21 maio 2007

Uma @ventura

com o Banco Alimentar Contra a Fome do Algarve


Nos dias 5 e 6 de Maio decorreu em todo o país mais uma campanha de voluntariado organizada pelo Banco Alimentar Contra a Fome.

O projecto @ventura estabeleceu uma parceria informal com esta instituição e participou no Sábado, dia 5, representando o concelho de São Brás de Alportel.
Participaram 10 jovens das Escolas Básica 2/3 Poeta Bernardo Passos e da Secundária José Belchior Viegas acompanhados por voluntários da Rede de Voluntariado do concelho. Os jovens distribuíram-se por quatro supermercados da vila (Intermarché, Algartalhos, Marrachinho e Lidl) para apoiar esta iniciava de recolha de alimentos a distribuir pelas famílias carenciadas.

Foram recolhidos 2324 Kg de alimentos no Sábado em São Brás de Alportel. No Algarve foram recolhidos 79.034 Kg durante todo o fim-de-semana.
Esta foi mais uma acção assinalada de forma bastante positiva e que contou com o forte empenho e motivação destes jovens solidári@s!

Oferta de Emprego - Ass. Rota da Cortiça

A Associação Rota da Cortiça (ARC), sedeada em São Brás de Alportel - Algarve, vai iniciar o projecto “Rota da Cortiça” que tem por objectivo definir e implementar um inovador “produto turístico temático” centrado num dos elementos únicos e indissociáveis da imagem de Portugal, a Cortiça.

A ARC pretende contratar, até 30 de Maio, dois colaboradores (M/F) para desempenharem na equipa técnica as funções de “Comercial” e de “Guia Turístico”.

Requisitos básicos dos colaboradores a seleccionar:
Facilidade no trabalho em equipa e no estabelecimento de relações interpessoais;
Capacidade técnica e experiência nas funções a desempenhar;
Grande empenhamento, autonomia e responsabilidade;
Residência na região do Algarve e viatura própria;
Disponibilidade imediata e total;
Idades entre os 18 e os 50 anos.

Oferece-se:
Integração em equipa de projecto dinâmica e enquadrada numa Associação constituída pela Câmara Municipal de São Brás de Alportel, a Ass. de Industriais e Exportadores de Cortiça (AIEC-Sul), a Ass. de Agricultores de S.B de Alportel, a Ass. de Produtores Florestais da Serra do Caldeirão e a Associação de Desenvolvimento Local In Loco;
Contexto favorável ao desenvolvimento pessoal e à afirmação das capacidades profissionais;
Participação num plano de formação contemplando todas as etapas da criação e implementação de um inovador produto turístico;
Contrato de trabalho;
Vencimento justo.

Esclarecimentos e resposta detalhada com Curriculum Vitae, Portfolio ou Curriculo Europeu, com foto, para o mail rotadacortica@sapo.pt

20 maio 2007

"Caçadores pelo Ambiente"

Caçadores realizam "acção cívica" - afirma o governador civil

Nas próximas horas saber-se-á a quantidade de lixo recolhida na região algarvia

Mais de 5.000 caçadores algarvios envolveram-se hoje numa jornada de limpeza da região, promovida pela Federação de Caçadores do Algarve, intitulada "Caçadores pelo Ambiente", desenvolvida em toda a região e ainda um pouco por todo o país, graças ao empenhamento da Confederação Nacional dos Caçadores Portugueses que o ano passado aderiu à iniciativa lançada no Algarve.

De acordo com o governador civil de Faro, que esteve a participar, activamente, nesta acção "esta é uma atitude que deveria ser seguida por todos os cidadãos", pois, não se pede que façam no espaço público mais do que aquilo que fazem em suas casas". Esta é "uma atitude cívica", sublinhou António Pina hoje no concelho de S. Brás de Alportel, primeiro em Vilarinhos e depois no sítio dos Machados, onde se encontravam algumas dezenas de caçadores amigos do Ambiente, à semelhança do que à mesma hora estava a acontecer em todo o Algarve e nalgumas zonas do país.

Segundo o presidente da Federação de Caçadores do Algarve, Vitor Palmilha, esta jornada, que este ano se repetiu pelo terceiro ano consecutivo, "permitiu colocar no terreno mais de 5000 caçadores em todo o Algarve", para de seguida recordar: "No primeiro ano recolhemos cerca de 800 toneladas de lixo, o ano passado foram recolhidas 600 toneladas de monos, lixo e outros produtos que as pessoas abandonam nos espaços verdes". Este ano, "só na segunda-feira à tarde, saberemos, ao certo, as quantidades de lixo recolhidas", mas, pelo que já se viu, os números serão idênticos aos dos anos anteriores.

Presentes nesta acção da FCA, no concelho de S. Brás de Alportel, para além de ter estado presente António Eusébio, o presidente da Câmara Municipal, estiveram ainda presentes outras entidades, nomeadamente, ligadas à Direcção Regional de Agricultura do Algarve, todos ajudaram na recolha de lixo.

JMM / RS

II Passeio TT

19 maio 2007

Perdigueiro morde mulher em casa

Animal invadiu quintal vizinho

Uma mulher de 52 anos, residente no sítio de Vilarinhos, em S. Brás de Alportel, foi atacada por um cão da raça perdigueiro, que lhe mordeu um pulso e uma perna. O animal é propriedade de uma vizinha da vítima, que preferiu não apresentar queixa às autoridades.


Maria Henrique de Brito, proprietária do café 1.º de Maio, no sítio dos Vilarinhos, foi assistida no Centro de Saúde local aos ferimentos provocados pelo ataque do cão, tendo alta depois de lhe terem sido feitos os curativos e aplicada uma injecção contra o tétano.

“Foram momentos de grande medo”, confessou a vítima, atacada quando saiu para o quintal do café. “O cão furou a rede que separa os dois quintais e avançou ameaçador, na minha direcção”, relatou.

O pânico fez com que Maria Henrique de Brito gritasse enquanto tentava afastar o animal. “Foi a minha asneira”, reconhece a comerciante, que só teve tempo de fugir, mas não evitando duas fortes dentadas do cão.

Maria Henrique de Brito decidiu não apresentar queixa às autoridades “até porque a vizinha já tomou providências, retirando o perdigueiro da residência”, esclarece.

A vizinha, Lena Ferreira, dona do animal e de outros quatro cães, garantiu que “o perdigueiro tem todas as vacinas em dia”, e que só invadiu o quintal da vizinha depois de “ter estragado uma rede que separava os dois espaços”.

A residir apenas há um mês naquela casa, depois de se ter mudado de Setúbal, Lena Ferreira conseguiu, depois do incidente, entregar os cães para um canil em Loulé.

“Só fiquei com um caniche, pois reconheço que esta casa não tem condições para albergar, em segurança, tantos animais”, admitiu Lena Ferreira.

Correio da Manhã -Teixeira Marques

À margem de um jogo de Futebol...

Nada de novo vou trazer à estampa: Aconteceu desta feita no campo Sousa Uva, em S. Brás de Alportel, no decorrer do jogo de futebol entre o sambrasense vs Serrano, como já acontecera anteriormente noutros campos do Algarve durante outros jogos, noutras situações, nomeadamente com atletas, outros agentes desportivos e espectadores.

Decorria o minuto 40 da etapa inicial e Pedro Fortes, jogador da formação local foi alvo de uma infracção á margem da lei, muito rude por sinal, pondo em risco a sua integridade física, mais precisamente o joelho e, portanto, a região meniscal. Os primeiros socorros...espera aí que já venho; nada. Ninguém, devidamente capacitado para prestar a assistência devida se encontrava presente, o que infelizmente acontece na maioria dos recintos desportivos (íamos escrever “todos”) , mau grado o inusitado número de vezes que se faz eco desta anomalia, desta falta de cuidado ou mesmo desprezo por quem pratica desportos. Cerca de doze treze minutos depois a Ambulância deu entrada no campo e aí sim, Pedro Fortes recebeu os primeiros socorros e foi transportado para o Hospital Regional de Faro .

Para Pedro Fortes terminou a época e faço votos que seja só isso, pois desejo que o seu regresso suceda na próxima temporada: Mas o que mais desejo é alertar, mais uma vez a associação de Futebol do Algarve, Autarquias, Clubes e demais agentes desportivos responsáveis pela organização dos diversos eventos ao longo do ano, que devem reunir e preconizar de uma vez por todas o que fazem e dotar os recintos desportivos com um salutar funcional “posto de Primeiros Socorros “ para evitar males maiores. Será preciso morrer alguém?...

Ao Pedro , a solidariedade da “malta” dos jornais e rádios . Rápida recuperação.

Por: Bernardino Martins - in "Noticias de S. Braz",

18 maio 2007

II Gala Nacional de Acordeão em S. Brás

Homenageia a Eugénia Lima

Na noite de 19 de Maio, o acordeão reina em São Brás de Alportel, na II gala Nacional de Acordeão, que conta com a participação de Eugénia Lima.

Agendada para as 21h30, no Cine-Teatro São Brás, a II Gala Nacional de Acordeão de São Brás de Alportel leva a palco 10 dos melhores acordeonistas do país, com a participação especial do DUOODEON, com João Frade e Ricardo Alves e com a honrosa participação de uma das mais importantes personalidades do acordeão em Portugal, Eugénia Lima.

A Gala Nacional de Acordeão conta com a coordenação técnica a cargo do Professor Hermenegildo Guerreiro, responsável pelo ensino do acordeão em São Brás de Alportel há mais de duas décadas e mestre de alguns dos maiores nomes do acordeão na actualidade.
Dos jovens talentosos aos veteranos, sobem ao palco do Cine-teatro 10 acordeonistas que já deram provas do seu valor, que a nível nacional, como internacional.

Constituída por três partes distintas, a Gala inicia-se com as actuações de Joaquim Martins, André Natanael, Fábio Guerreiro, Lúcia Baracosa, Vera Caneta, Nelson Conceição e João Filipe Guerreiro. A segunda parte abre ao som dos acordeões de João Frade e Ricardo Alves, que dão a conhecer o seu mais recente projecto “DUOODEON”, um trabalho conjunto que reúne o melhor destes dois grandes mestres do acordeão.

Concerto - Blind Zero



17 maio 2007

Os "ocos" do sistema

Há um sem número de pessoas, cada vez maior, que se caracteriza por não terem interesse por nada, nem ninguém. Olham para um blog e dizem "não tenho paciência para isto". Olham para um jornal e dizem "não tenho paciência para isto". Esses ocos não sabem o que se passa no mundo que bem poderia estar prestes a terminar que eles nem dariam conta de nada.


Esses ocos pura e simplesmente não querem saber de nada.
Não querem saber de ir votar.
Não querem saber de reclamar, porque não vale a pena estarem-se a chatear.
Não acreditam, nem têm fé em nada.
Não têm ideologias, nem utopias.
Não se inscrevem em partidos, nem em sindicatos.
Não pagam quotas de nada, porque não se interessam por nada.
Não querem saber de resultados, sejam eles do futebol, das eleições ou de um concurso (de um concurso, se calhar, talvez).

Para eles tudo se resume a uma questão material: o mundo divide-se entre os que gozam dos bens materiais, os que não têm bens materiais e os que tentam tudo por tudo, enquanto estão vivos, para poder obter mais bens materiais, à custa dos outros.

Já Thomas More dizia destes ocos, a propósito da nobreza inglesa da altura, que eram tão ocos e desinteressados que eram capazes de adormecer, roncando em bom som, durante o sermão da montanha.

Lembro-me de uma reportagem televisiva onde, num país nórdico, caracterizado pelo bem estar e comodidade o Governo dava subsídios a jovens e associações civis para protestarem acerca de qualquer coisa fosse o que fosse. A ideia era tentar combater a passividade e aburguesamento da sociedade civil.
Vejam ao que se chegou nesses países dormentes e anestesiados pelo bem estar pós-moderno...

Não me considero melhor do que estes ocos, porque em muitas coisas e aspectos eu também me posso considerar um oco. Porém, a diferença é que eu ainda acredito em valores e na utopia, por mais longínqua que ela possa parecer ou por mais fraco que possa parecer o Ser Humano.

Deus nos livre destes ocos que andam por aí e nos estão muitos próximos, no nosso local de trabalho e até, quiçá, nas nossas próprias casas.

Não façamos dos nossos filhos uns ocos.

É importante que eles acreditem em algo, mesmo que não acreditem neles próprios.

Chesterton dizia no seu livro "Ortodoxia" que o terem-lhe ensinado, quando era criança, a história da "Alice no país das maravilhas" tinha sido importantíssimo na sua formação. O acreditar em algo mais para além das nossas próprias limitações, mesmo que não seja um Deus, mesmo que seja uma ideologia ou um qualquer paixão, desde que seja "algo que vai mais para além do que nos rodeia" é importante.

Ser oco é ser, afinal, velho e morrer inutilmente porque se viveu para nada; viveu-se só para respirar, se alimentar, se divertir e o resto QUE SE LIXE!

O pior e o mais perigoso é quando os que não são ocos se aproveitam dos ocos para gerir, dirigir e manipular o mundo.

Ocos deste mundo, mexam-se, acreditem em algo ! acordem !
Deixem essa sonolência, esse borrifarem-se para tudo o que ultrapassa o vosso circulo de bem estar material !

Despertem!


por: Miguel Reis Cunha

Festa dos Tabuleiros Floridos

Decorreu no passado fim-de-semana, dias 12 e 13 de Maio, mais uma edição da tradicional Festa dos Tabuleiros Floridos, que ano após ano se realiza no pitoresco sítio de Parises, em plena Serra do Caldeirão, em honra de Nossa Senhora de Fátima.

Na tarde de sábado, um grupo de peregrinos são-brasenses rumaram, desde a vila de São Brás de Alportel até ao sítio de Parises, com a Capela de Nossa Senhora de Fátima por destino, num percurso de fé e paz interior, que só a tranquilidade da Serra do Caldeirão pode transmitir.

Após 18 km por entre vales e colinas, os caminhantes chegaram aos Parises, para alguns momentos meditação, ao que se seguiu a tradicional Procissão das Velas, em honra de Nossa Senhora de Fátima, um ponto de encontro, na vigília do dia 13 de Maio.

Na escuridão da noite, o percurso da procissão emerge iluminado por pequenas velas que conduzem à capela de nossa Senhora de Fátima. Aos fiéis da terra juntam-se crentes de outras localidades vizinhas, amigos e familiares, numa noite que ano após ano se repete, plena de emoção.

No domingo, a eucaristia, pelas 16h00, marca o início de mais um dia festivo. A partir das 17h00, o Grupo “Inovação” convidou a um pezinho de dança que se fez acompanhar pela tradicional sardinha assada, à discrição, que é dia de festa, onde todos são convidados a participar, como manda a tradição hospitaleira das gentes da Serra.

Durante o convívio musical, foram ainda leiloados vários tabuleiros recheados de petiscos serranos, especialmente enfeitados para a festa. Por fim, a actuação do Grupo Etnográfico da União Desportiva e Recreativa Sambrasense encerrou a programação com danças e cantares tradicionais portugueses.

A Festa dos Tabuleiros Floridos é uma organização da Associação “Os Amigos da Serra de S. Brás” que este ano tem por objectivo angariar fundos para a manutenção da capela dos Parises.

GIDI CMSBA

Moto Clube S. Brás

assinalou 15º Aniversário

Assinalou no passado dia 14 de Abril mais um aniversário o 15º o Moto Clube de S. Brás “Os Unidos da Estrada” com um jantar que teve lugar no armazém da D. Catarina na Mesquita.

Com a presença de muitos associados, moto clubes, entidades e convidados o jantar de confraternização decorreu num ambiente de grande convívio e amizade já que os Motards sambrasenses não descuraram nenhum pormenor para assinalar condignamente este seu 15º aniversário.A entrega de lembranças a todos os moto clubes presentes, o agradecimento à entidades e parceiros que ajudam ou divulgam as iniciativas do Moto Clube foi outro momento que anualmente se repete.

O vereador Vítor Guerreiro, o Presidente da Junta de Freguesia David Gonçalves, o representante da Direcção do Bombeiros Voluntários João Rosa e o Comandante dos Bombeiros Voluntários João Meira da Silva este com a particularidade de também ser um associado membro do Moto Clube de S. Brás, salientaram o quanto é importante o espírito de associativismo existente no Moto Clube de S. Brás e felicitaram esta colectividade do nosso concelho por mais um aniversário daqueles “malucos das motos” que em 1992 resolveram fundar um clube, hoje uma associação de prestígio que enobrece não só o associativismo no concelho como representa condignamente S. Brás de Alportel um pouco por toda a parte onde participa nas concentrações, quer no país quer no estrangeiro.

Aliás e como habitualmente também os três mais assíduos em concentrações receberam um prémio, numa festa onde não faltou um grandioso bolo de aniversário e uma banda rock para animar esta comemoração, estando já em preparação o XV Convívio Motard para os dias 10,11 e 12 de Agosto na Fonte Férrea este ano com novidades.

in Notícias de S. Braz, - dê sua opinião

16 maio 2007

Oferta Emprego - Câmara Municipal

A Câmara Municipal publica hoje (dia 16 de Maio), no seu site (www.cm-sbras.pt) avisos para a contratação de pessoal a termo resolutivo certo:

Um Técnico Superior de 2ª classe (Ciências da Comunicação)

Entrega de candidaturas: O requerimento de candidatura, dirigido ao Presidente da Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, Rua Gago Coutinho n.º 1, 8150-151 S. Brás de Alportel, deverá ser entregue na Secção de Pessoal, no prazo de 5 dias úteis a contar a partir da data da publicação do aviso (14 de Maio).

Água mole em pedra dura...

Mais uma vez o sbras.blog está de parabéns!

Tantas foram as criticas relativas à falta de manutenção do sitio da internet da Câmara Municipal, que a edilidade fartou-se!... e para de uma vez por todas acabar com a onda de contestação que a falta de informação tem propiciado, lá resolveram contratar um técnico para o GIDI, para substituir a funcionária deste serviço, que ultimamente anda ocupada com serviços de vereação.

Assim, só nos resta congratular-nos com mais esta pequena vitória, conscientes que só foi possível alcançar com a ajuda e participação dos nossos leitores.

Parabéns a todos nós,
a_gerencia

Futebol juvenil tem campeões

Excepção aos juvenis da 2ª Divisão Distrital e ao futebol de 7, já são conhecidos os campeões dos campeonatos distritais do futebol juvenil da AFA, assim como quem sobe quer aos nacionais, quer ao principal patamar da região. Ginásio Tavira (juniores), Olhanense (juvenis) e Internacional de Almancil (iniciados) sobem aos nacionais.

Os campeonatos de juniores, juvenis e iniciados da 1ª Divisão foram os primeiros a conhecer os vencedores. Assim, Ginásio de Tavira (juniores), Olhanense (juvenis) e Internacional de Almancil (iniciados) apesar de faltar ainda uma jornada, já receberam das mãos de Viegas Ramos, presidente associativo, as taças de campeões e vão na próxima temporada competir a nível nacional.

Na 2ª Divisão Distrital, o FC Ferreiras venceu em juniores, sobe à 1ª Distrital e consigo vai também o Internacional de Almancil, segundo classificado. Nos iniciados, o FC Ferreiras também se sagrou campeão do campeonato secundário, ascende ao principal patamar da região e com ele vai o Alvorense que no jogo decisivo venceu o Silves por 2-0.

Falta ainda conhecer quem sobe em juvenis, 2ª Divisão, até porque pela frente existem mais três jornadas. O Silves lidera com 54 pontos, seguido do Alvorense (52) e Armacenense (46). Duas destas três equipas vão subir à 1ª Distrital e uma delas irá envergar as faixas.

Futebol Juvenil São-Brasense

Quanto ao futebol juvenil do concelho, é de referir que a época 2006/07 foi a pior dos últimos anos, talvez reflexo da “crise” que atravessa este desporto no concelho e da nova politica desportiva concelhia imposta pela autarquia local.

A título de registo aqui fica as classificações da época 2006/07 das equipas de Futebol de S. Brás de Alportel.


Futebol 11

Juniores (sub 19)
Não temos representantes em nenhum dos Campeonatos (1.ª e 2.ª Distrital)

Juvenis (sub 17) – (1.ª Distrital)
Ocupando o penúltimo lugar da tabela a uma jornada do fim do Campeonato, os juvenis da Sociedade 1.º de Janeiro garantiram já a manutenção na 1.ª Divisão.(ver classificação)

Iniciados (sub 15) – (1.ª Distrital)
No último lugar a quatro pontos do penúltimo, os Iniciados da Sociedade 1.º Janeiro tem garantida a descida de Divisão. (ver classificação)

Infantis (sub 13) – (1.ª Divisão)
A semelhança da equipa de Iniciados, também os Infantis da Sociedade 1.º de Janeiro, têm garantida a descida de Divisão, face a pior participação de sempre nos campeonatos de iniciados. (24 jogos – 21 derrotas e 142 golos sofridos). (ver classificação)


Futebol 7

Escolas (sub 11) – (Distrital – Sotavento)
A equipa A da Sociedade 1.º Janeiro a duas jornadas do fim do campeonato, encontra-se no segundo terço da tabela classificativa, num tranquilo 10.º lugar. (ver classificação)

Os B´s seguem o exemplo (10.º lugar), mas com 3 jornadas para o fim do campeonato ainda é possível melhorar esta classificação. (ver classificação)


FuteSala

Seniores (femininos) – Distrital
O Campeonato terminou em 14 de Abril e participaram 11 equipas algarvias. A participação da equipa feminina do GDC Machados, saldou-se com o 7.º lugar. (ver classificação)

Juniores (femininos) – Distrital
O campeonato terminou no dia 28 de Abril. A participação do GDC Machados saldou-se com um honroso 4.º lugar. (ver classificação)

Juvenis (masculinos) – Distrital
Neste campeonato, que terminou em Março, S. Brás esteve representado pela equipa da Associação Jovem Sambrasense, que obteve o 6.º lugar em 12 equipas presentes na prova.(ver classificação)

Iniciados –
Não temos representantes nas provas distritais.

Infantis –
Não temos representantes nas provas distritais

Escolas (masculinos) – Distrital
A Equipa da Associação Jovem Sambrasense, terminou este Campeonato na 9.ª posição (11 participantes). (ver classificação)


É tudo, relativamente ao futebol juvenil concelhio.

A próxima época desportiva 2007/08 começa depois do verão, estando já anunciado algumas alterações quanto a participação dos clubes de S. Brás (União, Sociedade, Machados e AJS). Nos Campeonatos de Futebol, a União tenciona apresentar equipas juvenis, os Machados também tencionam participar nos campeonatos de juniores, na Sociedade fica tudo como está. Nos Campeonatos de Fute Sala, o Machados tenciona manter as equipas femininas, a União pondera a possibilidade de participar com equipas juvenis e a AJS equaciona a extinção das equipas de fute sala devido a imposições camarárias. Logo se verá como fica organizado o desporto rei no concelho.

Nota/Aviso:

A elaboração desta “noticia” foi a pedido de vários leitores nossos, surpreendidos pela falta de informação, característica dos nossos jornais locais, relativamente ao Futebol.

Como já vem sendo habitual, os jornalistas e responsáveis dos jornais locais virem aqui ao Blog à procura de notícias fáceis, fica aqui o recado para eles.

A gerência deste blog não se importa que retirem daqui notícias para publicação nos vossos jornais. No entanto porque a elaboração das mesmas nos costuma a dar algum trabalho e por uma questão de respeito e deontologia a que os vossos jornais estão obrigados, agradecíamos que ao usarem integralmente os nossos textos, tivessem a honestidade (e a coragem) de indicarem de onde foram extraídos (http://sbras.blogspot.com/). Não basta andarem a dizer que o blog é isto ou aquilo, para depois utilizarem-no para as vossas publicações. Se vão ganhar dinheiro à conta do nosso trabalho, nós exigimos um pouco de respeito. Considerem-se avisados!

Lenda de Floripes

Filme sobre uma lenda olhanense
com estreia marcada para Setembro.

O filme “Floripes”, realizado por Miguel Gonçalves Mendes, sobre a lenda de uma moura encantada que deambulava por Olhão, vai ser exibido pela Lusomundo em nove salas do País, com o objectivo de chegar aos 20 mil espectadores.



Reza a lenda que Floripes era uma moura encantada, que deambulava todas as noites por Olhão, causando o medo à comunidade de pescadores, os quais, enfeitiçados por aquela bela mulher, na tentativa de lhe quebrar o encanto, morreriam ao atravessar o mar.

Nascido na Covilhã, em 1978, mas vindo logo depois para Olhão, Miguel Gonçalves Mendes passou a infância e adolescência a ouvir falar desta lenda, que achava “fascinante”, recorda o realizador do filme.

“Achei que a lenda acabava por ser um bom retrato da relação dos pescadores algarvios com o mar e com o além e a forma como iam construindo a imaginação”, refere Gonçalves Mendes. “É um retrato, aliás, das lendas todas que existem no Algarve. Mais do um produto local, isto é um retrato do Algarve.”

“Floripes” é, sobretudo, acrescenta, “um filme sobre processos de construção da imaginação”. “Como é que as pessoas lidam com as lendas, com os fantasmas? Por que razão têm necessidade de crer, e por que é que acreditam?”, questiona.

A película aborda três grandes temas centrais – a superstição, a religião (“vista também, de alguma forma, como um género pagão”) e o medo, “como causa e consequência tanto da superstição como da religião”.

“Mais do que fazer um retrato sobre as pessoas, procurei antes que elas me ajudassem a construir uma possível versão da lenda”, frisa o realizador. “Existem várias versões – contraditórias entre si – e, no fundo, aquilo que eu faço é criar uma nova versão.”

Miguel Gonçalves Mendes, para construir este “documentário ficcionado”, entrevistou os habitantes e pescadores de Olhão, Culatra e Hangares. É aí que o filme ganha vida, nas histórias de vida e recordações presentes nos depoimentos.

Para rodar esta longa-metragem, o realizador usou matéria-prima local. “No Algarve, também há bons criadores e bons profissionais, não é só em Lisboa”, assegura. São exemplos o compositor da banda sonora do filme, Paulo Machado, e o artista que fez a banda desenhada para o génerico, Miguel Mendonça.

Quanto aos actores amadores, recrutados em Olhão e sem formação específica, havia outra questão: a pronúncia cerrada e à maneira algarvia. “Pedi a actores amigos meus e ninguém conseguia falar assim”, recorda, entre sorrisos.

Da parte dos habitantes e entrevistados, a “receptividade foi fantástica”: “A minha ideia era a de que o filme fosse construído pela comunidade e para a comunidade – e isso foi o mais bonito, porque as pessoas emprestavam-nos os adereços, as casas para filmarmos e ficavam acordados a ver as filmagens – a maior parte foi feita à noite – até às cinco da manhã.”

“Floripes” vai ser exibido a nível nacional, a partir de Setembro, pela Lusomundo, em nove salas de todo o País. Além disso, também está prevista a sua passagem por festivais de cinema e salas internacionais.

“Queremos dar dimensão nacional a este filme construído por algarvios, de algarvios e sobre o Algarve”, atira Miguel Gonçalves Mendes. “Desejo que fosse o documentário – chamemos-lhe assim – português mais visto de sempre”, revela o realizador.

“É preciso que as pessoas divulguem o filme e vão ao cinema. Isto só pode ter sucesso se as pessoas forem ver o filme; se não houver público, não vale a pena. É necessário que as pessoas façam as pazes com o cinema português”, sustenta.

O realizador deseja que as pessoas apostem mais na cultura portuguesa: “O que constrói a memória de um povo é, essencialmente, a cultura e a ciência; dentro de 200 anos, ninguém se vai lembrar de quem era o Eusébio.” conclui.

Um filme a não perder!... até porque contou com a participação do Prior de S. Brás de Alportel, Padre José Cunha Duarte...




15 maio 2007

Orquestra do Algarve

Nas escolas do Concelho
Terça-feira dia 15 de Maio
Concerto de Música de Câmara, com agrupamento de Cordas e Sopro

>14.30 horas - Escola EB1 de Alportel

>15.45 horas - Escola EB1 n.º2 de S. Brás

Uma Organização da Orquestra do Algarve,
com a participação dos alunos das escolas.

“Camões é um poeta Rap”

Terça-feira dia 15 de Maio, às 15h00, no Cine-Teatro S. Brás.
Duração: 60 min. Maiores de 14.

Espectáculo do grupo Arte Pública (núcleo profissional da Associação de Artes Performativas de Beja) que assenta num conceito inovador que aproxima a Lírica do grande poeta à nossa vivência contemporânea, através dos ritmos rap e hip-hop, conciliando o público com a maestria da Língua Portuguesa.



'Lusíadas' cantados e dançados
ao ritmo do 'rapper' General D


"Se Camões vivesse hoje, seria um poeta rap", afirma, convicta, Gisela Cañamero, performer da Companhia Arte Pública de Beja, que está de novo na estrada com a peça Camões É Um Poeta Rap e que pretende mudar a imagem de Camões, dando-lhe uma "roupa actual e radical".

Após uma digressão pelo Brasil e uma caminhada intensa pelas bibliotecas lusas em 2006, a digressão regressa este ano para percorrer mais 47 bibliotecas de norte a sul do País e cativar os mais novos para os hábitos de leitura e, em particular, para descobrirem Luís Vaz de Camões.

Este trabalho, destinado para o público jovem e adulto, tem colhido grandes frutos junto dos mais pequenos, mas acontece também que "os mais velhos ficam emocionados com a força das palavras e de um momento para o outro começam a gostar dos ritmos do rap e do hip hop", explica. Segundo a performer, as crianças são muito sensíveis aos jogos possíveis com o discurso "rappado" ou cantado.

A peça não está munida de uma grande produção, mas é rica nas explicações sobre a vida e obra de Luís de Camões. Gisela Cañamero diz e canta os poemas, comunica e interage com o público e é apoiada por registos sonoros, musicais e de vídeo.

"A peça conta com 17 poemas, 16 dos quais são sonetos cantados, e as duas estrofes iniciais de Os Lusíadas que contam com um refrão que é uma contaminação com uma canção de General D", revela orgulhosa, enquanto explica que "não foi feito qualquer esforço para rimar. A métrica dos poemas adaptam-se bem".

Com o apoio do Ministério da Cultura e do Instituto das Artes, a companhia Arte Pública pretende continuar a despertar os mais novos para os encantos de Camões. O rap que contagia a nova geração e as batidas típicas deste género musical não deixam ninguém indiferente, e a prova disso é que a meio da sessão, todos dançam e cantam: "As armas e os barões assinalados, que d(a) ocidental praia lusitana, por mares nunca antes navegados, passaram ainda além da Taprobana…" A não perder!

13 maio 2007

A Moradia da filha do Vereador

Recebemos de um colaborador habitual, um artigo escrito que descrevia ao pormenor como uma jovem estudante, menor de idade, conseguiu obter um parecer favorável, da Câmara Municipal de S. Brás, para a construção de uma moradia fora do perímetro urbano em zona não urbanizável.

Como a referida jovem se trata nem mais nem menos que a filha de um ex-vereador da Câmara e infelizmente (para nós), não nos foi possível confirmar a veracidade das conversas e diligências efectuadas contadas na história, resolvemos não a publicar, pelo que pedimos desculpa ao nosso habitual colaborador.

No entanto e pelas mesmas razões apontadas anteriormente, não podia-mos deixar de contar esta história aos nossos leitores. Assim aqui fica em imagens, retiradas das actas oficiais da Câmara Municipal, a versão “oficial” do “processo da filha do vereador”….

Agora, cada um que tire as ilações que quiser!...
Cá para nós!... continuamos a achar que (para alguns)...
Sabe Bem Viver em S. Brás!...

Acta n.º1 - 03/01/2007

Acta n.º2 - 16/01/2007

Acta n.º3 - 30/01/2007

Acta n.º6 - 27/02/2007
(Clique nas imagens para ampliar)

Orçamento Participativo 2008

Já começou o Orçamento Participativo
de Crianças e Jovens (OPJC).

A ideia é que nesta primeira experiência, os alunos de seis turmas do 9.º ano (cerca de 120 jovens) tenham a possibilidade de apresentar propostas ao executivo camarário sobre o que consideram ser prioridades de investimento para o concelho de S. Brás de Alportel, com vista a serem incluídas no Orçamento Municipal para 2008.

Ao longo do ano haverá várias sessões preparativas. Numa primeira sessão é explicado aos alunos em que consiste o processo de OPJC. Na segunda sessão cada aluno apresenta as suas propostas, e também são nomeados um delegado e uma delegada que vão representar cada turma. Na terceira sessão são organizadas as prioridades e definidas as propostas que cada turma elegeu. A seguir os delegados de turma vão articular as diferentes prioridades e preparar a apresentação ao executivo camarário, o que deve acontecer lá para Setembro.

12 maio 2007

Comando Distrital de Operações de Socorro

Fiel de Mercados e Feiras Municipais
Nomeado representante da Câmara Municipal no CDOS

Nos termos da Lei 27/2006, de 3 de Julho, artigo primeiro: “a protecção civil é a actividade desenvolvida pelo Estado, Regiões Autónomas e autarquias locais, pelos cidadãos e por todas as entidades públicas e privadas com a finalidade de prevenir riscos colectivos inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe, de atenuar os seus efeitos e proteger e socorrer as pessoas e bens em perigo quando aquelas situações ocorram” e tendo em conta que, a Lei determina no artigo trigésimo quinto que:

a) Compete ao presidente da câmara municipal, no exercício de funções de responsável municipal da política de protecção civil, desencadear, na iminência ou ocorrência de acidente grave ou catástrofe, as acções de protecção civil de prevenção, socorro, assistência e reabilitação adequadas em cada caso.

b) O presidente da câmara municipal é apoiado pelo serviço municipal de protecção civil e pelos restantes agentes de protecção civil de âmbito municipal.

E ainda considerando a previsão em organograma da Câmara Municipal de São Brás de Alportel de um serviço de protecção civil ao nível do município, o qual ainda não está constituído nem definida a sua estrutura e que no quadro regional a estrutura de protecção civil designada de Centro Distrital de Operações de Socorro de Faro definiu uma periodicidade mensal para as reuniões a realizar entre o Centro Distrital e os Serviços Municipais de Protecção Civil ou representantes das autarquias onde ainda não existam estes serviços

O Presidente da Câmara de S. Brás de Alportel, propôs para representar a Câmara Municipal de São Brás nas reuniões mensais do CDOS, o funcionário do quadro da autarquia, senhor Vítor Custódio Ferradeira Miguel, a desempenhar actualmente as funções de Fiel de Mercados e Feiras, considerando a sua competência em função da reconhecida experiência como bombeiro.

A Câmara Municipal deliberou em 13 de Março do corrente ano, por unanimidade, concordar com a presente informação, designando o fiel de feiras e mercados municipal, Senhor Vítor Custódio Ferradeira Miguel, como representante da Câmara Municipal nas reuniões do Comando Distrital de Operações de Socorro – CDOS.

Sociedade Vs União

União Sambrasense responde
à Sociedade 1.º Janeiro


Em editorial, no jornal “O Sambrasense” do passado 15 de Abril, Eduardo Santos, presidente da UDR Sambrasense responde ao Comunicado da Sociedade 1.º de Janeiro.

Pelo interesse que tem despertado as relações entre a autarquia e as associações do concelho, que se têm pautado por acusações mutuas entre associações e queixas das associações à politica desportiva levada a cabo pela autarquia, aqui transcrevemos na integra o Editorial/Resposta.



Editorial - “O Sambrasense”
Por: Eduardo Santos, 15 de Abril de 2007



Em exercício do direito de resposta que lhe assiste, a Direcção da Sociedade 1.º de Janeiro (S1J) sugere algumas duvidas relativamente ao editorial do último numero deste jornal e que tinha como pano de fundo a situação demissionária da UDR Sambrasense.

A explicação

No direito de resposta da S1J, é evidente que está faz uma interpretação desacertada relativamente à motivação que levou à redacção das linhas do anterior edital. Não há qualquer crítica à Direcção da S1J e muito menos se põe em causa o esforço e a dedicação da mesma.

A sua gestão padece dos constrangimentos financeiros típicos de qualquer clube e não se põe em causa a carolice dos seus directores, factor que continua a ser o grande motor de sustentabilidade dos clubes de âmbito regional e local.

A S1J não foi suficiente profunda na análise que fez para perceber que as receitas mencionadas apenas se referem a subsídios camarários para o futebol.

A critica

Infelizmente e ao contrário do que advoga a S1J, a UDR Sambrasense apenas receberá em 2007, o valor de 8400 euros, valor atribuído pela Câmara Municipal como subsidio à modalidade futebol. Também a leitura que faz das despesas não denota muito cuidado na medida em que estas apenas se referem a custos administrativos e de policiamento. Mas certamente percebeu o gráfico e da tamanha injustiça que está a ser feita para com aquele que é, ainda, o maior e mais representativo clube do concelho.

Os compadrios

Sobre os juniores a S1J volta a errar, já que o telefonema referido no editorial anterior foi precisamente o ocorrido entre o Exmo. Presidente da Câmara e o Presidente da Sociedade 1.º de Janeiro. Aquilo que era verdade nessa altura deve continuar a ser verdade hoje!

O Apelo

A UDR Sambrasense quer e vai manter as melhores relações com a Sociedade 1.º de Janeiro. Não deve a Sociedade permitir que outros a utilizem como instrumento de arremesso numa causa que não lhe diz respeito. A Câmara Municipal não precisa com certeza, que venham outros defender as suas posições. Onde e quando achar que o deve fazer, deve fazê-lo.

11 maio 2007

Luís Gomes incentiva PSD São Brás

Jantar Colóquio
hoje, sexta-feira 11 de Abril

A conquista depois da derrota

A tarefa de conquistar um Câmara Municipal depois de uma derrota é o tema que Luís Gomes vai abordar hoje num jantar-colóquio em São Brás de Alportel.

O tema “Como Conquistar uma Câmara Municipal Depois de Uma Derrota” vai ser abordado por Luís Gomes, que além de presidente da Câmara Municipal de Vila Real de Santo António é também vice-presidente do PSD/Algarve.

A introdução do tema e condução do debate ficará a cargo de Gonçalo Mesquita, líder do PSD de S. Brás de Alportel, e está prevista uma intervenção de Joaquim Mendonza, Vereador do PSD na Câmara Municipal de S. Brás de Alportel.

Os social-democratas sambrazenses consideram o exemplo de Luís Gomes como de um «sucesso político».

O jantar está marcado para o restaurante Vila Velha, em São Brás de Alportel, às 20h00.


Festa dos Tabuleiros Floridos


Este fim de semana, nos Parises,
Festa dos Tabuleiros Floridos



Sábado, 12 de Maio
16h00 – Peregrinação à Capela de Nossa Senhora de Fátima – Parises
(Ponto de Encontro – Rua Jornal o Sambrasense)
21h00 – Procissão de Velas, em honra de Nossa Senhora de Fátima

Domingo, 13 de Maio
16h00 – Eucaristia
17h00 – Convívio Musical, com o Grupo “Inovação”
Sardinha assada à discrição
Leilão de tabuleiros com petiscos serranos
19h00 – Actuação do Rancho Típico Sambrasense

Organização: Associação Os Amigos da Serra de S. Brás

Câmara Municipal S. Brás

Actualiza Curriculum do Presidente

O sitio da internet da Câmara Municipal de São Brás de Alportel foi alvo de remodelações. Desengane-se quem pensa que passou a haver mais informação disponivel no sitio da Câmara.

Apesar de não haver informação sobre a actividade municipal desde de setembro do ano passado, não serem publicadas no site as convocatórias das reuniões e actas da assembleia municipal desde junho passado, os concursos estarem desactualizados no dia em que são publicados ou tem apenas dois dias de validade, em suma , apesar de não haver tempo para actualizações ao sitio da net a Câmara Municipal lá arranjou "tempo" e actualizou o Curriculum do Presidente da Autarquia (ver aqui)!.... Vai-se lá saber porquê?!....

A.H.Livre

Fotos do Aquiles

No Café (Galeria) da Vila

Desde que lhe ofereceram a primeira máquina fotográfica, aos oito anos de idade, que a fotografia preenche o dia-a-dia do papá da Matilde, nos pequenos detalhes, nas soberbas paisagens, nos hábitos e costumes que configuram uma identidade própria ao território... que o fascinam, que nos fascinam!

AO PORMENOR é a terceira exposição fotográfica do papá, mas a primeira em nome individual e sugere a (re)descoberta da identidadeda Vila de São Brás de Alportel, distrito de Faro, através de pormenores que encontramos no nosso quotidiano, mas que na maior parte das vezes nos passam despercebidos. Os protagonistas são as portas, as janelas, as cantarias, as carroças, as actividades tradicionais, testemunhos de uma ruralidade que teima em perdurar, resistindo custosamente às ameaças constantes da urbanização e do consumismo, que descaracterizam e ferem os territórios.

A exposição começa hoje e terminará a 09 de Julho, no café-galeria CAFÉ DA VILA em São Brás de Alportel. Fica a sugestão a quem passar por lá! Vale bem a pena!!!

em M&M's

10 maio 2007

Oferta Emprego - Câmara Municipal S,

A Câmara Municipal publica hoje (dia 10 de Maio), no seu site (www.cm-sbras.pt) avisos para a contratação de pessoal a termo resolutivo certo:

4 Auxiliares de Serviços Gerais – Índice 128 (€ 418,24);
1 Cantoneiro de Limpeza – Índice 155 (€ 506,46);
(ver aviso)

Entrega de candidaturas: O requerimento de candidatura, dirigido ao Presidente da Câmara Municipal de S. Brás de Alportel, Rua Gago Coutinho n.º 1, 8150-151 S. Brás de Alportel, deverá ser entregue na Secção de Pessoal, no prazo de 5 dias úteis a contar a partir da data da publicação do aviso (07 de Maio).

Piscinas Municipais (descobertas)

Mais de 3000 euros pela Chave do Bar das Piscinas
A mais alta quantia paga desde que se começou a leiloar as Chaves.

A notícia, (ver aqui), do concurso para a exploração do bar das piscinas municipais valeu à Câmara Municipal de São Brás de Alportel a maior participação de sempre ao leilão pela chave do bar.

Foram vários os empresários são-brasenses e outros que ao terem conhecimento atempado do concurso de exploração do bar das piscinas, resolveram participar na hasta pública para a chave do bar. O resultado desta forte participação foi sem dúvida alguma o melhor de sempre para os cofres da autarquia.

Mais de 3000 euros foi o quanto pagou um empresário são-brasense do ramo da restauração pela “chave” do bar das piscinas, depois de um disputado leilão em que os lances mínimos eram de 50 euros.

Ainda dizem o blog não ajuda?!...

Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (Protal)



Há descontentamento em alguns presidentes de Câmara do PS quanto à versão final do Protal, mas a estrutura dirigente regional cola-se ao Governo, dando nota positiva ao documento.

Com toda a contestação que a revisão do Protal gerou no Algarve, o Partido Socialista, numa colagem ao Governo, reuniu-se com os seus deputados e com o presidente de Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, para concluir que «é de justiça reconhecer a forma como o processo foi conduzido pelo Governo». A nova versão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (Protal) deverá ir a Conselho de Ministro para aprovação final, de acordo com as previsões apontadas pelo secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades João Ferrão.

O PS algarvio, em comunicado, classificou o «novo Protal como globalmente positivo», considerando que o documento vem dar resposta a algumas das preocupações dos socialistas.
Destacam, nomeadamente, a «existência de uma estratégia para o interior da região, para promover o reequilíbrio territorial pelo desenvolvimento do interior, estando agora clarificados os projectos-âncora e os investimentos prioritários e, muito particularmente, as bases de uma nova política florestal; a aceitação de que os projectos estruturantes de reconhecida relevância e interesse nacional merecem um regime de excepção; a redução das áreas mínimas para a implementação de Núcleos de Desenvolvimento Territorial nos espaços da Serra, Guadiana e Costa Vicentina, tratando assim, de forma diferente, o que é objectivamente diferente; a criação de mecanismos de compatibilização da preservação ambiental, com a necessidade de desenvolvimento económico e social».

Em abono da verdade, nem todos os presidentes de Câmara socialistas estão de acordo com este Protal.

09 maio 2007

Olimpíadas Matemática

Finalíssima das Olimpíadas Concelhias de Matemática em Faro

A Finalíssima das Olimpíadas Concelhias da Matemática tem lugar hoje, dia 9, às 14 horas, na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve, em Faro.

A prova, com a duração de duas horas, conta com a participação de 40 alunos apurados nas Finais do Barlavento e do Sotavento.

No final decorrerá a cerimónia de entrega de prémios. O primeiro classificado ganhará um computador e os restantes alunos receberão medalhas e diplomas de participação.

O Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve promove e organiza estas 3ª Olimpíadas Concelhias de Matemática, destinadas a alunos do 3º Ciclo do ensino básico.

As Olimpíadas Concelhias da Matemática tiveram início em 2004/05, apenas circunscritas ao concelho de Faro.

Na sua primeira edição, estiveram envolvidos cerca de 55 alunos dos quais 24 foram finalistas.

A segunda edição envolveu os concelhos de Faro, Loulé e Silves e contou com a participação de 439 alunos, 107 dos quais foram finalistas.

Em grande parte devido a manifestações do interesse por esta iniciativa, de alguns docentes de Matemática de outros concelhos, a edição de 2006/2007 foi alargada a sete concelhos – Faro, Loulé, S. Brás de Alportel, Silves, Albufeira, Lagoa e Monchique – agrupados segundo a denominação de Barlavento e Sotavento.

As Olimpíadas Concelhias da Matemática constituem um projecto de parceria entre as Escolas participantes e a Universidade do Algarve.

O projecto desenvolve-se com a intervenção de professores de Matemática dos 2º e 3º ciclos e respectivos alunos.

São objectivos deste projecto contribuir para desenvolver o gosto dos jovens pela Matemática e a sua capacidade de resolução de problemas e de desafios matemáticos, criar oportunidades de realizar actividades ligadas à Matemática, para além das aulas, apoiar e estimular o trabalho dos professores com os seus alunos no domínio da resolução de problemas, criar laços de cooperação entre os professores das escolas básicas e secundárias e o Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências e Tecnologia.

Fases de apuramento

Na sua estrutura, as Olimpíadas Concelhias da Matemática, incluem três fases: Apuramento, Finais Concelhias e Finalíssima.

A fase de apuramento realiza-se em todas as escolas dos concelhos abrangidos e é implementada pelos professores, que nas suas escolas convidam os alunos interessados e fazem a correcção da prova.

Desta primeira fase, resulta a selecção dos alunos que passam à Final Concelhia.

Por fim, são apurados os melhores classificados para a Finalíssima que tem lugar na Universidade do Algarve.

Nas 3ª Olimpíadas Concelhias de Matemática registou-se a participação de cerca de 900 alunos na fase de apuramento, tendo sido a Escola Básica Integrada de Paderne a que teve o maior número de alunos a participar.

As Finais Concelhias decorreram, como até aqui, em escolas secundárias que acolheram generosamente os alunos finalistas e a organização, incluindo a oferta de um lanche a todos os participantes e professores acompanhantes.

A Final do Sotavento aconteceu na Escola Secundária Pinheiro e Rosa, em Faro, no dia 11 de Abril, e contou com 70 alunos finalistas.

A Final do Barlavento teve lugar na Escola Secundária de Albufeira, a 18 de Abril, e estiveram presentes 76 alunos finalistas.

Os alunos classificados nos três primeiros lugares, em cada uma das Finais, foram premiados com uma calculadora gráfica.

Associação Jovem Sambrasense



A Associação Jovem Sambrasense está sem Direcção desde Outubro de 2006. Três Assembleias Gerais decorridas e ainda não apareceu ninguém que queira gerir os destinos da principal associação de jovens do concelho. Marginalizada pela autarquia, a AJS, corre o risco de ser extinta.

Vitor Guerreiro, vereador para a cultura, desporto e juventude, sócio fundador e ex-presidente da associação, apresenta-se agora como principal interessado na continuidade da AJS. Nesse sentido convocou reunião com alguns sócios e amigos da associação, no intuito de reformular as actividades associativas desta Associação. É no dia 10 de Abril, na Câmara Municipal de São Brás de Alportel.

08 maio 2007

Imobiliário

Os concelhos de Albufeira e Loulé apresentam os maiores valores de oferta, de 2099 e 2085 euros/m2, respectivamente. São os dois concelhos mais caros de todas as regiões do continente. Olhão é o concelho mais barato do Algarve, com um valor oferta/m2 de 1262 euros.

S. Brás de Alportel tem uma oferta/m2 de 1529 euros. Dos 16 existentes, S. Brás é o 11.º concelho mais barato do Algarve.

Páscoa 2007 - Resultados dos Concursos

Jogos Florais

Este ano de 2007, a quadra premiada foi atribuída a Joaquim da Conceição Barão Rato, de Beja. A poesia subordinada a mote para o próximo ano será a quadra vencedora deste ano:


Em cada passo que dou
No cortejo eu levo a vida
Pois Cristo ressuscitou
É minha tocha florida.


A poesia subordinada a mote foi para Álvaro Manuel Viegas Cavaco, Loulé. Na poesia livres foi premiado Joaquim da Conceição Barão Rato, Beja.

Tochas Floridas

Como vem sendo tradição, realizou-se o concurso das tochas floridas, para todas as idades e o concurso das varandas floridas.

No escalão das crianças foram premiados: Élio Brás, Ismael Alexandre, Inês Sousa, bernardo Dias, Silvana Correia, Mário Rui, Ricardo Amaro, Dilan Martins.

Nos Jovens, os cinco primeiros premiados foram: Francisco Pires, Tiago Martins, Ricardo Peres, Ruben Pontes e Fábio Pinto.

No escalão de adultos os premiados foram: Bernardino Pires, João Gonçalves, Nemésio Martins, César Martins e Miguel Pedro.

06 maio 2007

A mão de deus e o simplex autárquico

Conceição Branco - Jornalista
in:Observatório do Algarve


O Maradona entrou directamente para o panteão dos jogadores míticos, tanto pelas suas qualidades futebolísticas, como por usar sabiamente as vantagens de transformar uma "mão na bola", numa jogada da “mão de deus” e com isso, fugir ao penalty e ganhar a copa do mundo.

Lembrei-me desta história, já um tanto antiga, reconheça-se, a propósito do Simplex dos procedimentos autárquicos, anunciado pelo governo Sócrates no último debate mensal na Assembleia da República.

No geral, e a crer no Governo, há menos burocracias nos planos de ordenamento do território, e as autarquias vão poder aprovar planos directores municipais, de pormenor, e julgo eu, as famosas UOP – Unidades Operativas de Planeamento, por sua conta e risco e, evidentemente, responsabilidade.

Quanto ao Governo e respectivos órgãos desconcentrados, dão a sua opinião e o seu aval numa única conferência em que se juntarão todos os interessados na matéria, presumo eu que, chumbando ou aprovando, de uma penada, as propostas autárquicas.

Sem pretender desmerecer o esforço de simplificação, que nesta matéria era indispensável, tal a profusão de legislação, quase sempre dispersa, contraditória e castradora, para quem quisesse apostar no desenvolvimento ou até no simples crescimento, surgem-me algumas questões:

Se as obras mais simples não irão carecer de autorização autárquica, como é que vai ser? Qem autoriza e fiscaliza? e Qem pune os infractores?

Recorde-se que ainda não foi regulamentada a lei sobre a responsabilidade da construção, que obriga a que os arquitectos intervenham nos processos.

A lei esteve meia dúzia de anos até ser aprovada e só o foi depois de uma iniciativa legislativa de cidadãos.

Aparentemente, ficam os construtores com a responsabilidade. Sabemos todos nós do profundo défice de sentido de urbanismo e da tendência dos senhores do betão para se apropriarem da coisa pública para benefício próprio.

Seria interessante começar este simplex autárquico a regulamentar a tal lei tão relutantemente aprovada e assim garantir pelo menos um mínimo de qualidade à construção.

Em seguida, haveria que dar um prazo para que todas as contrapartidas a que os construtores se obrigam para “caçar” as licenças de construção e habitação fossem realmente cumpridas.

Pormenores do género de terminar os arruamentos junto dos prédios, ajardinar as áreas adjacentes, construir estacionamentos, respeitar cérceas...

Uma fiscalizaçãozita aleatória quanto à qualidade dos materiais, se o tijolo é de 14 quando devia ser de 16, se os ferros das fundações encolheram de 12 para 10, era um bom exercício para a ASAE, Autoridade de Segurança das Actividades Económicas, tão activa que ela está a mostrar aos vendedores das feiras que, ou andam na linha, ou vai atrás deles a polícia de choque.

Voltando à construção, afinal a casa é o bem onde os portugueses investem a quase totalidade das suas poupanças e estamos, na maioria dos casos, à mercê das boas relações dos «patos bravos» com a máquina autárquica, para não usar palavras mais desagradáveis como corrupção passiva, activa, mais ou menos ou vice-versa.

Simplificar começando a construir a casa pelo telhado, não costuma dar bom resultado. Ou cai o dito, ou as paredes ficam tortas, ou pura e simplesmente fica “tudo como dantes, quartel-general em Abrantes”.

Lá terão as autarquias de inventar novas fontes de rendimento, agora que deixaram de poder amealhar com as licenças de construção, de alteração do projecto, de habitabilidade, de conformidade com o gás a luz, o telefone e etc e tal…

Quanto aos construtores, sabem que o facto consumado costuma dar rendimento. Primeiro atropela-se a lei, o bom senso, o urbanismo, a qualidade de vida e depois logo se vê o povo que se junta. Quando um embargo demora sete a dez anos a ser resolvido pela justiça, porque não arriscar?

Coisa ainda mais séria, porque vai condicionar o desenvolvimento do Algarve nos próximos vinte anos, é a questão do PROTAL –Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve.

Já está pronto e entregue à tutela vai para mais de 3 meses, e não há meio de ser homologado. Nestes meses de moratória foram aprovados, reportando à legislação do antigo plano, mais investimentos imobiliários do que nos cinco anos anteriores.

Que o diga a Comissão de Coordenação Regional, sem mãos a medir para tantas solicitações, mais uma meia dúzia de autarquias, na sua maioria no litoral.

Curiosamente, com ou sem PROTAL, o Simplex das licenças autárquicas aplana ainda mais as regras e há fundados receios que se transfigure numa “na mão de Deus” igual à do Maradona, desta vez abençoando mais e mais betão, sem lei, nem rei.

Alguém ganha, mas não o Algarve, nem os algarvios ou os visitantes em busca de qualidade e diferença.

António Eusébio Arreda Fiscalização

Assembleia Municipal sem competências nos assuntos da Câmara

Passaram dois meses desde que Taveira interpelou a Assembleia Municipal com diversas questões que continuam a suscitar mau estar entre a Edilidade São-Brasense. A única coisa a que este municipe teve direito foi um raspanete moral dado pelo presidente da câmara municipal de S. Brás de Alportel, Eng.º Professor António Eusébio que foi logo avisando que não iria responder a coisa nenhuma. (ver aqui noticia).

Na reunião de câmara do dia 11/04, António Eusébio voltou a ser confrontado com este assunto. O vereador social-democrata Joaquim Mendonza quis saber se a Autarquia já tinha respondido às questões colocadas por Taveira na Assembleia Municipal. Farto do assunto, António Eusébio alegadamente terá dito que não respondeu, nem iria responder, se o Presidente da Assembleia Dr. Correia Martins quisesse responder teria que responder às questões relativas à Assembleia. As questões sobre assuntos da Câmara os munícipes terão que as fazer a mim. – terá frisado.

António Eusébio deixou bem claro que não reconhece à Assembleia Municipal competências para responder a questões relativas à actividade da Câmara Municipal. Não devem os munícipes são-brasenses esperar qualquer tipo de fiscalização por parte da Assembleia Municipal às actividades da Câmara Municipal de São Brás de Alportel.

Assim vai a politica no nosso concelho,
Sabe bem viver em S. Brás, alguns dirão