
Eusébio falta à verdade.
Presidente incontactável no dia da Demolição
Ainda se lembram da Demolição Absurda do Armazém na Rua Serpa Pinto?...
O assunto ainda anda a ser dirimido no tribunal. Já foram ouvidas os principais intervenientes no processo e algumas testemunhas. No entanto, no normal ritmo o processo ainda anda longe do seu término. Entretanto, no lugar do armazém demolido prevê-se a construção de mais de 40 fogos de habitação, recentemente aprovados pela autarquia aos herdeiros da proprietária do armazém entretanto falecida. Já para a Edilidade São-brasense só se pode augurar uma infeliz derrota nesta contenta judicial, pois António Eusébio além de ter falhado a explicação sobre a razão da demolição, começa agora a dar mostras de que tem faltado à verdade quando fala sobre o assunto.
A verdade é como azeite
Vem sempre ó de cima…
Pois é!... O Dig.mo Presidente Eng.º Prof. António Eusébio tem mentido faltado à verdade nas explicações sobre o caso da demolição do armazém na Rua Serpa Pinto.
Nas declarações feitas aos meios de comunicação social na altura dos acontecimentos (Março 2006), António Eusébio, sempre tentou deixar claro que a demolição do armazém ocorreu por razões técnicas (risco de ruir) e que, no próprio dia dos acontecimentos, se tinha deslocado ao local para tentar chegar à fala com os arrendatários. Ainda, segundo António Eusébio, os arrendatários do armazém não se mostraram disponíveis para dialogar, tendo preferido chamar os “jornais” ao local.
Mais tarde (em Junho 2006), em reunião de Câmara, o vereador Joaquim Mendonza (PSD), terá questionado António Eusébio sobre o assunto. Afirmava o vereador PSD que os arrendatários do armazém demolido o teriam contactado para mostrar o seu descontentamento pelo facto de a Edilidade “andar a denegrir o bom-nome das pessoas” quando elas eram as principais vítimas da demolição. António Eusébio respondeu que: "no próprio dia que ocorreu a demolição tentou por todos os meios, falar com o Sr. Pedro Machado e, ou a sua mãe, não tendo havido qualquer manifestação de interesse em estabelecer negociações com a câmara municipal..."

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Um ano depois, por declarações do próprio António Eusébio, é possível confirmar de forma irrefutável que nos têm mentido faltado à verdade nas explicações sobre a demolição do armazém na rua Serpa Pinto!
As contradições tiveram lugar em reunião de Câmara no dia 24 de Abril 2007, em período aberto ao público. Pedro Machado (o filho da arrendatária do armazém demolido), como presidente demissionário da Associação Jovem Sambrasense, pedia explicações sobre incumprimentos por parte da câmara perante a AJS. Incumprimentos esses, que segundo o próprio, estão a dificultar as actividades promovidas pela Associação. Pedro Machado chega mesmo a acusar António Eusébio e Vítor Guerreiro de faltarem à palavra e de estarem de má fé para com ele desde que foi demolido o armazém que tinha arrendado na Rua Serpa Pinto.
António Eusébio, ao rebater estas acusações perante a confrontação dos factos feita por Pedro Machado, acaba por apresentar uma versão diferente daquela que fez passar na comunicação social e na Autarquia na altura dos acontecimentos.
Presidente não estava em São Brás
no dia em que a demolição esta teve lugar
Pedro Machado começou por relembrar Eusébio, que no próprio dia da demolição efectuou 36 chamadas para a Câmara Municipal sem que o Sr. Presidente lhe desse qualquer satisfação. A única informação que lhe deram na Câmara Municipal foi que o Presidente estaria em Faro "incontactável". E acaba acusando o Presidente de faltar à verdade quando pretendeu esclarecer o assunto na Assembleia Municipal e também nas explicações dadas ao vereador do PSD.
António Eusébio acabou por confirmar a sua indisponibilidade no dia dos acontecimentos, respondendo que naquele dia não se encontrava na Câmara, estava em Faro "numa reunião”. Mas que, no dia seguinte, tinha tentado telefonar ao Sr. Pedro e, como não o tinha conseguido, se deslocara ao local. Aí disse-lhe que iria tentar resolver o problema na medida do possível… E que isso não aconteceu porque o Sr. Pedro optou por chamar a comunicação social.
Esta explicação acaba mesmo por irritar Machado, que, pedindo a Eusébio para “se deixar de brincadeiras”, afirmando que a deslocação do Presidente ao local da demolição, no dia seguinte, foi para lhe dizer para «estar calado, porque tinha autorização da senhoria (proprietária do armazém) para a demolição» e que a única coisa a que o Sr. Pedro teria direito como arrendatário seria o correspondente a uma renda por cada ano de arrendamento do armazém, o que corresponderia a 200 ou 300 euros de indemnização pelo despejo. Pedro Machado acrescenta que nem o Sr. Presidente nem qualquer outro membro ou funcionário da autarquia tentaram resolver nada relativamente à demolição.
Quando à vinda das televisões ao local, Pedro Machado disse que nunca contactou qualquer meio de comunicação social, nem chamou as televisões.
Já António Eusébio, preferiu esperar que o munícipe saísse da reunião para nas “costas dele” concluir que se as televisões estiveram no local foi a pedido de Pedro Machado ou de alguém em seu nome.
António Eusébio mostra assim que a má educação, a difamação, a má-língua e/ou a mentira não são exclusivo do Sbras.Blog...

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Nota da Gerência:
A título informativo, (especialmente para o Presidente Sr. Prof.º Eng.º António Eusébio), o SbrasBlog, torna público e congratula-se por ter divulgado a notícias aos diversos órgão de comunicação social nacionais.
Fomos nós divulgamos a notícia para a SIC, fomos nós que fornecemos os contactos telefónicos da Câmara Municipal e da Botique JL, propriedade dos arrendatários do armazém ao Programa da Fátima Lopes !... Sim Sr. Presidente, fomos nós e não o fizemos a mando de ninguém!...
Agora se quiser, queixe-se à Policia Judiciária!...
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