançar as três centenas de relíquias de 2 rodas, no III Encontro, no próximo domingo, dia 26 de Março. (VER NOTICIA COMPLETA)

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IN: NOTICIAS S.BRAZ

3º Encontro dos amigos dos ciclomotores antigos juntou 200 nos Machados

Duzentos amigos dos ciclomotores antigos juntaram-se mais uma vez por iniciativa do grupo Desportivo e Cultural de Machados.

Assim no passado dia 26 de Março foram muitos os que se juntaram levando os seus motociclos, antigos, muitos deles tratados como verdadeiras relíquias.

Um passeio até ao centro da vila com paragem na Avenida da Liberdade, e um almoço convívio marcou mais este encontro dos amigos do ciclomotores antigos em que participou o Presidente da Autarquia também ele com o seu motociclo(e que belo motociclo! um exemplar magnifico e bem conservado!) bem como os vereadores Vítor Guerreiro e Judite Neves. (já estes foram... só para o discurso!)
Estão pois de parabéns o Grupo Desportivo e Cultural de Machados por mais este encontro cada vez mais participado(?) e em que foi possível ver verdadeiras relíquias do passado.

27 abril 2006

XIV Aniversário - MC “Os Unidos da Estrada”

Moto Clube de S. Brás “Os Unidos da Estrada” assinalaram o XIV Aniversário
IN NOTICIAS S BRAZ

O Moto Clube de S. Brás “Os Unidos da Estrada” assinalaram mais um aniversário no passado dia 1 de Abril.
Com uma sala praticamente lotada no armazém da D. Catarina na Mesquita foram muitos os moto clubes amigos que vieram dar um abraço aos Motards sambrasenses.

Também as autarquias Câmara Municipal e Junta de Freguesia não faltaram bem como os muitos dos que habitualmente apoiam o Moto Clube nas sua diversas iniciativas e actividades.

Como sempre foram ofertados aos colaboradores, associações e convidados uma lembrança, que visa agradecer o poio recebido ao longo do ano nas mais diversas formas para que as actividades que os Motards sambrasenses desenvolvem tenham êxito.

Cantados os parabéns e distribuído o bolo de aniversário, foi a vez dos agradecimentos e distribuição de lembranças, o banda musical sambrasense musical Joana Caravana e João Pintinhos encerrou este jantar de aniversário.

26 abril 2006

São Brás (mais) solidário

IN: NOTICIAS S.BRAZ

A Rede de Voluntariado que está a ser criada neste concelho vai no bom caminho. Até ao momento 33 pessoas já se disponibilizaram para dar o seu contributo como voluntárias. O núcleo dinamizador da rede está a fazer o levantamento das necessidades sociais do concelho e a traçar propostas de intervenção, as quais foram discutidas no passado dia 11 na Associação In Loco.

Para aderir a este movimento de solidariedade, basta ir aos Bombeiros Voluntários fazer a sua inscrição.

Esta iniciativa insere-se no âmbito do Projecto “São Brás Solidário”, da responsabilidade de uma parceria constituída pela In Loco, Câmara Municipal de São Brás, Associação dos Industriais e Exportadores de Cortiça, Bombeiros Voluntários do concelho e Associação Nacional de Jovens para a Acção Familiar e apoiada pela Iniciativa Comunitária Equal.


24 abril 2006

Algumas raízes do problema autárquico

by: Daniel B. Marques

A Administração Local, qual longa manus da administração central, é um governo com rosto, com proximidade, diria mesmo, com cumplicidade. Em Portugal, a tradição de pequenos governos locais estende as suas fundações, firmes e vetustas, até aos primórdios da nacionalidade. Os pelourinhos, os forais, verdadeiras cartas de alforria para as localidades, as domus municipalis (lato sensu), fazem parte de uma cultura de descentralização, da qual o nosso país – neste aspecto específico - não pede meças a nenhum outro. As edilidades são, pela Lei e sobretudo, pelo Costume, uma instituição fulcral, tendo desenvolvido, até hoje, um papel determinante no desenvolvimento de cada terra e de cada região. E, mais recentemente, com o 25 de Abril, a submissão do poder local ao salutar escrutínio do voto popular, pareceu adicionar-lhe, “et pour cause”, um valor acrescentado.

Mas, curiosamente, ao que hoje assistimos pelos media, no doce remanso dos nossos lares, é ao total aviltamento e enviesamento da administração do poder local.

A democracia trouxe consigo um esgar de esperança, uma promessa de oportunidades, para um país que, letargicamente, parecia querer mudar. Com a devolução do poder ao povo - que é “quem mais ordena”... - a democracia parecia ser a génese de toda a prosperidade.

Foi aqui que se deu o primeiro mal entendido. Houve um fenómeno tipo “lost in translation” em que alguém se esqueceu de avisar que não é o regime em si próprio que oferece as oportunidades. Bem pelo contrário, são as suas sinergias que criam as condições para a criação de uma sociedade civil livre, autónoma, responsável, culta, ambiciosa e voluntariosa.

Donde, e aqui chegados, desgraçadamente, somos obrigados a constatar que esta sociedade civil não existe, e continua a ser aquilo que, ontem como hoje, desejamos alcançar. Porquê? Porque, precisamente, há quem remedeie este mal e faça do próprio regime e das próprias instituições democráticas, o instrumento da sua ambição.

Num país em que as oportunidades não são muitas, em que a mobilidade social era, até há bem pouco tempo, reduzida, em que a iniciativa privada soçobra à sombra de um estado omnisciente e ubíquo, as instituições políticas são vistas não como um meio de promover o bem comum, mas como um fim em si mesmas, pronto a responder à voracidade alpinista de novos e velhos.

De facto, a falta de saídas profissionais, o recurso à emigração e agora a neo-emigração (fenómeno distinto pois inclui nas suas fileiras não só gente sem meios mas os mais qualificados, é a famosa "fuga de cérebros"), as dificuldades em subsistir num interior cada vez mais desertificado, demandou uma cruzada à oportunidade fácil. A resposta foi, inevitavelmente, orbitar à volta do poder institucional dos aparelhos partidários. Como hipótese de ascensão ao Olimpo dos apaniguados do poder, que assim estendem a mão às prebendas dos barões.

Ora o aprofundamento da cultura democrática não acarretou - longe disso - um amadurecimento da consciência cívica. Do objectivo de uma democracia participada criou-se uma “democracia de carreira”.

Tal falta de denodo por banda dos cidadãos, só se compreende e poderá justificar por uma “iliteracia cívica” endémica. Num país pobre, não há sobras para um aprofundamento cultural, no sentido mais amplo do termo. A baixa taxa de alfabetização, o baixo grau cultural da população, não cria só problemas de produtividade. Arrasta, inexoravelmente, uma inconsciência ético-política complacente, não incentivando a socialização da polis. Ou será que ainda alguém acredita na ideia rousseauniana do “bon sauvage”? Neste campo, quem leva vantagem é Hobbes.

Daí que o exercício do direito de voto, como garante do funcionamento normal das instituições, ao permitir a putativa escolha dos melhores, não seja uma escrutínio real dos mandatários, por banda dos mandantes. Metamorfoseou-se num instrumento, perfeito e inatacável, de legitimação formal de cliques aparelhísticas. Criando a perversão ideal do sistema: então o voto não é universal? Na verdade, contra este facto, que é argumento bastante, não há réplica.

Por isso, é ver os “Jotinhas” essa incubadora do caciquismo militante, os barões partidários, as distritais e as concelhias, prenhes de gente ávida e trabalhadora, que realmente se esforça por conseguir um lugar ou um posto que lhe dê um título, que lhe permita exercer um pequeno poder, quase sempre de forma despótica e discricionária.

O ciclo fecha-se com a actual desistência daqueles que mais deveriam estar alerta, beneficiando do beneplácito e incentivo de uma sociedade cada vez mais individualista e egocêntrica.
Felizmente, ainda, que assistimos a fenómenos inconcebíveis. É sinal que se vão descobrindo. Porque, miseravelmente, o real problema são os milhares que todos os dias, meses e anos, e em todas as eleições vão levando ou tentam levar a água ao seu moinho, por esse país fora…!

23 abril 2006

São Brás comemora 25 de Abril

Na Biblioteca Municipal de São Brás de Alportel, estará patente de 22 a 30 de Abril, a exposição «A Construção do Poder Autárquico Democrático no Algarve» com a organização da Associação 25 de Abril. A exposição apresenta textos e cartazes lançados por ocasião do 30º aniversário da Revolução dos Cravos

No dia 25 de Abril, às 10 horas, haverá uma cerimónia de hastear da bandeira nos Paços do Município.

No mesmo dia, o campo de futebol António Coelho será palco do tradicional desafio entre solteiros e casados, seguindo-se um almoço na sede do clube organizador do evento, o Grupo Desportivo e Cultural de Machados.

21 abril 2006

watchdog !

watchdog ou pura desinformação?

sbras.blog está a causar mau estar junto dos responsáveis camarários, porque tem servido para a divulgação e discussão do caso da demolição do armazém na Rua Serpa Pinto.


Chegou via e-mail o link para o Sbras, não é um weblog mansinho é polémico q.b..
Não conheço S. Brás o suficiente para perceber as polémicas, mas que não há fumo sem fogo. E as nossas câmaras,…

in: Zone_41 - Olhão

...Já nos chamaram tudo! cão de guarda!?... era só o que faltava!!!

20 abril 2006

Forúm São Brás

Fórum São Brás abre para testes dia 25 Abril

A partir de hoje, está aberto para testes o forúm são brás.

Um espaço que se destina a discussão de ideias tendo como pano de fundo a nossa terra "São Brás de Alportel".

http://sbras.forumvila.com

Os temas a debate são abertos pelos utilizadores do forúm
a identificação dos mesmos é obrigatória.

Director Centro de Saúde recebe Medalha

O Dr. José Gomes Cabral, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel, foi agraciado com a Medalha de Serviços Distintos do Ministério da Saúde «Grau Prata», no passado dia 7 de Abril pelo Ministro da Saúde.

Na impossibilidade de a ter recebido das mãos de Sua Excelência o Ministro da Saúde, Prof. Dr. António Correia de Campos, na sessão comemorativa do Dia Mundial da Saúde, por ordem familiar, esta foi-lhe entregue pelo Conselho de Administração da ARS Algarve no dia 17 de Abril, em cerimónia pública ocorrida no Centro de Saúde de São Brás de Alportel.

Exemplo de dedicação ao serviço público, Director do Centro de Saúde de São Brás de Alportel desde 1982, cuja imagem de excelência e de qualidade tem vindo a projectar ao longo dos anos, o Dr. José Gomes Cabral, Licenciado em Medicina, especialista em medicina geral e familiar com o grau de consultor em clínica geral, a trabalhar no Algarve desde 1979 onde também tem exercido funções como Adjunto do Delegado de Saúde Concelhio, revelou ao longo dos seus 32 anos de carreira, qualidades de trabalho, de organização, de humanidade, de liderança, que permitiram projectar o Centro de Saúde de São Brás de Alportel como um local de excelência, quer pela qualidade de trabalho aí prestado por todos os seus profissionais, quer pelo seu entrosamento na comunidade.

Nesta ocasião a Administração Regional de Saúde do Algarve e todos os seus profissionais, não podem deixar de se sentir orgulhosos por esta distinção, agradecendo publicamente ao Dr. José Gomes Cabral como cidadão e como profissional de saúde, o exemplo de dedicação ao serviço público.

In: planetaalgarve.net

19 abril 2006

Espectáculo de Beneficência - Bombeiros

O Cine-Teatro São Brás é o local escolhido para acolher um espectáculo de beneficência, em prol da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de São de Alportel, que irá decorrer, no dia 22 de Abril a partir das 21h30.

Música, dança, multimédia e arte, são as diferentes componentes que dão forma a este espectáculo, que tem por objectivo a angariação de fundos para ajudar a Associação nas obras de melhoria do Quartel dos Bombeiros Voluntários. Os soldados da paz são-brasenses promovem um espectáculo diversificado, que é resultado de um conjunto de gestos solidários, sendo que todos os momentos artísticos são gentis ofertas dos artistas intervenientes no programa.

Ao adquirir o seu bilhete, estará a contribuir para as obras de melhoramento do Quartel dos Bombeiros de São Brás de Alportel e a habilitar-se ao sorteio de um bonito quadro de Eduardo Dias, gentilmente cedido pelo autor.



Grupo Musical Luangraal apresenta-se pela 1ª vez em São Brás de Alportel

Fundado em Agosto de 2004, o grupo musical Luangraal é composto por 4 membros: Lia Graça, na voz; Albertino Monteiro, na guitarra clássica, Rui Almeida, no contrabaixo e Ricardo Marques, na guitarra portuguesa.
São “Quatro personalidades. Uma paixão ao primeiro ouvido. Três pares de mãos que se dão... bem - na Guitarra Portuguesa, na Viola, no Contrabaixo”, como gostam de apresentar-se, levando a alma da música portuguesa, na voz do Fado, nos acordes da Guitarra Portuguesa e na melodia da Música Ligeira.

in: www.cm-sbras.pt


18 abril 2006

Associativismo São-Brasense - Apoios

Câmara Municipal assinou protocolos plano de apoio ao associativismo
GIDI CM SBA

Por considerar que as associações desempenham um papel fundamental no desenvolvimento cultural, desportivo e social do concelho, a Câmara municipal apoia a dinamização das suas actividades e iniciativas, assim como a prossecução dos seus objectivos e a melhoria das suas infra-estruturas. Assim a Câmara, a semelhança de anos anteriores, deliberou atribuir para ano de 2006 os seguintes subsídios:


Associação Cultural Sambrasense – 11 040 €uros
Associação Cultural Veredas da Memória – 1 000 €uros
Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça – 4 200 €uros
Associação Jovem Sambrasense – 15 000 €uros
Casa da Cultura António Bentes – 18 000 €uros
CCD Trabalhadores Câmara – 21 000 €uros
GDC Machados – 31 500 €uros
Paróquia de São Brás – 2 400 €uros
Rancho Típico Sambrasense – 2 400 €uros
Sociedade 1º Janeiro – 21 060 €uros
UDR Sambrasense – 36 000 €uros

Associação Al-portel - ?
Associação do Alportel - ?
Associação Amigos de São Brás - ?
Associação In-Loco - ?
Bike Clube - ?
Clube Caça e Pesca de São Brás - ?
etc. etc. etc. etc. - ?????????

No passado mês de Fevereiro foram assinados os protocolos respeitantes ao ano de 2006 numa cerimónia realizada na Biblioteca Municial


(… nesse mesmo mês, foram também assinados “à pressa” procolos plano de apoio ao associativismo relativos aos anos de 2005, 2004, e em alguns casos 2003 que se encontravam por assinar.)

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Associação São-Brasense doa 60 000 €uros
in:Barlavento

Os Amigos de São Brás - instituição algarvia que doou à Unidade de Radioterapia de Faro 60 mil euros - consideram absurdo que os pacientes algarvios tenham de viajar até Lisboa para as sessões de radioterapia, e «permanecer cerca de cinco semanas na capital para receberem 10 minutos diários de tratamento». (ver noticia completa)

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Só em 2005 os “AMIGOS DE SÃO BRÁS” doaram:
osambrasense -n.253

Unidade de Radioterapia do HDF – 13 000 €uros
Bombeiros Voluntários São Brás – 3 700 €uros + 1000 €uros em equipamento
Famílias Carenciadas do concelho - 1 000 €uros
Centro de Saúde São Brás - 1000 €uros em equipamento


(…para quem não sabe os Amigos são o grupo de uma senhoras inglesas que iniciaram a “feira da velharias” em São Brás que se fazia no domingo uma vez por mês e que a câmara "retirou" às senhoras para nunca mais a realizar!)

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Noticia Última Hora
26/04/2006

A Associação Amigos de S. Brás começou a vender os seus produtos no mercado semanal no passado dia 18 de Março junto do Lagar do Féria com periodicidade quinzenal, em virtude da Feira das Velharias ainda não ter recomeçado.
De salientar que como de costume os lucros revertem a favor dos Bombeiros de S. Brás, dos carenciados do concelho e do Novo centro de Radioterapia de Faro

in: NOTICIAS S.BRAZ

17 abril 2006

U. D. R. Sambrasense - Opinião dos leitores

Tem nos chegado alguns e-mails (3) sugerindo abertura de um espaço próprio de opinião sobre o Sambrasense. Dado a quantidade e qualidade dos comentários que acabam de uma maneira ou outra por envolver a União, resolvemos aceder ao pedido dos nossos leitores e abrir uma postagem para que todos os são-brasenses, que queiram, possam expressar a sua opinião acerca da U.D.R.Sambrasense.


falem do campo relvado, desta direcção, da anterior,
falem do que quiserem,
mas por favor,
expressem as suas opiniões sem asneiras.

dá-nos muito trabalho apagar comentários.

...e não se esqueçam, a Direcção da União
está atenta as v/ criticas, sugestões ou elogios.
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O Sambrazense empatou no derby de S. Brás (0-0 com o Machados) e comprometeu seriamente as suas pretensões de manutenção na I Divisão Distrital. A equipa de Avelino Condinho está a seis pontos do Culatrense que descansou nesta jornada e mercê dos pontos em disputa (quinze) e dos dez somados, o Machados viu confirmada, matematicamente, a despromoção à II Distrital.

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22/04/2006

Na luta pela manutenção, do Monchiquense (sexto) para baixo, ninguém está descansado. É verdade que o Machados já desceu, assim como o desclassificado Ginásio de Tavira, mas essas são outras contas. Senão vejamos: O Sambrazense tem um jogo a menos (com o Salir) e em caso de vitória reaproximar-se-á do Culatrense e voltará a aspirar à permanência, até porque ainda estão em disputa doze pontos.

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Noticia de Última Hora

O Sambrazense ganhou ao Salir por 3-2, jogo que estava em atraso do campeonato distrital da 1ª Divisão. Com esta vitória, a equipa de S. Brás de Alportel passou a somar 24 pontos mas continua no 14º lugar.

in: Algarve Desporto

opiniões aqui nos,

16 abril 2006

São Brás volta a florir no Domingo de Páscoa

As principais ruas da vila vão voltar a ser embelezadas por milhares de rosas e flores campestres, dando forma a uma extensa passadeira florida.

No Domingo de Páscoa, tapetes de flores vão descrever o percurso da Procissão da Aleluia, em mais uma Festa das Tochas Floridas, em São Brás de Alportel.

As principais ruas da vila vão voltar a ser embelezadas por milhares de rosas e flores campestres, dando forma a uma extensa passadeira florida, sendo já considerada uma das mais genuínas manifestações culturais de cariz religioso do país.

Este trabalho é feito por muitos dos habitantes da vila, que se dedicam durante as semanas anteriores e toda a noite e madrugada de domingo, para que, na manhã de Páscoa, tudo esteja perfeito.

Os homens levam nas mãos tochas floridas e formam duas alas a abrir a procissão.

A explicação religiosa para o facto de serem só homens a erguer as tochas na frente da procissão, assenta na ideia de que as confrarias, o grupo que vai à frente do pálio, serem compostas apenas por homens. As irmandades, onde estavam as mulheres, seguiam atrás.

Ao longo da procissão, que começa às 11h30, os homens reúnem-se em pequenos grupos para se levantar o grito do «Aleluia». Pelas ruas, ouve-se uma voz forte a dizer «ressuscitou como disse» e em seguida os homens erguem bem alto as tochas e respondem «aleluia, aleluia, aleluia».

Actualmente, as tochas são ornamentadas com flores naturais da região ao critério de cada participante na procissão. Cada tocha será depois sujeita a um concurso que irá eleger as que se destacarem pela sua criatividade e originalidade.

As varandas que estejam no percurso da procissão são também embelezadas com colchas coloridas e flores campestres e que serão também premiadas pela sua beleza.

Além da procissão, a vila do sotavento algarvio brinda o visitante com iguarias típicas da Serra do Caldeirão, durante o «Encontro de Sons e Sabores», no Adro da Igreja Matriz, com a participação de vários grupos musicais.


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Actualização 27/04/2006

As gentes de S. Brás de Alportel voltaram a sair à rua e cantar Ressuscitou como disse!Aléluia, Aléluia, Aléluia. No passado dia 16 de Abril foram milhares os visitantes e centenas os participantes na procissão de Aléluia em que os homens empunhando tochas floridas em procissão cantam em uníssono Aléluia.

Perde-se na voragem dos tempos o inicio desta procissão única no país e que traz até S. Brás de Alportel os seus filhos que daqui se ausentaram e que nesse dia regressam bem como muitos visitantes encantados com o brilho e a cor de tão original maneira de celebrar a ressurreição do Senhor.

No últimos anos o tapete florido nas ruas de passagem da procissão, que dá mais colorido a esta tradição é uma mais valia para a atracção dos numerosos visitantes, e a festa que se prolonga pela tarde fora intitulada “Encontro de Sons e Sabores” também ajuda a preencher o dia, e serve de pretexto para a entrega dos prémios do diversos concursos, dos jogos florais e das janelas e tochas floridas.

Assim mais uma vez as gentes de S. Brás de Alportel sairam á rua engalanaram as janelas, atapetaram as ruas de flores, empunharam as tochas e cantaram Aléluia, para manter a tradição.

Inicio da procissão com alguns problemas.

A procissão estava marcada para a 11,30, ao contrário de outros anos que se costuma atrazar, às 11,20 ainda não tinha chegado sequer a Banda é dada ordem para que começam os homens a fazer alas e se inicie a procissão. O Sr Prior Cunha nitidamente irritado manda seguir o Pálio com o Santíssimo que chega ao meio da rua Gago Coutinho praticamente à frente da procissão.

É certo que muitas vezes se critica o Prior pelo atraso na procissão, mas este ano não percebemos a pressa que o Prior Cunha tinha de tal modo que até ao largo de S. Sebastião a procissão andou um pouco desorganizada.

Todos estavam à espera da música e de repente é dada ordem para se iniciar a procissão. Como se costuma dizer nem tudo ao mar nem tudo á terra.

Acalmaram os ânimos e tudo se recompôs, mas não havia necessidade do pálio prosseguir só na frente de procissão. Enfim parece que o prior Cunha se irrita por pouco e na nossa opinião deveria ser quem mais deveria manter a calma e ser mais tolerante.


13 abril 2006

Repórter EspAcial - artigo#1

texto elaborado/enviado por leitor
NÃO SE TRATA DE UMA NOTICIA REAL, é o nosso reporter espAcial!!!

Chefe Gabinete Vs Imprensa Local
Chefe do gabinete do Presidente quer acabar com imprensa local


João Costa, chefe de gabinete de António Eusébio, chocado com as noticias que tem vindo a público no Jornal “O Sambrasense”, quer fechar o mais antigo jornal do concelho.
O chefe de gabinete, considera que a falta de rigor jornalístico, o afastamento constante ao interesse comum e a evidente perseguição ao trabalho da Autarquia na pessoa do seu presidente são mais que suficientes para determinar o fecho do “pasquim”.
Na base desta contestação está a edição deste mês de “o sambrasense” onde se podem ler títulos como, “RISCO DE MORTE”, PRÉDIO VEM ABAIXO”, “DEMOLIÇÂO ABSURDA” E “NO MELHOR PANO CAI A NÓDOA”, onde tratam algumas questões controversas e pouco abonatórias para a edilidade.Não poupando criticas a direcção editorial do jornal, João Costa mostrou-se contudo satisfeito com a noticia da saída do editor Severino.Ainda no café, João Costa tratou de solicitar a Vítor Guerreiro, vereador do Desporto, a pronta suspensão dos apoios que a autarquia concede ao UDRS. Ficando a saber na altura que isso não iria ser possível dado haver protocolos de apoio ao associativismo assinados e a decorrer.
Conformado com a impossibilidade de penalizar o “pasquim” Costa dirigiu-se à igreja matriz, acendendo duas velas que viria a depositar no altar de nossa senhora.

10 de Abril de 20o6 /O enviado espAcial:A.H. Livre/para o s.bras.blog


Amigo Livre você tem o espirito jornalistico dentro de si!... fantástico!... lol
Construiu um texto ficticio (supomos?!) engraçado!
teremos o maior prazer em publicar as suas reportagens espAciais,
Se necessário criaremos um espaço só para si

Obrigada pela colaboração.

Guitarra Vs Bandolim

texto elaborado/enviado por leitor.

boas pessoal da nossa terra. não sei se já repararam mas a foto que esta no cinema em relação ao concerto de fado do proximo dia 15, não tem lá o intrumento correcto. se o que vai acontecer é fado deveria estar lá uma guitarra portuguesa e não um bandolim :D hehe..

--RM--



(Amigo RM , é uma boa observação a sua!... temos que confessar que, como a grande maioria dos são-brasenses não entendemos nada disso, bem podiam ter posto um banjo no cartaz que não davamos conta... aqui fica o seu reparo, certamente irá ser tido em conta por quem de direito. lol. Obrigada pela contribuição!... )

11 abril 2006

ZONA INDUSTRIAL - Eusébio em entrevista

Entrevista feita por Henrique Dias com Helga Simão, in postal 06.04.06

Desde 1995, com a aprovação do PDM de São Brás,existem 34 hectares disponiveis para loteamento industrial.

Porque é que passados 10 anos os pequenos industriais e outros continuam em situações irregulares por não terem uma resposta?
António Eusébio - Estão previstos esses 34 hectares e uma outra zona na área dos Barrabés. A zona dos barrabés acabou por ir sendo ocupada por algumas empresas e neste momento está ocupada em mais de 50%. Está ainda previsto nessa zona um loteamento industrial privado que vai dispobilizar alguns armazéns para serviços e comércios. Isso levou 10 anos a aparecer. A zona dos 34 hectares, que é uma zona mais abaixo, perto do cruzamento de "Alfarrobeira da Tumba" tem ocupados apenas 2 hectares. Quando estes terrenos foram marcados no PDM não foram acompanhados por um investimento por parte da autarquia. não houve um compromisso no sentido de se adquirir previamente esses terrenos. Isso originou despeculação imobiliária que não possibilita a quem precisa de adquirir os terrenos e deslocar-se para estas zonas.

Como é que o problema pode ser resolvido?

António Eusébio - Deveria ser feito aquilo que se faz no país vizinho, ou seja, temos 10 anos para executar estes loteamentos e se tal não for possivel, voltamos a marcar as zonas como agrícolas e de valorização e desenvolvemos novas áreas. Isto seria o ideal, permitindo mudar estes investimentos para outras áreas nas proximidades. Tudo isto para que os donos dos terrenos sentissem a necessidade de investir ou de ceder a sua parte a outros investidores.

É esse o caminho que vai ser seguido?
António Eusébio -Tudo vai depender da CCDR e da gestão que se fizer na revisão do PDM. Os proprietários acham que os terrenos são muito valiosos, mas assim que a área for desclassificada esses terrenos vão perder muito valor. Devemos aprender com os erros do passado e criar soluções de futuro viáveis e concretizáveis.

Quer dizer que os terrenos onde actualmente estão fixadas as Zonas Industriais poderão baixar significativamente de preço?
António Eusébio -Poderão, se houver alternativas. Se não houver, terão de continuar onde estão.

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Ora bem, deixe lá ver se entendemos isto!

10 anos depois da aprovação do PDM ainda não há Zona Industrial...
A culpa é da autarquia, que não fez a aquisição dos terrenos...
Os preços são altos, a autarquia como não pertende investir na zona, deixa para privados!
E agora a autarquia defende a reclassificação da zona!?...
e para isso temos que esperar mais 10 anos?
E no caso de não haver alternativa fica tudo como está?...

Estamos baralhados...
Acho que a autarquia quer mesmo baralhar os sambrasense...
o sr.presidente fala, fala, mas não diz nada!!!


Afinal Zona Industrial é para QUANDO e para ONDE?
(estes é que tem razão, continuamos à espera!)

10 abril 2006

São Brás oferece autocarro a Ouezzane

Municípios algarvio e marroquino assinam Protocolo de Cooperação

in: região-sul
O executivo de São Brás de Alportel entrega hoje um autocarro de passageiros ao município de Ouezzane (Marrocos). A oferta decorreu no âmbito da Assinatura do Protocolo de Cooperação entre os dois municípios.

Celebrado no âmbito do Protocolo de Intercâmbio com a região do Gharb-Chrarda (província de Sidi-Kacem) este é mais um documento que pretende o estabelecimento e o reforço de várias parcerias, especialmente nas áreas da Educação e da Cultura.

A comitiva algarvia procede ainda à entrega de um conjunto de camisolas e bolas à Association Jeunesse Olyimpic Ouezzane – Section de Footbal, de modo a equipar toda a equipa de futebol, no âmbito dos objectivos de intercâmbio desportivo e juvenil.

As cerimónias deste dia terminam em festa com a inauguração da exposição de Fotografia “Olhares vizinhos”, da autoria de António Alegria, que consiste num conjunto de retratos fotográficos de um português sobre a Medina de Ouezzane. A inauguração vai ser animada pelos Grupo de Acordeonistas de São Brás de Alportel que levam aquele país um pouco da cultura musical do Algarve.

A comitiva são-brasense é constituída pelo presidente da câmara, António Eusébio, por dois professores da Escola EB 2,3 Poeta Bernardo de Passos, dois representantes da Associação Cultural Sambrasense, e o director do Museu do Trajo do Algarve, Emanuel Sancho.

Ainda acompanham esta delegação dois técnicos da ALGAR, os quais farão uma apresentação sobre os modelos e sistemas de tratamento de resíduos em Portugal, uma vez que em Marrocos, os municípios estão neste momento a tentar implementar novas políticas de administração pública, gestão e planeamento territorial.