Sbras.Blog - O Jornalismo do Cidadão contra a Ditadura do pensamento único............................Publicação esporádica e ocasional que procura levar aos leitores informação sobre assuntos sociais, culturais, religiosos, políticos, desportivos, escolares, de saúde, de segurança, do património, do ambiente e outros, sobre o concelho de S. Brás de Alportel..................................Independente do poder politico e económico, aqui lê-se nos acontecimentos os sinais do tempo e presta-se atenção aos recantos mais ignorados.................................. Aqui ouve-se os anseios, aspirações ou queixas da população para a divulgação de informações e noticias de carácter não especializado........................................ Pseudo-jornalismo de Intervenção, de Proximidade e de Conveniência na defensa do interesse comum e o prestigio e desenvolvimento do concelho........................................Talvez por isso este seja único blog que a Câmara Municipal de S. Brás de Alportel não permite o acesso!...............................................

27 fevereiro 2006

Folia carnavalesca



Muita animação no Carnaval de São Brás

No Desfile de Foliões e Carros Alegóricos, “à Moda de São Brás”, onde o genuíno Carnaval, brejeiro e folião acontece todos os anos, na 3ª feira gorda, foram muitos os milhares que se juntaram para assistir e participar.

Com maior número de visitantes e de participantes, o Carnaval de São Brás consagra-se como uma excelente oportunidade para experimentar o Carnaval tradicional.

by: Marlene Guerreiro

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21 fevereiro 2006

Freguesia de Alportel (os Deputados Socialistas)


Deputados socialistas apoiam criação da freguesia de Alportel.
A solidariedade dos eleitos pelo Algarve está assegurada, falta uma resposta do Governo.


António Eusébio, presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, está "optimista" em relação às duas questões pendentes sobre o município: a manutenção da única freguesia existente no concelho, assim como a criação de uma segunda - a de Alportel.

Para já, o autarca garantiu a "solidariedade e o apoio dos deputados socialistas eleitos pelo Algarve", adiantou em declarações ao Região Sul.

Do Governo continua a aguardar resposta: "ainda não houve qualquer reacção, estou à espera de uma decisão, mas temos todas as condições para fazer passar as nossas pretensões", considera. Aliás, acrescenta, a criação de uma segunda freguesia não é nova, "já era nossa intenção há muito tempo".

Além dos argumentos já expostos por António Eusébio, como o facto de a única freguesia actualmente existente ter mais de 11 mil habitantes, aliado ao elevado crescimento demográfico registado na última década, a pretensão está de acordo com o defendido pela Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE). Segundo este organismo, "deve admitir-se a criação de novas freguesias para dividir outras de grande dimensão e crescente densidade populacional".

Por outro lado, segundo António Eusébio, o próprio Governo ainda não definiu com "clareza" os contornos desta reforma.

Recorde-se, o projecto de fusão de freguesias tem vindo a sofrer avanços e recuos: na proposta inicial, a intenção era extinguir freguesias com menos de mil habitantes; mais tarde, perante a apreensão do mundo rural, o Governo garantiu assegurar a distinção entre o meio urbano e o rural, ficando apenas em aberto fundir freguesias nos meios mais densamente povoados.

Já um estudo encomendado pela ANAFRE recomenda a fusão de freguesias rurais "até ao limiar desejável de dois mil habitantes".

As dificuldades orçamentais do Estado "podem ser uma justificação" do Governo para inviabilizar a reivindicação de São Brás, admite António Eusébio, mas o autarca prefere não avançar contra-argumentos enquanto não houver uma resposta formal à proposta enviada às mais variadas instâncias do Estado.

Lembre-se, relativamente aos meios financeiros, a ANAFRE propõe fixar uma verba "não inferior a 30 mil euros, assegurada pelo Orçamento de Estado, para o funcionamento das freguesia", assim como garantir às juntas "a facilidade de acesso ao crédito de médio e longo prazo em condições equivalentes às concedidas aos municípios".

Já o Executivo, no âmbito da revisão da Lei das Finanças Locais, propõe consagrar um regime de taxas para as freguesias, cujo objectivo é o seu auto-financiamento.

20 fevereiro 2006

Freguesia de Alportel (agora a CDU)

Recebemos e-mail do sr. Rui Taveira, membro da Assembleia de Freguesia (candidato à presidência da Freguesia nas passadas autárquicas) em representação do partido “Os verdes” (…nem sabíamos que isso existia cá na vila!?... atão não é tudo PC… pelo menos parece!...) expondo a história das promessas feitas, as diligências tomadas e as divergências entre a CDU e o PS no que à criação da freguesia se refere.

Mas como isso agora já não interessa para nada, (as eleições foram à meses atrás!...) não vamos aqui fazer nenhuma referência ao assunto.

No entanto e porque achamos que em algumas coisas o sr. tem razão, aqui fica o cartaz de campanha da CDU, (um dos mais vistos de norte a sul de Portugal) com as devidas menções honrosas dos vários sítios onde esteve exposto:


- Galeria dos Horrores – Edição Jornal O Público (Top 10)

- Autárquicas em Cartaz - blogautarquicas.blogs.sapo.pt (sem menções)

- Jornal “O Sambrasense” (sem menções)

- Marcas e Ideias – DesenhoGrafico On-line (Top 50)



POLOROI-TE - #2



19 fevereiro 2006

Noticias da Argentina - (actualização)

Está a ser construída na Argentina a primeira pousada portuguesa. “San Bras de Alportel” foi o nome escolhido por uma família de emigrantes algarvios que há cinquenta anos escolheu o outro lado do oceano para fixar raízes.


A residir na Argentina, mais precisamente em Buenos Aires, há 49 anos, a família Lopes atravessou o oceano à procura de novas oportunidades, como tantos outros portugueses na vaga de emigração dos anos 50.

Naturais de S. Brás de Alportel, Maria Luísa Conceição Viegas dedicava-se ao trabalho no campo e à costura, e António Lopes era músico e sapateiro, arte que lhe viria a ser útil mais tarde, com a abertura de um pequeno negócio de sapataria na Argentina, onde a esposa ajudava.

Maria Luísa e António, falecido há dois anos, rumaram à Argentina com o sonho debaixo do braço. Ela com 25 anos e ele com 35, jovens e sem nada a perder, atravessaram o oceano em busca de uma vida melhor.

Actualmente, a família Lopes é proprietária de um pequeno quiosque e pretende avançar com o projecto da pousada “San Bras Alportel”, que deverá estar pronta em 2007.

A ideia de construção da pousada “San Bras de Alportel” surgiu há dois anos, como uma forma de homenagem de Victor Lopes, o mentor deste projecto, aos seus pais, António Lopes e Maria Luísa Conceição Viegas, ambos naturais daquele município algarvio e emigrantes na Argentina.

A pousada “San Bras de Alportel” é a primeira pousada portuguesa de Villa General Belgrano, localidade turística localizada na zona central da Argentina, a 86 km de Córdoba, capital de distrito, e a 780 km de Buenos Aires.

Uma das localidades mais procuradas para o turismo na Argentina, Villa General Belgrano é enquadrada num cenário serrano pelas Sierras Grandes e Sierras Chicas e é caracterizada por um estilo da Europa central, fruto dos muitos emigrantes alemães, suíços e austríacos que se fixaram naquela zona.

A escolha daquela localidade para construir a pousada foi feita a pensar no seu enorme cariz turístico, mas também no facto de, como Maria Luísa insiste, “fazer lembrar Portugal”.

Na decoração da pousada foi tido em conta o estilo português e o cuidado de apetrechar o espaço com fotografias e objectos típicos algarvios, de forma a dar a conhecer as origens lusas daquela família de emigrantes.

Maria Luísa tem agora 73 anos, é reformada, tem três filhos e netos fixados do outro lado do oceano. Afirma que hoje não regressaria a Portugal, mas não por falta de vontade, mas porque as raízes criadas ao solo argentino já não permitem.

Se hoje fosse jovem, pelo contrário, regressaria a Portugal no dia seguinte, “com os olhos fechados”. A incursão num país diferente pouco trouxe de vantajoso, “vim para uma capital e não houve progresso” e confessa que a cada regresso a casa sente que tudo aquilo ainda é seu.

Num país novo, as dificuldades de adaptação foram poucas, até porque a língua não era um grande obstáculo. No entanto, as maiores barreiras viriam a ser a saudade e o sofrimento de estar longe do país de origem e da família.

Família de S. Brás de Alportel lisonjeada com representação na Argentina

As visitas a Portugal são feitas com alguma regularidade e o contacto com a família é permanente. Maria Luísa tem uma irmã, Teresa Conceição Viegas, um cunhado António Carneiro e uma sobrinha, Luísa Carneiro. Tem ainda um irmão, Manuel Viegas e uma cunhada.

A família sedeada em S. Brás de Alportel considera curiosa a iniciativa, uma vez que o seu responsável, Victor Lopes, filho do casal de emigrantes algarvios, nunca veio a Portugal.

Luísa Carneiro, sobrinha de Maria Luísa Viegas, faz um balanço positivo da construção da pousada “San Bras de Alportel” e afirma que este é um projecto engraçado.

“Ver a nossa terra representada é muito bom e é curioso, porque o meu primo [Victor Lopes], não conhece Portugal, nem S. Brás de Alportel”.


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18 fevereiro 2006

Freguesia de Alportel (a saga continua)


A Câmara Municipal de São Brás de Alportel aprovou, por unanimidade, a proposta apresentada, em reunião ordinária de 14 de Fevereiro, pelo presidente, António Eusébio, com vista a iniciar o processo conducente à eventual criação de uma nova freguesia no concelho, com sede no sítio de Alportel. (isto é que é rapidez!...)

A proposta tem em consideração a existência de condições para cumprimento dos requisitos previstos na Lei número 8/93, de 5 de Março, onde se estabelece o Regime Jurídico de Criação de Freguesias. (não me digam que cumpre-se todos os requisitos para a criação de uma nova freguesia?!.... então porque não tomou esta posição mais cedo?... mais de vinte anos de conversa/promessas, agora em 3 dias... já está?!...)

De acordo com a autarquia, a criação da freguesia, além de satisfazer uma "antiga aspiração são-brasense", pretende dividir a única freguesia actualmente existente, com mais de 11 mil habitantes, "de modo a melhorar os serviços prestados à população, incrementar uma estratégia de proximidade aos cidadãos e garantir o desenvolvimento equilibrado e sustentado do concelho, em termos político-administrativos, (da avenida para cima passam para a freguesia do alportel e da avenida para baixo ficam na de são brás?!.... o sr. presidente parece que se esquece que 7 mil residem na vila e os restantes 3 mil estão dispersos pelo vasto concelho... a divisão não será pacifica, certamente!...) dando resposta ao elevado crescimento demográfico registado na última década (na ordem dos 33%, valor muito acima da média da região algarvia - 15,8% - e do continente, onde não ultrapassou os 5%). (porra... não se cansa de repetir isto... tá certo crescemos muito!... e mal...)

A proposta seguiu para a Assembleia Municipal, Junta de Freguesia de São Brás de Alportel e para os deputados eleitos pelo Círculo Eleitoral de Faro, tendo sido dado conhecimento do facto ao primeiro-ministro, ao ministro da Administração Interna, ao secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, ao governador Civil de Faro, à Comissão de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR), à Associação Nacional de Municípios (ANMP), à Junta Metropolitana do Algarve (AMAL), à Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) e ao respectivo delegado regional.

Recorde-se, no passado dia 11 de Fevereiro, o Jornal Diário de Notícias publicou uma notícia sob o título "Governo prepara extinção de freguesias"(sbras.blog ajudou a sua divulgação... lol), na qual foram veiculadas declarações do secretário de Estado Adjunto e da Administração Local, Eduardo Cabrita, admitindo a possibilidade de extinguir as freguesias cuja circunscrição corresponde à do município, entre as quais se encontra São Brás de Alportel.

Segundo a António Eusébio, "esta notícia causou enorme inquietação junto da população (inquietação?!... não sr., a noticia trouxe foi visibilidade à freguesia... muitos são-brasenses como nós nem sequer sabiam se ela existia verdadeiramente!... Estava tornada num verdadeiro mito urbano... como o pilhão, está lá mais ninguém o vê!) e dos órgãos autárquicos de São Brás de Alportel (a estes sim, acreditamos que tenham ficado inquietos, especialmente a malta da Freguesia com a possibilidade de ficar sem "funções"...) e dada a gravidade da situação em causa a Câmara Municipal deliberou também solicitar esclarecimentos e manifestar junto do primeiro-ministro a total reprovação do conteúdo de tais declarações, insuficientemente fundamentadas e contra os interesses dos munícipes, bem como a forma pela qual foram informados de tais intenções". (... e não se esquecam de chamar a TV, e os jornais!... há que não perder esta oportunidade de vir "defender" os interesses de São Brás... especialmente depois de ter andado a dormir este tempo todo...)

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Certamente os mais atentos notaram que esta é mais uma noticia extraida dos comunicados do GIDI da Câmara Municipal - Marlene Guerreiro, com os nossos comentários.

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16 fevereiro 2006

António Eusébio aprova nova Freguesia


Freguesia do Alportel promete ser uma realidade.

O executivo da Câmara de São Brás de Alportel aprovou por unanimidade, ontem, terça-feira, a criação da Freguesia de Alportel.

António Eusébio responde assim à intenção do governo extiguir a actual freguesia de São Brás de Alportel.

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Já dizia a Ti Maria: "não há nada melhor que uma chibatada para fazer a mula andar mais rápido".
A criação da Freguesia do Alportel está anunciada, falta agora saber, no imediato quais serão as novas atribuições para a actual Freguesia e por fim, mais tarde qual será o papel das Juntas nas freguesias... registar os cães da malta? esperemos que seja mais que isso!...


14 fevereiro 2006

Governo quer Extinguir Freguesia de São Brás -1


O Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel (PS) ficou indignado com as declarações do Secretário de Estado da Administração Local, Eduardo Cabrita, veiculadas pelos jornais nacionais sobre a intenção do Governo de extinção de freguesias cuja circunscrição corresponde à do município, entre as quais se encontra São Brás de Alportel e anunciou que vai pedir explicações sobre o assunto, considerando "grave" não ter sido ouvido antecipadamente sobre o mesmo.

O autarca não entende como pode o Governo questionar a possibilidade de extinguir uma das freguesias mais populosas do Algarve, com mais de 11.000 habitantes, quando existem na região vários concelhos com freguesias que têm metade dos habitantes de São Brás de Alportel. (ao que parece o governo também não entende a falta que faz a freguesia aos seus 11 mil habitantes de um concelho como São Brás!... nem nós, para dizer a verdade.)

“Não entendemos como pode o Governo questionar a extinção de uma freguesia com a dimensão de São Brás de Alportel (150Km2 e mais de 11.000 habitantes). Na realidade, o que faz sentido, dada a evolução demográfica recente, registada em São Brás de Alportel, e o processo de desenvolvimento, em curso, é a criação de uma nova freguesia, há muito projectada (vinte anos aproximadamente?!) e defendida pela população (mas desde sempre esquecida pelo PS!...).” "Uma das hipóteses seria a criação da freguesia de Alportel, localidade de grande valor histórico para o concelho, dividindo a serra e o barrocal e criando duas freguesias com mais de cinco mil habitantes cada”. (Cada freguesia regista os seus canideos?... é isso?!... ou vamos também construir outro cemitério?...)


Segundo o edil, se Câmara Municipal e Junta de Freguesia correspondem à mesma área territorial e abrangem a mesma população, deste único facto não pode concluir-se da possibilidade de extinguir uma das autarquias. “É necessário avaliar as suas dimensões, as suas reais condições e características, porque as freguesias ocupam um papel muito especial na vida das comunidades, estão mais próximas das populações e exercem uma função muito importante, ao nível do desenvolvimento local.” (qual é mesmo a função que desempenha a freguesia?!... o que se faz na Junta?! talvez seja por falta de funções que o governo quer extinguir estas freguesias, tanta gente armado em autarca e tão pouco se vê!) "A lógica do poder local é a do aumento da proximidade entre as autarquias e os cidadãos e nunca o contrário.” (então para o sr. presidente a solução passa por aumentar o numero de autarcas per capita no concelho!?... hummm... já entendi ainda houve pessoal que ficou sem tacho.)

Segundo explica o autarca, a Junta de Freguesia exerce funções (quais?!...) distintas da Câmara Municipal, necessárias ao bem-estar da população, nomeadamente a gestão do cemitério, dos fontanários, os licenciamentos de animais e da actividade da caça, a abertura de caminhos e a limpeza de valetas, entre muitas outras (como a prova de vida, a confirmação de residência, o termo de justificão administrativa... sejá lá o que isso for..., a certificação de fotocópias e o baile dos jovens da 3a. geração, que juntando à gestão do cemitério, dos fontanários, os licenciamentos de animais e da actividade da caça, a abertura de caminhos(?) e a limpeza de valetas(?) são assim tão necessários para o bem estar da população que não podem ser feitos pela própria câmara?...)

“Extinguir a Junta de Freguesia implicaria um acréscimo de competências para a Câmara, que não tem recursos para as desempenhar e em nada poderia contribuir para a qualidade de vida e o desenvolvimento do município. Pelo contrário, seria apenas um factor de isolamento das populações do interior.” (por favor expliquem-me outra vez!... para que serve a freguesia e que trabalho tem feito para contribuir para o desenvolvimento do concelho e apoio as populações do interior?... certificar-se que todos teremos um lugar no CP?...)

Progressivamente, as Câmaras Municipais têm vindo a receber um crescente número de competências da administração central, sem que lhes sejam atribuídos mais financiamentos e asseguradas condições para as desempenhar. (também receberam indicações no sentido de descentralizar, no entanto as câmaras não tem por hábito atribuir competências às freguesias, pois não!?... e São Brás é o exemplo perfeito disso! não atribuiu uma unica competência à freguesia nos ultimos 20 anos!... não me diga que o sr. presidente se esqueceu disso, pois não?)

O edil são-brasense teme que esta seja mais uma estratégia, nesse sentido e que à Câmara Municipal sejam imputadas mais atribuições, para as quais o Município não tem qualquer capacidade para administrar, dadas as suas limitações financeiras. “Porque se somos o município do Algarve que conta apenas com uma freguesia, somos também aquele que menos recebe do Orçamento de Estado e, paradoxalmente, aquele que atingiu o 2º maior crescimento demográfico na última década, situando neste momento à volta dos 3,5%.” (Como não podia deixar de acontecer nas declarações de António Eusébio, um paragrafo dedicado ao choro-do-não-há-dinheiro... já é hábito e também já cansa!)

Acresce a tudo isto a Lei 17º do Orçamento do Estado para 2006, que vem impor aos municípios a proibição de aumentar os gastos com pessoal face ao ano transacto (mas isso não impediu o sr. presidente de subir o seu adjunto a chefe de gabinete e nomear a sua esposa para o lugar de adjunto no inicio deste mandato, pois não?!... queria mais nomeações?... sim, talvez faça falta criar lugar para mais um ou dois "secretários" para secretariar os vereadores, se calhar é mesmo necessário, assim um deles já podia tomar conta do cemitério...), o que torna os municípios totalmente incapazes de fazer face a qualquer nova atribuição, de criar ou melhorar os seus serviços e que pode por em causa o desenvolvimento e a execução de projectos e a manutenção de alguns serviços. (Este ultimo paragrafo já representa o novo estilo nas declarações de António Eusébio, que começando a tornar-se real a sua incapacidade para executar a maioria dos projectos prometidos começa já a atribuir as culpas ao governo, à falta de fundos comunitários, etc. etc... é o novissimo choro-da-culpa-é-do-outro!)

By: Marlene Guerreiro - GIDI CM SBA

Com os nossos comentários é claro...



12 fevereiro 2006

Governo quer Extinguir Freguesia de São Brás

Governo propõe extinção da Freguesia de São Brás de Alportel.

Anafre contesta a extinção.

A Associação Nacional de Freguesias contesta a extinção de freguesias proposta pelo Governo, mesmo que sejam apenas as de pequenas dimensões. Para o presidente da Anafre, Armando Vieira, não se pode aplicar simplesmente a regra da "régua e esquadro", na reorganização administrativa do território.

"Esta proposta do Governo não devia avançar". É assim que Armando Vieira reage às declarações do secretário de Estado da Administração Local que, ao "Diário de Notícias", explicou que a operação de fusão de freguesias começará nas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto, em municípios com mais de 50 mil habitantes.

Eduardo Cabrita propõe, por exemplo, a criação da freguesia do Bairro Alto, em Lisboa.
E admite a extinção de freguesias cuja circunscrição corresponda à do concelho, como em Alpiarça, São João da Madeira, Barrancos e São Brás de Alportel.

Para Armando Vieira, não faz sentido esse método de "régua e esquadro", até porque "as implicações da extinção de freguesias são bem mais gravosas no interior do país". E contesta que o processo de extinção não afecte os concelhos, como revelou ontem Eduardo Cabrita.

"O argumento da redução da despesa não tem fundamento. As freguesias apenas correspondem a 0,21% do Orçamento de Estado", evidencia o presidente da Anafre, considerando que as freguesias não podem ser responsabilizadas, assim, "pelo despesismo do Estado".

A Anafre já concorda com a diferenciação de competências entre freguesias e propõe até uma hierarquização. Mas não prescinde de uma lei de finanças locais que tire as freguesias do "patamar de indignidade". São questões a debater, no próximo fim-de-semana, no congresso de Santa Maria da Feira, que deverá reeleger Armando Vieira.

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(Veja aqui os Serviços prestados pela Junta de Freguesia)


Governo pertende reorganizar freguesias sem mexer nos concelhos.

Alterações à Lei-Quadro vão permitir extinções e fusões


O Governo quer pôr fim às freguesias com poucos habitantes e prepara uma alteração à lei que vai permitir a fusão de freguesias, a começar pelas áreas metropolitanas do Porto e Lisboa. O Bairro Alto, em Lisboa, é dado como exemplo da necessidade de racionalização destas estruturas de administração local: é um bairro do centro da capital que pertence a quatro freguesias distintas e o Executivo considera que uma única freguesia, do Bairro Alto, seria a solução mais lógica.

Segundo disse ao "Diário de Notícias" o secretário de Estado adjunto para a Administração Local, o Governo vai alterar a Lei-Quadro de Criação de Autarquias Locais, que vai também mudar de nome e passará a chamar-se Lei Quadro de Criação, Fusão e Extinção de Autarquias Locais, para poder extinguir e fundir algumas freguesias cujas dimensões não justificam a sua existência.

O plano é começar pelas áreas metropolitanas de Lisboa e Porto e pelos municípios com mais de 50 mil habitantes. "Fazia todo o sentido que existisse uma freguesia do Bairro Alto", diz Eduardo Cabrita como exemplo. O Bairro Alto pertence às freguesias de Santa Catarina, Mercês, Encarnação e Mártires e, "para a melhoria da qualidade do serviço público" a zona deveria pertencer a uma única unidade de gestão autárquica. "Não faz sentido uma unidade administrativa servir só para passar atestados e certidões", acrescentou o secretário de Estado.

Para tal, serão fundidas algumas freguesias e outras extintas. Neste caso cabem aquelas cuja circunscrição corresponda à do município, mas não está prevista a extinção de concelhos. Há sim quatro casos de concelhos com uma só freguesia - Alpiarça, São João da Madeira, Barrancos e São Brás de Alportel - que poderão ver a freguesia extinta.

O processo vai "distinguir o mundo urbano do mundo rural. Não faremos isto a régua e esquadro", promete Eduardo Cabrita no DN.

Das alterações à lei fará também parte a diferenciação de competências entre freguesias, respeitando também a questão da sua dimensão. O secretário de Estado volta a recorrer a um exemplo, dizendo que é preciso acabar com "o mito de que a freguesia dos Olivais (em Lisboa), que tem quase 50 mil eleitores, é igual a São Bento de Ana Loura (em Estremoz), que tem 38 eleitores recenseados".

O Governo pretende ainda descentralizar e regionalizar os serviços. "Até Junho de 2007 todos os ministérios têm que estar reorganizados no modelo das cinco regiões-plano", disse.

08 fevereiro 2006

Qualidade da Água

A Câmara Municipal efectua o controlo de qualidade da água de abastecimento público, de acordo com o Decreto-Lei n.º 243/2001 de 5 de Setembro, segundo o qual o município é dividido em várias zonas de abastecimento:

> Zona de Abastecimento mais abrangente - Serve a Vila e os Sítios próximos – Área com água de origem superficial, fornecida pela empresa Águas do Algarve;

> Zonas de Abastecimento menos abrangentes – Servem os pequenos aglomerados na área serrana do concelho: Zona de abastecimento do Arimbo, Cova da Muda, Javali, Cerro da Ursa e Cabeça do Velho – Área, com água de origem subterrânea, servida por furos de captação de água, com tratamento de desinfecção.

Como revela o Relatório da Qualidade da Água, referente ao ano 2004, emitido pela Entidade Reguladora de Água e Resíduos (IRAR), as análises realizadas no concelho (em número superior ao obrigatório), comprovam a excelente qualidade da água de consumo, não se registando qualquer incumprimento no cumprimento dos parâmetros. Regista-se apenas, em zonas da serra, numa área não servida pelas Águas do Algarve, um incumprimento, no que se refere ao parâmetro do Ferro e Turvação, não comportando, no entanto, qualquer risco para a saúde pública.

O controlo da qualidade da água é realizado por empresas da especialidade. Para o ano de 2006, a Câmara Municipal adjudicou à empresa Aqualab, lda a prestação de serviços para determinação dos parâmetros de qualidade das águas subterrâneas, destinadas ao consumo humano, águas residuais e águas de recreio, pelo valor anual de 9.139,72 euros + IVA.

Apesar de não ser exigido por lei, a autarquia efectua também análises microbiológicas a algumas fontes do concelho e aos produtos alimentares, das cantinas escolares.

Todas as análises efectuadas à rede de distribuição, bem como a fontes e fontanários encontram-se disponíveis para consulta, no Serviço de Águas da Câmara Municipal.


GIDI - CM SBA










07 fevereiro 2006

Trânsito

Em virtude da criação do novo Parque de Estacionamento Público, com 40 lugares, no Centro Histórico, em espaço adjacente à Rua Teófilo Braga, e de forma a melhorar o trânsito e assegurar as melhores condições de segurança, a Câmara Municipal procedeu às seguintes alterações ao sentido de trânsito:

> A entrada para o Parque de Estacionamento Público faz-se pela Rua Gago Coutinho, virando à direita, pela Rua Victorino Passos Pinto;

> A saída do Parque de Estacionamento faz-se pela Rua Teófilo de Braga (que altera o seu sentido de trânsito até à Rua Sacadura Cabral), em direcção ao Largo de S. Sebastião ou tomando a Rua Sacadura Cabral (que altera o seu sentido), em direcção à Rua João Rosa Beatriz, para prosseguir em direcção ao Largo ou para sul.

Nota: Aquando da conclusão da obra, em curso, de reabilitação da entrada norte, desde a rotunda na EN2 até ao Largo, será implementada em pleno a 2ª fase do Plano de Sinalização e Circulação de Trânsito.

PORTUGAL MARKETING AWARDS

Sandra Correia, Gerente da NOVA CORTIÇA e proprietária da PELCOR , é candidata ao prémio Personalidade Marketing Industrial no Portugal Marketing Awards da APPM (Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing).





Sandra Correia, filha do conhecido Empresário São-brasense Cesár Correia, ex-arbitro internacional de futebol, vê assim reconhecido o seu extraordinário trabalho à frente da já mundialmente conhecida empresa PELCOR.

A PELCOR tem se destacado mundialmente pela inovação no campo da cortiça. Inovações que passam pela utilização da cortiça no vestuário, bijutaria e muito mais.

Vamos todos ajudar a que este prémio seja uma realidade.


Vamos todos “votar”…

05 fevereiro 2006

O Algarve e o Desemprego

O concelho de Portimão é o mais afectado pelo desemprego, segue-se Faro, Loulé e Albufeira. Estes quatro concelhos representam mais de metade dos desempregados do Algarve.

O concelho de Portimão registou no final de 2005, 2763 desempregados na sua maioria mulheres, como aliás, em toda a região, e mais de metade registaram-se há menos de três meses, segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional.

Faro é o concelho que se segue com 1960 inscritos no Centro de Emprego, 1188 têm entre 25 e 49 anos. Quase 300 desempregados têm ensino superior.

Loulé tem pouco menos do que Faro, 1895 e Albufeira 1777. Olhão registou 1361 no final do ano, Silves 1356 e Lagoa 1088. Lagos é o concelho que se segue com 1015 desempregados, Vila Real de Santo António com 886, Tavira 782 e Castro Marim 211.

Vila do Bispo contabilizou 199 desempregados, São Brás de Alportel não passou dos 164 inscritos, Aljezur 124 e Alcoutim com 70 pessoas à procura de emprego.

O perfil dos desempregados não difere na maioria dos concelhos, a faixa etária mais afectada situa-se entre os 25 e os 49 anos e a escolaridade balança entre os quatro anos e a escolaridade mínima, nove anos. Faro regista o maior número de desempregados com ensino superior, seguindo-se Loulé e Portimão.

Mais de 2800 inscritos esperam por emprego há mais de um ano. A maioria registou-se no Centro de Emprego há menos de três meses. Contabilizando 15 823 inscritos, o Algarve diminui em 2,2% o número de desempregados face ao período homólogo. Uma tendência contrária ao panorama nacional, já que foi, juntamente com Lisboa, o distrito que não viu crescer a taxa de desemprego como em todos os restante distritos do país.

A situação poderia ser melhor se os números de Dezembro de 2005 não confirmassem um aumento de 8,4% de desempregados face ao mês anterior.





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Onde estão os passeios?...

Onde estão os passeios na Vila de São Brás de Alportel?... Era o título do e-mail que nos chegou este fim de semana. O seu conteudo, apenas uma foto.

Como uma imagem vale mais que mil palavras, aqui fica a foto deste nosso leitor "descontente(?)".


Trata-se da Urbanização Fonte da Pedra , onde as vivendas "comeram" o espaço aos passeios.


De referir que as arvores aqui existentes são muito anteriores a qualquer uma das vivendas ai construidas. Neste caso, parece-nos que a fiscalização camarária foi inexistente, pois não compreendemos como foi possivel edificar muros das vivendas a apenas 1 metro da estrada, ficando os peões com apenas 30 centimetros de passeios por causa das árvores e se repararmos na imagem no sitio onde se juntam o muro a árvore e o poste da luz simplesmente não há mais que uma mão cheia de centimetros para os transeuntes... Coisas do progresso!


Esperamos que este comentário não obrigue a Câmara Municipal a tomar uma posição acerca do assunto e na impossibilidade de fazer recuar os muros das vivendas dos distintos São-Brasenses que ai vivem, CORTE AS ARVORES. ( o melhor ainda será deixar como está! até porque a malta dessa zona não anda a pé... lol)





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04 fevereiro 2006

Eco- Municipios

Associação Bandeira Azul premeia ambiente em Municipios

Almada foi distinguida como um dos municípios portugueses com melhor desempenho ambiental, no âmbito do Projecto ECO XXI: um compromisso pela sustentabilidade, promovido pela Fundação para a Educação Ambiental em Portugal - Associação Bandeira Azul da Europa (ABAE).

(Indicadores Projecto ECO XXI, clique aqui)

O município recebeu a pontuação mais alta entre os 38 concelhos candidatos, alcançando 75 por cento no resultado final da avaliação. Almada acolherá ainda, a convite dos organizadores do projecto, a cerimónia de entrega dos diplomas ECOXXI. O evento teve lugar no passado dia 16 de Dezembro, no auditório Fernando Lopes Graça do Fórum Municipal Romeu Correia.

No ano experimental do projecto (2005), destacaram-se vários municípios pontuados acima dos 55 por cento, como é o caso de Pombal, Angra do Heroísmo, São Brás de Alportel, Matosinhos, Setúbal, Viana do Castelo, Santarém, Alcobaça, Lagos, Loulé, Coimbra, Tavira, Ponta Delgada, Vila Nova de Gaia, Sintra, Cascais e Torres Vedras.

Mas o mais importante de tudo «é o facto de terem sido lançadas as pistas, para que estes e outros municípios possam desenvolver medidas necessárias para trilhar o caminho da sustentabilidade.

O ECO XXI visa contribuir para o fortalecimento de acções continuadas em prol do desenvolvimento sustentável, através do reconhecimento dos compromissos assumidos por cada município relativamente à educação e qualidade ambientais no seu concelho.

01 fevereiro 2006

Reciclagem e Certificação da Cortiça - 1

AIEC aposta na reciclagem e certificação da cortiça.
Associação apresenta propostas e objectivos para 2006.

A Delegação Regional do Baixo Alentejo e Algarve da Associação de Industriais e Exportadores de Cortiça (AIEC) pretende, no ano de 2006, levar a cabo diversos projectos, "com o objectivo de continuar e intensificar a sua actuação no sector corticeiro, especificamente nas suas regiões de actuação: o Baixo Alentejo e Algarve", referem em nota de imprensa.

No âmbito do Projecto Flecork, vão implementar um Centro de Investigação para a cortiça, em colaboração com a Diputación de Huelva e a Isocor, o qual será "um instrumento privilegiado para uma área tão importante para o sector: a investigação".

Vão também constituir legalmente um Agrupamento Luso-Espanhol da Cortiça, o qual permitirá o desenvolvimento mais efectivo e regular de projectos de cooperação luso-espanhola, dirigidos ao sector corticeiro.

No âmbito do Projecto Subermed, a AIEC vai continuar a prestar apoio técnico aos seus associados, nomeadamente nas áreas da qualidade, da normalização e do ambiente. Pretendem também levar a cabo diversas acções de divulgação e promoção do sector corticeiro, através da realização de diversos eventos promocionais, tais como o "Encontro Vinho-Cortiça", as "Comemorações do Dia da Cortiça" (1 de Junho) e o seminário sobre o "Systecode".

Relativamente ao Projecto "Sensibilização para a adaptação à conformidade técnico-normativa corticeira", vão continuar a prestar um apoio técnico regular e directo aos seus associados, com o objectivo de contribuir para o cumprimento e a colocação em funcionamento, em cada empresa, das boas práticas do sector, podendo assim ser certificada segundo o "Código Internacional das Práticas Rolheiras". Vão também promover o sector através da participação nas principais feiras das duas regiões.


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Reciclagem e Certificação da Cortiça - 2

Certificação da cortiça do Caldeirão

No decorrer do "Projecto São Brás Solidário", a AIEC, em colaboração com a Câmara Municipal de São Brás de Alportel, a Associação In Loco, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de São Brás de Alportel e a Associação Nacional de Jovens para a Acção Familiar, vai implementar:

o "Orçamento Participativo no Concelho"; uma "Rede de Voluntariado do Concelho"; uma "Rede de Trocas não-monetarizadas"; e a realização de um programa de rádio semanal, a ser emitido pela Rádio São Brás, onde serão divulgadas junto da população local, todas as informações relativas às actividades do projecto, bem como de cada uma das entidades envolvidas.
No âmbito do Projecto Agris, a AIEC vai estabelecer um "Sistema de Gestão Florestal Sustentável para a Serra do Caldeirão", constituído por um "Modelo de Gestão Florestal Sustentável" e por uma unidade territorial na qual se aplica o Modelo. Vão também preparar os procedimentos necessários para a certificação desse "Modelo de Gestão Florestal Sustentável", certificando todos os produtos obtidos nessas áreas.

A última meta consiste na preparação dos procedimentos necessários para iniciar o processo de certificação da "Cortiça do Caldeirão".

A AIEC integra a Associação Rota da Cortiça, a qual irá, no presente ano, implementar e dinamizar a "Rota da Cortiça", cujo objectivo é contribuir para a afirmação da Serra do Caldeirão, mais concretamente do concelho de São Brás de Alportel, como um destino turístico de referência na temática da cortiça, para segmentos específicos do público nacional e internacional.

Prometem também tentar dinamizar a constituição da "Zona de Intervenção Florestal" na Serra do Caldeirão, objectivo considerado "fundamental".

A AIEC vai continuar, no ano de 2006, o seu esforço de promover o concelho de São Brás de Alportel como a "Capital Histórica da Cortiça". Neste âmbito, vão continuar a incentivar a criação de um "Pólo Industrial Corticeiro", o qual representará "um grande investimento num dos sectores de maior importância histórica e económica do concelho", sublinham.


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Reciclagem e Certificação da Cortiça - 3

Reciclagem

A AIEC vai também continuar a apostar na promoção da reciclagem de rolhas de cortiça usadas, um projecto inovador a nível nacional.

O concelho de São Brás de Alportel é o único do País a fazer a recolha e reciclagem de rolhas de cortiça.
Tem, para isso, "Rolhões" nos ecopontos, escolas e nos principais restaurantes do concelho. No ano de 2006, a associação pretende estender o processo a toda a região do Algarve.

De acordo com a associação, "consideramos fundamental este processo, quer para a promoção da cortiça, quer em termos ambientais. Para isso, já realizámos diversos contactos com as câmaras municipais de Faro, Loulé e Tavira".

Numa frase, concluem, "a AIEC continuará o seu trabalho de longos anos em prol da sustentabilidade da fileira do sobreiro e da cortiça.



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JUNTA FREGUESIA - 2

No passado dia 7 de Janeiro, publicavamos aqui um "pequeno" erro na pagina da internet da Junta de Freguesia. (ver artigo)

Hoje foi-nos confirmada a sua correcção. Fica aqui o registo. Bem Hajam.


(clique na imagem para aumentar)

Nutrição nas Escolas

Arrancou em São Brás de Alportel um programa alimentar pioneiro a nível nacional, que promete envolver escolas em todo o Algarve dentro de poucos meses

Ter uma alimentação equilibrada e saborosa nas cantinas das escolas é mais do que possível e sobretudo desejável para a geração mais nova.

Foi esta a mensagem transmitida na Escola EB 2,3 Poeta Bernardo Passos, em São Brás de Alportel, onde foi apresentado, na segunda-feira, o «Programa de Promoção da Qualidade Nutricional das Refeições em Estabelecimentos de Educação» pela coordenadora do Gabinete de Nutrição do Centro Regional de Saúde Pública Teresa Sancho.

Nesta primeira conferência, que se multiplicará pelos 16 concelhos do Algarve como um «instrumento» para melhorar os valores nutricionais das ementas mas «sem fundamentalismos», a composição alimentar das ementas foi avaliada segundo uma metodologia elaborada pela equipa de nutrição do Centro Regional de Saúde Pública do Algarve.

O objectivo do programa é promover estilos de vida saudáveis, passando a mensagem através da escola.

A metodologia consistiu na análise das ementas ou das folhas de consumo diário das escolas, onde se pretendia atingir certos parâmetros, como por exemplo, a sopa com hortaliça e leguminosas deve atingir os 90 por cento (60 por cento hortaliça, 20 por cento leguminosas).

Em relação ao componente proteico, a percentagem de pescado deve ser igual ou superior ao de carne.

No que diz respeito às sobremesas, estas devem ser de fruta fresca da época em 90 por cento dos casos.

A avaliação, que se iniciou já em Maio de 2005, concluiu agora que «falta pouco» para que as escolas EB do 1º ciclo, a Escola EB 2,3 Poeta Bernardo Passos e a Escola Secundária José Belchior Viegas cheguem a atingir os parâmetros estabelecidos no programa.

Tendo a sopa um «papel primordial» nas refeições, segundo Teresa Sancho, o resto da oferta alimentar também precisa de um «arrumo», dando espaço à variedade, à arte de cozinhar, à utilização de ervas aromáticas e de azeite, como gordura de eleição.

A primeira conferência no âmbito do «Programa de Promoção da Qualidade Nutricional das Refeições em Estabelecimentos de Educação» contou com a presença de representantes do agrupamento escolar de São Brás de Alportel, do Centro de Saúde, da autarquia local e da ARS Algarve, tendo sido decidido naquele concelho que a Associação de Pais não deveria comparecer nesta fase.

O Programa de Promoção da Qualidade Nutricional das Refeições em Estabelecimentos de Educação é promovido pela ARS Algarve, com a colaboração da Direcção Regional de Educação do Algarve e das Autarquias, sendo «voluntária» a adesão das escolas ao programa.

A próxima conferência terá lugar em Olhão, no dia 8 de Fevereiro.


- site: ARS Algarve -



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