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25 maio 2007

PROTAlgarve aprovado


O Conselho de Ministros, reunido no dia 24 de Maio de 2007 na Presidência do Conselho de Ministros, aprovou a revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve

A Revisão do Plano Regional de Ordenamento de Território do Algarve, visa reforçar as componentes estratégicas do ponto de vista ambiental e de sustentabilidade do desenvolvimento da actividade económica, em termos regionais, em especial do turismo, com particular incidência nos aspectos de requalificação urbanística e ambiental das áreas edificadas, dos equipamentos, do património arquitectónico e arqueológico, das infra-estruturas e da paisagem como elementos integrados de intervenção no território, com particular incidência nas subunidades regionais e no litoral.

O PROT é, assim, um instrumento de desenvolvimento territorial de natureza estratégica, que integrando as opções estabelecidas ao nível nacional, constitui o quadro de referência para a elaboração dos planos municipais de ordenamento do território do Algarve.

As opções estratégicas de base territorial assumidas na revisão do PROT Algarve são concordantes com os princípios e orientações dos principais instrumentos estratégicos e de natureza programática de âmbito nacional, salientando-se a compatibilização do ordenamento com as políticas de desenvolvimento económico e social, o quadro de objectivos e orientações que constam da Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável e, em matéria de directrizes a considerar no ordenamento do espaço regional, a proposta do Programa Nacional da Política de Ordenamento do Território (PNPOT).

Assim, o PROT Algarve estabelece como ambição a afirmação do Algarve como uma região dinâmica, competitiva e solidária no contexto da sociedade do conhecimento, definindo os seguintes objectivos estratégicos: (i) qualificar e diversificar o cluster turismo/lazer; (ii) robustecer e qualificar a economia, promover actividades intensivas em conhecimento; (iii) promover um modelo territorial equilibrado e competitivo; e (iv) consolidar um sistema ambiental sustentável e durável.

O PROT Algarve aplica-se a todo o território da Região do Algarve (NUT II), constituída pelos concelhos de Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, S. Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.

10 maio 2007

Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (Protal)



Há descontentamento em alguns presidentes de Câmara do PS quanto à versão final do Protal, mas a estrutura dirigente regional cola-se ao Governo, dando nota positiva ao documento.

Com toda a contestação que a revisão do Protal gerou no Algarve, o Partido Socialista, numa colagem ao Governo, reuniu-se com os seus deputados e com o presidente de Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, para concluir que «é de justiça reconhecer a forma como o processo foi conduzido pelo Governo». A nova versão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (Protal) deverá ir a Conselho de Ministro para aprovação final, de acordo com as previsões apontadas pelo secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades João Ferrão.

O PS algarvio, em comunicado, classificou o «novo Protal como globalmente positivo», considerando que o documento vem dar resposta a algumas das preocupações dos socialistas.
Destacam, nomeadamente, a «existência de uma estratégia para o interior da região, para promover o reequilíbrio territorial pelo desenvolvimento do interior, estando agora clarificados os projectos-âncora e os investimentos prioritários e, muito particularmente, as bases de uma nova política florestal; a aceitação de que os projectos estruturantes de reconhecida relevância e interesse nacional merecem um regime de excepção; a redução das áreas mínimas para a implementação de Núcleos de Desenvolvimento Territorial nos espaços da Serra, Guadiana e Costa Vicentina, tratando assim, de forma diferente, o que é objectivamente diferente; a criação de mecanismos de compatibilização da preservação ambiental, com a necessidade de desenvolvimento económico e social».

Em abono da verdade, nem todos os presidentes de Câmara socialistas estão de acordo com este Protal.

14 outubro 2006

Opinião - PROTAL sessão de esclarecimento

in: Gabinete dos Tempos Livres
Por: TG - Sexta-feira, 13/10/2006


Hoje fui ver a presentação do PROTAL, (Plano Regional do Ordenamento do Território do Algarve), na mesa a apresentar o dito estavam:

- o Governador Civil
- o Presidente da Câmara Municipal de Portimão
- o Presidente da Direcção Geral do Ordenamento do Território e Desenvolvimento Urbano
- o Secretário de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades
- o Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional – Algarve (CCDR-Alg)
- a Vice-presidente da CCDR-Alg
- o Arq. que esteve já na Câmara Municipal de Faro mas que já à alguns nos que está na CCDR-Alg

Eu estava expectante e a apresentação começou…

Foi o assombro, o deslumbramento, a qualidade da apresentação, Uhau… (não sei ser mais irónica)

Na verdade, o que aconteceu foi o seguinte:
Depois das saudações e cumprimentos mútuos entre os membros da mesa e simpatia para o público, toda a mesa retirou-se para a plateia e iniciou uma apresentação em powerpoint:
- com uma música com uma batida electrónica, muito moderna…(um verdadeiro assombro)
- com as letras a correr … muito rápido (talvez para que não se lesse nada)
- com contraste entre as cores das letras e o fundo, que algumas frases não se conseguiam ler… (branco sobre amarelo ou verde claro).

Uma apresentação parecida, com o mesmo género de erros técnicos, que tivesse de ser avaliada por um professor qualquer certamente receberia um chumbo.
Não deveriam ser admissível este género de erros.

Certamente que no monitor de um qualquer computador a apresentação estaria muito bonita e preceptível, apesar de rápida.

15 min, para gente com falta de vista, de ouvido e que certamente ficou a saber o mesmo!

Quem tinha estudado sabia!
Quem sabia o que se vê na TV e nos jornais, não deve ter ficado mais esclarecido! (o que era a minha situação)

Ao que me pergunto:
O que será que a legislação queria dizer com fase de discussão pública?
E o que será que é uma sessão pública?

É para o comum mortal?
É para o algarvio?
É para os técnicos?
É para os técnicos das câmaras?
É só para políticos?

Então começaram as intervenções… Apareceram muitas questões e deram-se muitas respostas.
Uns explicaram-se melhores que outros, e houve perguntas de problemas concretos que tiveram respostas evasivas.
Nesta fase da sessão eu aprendi qualquer coisa sobre o PROTAL.

A sessão ficou gravada, seria útil talvez educativo e esclarecedor disponibilizar a gravação da sessão na Internet. É uma sugestão… ou então uma transcrição… é outra sugestão.

Nota aos Srs. da CCDR-Alg, gráficos projectados numa sala iluminada com cores sem um grande contraste não são entendíveis.

Ainda faltam mais 3 sessões:

17 Outubro - Aljezur, 17:00 - 20:00 h
20 Outubro - Alcoutim, 17:00 - 20:00 h
24 Outubro - Faro, 17:00 - 20:30 h
Por favor vão lá para ver se isto melhora!

Faltam dar respostas concretas, tais como:

As 24.000 faladas camas como é que vão ser distribuídas pelo território? Será que é como as pombinhas da Catrina, são de quem as apanhar, quem primeiro apresentar projectos fica com o projecto aprovado até se esgotarem as 24.ooo? Ou será distribuído em função da área de cada concelho?

E relativamente às ruínas, o que são ruínas? Será que uma família que tinha uma casa onde morou hà 60 anos, que se viu obrigada a mudar porque os transportes eram mulas e os caminhos eram veredas cheias de lama e pó, que conseguiu comprar um terreno à beira da EN125 fez uma casa a muito custo, de tal maneira que teve de destelhar a antiga casa para terminar a nova casa? Será que essa velha casa ao abandono durante 60 anos, por que nunca houve dinheiro para a reconstruir, será que pode ser reconstruída?
Será que o PROTAL vai permitir que lá se reconstrua o quer que seja?

Resumindo, baralhando e dando cartas… realmente fiquei a saber mais do que sabia sobre o PROTAL, mas ainda assim foi uma sessão pública que ficou aquém das minhas expectativas.

Deveriam fazer sessões que explicassem o PROTAL e as suas implicações para as pessoas “normais” pois na sua maioria… os terrenos no Algarve são dessas pessoas

A iniciativa privada que tanto se busca e preza… compra esses terrenos a essas pessoas “normais”, por tuta e meia, com o conhecimento prévio dos planos e depois vem chorar que gasta demasiado dinheiro em infra-estruturas que tem de entregar ao Estado.


... é, a imagem que esta sessão (pouco) esclarecedora deixou aos presentes foi simplesmente vergonhosa, infelizmente o esclarecimento em vez de tirar as dúvidas aos presentes, trouxe-lhes mais algumas!... A sessão em Faro é no dia 24.

10 outubro 2006

Novo Protal vai criar eixos de articulação interior/litoral

O novo Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL), actualmente em discussão pública, vai criar três eixos de articulação entre o interior e o litoral algarvios para corrigir as assimetrias existentes, informou fonte oficial.

O novo documento, cuja consulta pública termina a 30 de Novembro e que vigorará nos próximos 10 anos, vai ser alvo de quatro sessões de esclarecimento promovidas pela CCDR/Algarve, a realizar em toda a região.

As sessões arrancaram sexta-feira em Portimão, seguindo depois para Aljezur (dia 17), Alcoutim (20) e Faro (24), com o objectivo de alargar o debate e promover o contacto directo com as populações.

Em conferência de imprensa, o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região (CCDR) do Algarve anunciou a criação de três novas figuras de ordenamento do território, cuja missão é corrigir as assimetrias entre o interior e o litoral.

O eixo de articulação interior/litoral vai ligar as cidades de Silves e Loulé à vila de São Brás de Alportel, o eixo transversal serrano coincide com a Estrada Nacional 124, que atravessa o interior algarvio, e o triângulo vicentino vai agregar Vila do Bispo, Aljezur e Lagos.

"São figuras que percorrem toda a região numa lógica de conjunto", sublinhou Campos Correia, acrescentando que o objectivo é dar perspectivas de desenvolvimento ao interior com base nos sistemas urbanos.

Tomando como exemplo o eixo transversal serrano, que funciona como um pólo aglutinador de toda a faixa interior deprimida, Campos Correia aproveitou para salientar que a reconstrução de habitações em espaço rural é uma das orientações do novo PROTAL.


04 agosto 2006

PROTAL - Distracções Públicas

Estamos a poucos dias do início da discussão pública do novo PROTAL, acrónimo de Plano Regional de Ordenamento de Território do Algarve.

Para além desta bizarria que parece perseguir os instrumentos de planeamento e de ordenamento do território, de serem discutidos numa época em que o normal cidadão, por via do calendário social que lhe é imposto, anda ocupado com as compras do Natal ou férias de Verão, há dois ou três pontos prévios à tal discussão de que talvez valesse a pena falar.

A lei impõe períodos de discussão pública que são mais ou menos alargados, na proporção directa da importância dos planos.

A intenção do legislador seria de, paralelamente a uma maior intervenção cívica dos cidadãos, recolher contributos e sugestões que poderiam ser integrados nos ditos planos.

A intenção até é boa, mas como todos sabemos, de boas intenções está o inferno cheio.

Tomando como exemplo o período de discussão pública da segunda ou terceira versão do Estudo de Impacto do porto de recreio de Faro, percebemos que a mesma foi marcada para Dezembro.

Para além do inconveniente da data, e é preciso ainda referir que pouco tempo antes houvera eleições autárquicas, apenas quatro dias antes do fim do prazo é que os documentos, a saber, mapas e resumo não técnico do plano, estiveram disponíveis.

Conta quem quis consultar o estudo que a autarquia remetia para a Comissão de Coordenação Regional, esta para o Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos e só depois de muito porfiar, lá se chegou.

Com o prazo a esgotar-se quem quis ser esclarecido, contribuir com soluções ou somente informar-se, viu os seus direitos severamente constrangidos.

O período de discussão pública do novo PROTAL, que estará em vigor nos próximos dez anos, decorrerá de 14 de Agosto a 30 de Novembro, havendo em Dezembro a reunião final.

Como o calendário aponta, começamos a discussão a banhos e vamos acabá-la no Natal, aquilo o que se chama um timing perfeito e mobilizador.

Passe a ironia, talvez conviesse às entidades competentes não se distraírem ou não nos distraírem e prepararem documentação acessível aos cidadãos, que deveria estar disponível, desde a mais modesta junta de freguesia até à Comissão de Coordenação, passando pelas autarquias e até mesmo por outro tipo de associações, como sindicatos e associações empresariais.

Aliás, deveria até existir, a acompanhar tais documentos, um glossário de protalês, que auxiliasse os menos preparados a desenvencilhar-se no meio da floresta de siglas, e outras designações técnicas que os entendidos facilmente descodificam, mas que para o comum dos mortais é igual a chinês…traduzido do russo.

Contrariamente ao que parece, não é uma tarefa difícil.

Bastava copiar o que faz a Junta da Andaluzia, onde se podem consultar livremente na Internet, todos os documentos de planeamento, dos mais modestos aos mais complexos.

Veja-se, aqui mais perto, o magnífico exemplo da Câmara de São Brás de Alportel, que disponibilizou no seu site um resumo, elaborado pelos seus técnicos, das alterações mais significativas que o novo PROTAL acarretaria.

Se os técnicos autárquicos de São Brás de Alportel podem fazer isso, por maioria de razão, a equipa que elaborou o projecto, teria a mesma ou acrescida capacidade para tal.

Seria interessante que estivessem disponíveis na Internet, não só a tal versão acessível, como as peças essenciais do plano, designadamente as cartográficas e, sobretudo, as actas das reuniões aonde se celebraram acordos e se fizeram, segundo os próprios intervenientes, "acções de concertação".

Tal permitiria aos cidadãos ter conhecimento dos compromissos entre a administração central desconcentrada e os autarcas, de poder avaliar a extensão dos mesmos e até se estariam a ser cumpridos. Para além de, evidentemente, poderem depois responsabilizar politicamente os signatários pela execução do projecto.

Com efeito, o belo trabalho feito pela autarquia de São Brás já não reflecte a realidade em que, entretanto, se transformou o PROTAL, por via da tal concertação.

A seguir, seria questão de replicar essa informação, através de hiperligações, pelos sites institucionais, ou de quem se disponibilizasse a alojá-los.

Para não deixar de fora os infoexcluídos, não custava nada imprimir tais informações e colocá-las depois à disposição de quem as solicitasse.

Não seria necessária uma encadernação de luxo, nem sequer um encarte no Expresso, daqueles que custam uns largos milhares de euros. Bastavam modestas folhas a4, simplesmente agrafadas, impressas à medida das necessidades e que, em vez de serem um auto elogio, se limitassem a ser informativas.

Tudo isto está ao alcance de quem tem a responsabilidade de promover a discussão pública do PROTAL e nem sequer custa uma fortuna, não é complicado, nem burocrático.

Mas provavelmente não será feito, porque as discussões públicas, no Algarve, têm a pecha de se transformarem em distracções públicas, a resguardar interesses pouco públicos.

A ver vamos, como diria o ceguinho.

por: Conceição Branco, in: Observatório do Algarve

25 março 2006

PROTAL passa a fase de concertação


PROTAL ganha terreno
Contra as expectativas documento passa à fase de concertação.

Apesar das imensas críticas de todas a autarquias algarvias ao novo PROTAL, terminou sexta-feira em Faro o processo de revisão pela Comissão Mista de Coordenação, com a maioria das Câmaras a votar a passagem do documento à fase de concertação.

Todas as autarquias continuam em desacordo com a generalidade do documento, mas acreditam que na fase de concertação vão resolver positivamente a maioria das discórdias, o que não acontece com S. Brás de Alportel e Aljezur.

Os dois municípios votaram contra, e abstiveram-se Albufeira e Lagoa. As restantes edilidades aceitaram passar à fase seguinte, o que significa reunirem individualmente com a CCDR com vista a alguns ajustes.

Ajustes que na realidade não serão muito significativos para além de melhorias de texto e algumas nuances, tendo em conta o que disse o próprio presidente da CCDR, Campos Correia, no final da sessão. (ver noticia completa).

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Proposta para o novo PROTAL com apoio de associações ambientalistas.
Documento "rompe com o passado de devassa do litoral", consideram.

As associações ambientalistas Almargem, "A Rocha" e Altela - Fórum de Cidadania consideram o processo de revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL) um "passo fundamental" para assegurar "um Algarve mais sustentável" no futuro.

Representante das organizações não governamentais ligadas ao ambiente, a Almargem divulgou recentemente, em conjunto a Associação A Rocha e a Altela - Fórum de Cidadania, o parecer conjunto sobre a proposta para o novo documento, que consideram "um claro rompimento com o passado, ainda muito recente, nomeadamente sobre a necessidade de conter em definitivo a devassa a que o litoral da região foi sujeito nas últimas décadas".

Os ambientalistas salientam que a proposta "carece de opções de desenvolvimento para áreas que consideramos até agora terem estado a salvo, mas não imunes, cujo desenvolvimento turístico deve ser pautado por critérios objectivos de respeito pelos valores naturais, mas igualmente da paisagem e dos valores culturais".

Se o PROTAL for aprovado, referem as associações, "constituirá sem dúvida a última oportunidade para o Algarve se redimir do seu passado recente, cujo peso tantas marcas negativas impôs". Se não o fizer, "estará a hipotecar, se é que já não o fez, todo o futuro da região".



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19 março 2006

Revisão do PROTAL

Processo de revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL).


A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal de São Brás de Alportel vão promover, na próxima quarta-feira, 22, pelas 21:00 horas, um debate sobre o processo de revisão do Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROTAL).

"No quadro de uma linha estratégica de proximidade aos cidadãos e de construção participada do futuro, seguida pelo município, pretende esta iniciativa promover o debate e a participação activa dos cidadãos, em torno de um dos mais importantes "dossiers" que está neste momento em cima da mesa de decisões da região algarvia", refere a autarquia.

O fórum, marcado para o Salão Nobre dos Paços do Município, analisará a proposta de plano apresentado pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional, na perspectiva "das suas implicações futuras" para o concelho são-brasense.