25 abril 2007

Comemorações


Comemorações do dia 25 de Abril começam às 10 horas, haverá a cerimónia de hastear da bandeira nos Paços do Município.

Á mesma hora o campo de futebol António Coelho será palco do tradicional desafio entre solteiros e casados, seguindo-se um almoço na sede do clube organizador do evento, o Grupo Desportivo e Cultural de Machados.

O tradiçional almoço comemorativo do 25 de Abril, do PCP local é ás 13 horas na Mesquita.

Ás 21.30 horas no Museu do Trajo, Palestra "A revolução dos Cravos em Portugal e as recções politicas na Alemanha e na Nato", por Georg Cabral.



Maria Odete Leonardo da Fonseca

um vulto da cultura algarvia


Maria Odete Leonardo da Fonseca, ou simplesmente Maria de Olhão, nome que utiliza em homenagem à sua terra natal, onde nasceu a 10 de Outubro de 1918, é um vulto da cultura e história do Algarve dos últimos 70 anos.

Descendente de uma antiga família de Olhão, Maria Odete frequentou a Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, onde se licenciou em Filologia Clássica – Curso de Especialização do Ensino a Deficientes Visuais.


Foi durante décadas professora em Lisboa, leccionando no Liceu Passos Manuel e em diferentes colégios particulares.
Transitou para o Quadro Técnico Superior do Ministério da Educação, onde permaneceu até à aposentação. Colocada na Divisão do Ensino Especial, da Direcção Geral do Ensino Secundário, desenvolveu diversas acções de metodologia e coordenação, participando e organizando inúmeras conferências, e cursos com o objectivo de permitir aos deficientes visuais o acesso ao ensino considerado normal.

Colaborou ainda com o Instituto de Deficiência Mental, assim como com a Associação de Pais de Deficientes Mentais, onde se destacou pelo esforço da reintegração social e solidariedade, de uma forma pioneira e criativa.

Colaboradora na revista feminista de Maria de Lamas, Maria Odete será uma lutadora inata, ao longo da sua vida, pelos direitos cívicos das mulheres marginalizadas.

Desde sempre ligada ao Algarve e à cultura algarvia, organizou, ainda no segundo ano da faculdade, um programa intitulado «Tarde Algarvia», que se tornaria num êxito, e um vaticínio para a sua participação na Casa do Algarve em Lisboa, anos mais tarde.

Em pleno Estado Novo, o seu nome impõe-se com grande distinção e respeito no mundo dos homens, facto raro e pouco admitido, ainda para mais sendo uma defensora das liberdades políticas.


Em Junho de 1948, volvidos escassos anos do ressurgimento da Casa do Algarve, Maria Odete proferiu, nesta instituição, um interessante discurso sobre «Povo de Olhão». Teve participação activa nas múltiplas actividades daquela casa regional, colaborando ao longo dos anos em diversas iniciativas de carácter convivial e cultural, sempre em prol do Algarve e dos olhanenses em particular.

Em 1954, colaborou na divulgação da figura de Bernardo de Passos, com o objectivo de angariar fundos para apoiar um movimento que pretendia erguer um busto a este poeta em São Brás de Alportel (monumento inaugurado a 15 de Setembro de 1957).

Em 22 de Abril de 1956, participou numa das maiores manifestações da Casa do Algarve realizada fora da sua sede, a romagem ao túmulo de São Gonçalo de Lagos, em Torres Vedras.


Ainda nos anos 50, sugeriu e participou nas comemorações dos 175 anos da criação do concelho de Olhão, celebrados com o patrocínio da Casa do Algarve, sendo promovida em Lisboa uma «Semana de Olhão».


Propôs mais tarde o enaltecimento de Lutgarda Guimarães de Caires, investigando e coligindo trabalhos seus. Irá recordá-la em 1961, em duas palestras distintas, primeiro em Lisboa e depois em Vila Real de Santo António, terra da homenageada. Palestras que irão culminar na inauguração de um busto a Lutgarda Caires, no centenário do seu nascimento, em 1973 na sua terra natal.


Maria de Olhão desenvolveu uma acção contínua e participativa ao longo de décadas, em todas as acções que a Casa do Algarve desenvolveu, seja ao nível de conferências, tertúlias, ou outras actividades.


Dotada de muita força crítica e sentido social, tem colaborado activamente na imprensa regional, ao longo dos anos, nomeadamente nos periódicos «Correio Olhanense», «Voz de Loulé», «Jornal do Algarve», entre muitos outros. Criou ainda boletins e jornais de parede, na área do ensino.


Em 1987, foi-lhe oferecida a placa comemorativa do XI Encontro dos Jornais Algarvios, realizado em Olhão.


Já em 2002, e por deferência da Câmara Municipal de Olhão, foi madrinha da réplica do caíque Bom Sucesso.


Maria Odete Leonardo é actualmente um dos últimos sobreviventes de quantos se empenharam na viabilidade da Casa do Algarve em Lisboa. Uma instituição que engrandeceu a região, graças aos algarvios que na capital tudo fizeram em prol do desenvolvimento do Algarve.


Maria de Olhão é, pois, indissociável da história daquela Casa, a partir da sua determinação e colaboração activa, constituindo hoje uma figura proeminente da nossa cultura, que merece uma homenagem do Algarve e de todos os algarvios.


Bibliografia:
Joaquim António Nunes, «Regionalismo Cultura e Turismo», Síntese Histórica da Casa do Algarve, Lisboa 1989.

Teodomiro Neto, «Maria de Olhão», JA Magazine, 29 Março 2001.
João Villares, «Quem é Quem em Olhão», Livraria Clinar, Olhão 2004.
Um agradecimento especial ao Dr. Teodomiro Neto e ao poeta Manuel Neto dos Santos.


Aurélio Nuno Cabrita*

*Investigador de história local e regional

24 abril 2007

280 velhas máquinas

juntaram-se em São Brás

Com ou sem matrícula, com ou sem documentos, com ou sem pintura, com 10 ou 60 anos (algumas arrefecidas ao abanar da mão pós dois kms a fundo) mais de 280 velhos ciclomotores roncaram este domingo em São Brás de Alportel.

Pelo quarto ano consecutivo, a manhã de 22 de Abril levou centenas de pessoas à Avenida da Liberdade para apreciar as velhas relíquias, naquele que foi mais um Encontro dos Amigos dos Velhos Ciclomotores.

Com organização a cargo do Grupo Desportivo e Cultural dos Machados, o evento não pretende propriamente fazer concorrência à Concentração Motard de Faro, mas a cada ano ganha mais adeptos.

O ano passado o encontro juntou cerca de 240 motociclos. Este ano contou com mais 40. E há quem já diga tratar-se do mais concorrido encontro do género em toda a Península Ibérica.

Depois de se juntarem na sede do clube pela manhã, nos Machados, os velhos 50 cc sobem 2,5 kms até ao centro da vila, onde alguns chegam já a deitar fumo, e por ali descansam para serem apreciados

Cerca de uma hora mais tarde arrancam para um pequeno passeio pelo concelho, voltam à sede e preparam-se para descansar por mais um ano, ou até á próxima concentração, enquanto os donos almoçam em convívio.

Gabriel Rosa, do Grupo Desportivo e Cultural dos Machados, diz que o encontro “é para continuar por muitos anos”, e que já em 2008 poderá ganhar outro ponto de interesse, que é uma feira de velharias.

“A ideia já está na forja. Os donos destas velhas «motoretas» nem sempre encontram a peça que faz falta”, justifica, pelo para o ano a organização está “a pensar promover uma feira de peças usadas paralelamente ao encontro”.

As concentrações destas velhas máquinas têm espalhado interesse por todo o lado. Além de São Brás acontecem noutras zonas da região. A próxima tem lugar dia 27 de Maio, em Alte, Loulé, 3ª edição, com organização do Grupo Desportivo Serrano.

João Vargues

Ibn Ammâr de São Brás a Silves

São Brás de Alportel assinalou o Dia Mundial do Património, desvendando os caminhos milenares de Ibn Ammâr, poeta maior do Al-Andaluz.

Neste âmbito, decorreu no passado dia 20, no Salão Nobre da Câmara Municipal, a sessão de lançamento do livro “A Viagem de Ibn Ammâr de São Brás a Silves”, obra de autoria de Abdallah Khawli, Luís Fraga da Silva e Maria Alice Fernandes.

Este estudo resultou de uma comunicação apresentada nas I Jornadas “As vias do Algarve – da época romana à actualidade”, que decorreram nos dias 21 e 22 de Abril do ano passado, por ocasião de mais uma edição das comemorações do Dia Mundial do Património.

São Brás dedicou, assim, o Dia Mundial do Património à história de uma viagem com mais de 1000 anos, que encerra a viagem da história de uma vida de uma das mais fascinantes figuras do al-Andaluz – Ibn Ammâr, o primeira grande poeta de São Brás de Alportel, conforme indicam os mais estudos que atestam que esta terá sido a sua terra natal.

A Viagem de Ibn Ammâr de São Brás de Alportel a Silves, conjuga três perspectivas distintas sobre o cenário em que esta terá ocorrido, apresentando uma análise histórica, toponímica e geográfica, que transporta para os dias de hoje os passos do jovem Ibn Ammâr por terras do al-Andaluz.

O relato desta viagem transporta o leitor no tempo por caminhos milenares, num percurso feito pelo poeta, desde a antiga Xanbras (actual São Brás de Alportel) e Xilb (actual Silves e antiga capital do Algarve).

Passo a passo, nesta longa jornada, dá-se a conhecer este jovem de apenas 10 anos que ao longo da sua vida de glória e de infortúnio, escreveu um percurso de vida digno das histórias das Mil e Uma Noites.

Na cerimónia de lançamento do livro, Cristina Tété Garcia fez a apresentação da obra.

23 abril 2007

Museu do Trajo

Festival Shakespeare

Apresentação de Peter Booker “Shakespeare’s Kings” / Exibição de filmes / Espectáculo de Marionetas / “Pyramus e Thisbe” / Cenas de Shakespeare

Hoje das 10h00 às 22h00 no Museu do Trajo
Mais uma organização do Grupo de Amigos do Museu de S. Brás de Alportel

Desafios Pilotos & Máquinas


GDC Machados vence em karting

No Kartódromo de Almancil teve lugar, no pretérito domingo, a primeira prova de karting do Clube Amizade/Desafios Pilotos & Máquinas, cuja vitória sorriu aos pilotos André Lourenço e Diogo Gago do GDC Machados. No que diz respeito à competição feminina, a dupla da MTZ Fashion Cars (Dina Santos/Marisa Neves) dominou de fio a pavio.

Partindo bem, tanto na 1.ª como na 2.ª manga de corrida, o resultado espelha a supremacia evidenciada pelos dois jovens representantes do Grupo Desportivo e Cultural dos Machados. Diogo Gago que deixou o 2.º classificado, José Gonçalves a quase 7 segundos, enquanto que André Lourenço ganhou ainda mais vantagem, quase 20 segundos, a Milton Reis que foi o 2.º classificado na derradeira manga e contribuiu para que a MTZ Fashion Cars terminasse a prova no degrau mais baixo do pódio.

No 2.º lugar do pódio terminou a equipa Amaral e Oliveira Joalheiros, um resultado que pode dizer-se foi fruto da regularidade e relegou para trás equipas que cometeram alguns erros ou porque as coisas não correram de feição, aliás, como em tudo na vida, também nos desportos motorizados acontecem alguns imprevistos. José Costa terminou a 1.ª manga no 3.º lugar atrás de Milton Reis, e Gustavo Ribeiro concluiu a sua manga na 4.ª posição, atrás de Sérgio Sousa, 3.º e de José Gonçalves que foi 2.º.

No que diz respeito à competição feminina, a dupla da MTZ Fashion Cars (Dina Santos / Marisa Neves) dominou de fio a pavio. Luta renhida existiu entre as outras duas equipas em competição, cujo 2.º lugar foi garantido pela Adrijor II (Susana Brás / Ana Santos) relegando para o derradeiro lugar do pódio a equipa The Fly (Lilia Amado / Maria João Nascimento).

Saliente-se que, as grelhas de partida do Clube Amizade / Desafio Pilotos & Máquinas / Mymoto, foram patrocinadas pelo Korpus Gentlemans Club, que colocou na pista 12 beldades femininas, dando assim um visual inédito ao Kartódromo de Almancil.

Apesar de terem que ser limadas algumas arestas em termos de programação e não só, a primeira prova de Karting do Clube Amizade/Desafio Pilotos & Máquinas/Mymoto foi do agrado de todos. Contudo, a organização critica “o comportamento de alguns participantes, que em nada abona a prática do karting em particular e dos desportos motorizados em geral, muito por culpa dos próprios não lerem os regulamentos e do que foi dito no briefing entrar por um ouvido e sair pelo outro”, por isso, os irresponsáveis pelas provas, esperam “que na próxima prova, que se realiza dia 3 de Junho no Kartódromo de Almancil, tudo decorra com a normalidade e dignidade que se pretende”.

Classificação do Desafio após a 1.ª Prova

1.º GRUPO D. C. DOS MACHADOS - André Lourenço / Diogo Gago – 20 pontos
2.º AMARAL & OLIVEIRA JOALHEIROS – José Costa / Gustavo Ribeiro – 17
3.º MTZ FASHION CARS – Milton Reis / João Pedro Santos – 15
4.º FIAAL - JAGUAR / LAND ROVER – Luís Assunção / António Pinheiro – 14
5.º SULKART TEAM – Billy Wanner / Patrícia Galvão – 13
6.º KORPUS GENTLEMANS CLUB – Filipe Quirino / Sérgio Sousa – 12
7.º GUERREIRO E GONÇALVES- Nelson Guerreiro / José Gonçalves - - 11
8.º GULA GULA – Marco Santos / Wild Net – 10
9.º PÉ DE VENTO SPORT CLUBE – Mário Sousa / António Monteiro – 9
10.º PNEUS COSTA / MULTICÓPIAS – Vladimiro Sousa / Carlos Costa – 8

22 abril 2007

ASORGAL elege Autarca do Ano

Presidente da Câmara de Albufeira Desidério Silva é Autarca Algarvio do Ano 2006

O Presidente da Câmara Municipal de Albufeira foi distinguido pela ASORGAL- Associação dos Órgãos da Comunicação Social do Algarve – com o título de “Autarca Algarvio do Ano 2006”.

Trata-se da primeira vez que esta distinção é atribuída por esta Associação que pretende, através desta iniciativa, reconhecer aqueles que, nos lugares públicos, trabalham em prol do Desenvolvimento Local.

A ASORGAL esclareceu que “a votação decorreu nos últimos meses e juntou opiniões regionais de algumas das cerca de 80 votações distribuídas entre jornalistas e líderes de opinião regionais previamente convidados , cujos resultados finais foram devidamente conferidos por uma comissão nomeada para o efeito”.

Desidério Silva foi o nome que reuniu maior número de votações de entre todos os autarcas da região, enquanto o Dr. José Estevens e Manuel de Jesus Marreiros , presidentes das Câmaras Municipais de Castro Marim e Aljezur respectivamente , obtiveram o 2º e 3º lugares. A Comissão de honra deste prémio inclui diversas personalidades da região, entre os quais se encontram, entre outros , o Governador Civil de Faro e o Reitor da Universidade do Algarve.

Desidério Silva quando tomou conhecimento da nomeação referiu que “se sente honrado com esta distinção, até porque é a primeira vez que é instituída e porque resultou de uma votação feita por personalidades independentes. Salientando o facto de que “o melhor prémio é resolver no dia-a-dia os problemas das pessoas e lançar novos desafios para o futuro”, o autarca concluiu que “numa época em que os autarcas , apesar do muito bom que realizam, são muitas vezes reconhecidos apenas pelas piores razões, é importante que estes reconhecimentos aconteçam e que valorizem aqueles que dão a cara pelas pessoas e pelas suas aspirações”.

O prémio de “Autarca Algarvio do Ano 2006” foi entregue a Desidério Silva no passado dia 14 de Abril em cerimónia que teve lugar no Hotel Alpinus-Pinhal do Concelho –Açoteias no concelho de Albufeira onde marcou presença a imprensa e entidades oficiais da região.

Sociedade 1.º Janeiro - Esclarecimento

«Em prol da verdade relativamente aos subsídios para o futebol»

a Direcção da Sociedade 1.º de Janeiro publicou no Jornal “Noticias de S.Braz” um breve esclarecimento que reproduzimos na íntegra.

Sociedade Apresenta Contas

«Para que todos os sambrasenses tenham conhecimento da carolice que se desenvolve na Sociedade Recreativa 1.º de Janeiro apresentamos quadro demonstrativo da realidade desta colectividade.»

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Subsídio atribuído à Sociedade 1.º Janeiro – 2007

- Câmara Municipal - 21.262.,50€

-Torneio - 1.250,00€

- Viaturas - 1.000,00€

- Junta de Freguesia – 7.000,00€

Total....................30.512,50€


Despesas da Sociedade 1.º Janeiro – 2006

- AFA – 2.250,00€

- Alimentação – 6.702,91€

- Assist. Médica - 1.988,55€

- Combustíveis - 4.020,30€

- Sede - 6.851,43€

- Electricidade - 1.660,73€

- Torneio - 2.250,00€

- Pessoal - 6.065,00€

- Marcação Campo - 1.163,00€

- Material Desportivo - 10.555,62€

- Oficina - 2.959,65€

- Seguros - 827,85€

- Outros - 980,00€

Total………………………… 48.275,04€

Saldo – (48.275,04€ - 30.512,50€) = Saldo Negativo

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«O trabalho desenvolvido em prol dos jovens do nosso concelho exige uma grande capacidade de gestão para fazer face às despesas correntes deste clube, sempre superiores aos subsídios atribuídos pelas entidades locais, o que nos leva a obter receitas com muito trabalho e dedicação, onde se destaca o apoio financeiro e pessoal dos pais dos atletas assim como de todas as empresas sambrasenses que se tem demonstrado disponíveis aos nossos apelos.»…

1.º Janeiro desafia a União Sambrasense?

…«Têm-se verificado algumas intenções pessoais e colectivas em fazer passar uma imagem que não é real, apelamos aos mesmos que em momento oportuno tenham o bom senso de apresentar aos sambrasenses as vossas realidades, visto terem sido publicados artigos na imprensa local que não correspondem à verdade.

Os subsídios atribuídos à UDR Sambrasense são de 30.000€ da Câmara e de 12.000€ da Junta de Freguesia. Sendo esta a realidade dos factos ficamos nós e os sambrasenses tentados a perguntar a razão pela qual estão a omitir a verdade em relação aos valores recebidos???»…

1.º Janeiro acusa União Sambrasense
De prejudicar a formação de jogadores no concelho

…«Relativamente aos atletas que terminaram a sua actividade desportiva na Sociedade 1.º Janeiro (Juvenis) informamos que na época 2004/05 transitaram para o escalão júnior, conforme sempre ocorreu, 10 atletas que seriam de segundo ano, e na época de 2005/06 transitaram 13 atletas.

Para quem sabe fazer contas dá um numero de 23 jogadores, que daria perfeitamente para formar uma equipa, o que resumindo a UDRS acabou com o escalão (juniores) por opção própria e não por falta de atletas como fez transparecer aos sambrasenses, prejudicando a formação deste concelho. Neste momento desses mesmos atletas que transitaram para juniores e os do segundo ano estarão 4 ou 5 no plantel sénior.»…

1.º Janeiro pede que não se critique
actuação da Autarquia

…«Para terminar a Direcção da Sociedade Recreativa 1.º de Janeiro, lembra que é devido aos subsídios atribuídos às Associações que as mesmas sobrevivem.

Não nos podemos esquecer que as colectividades dependem da ajuda das autoridades locais, daí que deveríamos ser comedidos com as afirmações proferidas.»

Assina: A Direcção da Sociedade Recreativa 1.º de Janeiro.


21 abril 2007

Jorge Varanda em Entrevista


Jorge Varanda, director geral do Centro de Medicina e Reabilitação do Sul



“Já poderíamos ter este tipo de centros há 30 anos”

Situado em São Brás de Alportel, o Centro de Medicina e Reabilitação do Sul recebeu esta semana o primeiro paciente. O director-geral, Jorge Varanda, garante que será impressa uma nova dinâmica à gestão das camas, através de um treino intensivo dos doentes

Na sua opinião, a reabilitação foi esquecida pelos sucessivos governos em Portugal?

Jorge Varanda (JV) – Sim. Há medida que se avança na construção destes centros, aprendemos como poderemos fazer as coisas. Faltou a sua estruturação. Depois de Alcoitão, só se realizou o Centro da Tocha. Desde os anos 60 que existiam instrumentos de planeamento. Alguns hospitais foram criando os seus serviços e colmatando as falhas. Ninguém viu os custos sociais e económicos de ter pessoas que poderiam ter atingido um nível de recuperação funcional mais elevado e que não o atingiram. Se se tivesse seguido um modelo de documento que já vi há alguns anos, já poderíamos ter este tipo de centros há uns 30 anos.

Iniciaram a vossa actividade a 6 de Abril. Como está a correr esta fase inicial?

JV – Este é um centro especial, uma vez que os pacientes não são enviados a um ritmo de um hospital de agudos, mas a um ritmo de um centro especializado em reabilitação. Felizmente, não temos muitos doentes e os casos indicados para aqui são os mais graves. No início desta semana entrou o primeiro doente, que foi encaminhado pelo Centro Hospitalar do Baixo Alentejo.

Este foi um processo iniciado em 1999. Foi difícil chegar até este ponto?

JV – Houve muito esforço e muitas pessoas a trabalhar até chegar a este ponto, quer do lado do Ministério, quer do lado do Grupo Português de Saúde. Este era um «sonho» do Algarve e conseguiu-se levar a bom porto este projecto inovador. No mês do Julho estaremos a meio do preenchimento das camas, sendo que abriremos a segunda parte do internamento. Nessa altura, já estaremos numa velocidade cruzeiro.

Qual a importância deste centro na zona Sul do País?

JV – Até há pouco tempo existia apenas um centro desta natureza no País, em Alcoitão, como centro especializado para este tipo de tratamento. Seguiu-se o Centro da Tocha, para a região Centro, agora o de S. Brás de Alportel para o Baixo Alentejo e Algarve, e prevê-se no futuro um centro para a Região Norte, que é a única zona que falta cobrir. Esta evolução constitui a efectivação, ao nível dos centros especializados, da Rede de Medicina de Reabilitação. São Brás foi o local escolhido tendo em conta a existência das instalações do antigo Sanatório Vasconcelos Porto, o qual deixou uma marca histórica indelével na região, pela proximidade de Faro e futuro acesso à A22. De acordo com a Direcção-geral de Saúde, a existência de camas de internamento especializadas em cuidados intensos de reabilitação é imprescindível. O Centro de Reabilitação de S. Brás (CMRS) é uma unidade hospitalar especializada, de 54 camas de internamento, hospital de dia e ambulatório, gerida em regime de parceria público-privada pelo Grupo Português de Saúde – o segundo maior grupo privado do País – através de um contrato com o Estado português.

Quais os objectivos do CMRS?

JV – A missão do centro é prestar, na sua área de influência, cuidados diferenciados de reabilitação a pessoas portadoras de grande limitação funcional em regime de internamento com carácter intensivo, cumprindo padrões de excelência com vista à maximização do potencial de reabilitação de cada doente e ao pleno exercício da cidadania. O centro tem funções apropriadas de ensino e de investigação. A curto prazo pretendemos dar resposta completa à procura pública do Serviço Nacional de Saúde e aos 15 por cento que nos é atribuído para a rede privada. Um segundo objectivo é a inovação e melhoria contínua dos processos de trabalho e da tecnologia.

Que tipos de tratamentos vão efectuar?

JV – O novo CMRS destina- se prioritariamente ao tratamento de doentes em regime de internamento em três grandes áreas prioritárias: lesões medulares, traumatismos crânio-encefálicos e acidentes vasculares cerebrais. Há outro tipo de situações, nomeadamente na área neurológica, que só serão tratadas se houver lugar para isso. A organização e gestão do centro vai focar toda a sua actividade nas pessoas que vai servir e nas suas necessidades específicas, proporcionando as melhores condições para desenvolver o seu potencial de reabilitação, com vista à obtenção do maior grau de autonomia, independência e funcionalidade. Cada pessoa tratada será acompanhada desde a sua admissão à transição para o domicílio, vida familiar e profissional, fazendo o seguimento posterior necessário à situação clínica de cada um.

Esse tratamento será efectuado de uma forma intensiva, tal como acontece na Tocha?

JV – O regime de tratamento será intensivo, baseado em equipas interdisciplinares, com disponibilidade terapêutica das 9 às 20 horas em ginásio e com serviços médicos e de enfermagem em permanência. A organização terapêutica inclui a fisioterapia, a hidroterapia, a terapia ocupacional, a terapia da fala e apoios especializados de neurofisiologia, urodinâmica, provas respiratória, imagiologia, psicologia e serviço social. Além dos médicos fisiatras, a equipa inclui um médico internista permanente e médicos especialistas consultores de urologia, psiquiatria, neurologia, ortopedia e outras especialidades que forem necessárias. O planeamento do centro não inclui nesta fase um sector pediátrico.

“É preciso muito treino para atingir resultados”

Na sua opinião, a capacidade instalada é suficiente para dar resposta a todos os casos existentes na região?

JV – Não posso dar-lhe uma resposta peremptória sobre isso, porque de acordo com um número de camas previsto para este centro há uma pequena diferença. Em termos de necessidade foram calculadas 80 camas, mas o centro vai dispor de 54 camas de internamento. Há alguns elementos novos que se prendem com a capacidade da nossa acção, uma vez que devemos ter em atenção a dinâmica que vamos colocar na gestão das camas e, também, porque através do contrato estamos obrigados a fazer um estudo da procura deste tipo de casos.

Que dinâmica pretende imprimir na gestão de camas?

JV – Esse é um aspecto que respeita à área clínica, mas o modelo consiste num treino intensivo dos doentes, para poder atingir o máximo de capacidade de reabilitação. Uma imagem que pode ser utilizada para perceber o que se vai fazer é o treino dos atletas de alta competição. É com muito treino que se chega aos resultados. Podemos chegar mais longe e mais cedo do que desejaríamos, podendo a capacidade das camas ser assim aumentada. Em média, um doente é pressuposto passar 90 dias em internamento.

Como se vai processar a articulação entre o público e o privado?

JV – Este é um centro público, embora seja gerido por uma entidade privada. O CMRS tem protocolos estabelecidos com o Hospital Distrital de Faro, Centro Hospitalar do Barlavento Algarvio e Centro Hospitalar do Baixo Alentejo, onde estão estabelecidas regras de referenciação de doentes para este centro. Essas regras estabelecem a forma como os doentes são encaminhados para este centro e as condições que têm de preencher.

Nesta fase inicial, quantos técnicos estão a trabalhar no CMRS?

JV – Neste momento, já temos os sectores da área administrativa a funcionar em pleno. Temos um quadro de 60 pessoas na fase inicial, mas mais tarde teremos 116 pessoas a trabalhar.


in: Algarve

Tradição e Inovação Alimentar

Maria Manuel Valagão lançou Livro Tradição e Inovação Alimentar


No passado dia 21 de Março foi lançado na Escola de Hotelaria e Turismo o livro organizado por Maria Manuel Valagão Tradição e Inovação Alimentar - dos recursos silvestres aos itinerários turísticos.

O Livro que foi o resultado de um projecto de Desenvolvimento Experimental e de Demonstração que decorreu no concelho de Alcácer do Sal, é segundo a organizadora um livro sobre a inovação das tradições alimentares, com base numa abordagem integrada de identificação e de reconhecimento da importância do património natural e cultural. Foram valorizadas as componentes relativas à flora local, aos recursos micológicos silvestres , aos recursos alimentares, culturais e identitários , ao saber fazer culinário e ao valor cénico da paisagem.

O processo de transformação alimentar ensaiado foi o da secagem . Os produtos sobre os quais se desenvolveu a vertente de experimentação e demonstração foram o “tomate seco”, as “ervas aromáticas condimentares” e os “cogumelos silvestres secos”. Estes produtos cujas especificidades nutricionais e gastronómicas se adaptam às novas necessidades dos consumidores urbanos (propondo soluções agradáveis e fáceis para o seu quotidiano alimentar ) detêm , simultaneamente um alto valor acrescentado o que lhes confere um sentido de oportunidade para potenciais iniciativas empresariais. Na sua essência , estas adaptações à modernidade, não são mais do que a reintegração das tradições e representam , em si, verdadeiras fórmulas criativas para rentabilizar pequenas indústrias artesanais, podendo proporcionar rendimentos complementares interessantes. Este livro pretende ensinar a fazer e ser um contributo para o suporte ao aumento da oferta de futuras iniciativas empresariais de pequena dimensão e à diversificação das actividades económicas locais.

O livro apresentado pela prof. Carla Sousa, ESGHT, Universidade do Algarve e por F.M. Palma Dias gestor da Companhia das Culturas terminou com a autora e organizadora Maria Manuel Valagão rodeada de muitas entidades, admiradores, familiares e amigos a afirmar, que para além do valor nutricional deste livro conta também o valor emocional.

Editado em Outubro do ano passado chegou-nos agora esta pequena enciclopédia que foi feita a partir de observações e experimentações no espaço limitado, mas muito rico em memórias e práticas da Companhia Agrícola da Barrosinha. Parabéns Maria Manuel Valagão.

in Notícias de S. Braz

20 abril 2007

Derby São-Brasense

sábado, dia 21 de Abril

No próximo dia 21 de Abril está marcada a 27 ª jornada do Campeonato Distrital de Futebol Sénior da 2ª Divisão entre os Machados e o Sambrasense B no Campo António Coelho.

Assim os Sambrasenses vão ter oportunidade de assistir a mais um derby local com os Machados a disputar a subida de divisão já que se encontra em 2º lugar (à 25ª Jornada) logo a seguir ao Sporting Farense mas com o 11 Esperanças e Padernense o primeiro a 3 pontos e o segundo a 5 pontos pequena margem que com qualquer deslize pode significar o afastamento dos lugares cimeiros.

Devido à rivalidade entre os clubes locais, espera-se que a União Sambrasense se apresente na máxima força, talvez utilizando o plantel da equipa A, aproveitando a paragem no Campeonato da 1.ª Divisão, pelo que não se esperam facilidades para a equipa dos Machados.

É mais uma edição do Derby Concelhio, no Campo António Coelho. A não perder.

SNACK-BAR PISCINAS MUNICIPAIS

A Câmara Municipal fez público que, em conformidade com a deliberação camarária tomada em 27 de Março de 2007, se procederá à arrematação, em hasta pública do SNACK-BAR DE APOIO ÀS PISCINAS MUNICIPAIS, que se encontra vago.

A arrematação será para o período de utilização de quatro meses, com início a 01/06/2007.

A arrematação será feita a quem oferecer maior quantitativo acima da base de licitação que se fixa em € 500.

O pagamento da taxa de ocupação mensal será no valor de € 500.

A hasta pública terá lugar perante a Câmara, em reunião ordinária a realizar no dia oito de Maio pelas quinze horas na sala de reuniões do Edifício dos Paços do Município, sendo os lanços fixados num mínimo de € 50.

Todo o equipamento e mobiliário pertença do município terá de ser devolvido em bom estado de conservação e/ou de funcionamento.

Os arrematantes serão devidamente identificados e, quando não sejam os próprios, deverão apresentar procuração bastante.

A Câmara reserva-se o direito de não adjudicar ao maior lanço oferecido quando reconheça não haver vantagem económica, moral ou disciplinar ou ainda se verificar haver conluio entre os licitantes ou outras situações anómalas, o que será deliberado na própria reunião camarária.

Em caso de encerramento temporário das piscinas, por factos imprevistos, a Câmara Municipal não se responsabilizará pela eventual diminuição de volume de negócios.

Mês da Dança

São Brás de Alportel abre as portas a mais uma Primavera com um mês dedicado à dança. Dois grandes momentos marcam este mês, o espectáculo “Terra dos Meus Sonhos”, no dia 21, às 21:30 horas, e “Sonhar Flamenco”, no dia 28, às 21:30 horas, ambos no Cine-teatro São Brás.

O espectáculo “Terra dos Meus Sonhos”, trazido pela Companhia de Dança do Algarve, é constituído por diversos quadros de dança contemporânea que se fazem acompanhar, na sua maioria, por música portuguesa, desde a Idade Média até aos nossos dias, passando por Dulce Pontes, Rui Veloso, e muitos outros. De autoria do director artístico, Evgueni Beliaev, este espectáculo baseia-se nas suas vivências.

“Sonhar Flamenco” é outro espectáculo que mostrará a magia e o encanto do flamenco, pela Companhia de Dança Lunares. O sonho funde-se com a realidade e o silêncio dá lugar a uma animada festa de dança flamenca, com músicos convidados, transportando o espectador para um mundo pleno de música, ritmo, cor e muito salero.

Numa encenação de Sofia Cabrita, com coreografias de Raquel Oliveira, Isa Cantos, Ana Martinez e Maria José Navarro, este espectáculo conta com a presença de um elenco conceituado de bailarinos e tem como músicos convidados: Rui Pedro Oliveira, Alexandre Guikherme e Xavier Llonch.

Os bilhetes para os espectáculos encontram-se à venda, na Tesouraria da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, desde o dia 9 de Abril.

19 abril 2007

Oferta Emprego (caducada)

A Câmara Municipal publicou no passado dia 17 de Abril, no seu site (www.cm-sbras.pt) aviso para a contratação de pessoal a termo resolutivo certo:

1 tratador - Apanhador de Animais
(ver aviso)

Como vem sendo hábito não vai ser possível aos nossos leitores concorrerem ao emprego, uma vez que a apresentação das candidaturas deveria ser feita no prazo de 5 dias uteis a contar da data de publicação (dia 09/04/2007). O prazo de apresentação de candidaturas findou portanto no dia 16 de Abril, um dia antes da publicação do aviso no site da Câmara Municipal.

Associação dos Industriais da Hotelaria

AIHSA assina protocolo com São Brás de Alportel

A Associação dos Industriais de Hotelaria e Similares do Algarve (AIHSA) assina amanhã, 19 de Abril, pelas 15:30 horas, um Protocolo de Colaboração com a Câmara Municipal de São Brás de Alportel.

Em comunicado a Câmara Municipal de São Brás de Alportel anuncia que o protocolo permitirá à AIHSA facilitar o acesso e um serviço de proximidade aos empresários da Hotelaria, Restauração e Bebidas deste concelho. Assim, a AIHSA marcará presença quinzenalmente no Centro de Apoio à Comunidade de São Brás disponibilizando recursos humanos necessários à prestação de um serviço de atendimento especializado aos empresários do sector.

IV Encontro Eurocork

A cortiça no centro do debate

A conferência transnacional Eurocork 2007 vai acontecer nos próximos dias 19 e 20 de Abril, em Aracena (Huelva) e São Brás de Alportel, respectivamente.

Em São Brás
, o programa inicia às 9:30 horas com visita às empresas “A. Custódio da Conceição” e “PELCOR”.

O colóquio de mesa, intitulado “Inovação na empresa Nova Cortiça”, tem lugar às 11:30 horas. A sessão de encerramento está agendada para as 12:30 horas, com a presença do presidente de la Diputación Provincial de Huelva e do presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, seguida de uma visita à fábrica Nova Cortiça.

“Festival de narração Oral Contos de Liberdade”

De 19 a 24 de Abril

Inserido nas comemorações do aniversário do 25 de Abril, a V edição do “Festival de narração Oral Contos de Liberdade” vai realizar-se em Faro, S. Brás do Alportel e Loulé, de 19 a 24 de Abril, constituído por diversas sessões de contos, em diferentes locais (espaços e jardins públicos, bibliotecas, e bares).

O festival será composto por contadores que, através do seu repertório, farão reflectir sobre o significado do que é a “Liberdade” hoje, mais de três décadas após a revolução de Abril. Pretende-se ajudar a reavivar a tradição de contar e escutar fomentando espaços de formação, quer para contadores, quer para ouvintes, planeando actividades de uma forma continuada e estruturada, dando particular atenção às escolas e bibliotecas.

O festival é promovido pela ARCA – Associação Recreativa e Cultural do Algarve, em parceria com os “Piratas de Alejandria” (associação de Andaluzia) e conta com a colaboração da Casa de Cultura de Loulé, da Biblioteca Municipal de Faro, da Biblioteca Municipal de S. Brás do Alportel, da Sociedade Recreativa Artística Farense, do Tradballs e Bar “Maktostas”, além do apoio do Ministério da Cultura, Câmara Municipal de Faro, Câmara Municipal de São Brás do Alportel, Câmara Municipal de Loulé e CNA.

18 abril 2007

“Algarve sem Fronteiras”

Rosa Mota “madrinha” do “Algarve sem Fronteiras” - Evento desportivo reúne amanhã centenas de estudantes em Loulé

A campeã olímpica Rosa Mota vai ser a “madrinha” do “Algarve sem Fronteiras’07”, evento que reúne amanhã, quarta-feira, 18, centenas de alunos de vários concelhos da região no Parque Municipal de Loulé.

Trata-se de uma iniciativa que visa unir os vários municípios da região, apresentando ainda uma componente “educativa e pedagógica” em relação aos estudantes participantes, promovendo a “actividade física” e o “convívio” entre todos. Em Loulé, vão estar estudantes de 13 escolas algarvias do 3.º ciclo.

O arranque será dado às 9:00 horas, com a visita aos “stands” das entidades que apadrinham o evento. As actividades têm início às 10:15, prolongando-se até às 13:30.

A cada jogo tradicional e de cooperação (estafetas, ultrapassagem de obstáculos) entre os jovens está associado uma instituição social, que se apresenta numa feira, dando a conhecer o trabalho que desenvolve, de forma a sensibilizar os mais jovens.

Bombeiros Voluntários, Instituto de Drogas e Toxicodependência, Protecção Civil, Instituto de Conservação da Natureza, Instituto de Socorros a Náufragos, Instituto Português da Juventude, Cruz Vermelha, ALGAR, GNR e PSP são algumas das entidades que dão nome aos jogos. A actividade final denomina-se “Caça ao Tesouro”.

Depois do almoço, serão entregues os prémios, que consistem em material desportivo para as escolas participantes: Loulé – EB 2.3 Padre José Cabanita e EB 2.3 Eng. Duarte Pacheco; Albufeira – EB 2.3 Martim Fernandes; Lagos – EB 2.3 n.º 1; Faro – EB 2.3 Dr. José Neves Júnior; Lagoa – EB 2.3 Jacinto Correia; Portimão – EB 2.3 Prof. José Buissel; Monchique – EB 2.3 de Monchique; Aljezur – EB 2.3 de Aljezur; Olhão – EB 2.3 José Carlos da Maia; Tavira – EB 2.3 D. Manuel I; Castro Marim – EB 2.3 de Castro Marim; São Brás de Alportel – EB 2.3 Poeta Bernardo Passos.

Os municípios de Alcoutim, Silves, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António não vão ter representantes no “Algarve sem Fronteiras’07”.

A campeã olímpica da Maratona, Rosa Mota, aceitou ser a “madrinha” do evento, estando disponível para os fãs em duas sessões de autógrafos, às 10:00 e 15:00 horas.

Edgar Pires